Thaylise Gorla - Nutrição

Thaylise Gorla - Nutrição ● Um novo conceito para o seu estilo de vida. Atendimentos nutricionais
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E se o que você chama de liberdade for o que tem tirado sua vitalidade, seu entusiasmo, sua longevidade?“Você pode ignor...
03/08/2026

E se o que você chama de liberdade for o que tem tirado sua vitalidade, seu entusiasmo, sua longevidade?

“Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade.” — Ayn Rand

Já ouvi muitas vezes que “a vida é curta demais para deixar de comer alguns alimentos” ou aquela outra famosa frase: “Só se vive uma vez”.
Frases como essas sustentam, na maioria das vezes, hábitos ruins e uma vida lotada de sintomas e, em grande medida, uma vida que adoece.

E eu preciso te lembrar:
Você não é livre do seu corpo, ele é sua casa, e sua existência nessa vida depende dele.
Você não é livre das consequências das suas ações e escolhas diárias.

fato é que a maior parte das doenças que mais matam no mundo é cultivada no nosso dia a dia. O problema é que os resultados desses hábitos só aparecem, em grande parte, no longo prazo. E nossa capacidade de olhar para o futuro, em um mundo que nos bombardeia com notícias imediatas e nos faz viver apenas o agora, está cada vez menor. F**a difícil pensar daqui a 10 anos com tantos “problemas” para resolver hoje.

Assim, vamos cultivando uma doença silenciosa e chamando isso de liberdade, de aproveitar a vida.

Mas deixa eu te perguntar: quando você age em nome dessa liberdade, como seu corpo se sente?
Cuidado para não chamar de liberdade os impulsos da mente e continuar sobrecarregando seu corpo. Na maioria das vezes, é isso que acontece.

Vivemos em uma perspectiva muito mental de mundo e esquecemos que nosso corpo, biologia e natureza têm necessidades e cuidados que não são negociáveis.
É muito fácil subestimar o risco de algo quando estamos envolvidos emocionalmente, quando existe um vício, um apego, e aí é onde falo que passamos muito pano para o quanto as pequenas coisas do dia a dia realmente te adoecem.

Mesmo você amando comer uma comida, será que ela te faz bem? Sua mente pode amar, mas seu corpo também ama?
Eu sei que pode parecer radical, mas, para mim, estranho mesmo é ver um mundo com tantos recursos e conhecimento disponíveis e, ao mesmo tempo, tantas pessoas adoecendo e vivendo com tantos sintomas.

Tô aqui pra te lembrar que sua liberdade precisa respeitar o seu corpo.

27/07/2026

Uma realidade cada dia mais comum na minha prática clínica: pessoas que chegam com exames normais, bons números, mas muitos sintomas.

Convivendo com desconfortos diários, má digestão, intestino instável, cólicas, indisposição… e a lista segue enorme.

O fato é que, mesmo em uma era com tanto acesso à saúde, muitas pessoas ainda vivem muito mal.

O problema é que, muitas vezes, a “solução” para resolver grande parte desses desconfortos são suplementos, excesso de proteína, vitaminas, cápsulas e mais cápsulas. E o que vejo na prática é uma tentativa falha de mascarar o problema, sem olhar para a verdadeira causa.

É por isso que precisamos falar cada vez mais sobre Agni.

Na visão do Ayurveda, Agni é o conceito mais importante quando o assunto é saúde.

No Charaka Saṁhitā, é descrito que os alimentos são importantes e fornecem nutrição aos nossos tecidos, mas isso acontece por meio de Agni. É ele quem desempenha um papel vital nessa relação.

A pergunta, então, deixa de ser apenas “o que está faltando?” e passa a ser “como está a capacidade do meu corpo de transformar aquilo que eu já recebo?”. Porque não basta consumir bons alimentos ou os melhores suplementos. É preciso conseguir digeri-los, absorvê-los e transformá-los em nutrição.

Se o nosso sistema digestivo falha, a nossa nutrição também falha. E o Ayurveda sabe disso há milhares de anos.

Esses dias te ouvi dizer baixinho, enquanto levantava da cadeira com uma leve dificuldade: “Coragem, querido coração”.E ...
26/07/2026

Esses dias te ouvi dizer baixinho, enquanto levantava da cadeira com uma leve dificuldade: “Coragem, querido coração”.

E essa é uma frase que nos marcou durante a gestação.
Eu já escrevi aqui, alguns meses atrás, sobre essa tal coragem: coragem para amar, coragem para viver.
Mas a verdade é que, nos últimos quase 9 meses, eu tenho presenciado diariamente essa palavra através da sua vida.

Se abrir para gerar uma vida é um ato de extrema coragem.
Dizer sim à maternidade é um ato carregado de coragem, seja ele consciente ou não.
E a sua é admirável. Pensando aqui, enquanto escrevo e olho para a sua vida, essa é uma palavra que sempre foi conhecida. A vida sempre te exigiu essa tal coragem, te exigiu tanta coragem que, hoje, através dessa mesma coragem, um outro coração bate aí dentro.
Coragem, queridos corações. Essa é uma mensagem de amor para o mundo, e sei que vocês dois sabem disso.

A gestação me fez reafirmar todas as promessas que te fiz quando casamos, mas, na verdade, eu sinto que minhas promessas para você foram feitas desde o primeiro dia em que te vi.
E, desde então, entre uma coragem e outra, eu sigo refazendo-as e me refazendo para seguirmos cada dia melhor vivendo esse amor corajoso, exigente, intenso, de alma e que agora transbordou em uma nova vida.

Coragem, queridos corações, vocês são a minha vida e eu amo vocês.

Obrigada por tanto.

O melhor de tudo é saber que estamos apenas no começo de uma corajosa aventura.

O quanto você tem sobrecarregado seu corpo por questões da sua mente?O quanto você tem olhado e atendido somente à sua m...
24/07/2026

O quanto você tem sobrecarregado seu corpo por questões da sua mente?
O quanto você tem olhado e atendido somente à sua mente e deixado de lado o seu corpo?

O quanto sabemos cuidar do nosso corpo?
E o quanto temos cuidado também para não sobrecarregar a nossa mente?

Pois é, são questões importantes para refletirmos sobre como temos nos relacionado com o nosso corpo, com a nossa mente, com toda a complexidade que somos.

Aqui a intenção não é julgar, é abrir novos caminhos.

Eu sei que é delicado. É também um processo, mas é preciso ganhar consciência disso e dar alguns passos nessa jornada de reconhecer o corpo, de reconhecer o quanto, talvez, esse corpo tenha sido maltratado e sobrecarregado por anos.
Parte do processo é esse ganho de consciência sobre essa relação.

Como você tem gerenciado a relação com sua mente e com seu corpo?

Quem perde? Quem ganha?

A maioria das pessoas não foi ensinada a se relacionar com o corpo e, quase sempre, quando olhamos para ele, é com um olhar de insatisfação.
Esse é o motivo pelo qual eu sempre falo que precisamos de um resgate do corpo, de um olhar mais carinhoso, de um olhar de respeito.
E, muitas vezes, é preciso cultivar uma relação do zero, que seja.
Você não é só sua mente, e a mente não existe sem um corpo.

É preciso organizar e ir a fundo nesse processo.

O que é do corpo?
O que é da mente?
O que nutre cada um?

Estabeleça uma nova relação.
Olhe para a mente, para suas emoções, mergulhe nesse processo.
O corpo não merece ser refém de toda essa sobrecarga, e temos a possibilidade de melhorar essa relação.

Se a sobrecarga é da mente, por que permitir que ela vá para o corpo?
Como aliviar a mente sem sobrecarregar o corpo?
É justo, nessa relação, o corpo seguir pagando essa conta?

É sobre cultivar um olhar mais cuidadoso com o seu corpo, com sua mente, com você.
Trabalhe para viver em harmonia e se relacionar melhor com toda essa complexidade.

Não existe mente saudável em um corpo adoecido, e o contrário também é verdade.
É por isso que, quanto mais eu cuidar do meu corpo, melhor será a qualidade e a nutrição dos meus aspectos mentais.

22/07/2026

É bem provável que hoje mesmo você já tenha sentido não ter tempo suficiente.
Acontece por aqui também.

Tem dias que realmente parece que o tempo escorre em nossas mãos, mas tem muitos outros dias e horas que, na verdade, são recheados de distrações.
Talvez você já tenha dito aquela famosa frase: “O dia poderia ter mais horas.”

Mas será que essas horas a mais seriam revertidas em algo positivo ou em mais distrações?
O que você realmente faria com essas horas extras?
Eu faço esses questionamentos para vocês, pois é parte do que me questiono também.

Por aqui, tenho chegado a algumas respostas. Em grande medida, o que chamo de falta de tempo é, sim, um excesso de distração, e tenho trabalhado fortemente nisso para me manter presente.
Presente, no agora, sem fuga, respirando e vivendo cada segundo.

Mas aí eu me distraio, e eu sei que você também.
A gente queima a comida, derruba o copo d’água, perde 20 minutos preciosos em feeds que não nos acrescentam, e é isso que nos faz humanos. Isso é parte da nossa humanidade.

E a consciência também é o que nos torna humanos, e, quando ganho consciência de que talvez não seja tempo que me falte, mas um excesso de distrações que me afasta do que realmente quero viver, aí eu posso ser coerente com essa consciência e, a partir disso, mudar.

Gente distraída se perde.
Se perde do corpo, se perde do que sente, se perde do que é prioridade.

Te convido hoje para sentir, sentir que habita um corpo, um espaço, um lugar.

E esse sentir é sobre presença.
Esteja mais presente.
Aproveite o tempo que você tem.

Se tudo é uma questão de perspectiva, qual tem sido a sua?Em tempos de uma sociedade que tem normalizado viver mal e que...
16/07/2026

Se tudo é uma questão de perspectiva, qual tem sido a sua?

Em tempos de uma sociedade que tem normalizado viver mal e que, a cada dia, adoece mais e mais por doenças crônicas cultivadas diariamente, encarar saúde e cuidado como privilégio é também um passo na caminhada da cura.

Fomos ensinados a tratar o cuidado como uma obrigação, uma punição ou um preço a pagar.

Só lembramos da saúde quando ela falta.
Só valorizamos um corpo quando ele dói.

E, aos poucos, esquecemos que acordar com disposição, digerir bem, conseguir se movimentar, respirar, dormir e escolher o que comer são coisas simples que, na verdade, são grandes privilégios.

Você pode achar um porre cuidar da sua alimentação, mas, na verdade, é um grande privilégio.
Você pode achar péssimo treinar todos os dias, mas, na verdade, é um grande privilégio.
E eu poderia seguir aqui com todos os seus hábitos, enfatizando o privilégio que é poder cuidar do seu corpo, que é sua casa, que é sua morada.

Sim, tudo é uma questão de perspectiva.

E aí, qual tem sido a sua?
É peso ou privilégio?

Na prática, o que vejo diariamente é que pesado mesmo é viver doente.
E que saúde tem sido um desejo constante que muitas pessoas não tem.

14/07/2026

Quando o assunto é alimentação, comer com fome é um dos princípios básicos do Ayurveda.

Respeitar esse impulso é sobre respeitar o comando do corpo, é sobre respeitar a sua necessidade. É uma parte de tudo o que sempre falo aqui para vocês.

Massss, identificar essa fome não é tão simples, eu sei. E é por isso que sigo aqui compartilhando caminhos para que vocês façam uma investigação melhor do que realmente sentem.

E parar de chamar qualquer coisa que sente de fome é o começo desse caminho.

Fome de verdade, fome como impulso de necessidade do corpo, não costuma ter seletividade. Então, pense sobre isso.

Essa coisa que você chama de “fome” no meio da tarde, será que é fome mesmo?

Será que você comeria novamente o seu prato do almoço às 15h? Guarde isso: se tem seletividade, talvez não seja fome. E aí, é importante parar de chamar esse incômodo de fome e pesquisar o que realmente sente.

Lembre-se: o caminho para ter mais saúde hoje passa pelo caminho de respeitar o seu corpo. E, para respeitar o seu corpo, é preciso compreender e conhecer o que sente.

Antes de colocar comida para dentro, vale se perguntar: será que é fome?

Tem encontros que marcam e mudam a nossa vida para sempre, e com certeza este é um deles.Matheus Macêdo 🤝🏼Algumas semana...
11/07/2026

Tem encontros que marcam e mudam a nossa vida para sempre, e com certeza este é um deles.
Matheus Macêdo 🤝🏼

Algumas semanas atrás, mandei mensagem para ele pela milésima vez, agradecendo pelo caminho que ele me abriu.
Mas, mais do que um caminho, ele me ajudou a atender a um chamado que nem eu sabia que existia.
O que se abriu aqui não foi apenas a oportunidade de dar uma aula.
O que se abriu aqui foi o caminho do Dharma.

Mas, na mesma proporção da beleza, vem a dificuldade. E, nessa mesma mensagem, falei que todo esse processo foi o mais desafiador da minha vida profissional (obviamente, ele não perdeu tempo e já plantou a semente do próximo), mas, ao mesmo tempo, foi o que me colocou em outro nível. Foi um divisor de águas.

E quando eu falo em outro nível aqui, é sobre a dedicação e a exigência que o trabalho de ser professora proporciona, eu sou uma profissional e pessoa infinitamente melhor por esses nessa jornada.
O mergulho no estudo em si é completamente diferente, é como se o conteúdo agora fosse mais palpável, mais próximo, mais meu e partir dai é só um transbordar.
Bonito nas palavras, intenso demais na construção.

Se hoje sou professora, é por causa desse processo e dessa oportunidade, e eu agradeço por isso.
Ser professora é uma das coisas que hoje mais amo na minha vida, mas isso nunca esteve escrito nos meus planos. E ainda bem que quem tem a caneta não sou eu e pode escrever planos muito melhores.
E foi assim que uma oportunidade recebida com intenção se transformou em um chamado e em um grande encontro.
Dizem que é assim que os planos de Deus acontecem: escuta atenta, entrega e, sem dúvidas, trabalho duro.
Levar o Ayurveda para outras pessoas é, sem dúvidas, um propósito, um chamado e, hoje, uma realidade que transbordo e vivo todos os dias.
Que, através desse caminho que se abriu para mim, desse encontro com um chamado e com um servir, outros caminhos também se abram.
E que, através da minha vida e desse servir, outras pessoas possam ter ainda mais vida.

Hoje começamos mais um módulo de Āhāra Vijñāna I no vidyalaya e é uma honra levar a nutrição na perspectiva do ayurveda para tantas pessoas.

Vd. Matheus Macêdo 🌿 Ayurveda 🌿

É fato, se não aprendermos a viver e começarmos a nos organizar melhor, o mundo, a vida do jeito que temos vivido, vai n...
08/07/2026

É fato, se não aprendermos a viver e começarmos a nos organizar melhor, o mundo, a vida do jeito que temos vivido, vai nos adoecer de alguma forma.

Essa frase saiu durante um atendimento e ela ficou ressoando aqui por alguns dias e só estou aqui transbordando para vocês um pouco desse alerta.

Estamos distantes da nossa natureza, distantes do nosso corpo e distantes de muitas coisas que faziam parte da nossa vida como seres humanos.
Estamos cada dia mais desconectados do que realmente nos fazia bem e cada dia mais conectados, literalmente, com coisas que nos adoecem.

Tudo rápido demais, conteúdos, informações, comidas, demandas, prazos e, na soma dessa conta, menos tempo para dormir, para descansar, para se cuidar, para priorizar o que é importante para a saúde como um todo e, claro, esses fatores levam as pessoas a confortos rápidos e baratos que geram ainda mais desequilíbrios, o resultado é o que temos visto, uma sociedade cada dia mais doente e mais dependente de remédios.

O mundo não está preocupado com sua saúde, isso precisa partir de você.
O mundo não vai parar para você se organizar, o seu trabalho talvez não fique mais leve, nem sua rotina, então ou a gente prioriza o mínimo, ou o resultado está aí, estampado em cada esquina com uma nova farmácia.

Viver é viver no mundo, viver é interagir com o mundo, que não pausa e nem sai da frente, ou aprendemos a viver nele ou vamos adoecer.

Sem romantizar, sei que muitas pessoas fazem o seu melhor dentro do que é possível para cada realidade, sei também que algumas fases da vida geram uma demanda maior, mas, ainda assim, talvez seja possível você se organizar com o mínimo ou se programar para isso.

Vá com calma, no seu tempo, faça o que for possível, esse é o caminho. 🌿

07/07/2026

Quando o assunto é prevenção de doença na perspectiva do Ayurveda, você pode até achar que vamos falar sobre uma erva, um chá incrível que vai mudar tudo, mas os textos clássicos nos mostram um caminho diferente.

Quando falamos sobre não adoecer na visão do Ayurveda, estamos falando sobre não forçar e não suprimir os nossos impulsos fisiológicos, que chamamos de vegas, que são as reais necessidades do nosso corpo. E essa desconexão entre as nossas necessidades e o que nós realmente fazemos está na base de muitos problemas que enfrentamos hoje.

E essa história escancara isso. No Ayurveda, também chamamos essa desconexão de Prajñāparādha.
Uma ofensa à nossa sabedoria. Quando não seguimos o que percebemos, o que sabemos, o que deveria ser feito. E, sim, isso nos adoece.

Será que o segredo para uma vida mais longeva não está em fazer o que nos é solicitado em cada momento?
E aqui abro um leque para o que vai além do nosso corpo.

Presença no presente, atenção no que realmente importa.
O seu corpo te dá essa oportunidade a todo momento. Perceba sua respiração aqui e agora. É ela quem te sustenta, é ela quem te garante vida. Mas quantas vezes você a observa?

O convite do Ayurveda segue sendo um caminho de volta pro corpo, pra casa, pra você, pra quem você realmente é. E os passos nesse caminho são passos de aprendizados, de encontros para observar e atender o que se pede em cada dia, em cada momento.

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