Studiobox Angola

Studiobox Angola A Studiobox Angola é uma agência de design gráfico/web.

18/11/2022

winebox4you - vinhos online de pequenos, grandes produtores portugueses. Brancos, tintos, rosés e espumantes de grande qualidade.

31/05/2020

O Reiki consegue diminuir o estresse, aliviar ou eliminar dores e incômodos. Veja como adotar a técnica nos cães e como essa terapia pode favorecer a saúde canina.

24/09/2016

Empresa de prestação de serviços de consultadoria especializada�, tem como finalidade auxiliar as empresas no cumprimento da legislação em vigor.

Nelson EboAos 14 anos Nelson ingressou no coro da Igreja local. O seu fascínio pela Ópera começou, por acaso, quando ouv...
11/05/2015

Nelson Ebo

Aos 14 anos Nelson ingressou no coro da Igreja local. O seu fascínio pela Ópera começou, por acaso, quando ouviu um CD de luciano Pavarotti e Plácido Domingo e se imaginou a cantar como eles.
Começou a cantar na Casa 70 em luanda para pagar a própria educação e para ajudar a família.
Em 2001 foi convidado para cantar num concurso de música de direitos humanos organizado pelas Nações Unidas e pelo Ministério da Justiça Angolano. Impressionada com o seu extraordinário talento, a Agência Espanhola de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento decidiu apoiar Nelson Ebo a prosseguir os seus estudos de música em Espanha. Em 2008, Nelson Ebo mudou-se para os EUA como aluno bolsista na Hartt School of Music onde estudou com Wayne Riviera. Em 2001 submeteu-se a audições e foi aceite com artista residente na Academy of Vocal Arts em Filadélfia onde estudou com o reconhecido professor de voz bill Schuman.

Para ler o artigo completo:

http://issuu.com/studioboxangola/docs/revista_studiobox_abril_2015/c/suq21ls

A protel é uma empresa que comercializa equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e comércio.Sediada em luand...
06/05/2015

A protel é uma empresa que comercializa equipamentos para a indústria hoteleira, restauração e comércio.
Sediada em luanda desde 2004 e implantada desde 2009 também no lobito, fornece desde o pequeno utensílio até ao equipamento de uso industrial.

António Farmhouse director da empresa responde a algumas perguntas:

A protel comemorou em 2014 o seu décimo aniversário, qual é o balanço após estes anos no mercado angolano?
o balanço que fazemos é positivo. o mercado tem crescido significativamente nos últimos anos.
o turismo é um sector em desenvolvimento e a abertura do País é uma realidade. A interligação das Províncias, permitindo aos Ango- lanos conhecer e deslocarem-se com facilidade em Angola, é pro- porcionada por mais e melhores estradas e vias de comunicação. Com este crescimento abrem-se oportunidades relacionadas com a Hotelaria e Turismo.

A expansão da indústria hoteleira determinou a abertura de uma filial no lobito, têm planos para a abertura de outras?

Leia a entrevista na íntegra:

http://issuu.com/studioboxangola/docs/revista_studiobox_abril_2015/c/su2w2xr

Studiobox Angola

Saca-Rolhas, Função e Paixão – O Museu do Saca-RolhasPor Lopo de Castilho* - geral@museudosacarolhas.com ; www.museudosa...
04/05/2015

Saca-Rolhas, Função e Paixão – O Museu do Saca-Rolhas
Por Lopo de Castilho* - [email protected] ; www.museudosacarolhas.com

Foi com grande alegria que, no Museu do Saca-Rolhas, recebemos o convite da StudioBox, para escrever um artigo, para o 1º Número desta nova revista. Satisfação grande, não só por sermos admiradores da equipa desta nova publicação, mas também por se destinar este artigo a um novo projecto Angolano, terra onde o interesse e paixão pelos grandes vinhos, não só crescem, mas também se consolidam a cada ano que passa; satisfação igualmente por Angola ser um País onde as novas gerações se interessam cada vez mais pelo bom Design, bem como pelos grandes criadores artísticos em geral.
Ora justamente, Vinhos e Design, são duas paixões que estão na base do projecto Museu do Saca-Rolhas! Mas afinal, o que é isto do Museu do Saca-Rolhas?

Para ler o artigo completo:

http://issuu.com/studioboxangola/docs/revista_studiobox_abril_2015/c/su4aevz

Golf Resort MangaisO golfe é uma modalidade desportiva que terá nascido nas Ilhas britânicas no século xIV. De imediato ...
30/04/2015

Golf Resort Mangais

O golfe é uma modalidade desportiva que terá nascido nas Ilhas britânicas no século xIV. De imediato se enraizou nos hábitos britânicos pelo que depressa os súbditos (civis e militares) de sua Majestade se encarregaram de a difundir pelo mundo. Esta modalidade outrora carregada de elitismo - conotada como modalidade só para “ricos, barrigudos e velhos” - está hoje em franca expansão, foi adoptada pela juventude, havendo inclusivamente escolas que já possuem um núcleo de “golfe”.
o golfe existe em Angola desde 1936, altura em que foi construí- do um campo de terra batida no musseque Kasaca, e dispõe de um clube desde 1941, ano em que foram aprovados os estatutos do Clube de Golfe de luanda.
O golfe é a única modalidade desportiva em que um profis- sional pode jogar com um amador (em pé de igualdade), pois o amador tem o seu jogo nivelado através do handicap (tabela de abono variável com a evolução do jogador). É uma modalidade que pode ser praticada pelos jovens e menos jovens.
Existem jogadores que já ultrapassaram as 80 primaveras e continuam no ativo, alguns até por vezes com s**o às costas. Qualquer idade é boa para se iniciar na modalidade, logicamente os jovens adaptam-se com mais facilidade, mas há jogadores que se iniciaram aos 50/60 anos e que apresentam uma grande evolução. De notar que alguns deles se iniciaram na modalidade por “receita” médica, pois por ser muito “viciante” leva-nos a fazer exercício sem sentir, sabendo que, numa volta de golfe se percorrem 6 a 7 Km sem qualquer dificuldade.
Projeto único em Angola, no Mangais é possível usufruir das maravilhas do golfe. Ecológico e com grande preocupação ambiental, este projeto está perfeitamente integrado na natureza, com uma harmonia entre a fauna e a flora, de forma a reduzir ao mínimo o impacto ambiental.
o campo de Golfe dos Mangais, localiza-se na barra do kwanza - 75 km a Sul de luanda, construído próximo ao maior rio de Angola, o Kwanza. Tem atualmente 18 buracos e uma área adjacente que comporta um complexo hoteleiro.
Em 2016, entre Fevereiro e Março, o campo de golfe Mangais Golf Resort vai receber um importante torneio internacional: o Angola open, que junta o mais rico dos países africanos de língua oficial portuguesa à lista de mais de trinta destinos que neste momento compõem a rota anual do calendário do European Tour e do seu campeonato anual, a RaceToDubai.
Fomentar o desenvolvimento da modalidade em Angola onde o número de golfistas aumenta todos os anos, e investir no turismo em Angola, favorecendo a circulação de visitantes, faz com que esta modalidade force o melhoramento das infraestruturas hoteleiras locais.
boa tacadas!

Por Bruno Esteves

Angolanos pelo Mundo - Edna SallesMiss Huambo 2008, a modelo vive atualmente os seus dias em Lisboa onde estuda Gestão d...
23/04/2015

Angolanos pelo Mundo - Edna Salles

Miss Huambo 2008, a modelo vive atualmente os seus dias em Lisboa onde estuda Gestão de Recursos Humanos.

Como é que tudo começou? Quando é que aconteceu a tua ligação com a moda?
Muito cedo, em criança já gostava de roupas, calçado, tendências. A moda sempre me despertou grande interesse, sabia que bastaria surgir uma oportunidade para experienciar o que ambicionava fazer!
Tudo começou no concurso de beleza Miss Huambo 2008 que marcou o início da minha carreira.

Ser modelo sempre foi um objectivo?
Desde pequena mostrei forte ligações com a moda, mas em tenra idade não sabia se era apenas uma pequena ilusão ou uma grande paixão pela moda.
Com o tempo, fui crescendo e obviamente comecei a perceber e a aprender mais sobre o assunto. Posso agora dizer que me apaixonei e sim ser modelo é um objetivo.

Porquê a escolha de Portugal para estudar? O que estudavas em Angola?
Cada um de nós tem objetivos e concluir meus estudos é uma das grandes prioridades para mim.
Em Angola estudava Engenharia Informática, a vinda para Portugal para estudar foi uma oportunidade que surgiu e que decidi aproveitar.

Como foi a adaptação? Quais foram os principais desafios e dificuldades ao chegar a Lisboa?
É sempre difícil estar distante dos nossos familiares, viver outra cultura e suportar um clima totalmente diferente . Tive que me adaptar o mais rápido possível e agora sinto-me bem cá em Portugal.

Como é estar longe de Angola? Do que sentes mais saudades?
Tenho sempre presente que vim para Portugal com objectivos bem definidos e que os pretendo cumprir, isso fortalece-me muito e ajuda-me nas adversidades. Do que sinto mais saudades… da minha família e dos meus amigos e, claro da gastronomia!

O que mais te surpreendeu em Lisboa? Pela positiva e pela negativa?
Não diria Lisboa especificamente, mas sim o País, e apenas me surpreendeu pela positiva. Já conhecia Portugal e outros Países Europeus, considero que fui bem acolhida e sinto-me bem emocionalmente.
Quanto a trabalho, tive oportunidade de fazer alguns desfiles e trabalhos publicitários em várias cidades Portuguesas e isso traz-me uma grande satisfação.
Foi um orgulho para mim participar num dos maiores e mais prestigiados eventos de moda Africana, o Black Fashion Week Lisboa. Posso até adiantar que estarei presente na 3º edição.

A realidade de Lisboa é bastante diferente da realidade da cidade do Huambo, quais consideras as principais diferenças?
Quando vim para Portugal já não vivia no Huambo, morava em Luanda onde permaneci por dois anos. As realidades das três cidades são bem distintas mas o Huambo será sempre a minha casa.
Tento dar o meu melhor e explorar ao máximo as opções que estão ao meu alcance, em termos de oportunidades de trabalho penso que elas poderiam surgir no Huambo, em Luanda ou aqui, é um pouco relativo. Tentarei sempre ser professional e conciliar o meu trabalho na moda com a minha formação superior.

Já tiveste oportunidade de conhecer outras cidades Portuguesas?
Sim, tenho vindo a fazer trabalhos por vários pontos do País, tanto ao Norte como ao Sul. Portugal é um País de grandes belezas e atrativos muito diversificados.

Como é viver e trabalhar como modelo em Lisboa?
Trabalhar como modelo em Portugal, é um desafio como é de certeza em qualquer outro local. Acredito que depende muito das perspectivas que se apresentam e de como nos aplicamos e dedicamos.

O que mais gostas de fazer nos teus tempos livres, entre a faculdade e a vida profissional?
Sempre que posso, gosto de ler. Adoro aprender todos os dias e considero isso muito importante em qualquer circunstância da vida.
Passo algum tempo entre amigos e pratico desporto.

Uma carreira internacional está sempre nos planos de uma modelo, gostarias de regressar a Angola ou de te radicar numa cidade europeia?
Claramente pretendo regressar ao meu País e contribuir com o pouco que tenho aprendido.
Devo dizer também, que apesar de estar a fazer trabalhos de moda cá em Portugal, tudo isso passa pelo suporte de um grupo baseado em Luanda que é a "J TO THE K Managements".
Pisar as passarelas internacionais é sempre aliciante, Milão, Paris é o sonho de qualquer modelo, ambiciono ser um dia vestida por grandes nomes da moda!

Para além da moda e dos estudos, também te dedicas à solidariedade social, o que sentes quando estás a ajudar?
Esse é um trabalho muito gratificante. Um dos nossos grandes projetos e que já é uma realidade, é ajudar as instituições polivalentes, em particular Lares de Crianças Orfãs. Temos visitado diversas instituições e aos poucos temos conseguido fazer algumas doações.

Qual é a melhor parte de se trabalhar no mundo da moda? e a pior?
A melhor é enfrentar novos desafios, gosto de aprender sempre! Gosto de me expressar, quer seja na passarela, ou em frente a uma câmara fotográfica.
Penso que a pior parte são as ausências… a distância aos nossos entes queridos, às nossas coisas… à nossa casa….
Depois, quem realmente quer “vingar” no mundo da moda tem que exigir de si próprio rigor e disciplina. Alimentação, exercicio físico, descanso são essenciais.

Planos para o futuro próximo?
Terminar meus estudos e alcançar outro patamar se a vida me sorrir, claro.

{ à conversa com... Kali }Carlos Manuel Gonçalves alonso, Kali, nasceu em luanda a 11 de outubro de 1978. aos 5 anos mud...
20/04/2015

{ à conversa com... Kali }
Carlos Manuel Gonçalves alonso, Kali, nasceu em luanda a 11 de outubro de 1978. aos 5 anos mudou-se para portugal com a sua família. deu os seus primeiros passos como jogador profissional no Futebol Clube Barreirense.
Todos os meninos sonham, com a bola nos pés, em serem jogadores profissionais. Como é que as coisas se proporcionaram para seres um?
Na nossa geração, todos os miúdos tinham a bola como companheira preferencial nas brincadeiras. Hoje as crianças têm ao seu alcance muitas outras coisas mas na nossa época a bola estava sempre presente e o meu sonho era o sonho de todos os miúdos daquela idade: ser jogador de futebol.
Todos nós sonhávamos um dia representar uma grande equipa e o nosso País, foi realmente um sonho que nasceu praticamente comigo.

Para ler a entrevista completa:

http://issuu.com/studioboxangola/docs/revista_studiobox_abril_2015/c/sube05r

A varanda era o lugar onde a casa mais vivia, onde a casa era mais mundo. Nesse universo de contraste entre raças, língu...
16/04/2015

A varanda era o lugar onde a casa mais vivia, onde a casa era mais mundo. Nesse universo de contraste entre raças, línguas e culturas, a varanda era onde a casa e a rua conversavam, onde os vizinhos se tornavam família e os outros se tornavam menos estranhos. A varanda era assim uma espécie de facebook sem internet. Com a vantagem de os rostos e as vozes serem reais. Nesse tempo, as pes- soas ainda tinham corpo. E a casa tinha raiz na terra onde sujáva- mos as mãos e limpávamos a alma.”
Excerto de “Quando me fiz escritor?” Mia Couto in Granta Portugal no4
É esse o sonho da Studiobox Angola. Tornar-se uma varanda aberta à rua. Uma varanda aberta ao mundo. A um mundo de contraste de raças, etnias, línguas e culturas. Ao mundo de todos os angolanos. Nascida do longínquo sonho de um grupo de empenhados profis- sionais, que decidiram colocar o seu esforço e dedicação em prol de todos os angolanos, a Studiobox é hoje uma realidade.
Não foi fácil, como nunca o são os novos projetos. Pelo caminho, ini- ciado num final de tarde em que, perdidos na imensidão da savana africana, percebemos a intensidade da nossa raiz comum, fomos en- contrando muitas dificuldades. Essas contrariedades inerentes a to- dos os projetos eminentemente culturais foram sendo ultrapassadas com o empenhamento de toda a equipe que faz a Revista Studiobox Angola. Iluminados pela inspiração das cores, dos cheiros e dos sons angolanos que, disseminada por todos os continentes, gerou a es- sência do que somos não desistimos. Não desistimos porque enten- demos a urgência de uma revista estritamente cultural, buscando na essência das coisas, a inspiração necessária ao sucesso.
Africanos e europeus unidos num único propósito de transformar a nossa casa comum num local melhor para se viver.
Esse é o nosso propósito!
De ajudar ao crescimento cultural de Angola, auxiliando na di- vulgação dos seus artistas, dos seus artesãos, dos seus músicos. Mostrando a todos os compatriotas e ao mundo a beleza única duma cultura ancestral, riquíssima na sua diversidade.
Foi aqui, há milhões de anos, que se iniciou a extraordinária viagem do Homem sobre a Terra.
Para a revista Studiobox Angola é um imenso orgulho poder partic- ipar da consciencialização desse passado comum, ajudar a dinam- izá-lo e encontrar nele a inspiração necessária para a concretização dum futuro melhor.

Por João Moreira

16/04/2015
No Quanza Sul – Município de Kilenda Centro Missionário D. João de oliveira MatosNo Quanza Sul, Província de Sumbe e Mun...
14/04/2015

No Quanza Sul – Município de Kilenda Centro Missionário D. João de oliveira Matos
No Quanza Sul, Província de Sumbe e Município de Kilenda- Angola, está a nascer, desde há três anos a esta parte, um centro missionário, ao qual foi dado o nome do venerável servo de Deus D. João de oliveira Matos, que aguarda, a todo o momento, a notícia da sua beatificação.
É uma aposta da liga dos Servos de Jesus, associação de fiéis nascida na Diocese da Guarda sob o seu patrocínio. Pretende levar formação a crianças, jovens e adultos. Mais ainda, deseja sobretudo promover o desenvolvimento integral das pessoas, das famílias e das comunidades, à luz dos valores e dos princípios do Evangelho, e, por isso, se chama centro missionário.
Para já, conta com uma escola, que tem ensino pré-escolar e também os 4 primeiros anos do ensino básico. No ano de 2014 foi já frequentada por 150 crianças, número que este ano vai duplicar sensivelmente.
Tem a presença de uma comunidade de irmãs, que vive a Fé e a sua experiência comunitária, no serviço à comunidade envolvente, a começar pela dinamização das actividades da paróquia local.
Tem um lar de meninas que acolhe adolescentes, à procura de decidir e realizar a sua vocação.
o Centro já tem alguma experiência de formação de adultos, mas quer aprofundar este importante serviço, sobretudo no apoio às Mães e às famílias, dentro de um programa de alfabetização.
Em todo este conjunto de iniciativas vai agora ser monitorizado pela FEC (Fundação Fé e Cooperação), uma iniciativa da Conferência Episcopal Portuguesa que já está a operar em Angola, há algum tempo. Quer contar também com a apoio da CEAST e dos serviços da Diocese de Sumbe, onde se encontra implantado.
É aposta clara num município do interior de Angola, com cem mil habitantes, muitas crianças e jovens, onde o desejo de aprender é evidente. E todos sabemos que a educação e a formação sempre foram e continuarão a ser o caminho do futuro, em qualquer sociedade. Também o é aqui e essa é programa do Centro Missionário.
Por D. João de Oliveira Matos

Endereço

Rua Vereador Prazeres, Nº50
Luanda

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