Raiz e Luz Terapias

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Massagem e Terapias energéticas intuitivas - Pêndulo Hebreu
Libertação de bloqueios emocionais e sistémicos
Corpo • Energia • Consciência
🐾 Humanos e animais
Presencial (Gandra) & à distância

30/08/2026

A sensibilidade é um dom.
Mas precisamos cuidar da nossa energia.

Mas que é isso do “campo áurico”?
Dentro dos conceitos energéticos, a aura envolve o corpo físico. É descrita como uma espécie de interface entre a pessoa e o ambiente: emoções, pensamentos, estados de tensão e aquilo que vivenciamos podem refletir-se nesse campo.
É comum falar-se em diferentes camadas ou corpos energéticos — físico, emocional, mental e espiritual.
No decorrer das nossas experiências, podemos ficar mais vulneráveis energeticamente — aquilo a que chamamos “gretas” ou “fissuras energéticas”.

Eu sei que, quando faço, algo em mim muda.🙏🤍

Talvez parte mais interessante, seja que não precisamos de compreender tudo para nos permitirmos experimentar e disfrutar dos seus benefícios.

✨ Se este tema te desperta curiosidade, envia-me uma mensagem.

Toda terapeuta precisa de terapia.Aliás, acredito que muitas de nós nos tornamos terapeutas porque, antes de querermos c...
29/08/2026

Toda terapeuta precisa de terapia.

Aliás, acredito que muitas de nós nos tornamos terapeutas porque, antes de querermos cuidar do outro, houve um momento em que também precisamos de ser cuidadas.

Houve dores.
Houve perguntas.
Houve padrões que já não queríamos repetir.
Houve uma necessidade profunda de nos compreendermos.

E a terapia não termina quando nos tornamos terapeutas.

Porque terapeuta é uma função, uma profissão, uma capa. Antes disso — e acima de tudo — somos pessoas. Somos seres humanos.

E também temos as nossas histórias, as nossas feridas, os nossos medos, os nossos padrões e as nossas camadas.

A cada trabalho interior, uma camada pode cair.

E aquilo que consigo ver hoje talvez seja precisamente fruto de, em algum momento, ter tido coragem de olhar para dentro.

E talvez seja isso que o trabalho interior nos permite fazer:

**olhar para a nossa história inteira, em vez de ficarmos presas apenas à parte que doeu.**

Continuo a trabalhar em mim.

Não porque, enquanto terapeuta, devesse estar “curada” de tudo.

Mas porque, enquanto ser humano, também estou em processo.

E talvez seja precisamente aí que começa a verdadeira capacidade de acompanhar o outro:

**ter a coragem de continuar a olhar para dentro.**

28/08/2026

Tenho pensado sobre parentalidade.

Será que, por vezes, protegemos tanto os nossos filhos que acabamos por não os ensinar a proteger-se sozinhos?

Muitas vezes, o controlo nasce do amor: queremos evitar que sofram, que errem ou que façam escolhas que consideramos erradas. E, sem perceber, começamos a antecipar, decidir, resolver e proteger por eles.

Mas uma criança também precisa de experimentar que consegue.

Precisa de poder escolher, errar, dizer “não”, fazer diferente de nós e lidar com as consequências das suas escolhas.

Precisa de aprender:

“A minha voz tem valor. Posso confiar em mim. Posso estabelecer limites.”

Os adultos não se criam quando saem de casa. Criam-se, em grande parte, nas pequenas experiências vividas dentro da família.

E quando um filho cresce, a relação também precisa de crescer.

Podemos não concordar com as suas escolhas e, ainda assim, respeitá-las.

Isto não significa ausência de limites ou deixar fazer tudo. Significa reconhecer que o nosso filho é uma pessoa diferente de nós, com o seu próprio tempo, espaço e caminho.

Talvez amar também seja:

estar disponível sem invadir,
acompanhar sem controlar,
orientar sem decidir.

Porque não queremos apenas criar crianças protegidas.

Queremos ajudar a criar adultos capazes de estar no mundo, escolher e posicionar-se perante a vida. 🌱

E deixo uma pergunta:

Estamos a educar os nossos filhos para obedecerem ou para serem adultos capazes de escolher?

28/08/2026

Tenho pensado sobre parentalidade.

Será que, por vezes, protegemos tanto os nossos filhos que acabamos por não os ensinar a proteger-se sozinhos?

Muitas vezes, o controlo nasce do amor: queremos evitar que sofram, que errem ou que façam escolhas que consideramos erradas. E, sem perceber, começamos a antecipar, decidir, resolver e proteger por eles.

Mas uma criança também precisa de experimentar que consegue.

Precisa de poder escolher, errar, dizer “não”, fazer diferente de nós e lidar com as consequências das suas escolhas.

Precisa de aprender:

“A minha voz tem valor. Eu tenho valor. Eu existo. Eu tenho lugar na vida. Posso confiar em mim. Posso estabelecer limites.”

Os adultos não se criam quando saem de casa. Criam-se, em grande parte, nas pequenas experiências vividas dentro da família.

E quando um filho cresce, a relação também precisa de crescer.

Podemos não concordar com as suas escolhas e, ainda assim, respeitá-las.

Isto não significa ausência de limites ou deixar fazer tudo. Significa reconhecer que o nosso filho é uma pessoa diferente e distinta de nós, com o seu próprio tempo, espaço e caminho.

Talvez amar também seja:

estar disponível sem invadir,
acompanhar sem controlar,
orientar sem decidir.

Porque não queremos apenas criar crianças protegidas e bem educadas.

Queremos ajudar a criar adultos capazes de estar no mundo, escolher e posicionar-se perante a vida. 🌱

E deixo uma pergunta:

Estamos a educar os nossos filhos para obedecerem ou para serem adultos capazes de escolher?

24/08/2026

Nem sempre aquilo que parece entreajuda é uma relação verdadeiramente equilibrada.

Às vezes, aprendemos desde cedo que amar é ajudar, resolver, estar disponível, não deixar o outro desamparado.

E podemos crescer a ocupar um destes lugares:

- o de quem faz por todos
ou
- o de quem espera que façam por si.

Mas existe ainda uma terceira possibilidade, talvez mais difícil de reconhecer:

- fazer porque sentimos que temos de fazer.

Por culpa.
Por medo de desiludir.
Por receio de dizer não.
Por sentir que, se não ajudarmos, estamos a falhar.

E do outro lado pode existir uma expectativa silenciosa:

- “Eu fiz por ti. Agora é a tua vez.”

Quando isso acontece, a ajuda deixa de ser completamente livre e pode transformar-se numa espécie de dívida emocional.

Não significa que não exista amor.

Significa que o amor pode estar misturado com - dependência, obrigação, culpa, necessidade de reconhecimento ou dificuldade em colocar limites.

Talvez uma relação mais saudável não seja aquela em que ninguém precisa de ninguém.

É aquela em que podemos dizer:

- “Preciso de ajuda.”

E também:

“Não consigo (não quero, ou não posso) ajudar-te desta vez.”

Sem culpa.
Sem cobrança.
Sem retirar ao outro o seu poder pessoal.

Porque ajudar não é carregar.
Receber não é depender.
Dizer não não significa deixar de amar.
Aliás - não e sim - são 2 faces da mesma moeda. Tal como a noite e o dia, ambas fazem parte. Ambos têm lugar.

Talvez seja isto que significa cuidar uns dos outros - sem nos perdermos uns nos outros. 🤍

E tu, reconheces-te mais no lugar de "quem faz", de "quem espera que façam", ou de "quem faz mesmo quando não quer"?

21/08/2026

Já reparaste que, quando uma preocupação desaparece, aparece logo outra?

Preocupamo-nos com os filhos, com os nossos pais, com o companheiro, com os nossos animais, com o trabalho, com a saúde, com o dinheiro, com o futuro…

E muitas vezes nem percebemos que passámos a viver num estado quase permanente de preocupação e alerta.

Mas será que isso é simplesmente “ser uma pessoa preocupada”?

Ou poderá existir um padrão que aprendemos ao longo da vida?

Talvez tenhamos aprendido que estar atentos a tudo, antecipar problemas e cuidar dos outros era uma forma de amar, de proteger ou até de nos sentirmos seguras.

E aqui existe uma distinção que considero muito importante:

podemos estar presentes na dor de alguém sem precisarmos de carregar essa dor.

Podemos amar.
Podemos cuidar.
Podemos ajudar.

Sem nos abandonarmos a nós próprias.

É também este espaço de consciência e transformação que procuro criar nas minhas sessões de Pêndulo Hebreu, explorando emoções e padrões que podem estar a influenciar a forma como vivemos e nos relacionamos.

Porque talvez não seja necessário deixar de cuidar dos outros.

Talvez seja necessário aprender a cuidar sem carregar aquilo que não nos pertence🤍

Se este tema falou contigo, conta-me nos comentários: qual é a preocupação que mais facilmente ocupa o teu pensamento?

19/08/2026

Talvez tenhas aprendido a cuidar de todos antes de aprenderes a cuidar de ti.

Estás disponível para os outros, resolves, ajudas, acolhes, dás… e vais deixando para depois aquilo que sentes, aquilo que precisas, aquilo que desejas.

Até que o corpo começa a pedir uma pausa.

E talvez cuidar de ti não tenha de significar fazer mais uma coisa na tua lista.

Pode começar simplesmente por parar. Respirar. Sentir. Escutar.

É esse espaço de pausa e reconexão que procuro criar através das minhas massagens e terapias. 🌿

Se sentes que está na altura de voltares a cuidar de ti, envia-me uma mensagem. ❤️

Cuidar também é saber escolher o que cabe no momento.Uma coisa que percebi numa sessão esta semana…Às vezes alguém chega...
13/08/2026

Cuidar também é saber escolher o que cabe no momento.

Uma coisa que percebi numa sessão esta semana…

Às vezes alguém chega até nós com muitos assuntos para trabalhar.

E, quando começamos a ouvir a história, pode surgir aquele pensamento:
"Uau… isto é muita coisa."
Foi o que senti durante uma sessão de Pêndulo Hebreu esta semana.
Por momentos, questionei-me se seria capaz.

Mas depois lembrei-me de uma coisa simples:
eu não preciso de resolver a vida daquela pessoa numa sessão.

Ela tinha vários assuntos que queria trabalhar. Nós tínhamos limite de tempo.
Então conversámos, escutámos o que estava mais presente naquele momento e escolhemos dois temas para focar.

E percebi que acompanhar alguém não é ter respostas para tudo.
É saber escutar.
É saber estabelecer prioridades.
É respeitar limites.
E é conseguir estar presente sem assumir para nós aquilo que pertence ao outro.

Talvez isto também se aplique à nossa própria vida.

Quantas vezes olhamos para tudo o que temos para resolver e pensamos:
"É demasiado. Não vou conseguir."

Talvez não tenhamos de conseguir tudo.
Talvez precisemos apenas de escolher o que é possível cuidar hoje.

E foi curioso perceber que aquilo que inicialmente me fez questionar, acabou por me deixar uma sensação muito diferente:
não preciso de ser capaz de resolver tudo para ser capaz de acompanhar. 🌿

E isso, para mim, foi uma aprendizagem importante.

✨ 3 SESSÕES EXPERIMENTAIS DE PÊNDULO HEBREU ✨Esta semana vou abrir 3 vagas para uma sessão experimental de Pêndulo Hebre...
10/08/2026

✨ 3 SESSÕES EXPERIMENTAIS DE PÊNDULO HEBREU ✨

Esta semana vou abrir 3 vagas para uma sessão experimental de Pêndulo Hebreu, online.

Se gostarias de participar, envia-me mensagem privada com a palavra EXPERIMENTAR e responde a estas duas perguntas:

- O que te despertou o interesse em experimentar a terapia energética do Pêndulo Hebreu?
- O que sentes que gostarias de trabalhar ou desbloquear neste momento?

🌿 A sessão é individual e online.
🌿 Não tem qualquer custo.

Raiz e Luz Terapias
Reconecta-te contigo. ✨

03/08/2026

A presença pode ser mais transformadora do que a procura de soluções.

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Valongo

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