Vasco Profissional da área da saúde, com competências para ajudar as pessoas a mexerem-se melhor, atrav

Durante demasiado tempo, ensinaram-nos que existe uma forma “certa” de nos mexermos.A posição certa.O calçado certo.O ex...
30/08/2026

Durante demasiado tempo, ensinaram-nos que existe uma forma “certa” de nos mexermos.

A posição certa.
O calçado certo.
O exercício certo.
A técnica certa.

Mas o corpo não funciona através de regras universais.

Um movimento que faz sentido numa determinada tarefa pode não fazer sentido noutra. O mesmo acontece com a carga, a velocidade, o calçado ou a forma como treinamos.

Barefoot pode ser uma excelente ferramenta.
Treinar por grupos musculares também.
Mas nenhuma ferramenta deve transformar-se numa regra aplicada a toda a gente, em todos os contextos.

A verdadeira capacidade não está em encontrar uma única solução perfeita.

Está em ter opções e conseguir adaptar a resposta àquilo que o contexto exige.

Porque um corpo funcional não é aquele que se move sempre da mesma forma.

É aquele que consegue explorar, adaptar e escolher 🧠

👉 Guarda este carrossel para te lembrares: não precisas de movimento perfeito. Precisas de capacidade de resposta.

27/08/2026

Talvez tenhas chegado a uma página diferente daquilo a que estás habituado.

Aqui não vais encontrar uma lista de “erros” no teu corpo, posições perfeitas ou exercícios para corrigir aquilo que supostamente está errado.

O corpo não precisa de ser constantemente corrigido. Precisa de ser compreendido, exposto a diferentes estímulos e capaz de se adaptar a diferentes contextos.

O objetivo não é encontrar o movimento perfeito. É criar mais possibilidades, mais capacidade e mais confiança para te moveres.

Porque saúde e movimento não se resumem a corrigir aquilo que achamos que está errado.

Às vezes, trata-se simplesmente de dar ao organismo mais opções 🧠

Se esta visão do movimento faz sentido para ti, f**a por aqui.

Quando sentimos desconforto cervical, é fácil procurar imediatamente “o músculo preso”, “a má postura” ou o exercício ce...
25/08/2026

Quando sentimos desconforto cervical, é fácil procurar imediatamente “o músculo preso”, “a má postura” ou o exercício certo para resolver o problema.

Mas o corpo não funciona dessa forma.

O movimento pode ajudar, mas a resposta depende de muitas variáveis: direção, amplitude, velocidade, carga, contexto e estado atual da pessoa.

E não é só o movimento que importa. Sono, stress, alimentação, exposição à luz, atividade diária, relações e perceção de segurança também fazem parte do contexto em que o organismo se adapta.

Por isso, estas propostas não são receitas nem substituem uma avaliação. São apenas hipóteses para explorares diferentes movimentos, alterares algumas condições e observares como o teu organismo responde.

E é também por isso que a saúde não se constrói apenas no treino. Constrói-se nos hábitos e nas escolhas que repetimos todos os dias.

Treinar é uma parte. O estilo de vida é o contexto. E é esse contexto que ajuda a determinar a nossa saúde a longo prazo.

Qual destas áreas queres que desenvolva num próximo conteúdo: cervical, lombar ou anca?

Durante anos, o RICE foi uma das principais recomendações perante uma lesão: repouso, gelo, compressão e elevação.Mas se...
17/08/2026

Durante anos, o RICE foi uma das principais recomendações perante uma lesão: repouso, gelo, compressão e elevação.

Mas será que recuperar é simplesmente parar até a dor desaparecer?

A dor pode diminuir com o repouso, mas isso não signif**a necessariamente que o organismo tenha recuperado a capacidade para lidar com a carga que causou o problema.

A recuperação passa também por voltar a expor o corpo ao movimento e à carga de forma progressiva, respeitando a capacidade atual e o contexto de cada pessoa.

Não se trata de ignorar a dor nem de forçar quando não é adequado. Trata-se de deixar de pensar apenas em alívio e começar a pensar também em capacidade, adaptação e autonomia.

Porque o objetivo não é apenas voltar a fazer.
É voltar a ter capacidade para continuar a fazer 🧠

Guarda este carrossel para rever quando precisares e partilha com alguém que ainda acredita que a melhor solução para uma lesão é simplesmente parar.

09/08/2026

Durante demasiado tempo, aprendemos a colocar os exercícios em caixas:

“Este é de força.”
“Este é de mobilidade.”
“Este é de estabilidade.”

Mas o organismo não funciona por categorias.

Um 90/90 pode desafiar a mobilidade.
Um agachamento também.
Um deadlift, correr, saltar ou mudar de direção também podem.

Tudo depende de como o exercício é realizado e do contexto em que é realizado.

A mobilidade não é simplesmente o exercício que escolheste. É uma capacidade que emerge da relação entre o organismo, o ambiente e a tarefa.

Por isso, talvez a pergunta não deva ser:

“Este exercício é de mobilidade?”

Mas sim:

“Que possibilidades de movimento estou a desafiar?”

Carga, amplitude, velocidade, direção e contexto podem transformar completamente o desafio.

👉 Ainda divides os exercícios em força, mobilidade e estabilidade? Envia este vídeo a alguém que precisa desta discussão.

05/08/2026

👉🏻 Reduzir toda a conversa sobre exercício ao número que aparece na balança faz-nos esquecer aquilo que realmente importa.
👉🏻 E se, em vez de perguntares “Quanto peso perdi?” , começasses a perguntar:

💪Consigo subir escadas sem f**ar cansado?
💪Tenho mais força do que há seis meses?
💪Consigo brincar com os meus filhos sem dores?
💪Sinto-me mais capaz no meu dia a dia?

👉🏻O exercício é uma ferramenta para aumentar a tua capacidade física e funcional… não te esqueças, a balança mede quilos, a vida mede capacidade!

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