03/11/2025
Partilho este texto com a sensibilidade de quem lê com admiração e respeito a sensibilidade humana de outro profissional. - Desliza o carrossel para ler.
Em tempos, cada vez mais escassos, de pessoas influentes capazes de levantar questionamentos fundamentais para (re)pensar o quão cruel podemos ser nos nossos julgamentos e interações humanas, peço licença e sinto o dever de o ressaltar também neste espaço.
Os dedos que apontam, não são os mesmos que acolhem.
Os olhares julgadores não são os mesmos que tentam compreender a dor humana por detrás de uma atitude.
A palavra que acusa não sai da mesma boca que consola.
Obrigada pelo belíssimo e empático texto.
Tomei à liberdade de o partilhar!
Este conteúdo é meramente informativo e não substitui uma psicoterapia.
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