26/05/2026
☀️Da verdadeira Shamballa, o Reino Dos Tush*ta, ( uma classe de Seres da mais elevada espiritualidade que aguardam, numa determinada Região Celeste (denominada o Deva-Loka), o momento cíclico e permitido pelo karma para descerem a este mundo profano como Bodhisattvas e, depois (futuros Buddhas), pode dizer-se (saber-se) muito pouco. Possui um Conselho vitalício de 24 “Anciãos” – os Dignitários mais elevados da Corporação de Adeptos, desde que a” Hierarquia Celeste” ou “Grande Fraternidade Branca” foi implantada na Terra há cerca de 18 milhões de anos. São as 24 Chamas do Sacrifício – do Sacrifício d´Aqueles que protelaram imensamente (o gozo de ) a Sua Bem-Aventurança, para poder valer aos “deserdados”, como são ocultamente chamados os “Filhos da Necessidade ( este é um dos dois caminhos da imortalidade mencionados em “A Voz Do Silêncio”; dos dois, um é chamado o Caminho Aberto, o outro ,o Caminho Secreto: “ O Caminho é um, ó Discípulo, porém, bifurcado no final…De um lado, a imediata Bem-Aventurança, e do outro, a Bem-Aventurança para mais tarde…”(pejada de sacrifícios e de dor, pela renúncia do legítimo e imediato usufruto da Glória, em prol da prolongada ajuda aos mortos-vivos).São também os 24 Pilares do Templo afecto à gloriosa Esfinge (o Homem-Leão) de Gizé, a qual simboliza o Deus-Solar – Hórus no Horizonte. Ela contempla, do alto da sua Serena Majestade, o passo das Idades que darão o seu fruto ao Mundo, no evolver, no lento mas seguro desabrochar do Mundo, no evolver, no lento mas seguro desabrochar do Homem, rumo ao triunfo anunciado.☀️
Livro – Logos, Devas e Elementais
Isabel Nunes Governo
Centro Lusitano de Unificação Cultural