20/07/2026
Soninha nos ensinou na palestra sobre Ayurveda que não somos o que comemos, somos o que digerimos.
Pensei muito nisso também no âmbito do conhecimento, das coisas que insiro e digiro na mente.
Trago esta reflexão para vocês também. Afinal, existe muita coisa considerada boa, mas isso me convém?
Muita coisa fazendo sentido pra muita gente, mas faz para mim?
Muitas práticas sendo chamadas de Yoga e podem até ser mas me melhoram? Me fazem crescer?
Algumas coisas são indigestas e é importante perceber e se privar. Isso é julgamento? Mas é claro! Em benefício do meu desenvolvimento, da minha saúde mental e preservação do meu bem-viver.
Nem tudo me convém!
A se tratar de alimentação novamente, amo abacaxi, mas preciso me contentar com o cheiro que me enche a boca de saliva, pois desenvolvi intolerância a fruta. Me intoxica!
Também não consigo e nem pretendo ignorar isso nas minhas leituras, ambientes que frequento e pessoas que escolho trocar energias, ideias e doar meu tempo.
Sendo assim: observe o que você lê, o que assiste, quem você escuta e tem como figura incentivadora. Volto a repetir o que sempre falo em aula: CONTINUE PENSANDO.
Seja autônomo dos seus pensamentos, destrinche a ideia trazida para verificar se te faz digestão. O sábio, o pensante, não concorda com tudo. Alguma coisa destoa, incomoda, “não desce”. Porque somos humanos lendo humanos, humanos ouvindo humanos, humanos aprendendo com humanos.
Humanos são humanos e não deuses. Continue pensando.