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Sobre distúrbios Vasculares do FígadoO fígado tem dupla irrigação sanguínea (veia porta e artéria hepática), o que ajuda...
06/08/2026

Sobre distúrbios Vasculares do Fígado

O fígado tem dupla irrigação sanguínea (veia porta e artéria hepática), o que ajuda a protegê-lo. Ainda assim, alterações no fluxo podem causar isquemia, hipertensão portal e doenças como Budd-Chiari e obstrução sinusoidal. Atenção aos sinais: diagnóstico precoce faz a diferença.

06/08/2026

A síndrome de obstrução sinusoidal é uma doença hepática causada por lesão dos vasos do fígado, levando à hipertensão portal e possível insuficiência hepática. Atenção a fatores como quimioterapia, transplantes e uso de ervas. Diagnóstico precoce pode salvar vidas.



Serviços Médicos ao Domicílio
18/07/2026

Serviços Médicos ao Domicílio

PÉ CAÍDO (DROP FOOT)Dificuldade em levantar a parte frontal do pé ao caminhar?O pé caído pode fazer com que o pé arraste...
13/07/2026

PÉ CAÍDO (DROP FOOT)

Dificuldade em levantar a parte frontal do pé ao caminhar?
O pé caído pode fazer com que o pé arraste no chão, aumentando o risco de quedas.

O pé caído não é uma doença, mas sim um sinal de um problema neurológico, muscular ou anatómico subjacente.

Pode ser temporário ou permanente, dependendo da causa.

Sintomas comuns:
• Arrastar o pé ao caminhar
• Dificuldade em levantar os dedos
• Marcha alterada (andar em passo alto)

O uso de órtese para tornozelo e pé pode ajudar a manter a posição correta, melhorar a marcha e proporcionar maior segurança no dia a dia.

O diagnóstico precoce faz a diferença.

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AMS – Serviços Médicos

07/07/2026

MENINGITE NÃO INFECCIOSA: ETIOLOGIA, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS, DIAGNÓSTICO E ABORDAGEM TERAPÊUTICA

A meningite não infecciosa corresponde à inflamação das meninges causada por fatores não relacionados a agentes infecciosos. Embora menos frequente do que as formas infecciosas, representa uma entidade clínica relevante, podendo apresentar evolução subaguda ou crónica.

As principais causas incluem doenças inflamatórias e autoimunes, como a síndrome de Behçet e a síndrome de Sjögren, além de reações a medicamentos, vacinas e outras condições sistémicas. Em muitos casos, a identificação da causa subjacente é essencial para o manejo adequado.

Do ponto de vista clínico, os sintomas da meningite não infecciosa são semelhantes aos observados nas meningites infecciosas, incluindo cefaleia, febre e rigidez da nuca. No entanto, a evolução tende a ser menos grave do que na meningite bacteriana aguda, embora a intensidade e duração dos sintomas possam variar significativamente.

O diagnóstico baseia-se na análise do líquido cefalorraquidiano, obtido por punção lombar. Os achados laboratoriais podem incluir pleocitose com predomínio linfocítico ou neutrofílico, aumento dos níveis de proteínas e glicose geralmente normal. Esses resultados, embora sugestivos, não são específicos e exigem correlação clínica.

A suspeita de meningite não infecciosa deve ser considerada quando não há evidência microbiológica de agentes infecciosos, especialmente em pacientes com doenças sistémicas conhecidas ou em uso de medicamentos potencialmente associados à inflamação meníngea. Além disso, episódios recorrentes temporalmente relacionados à exposição medicamentosa reforçam essa hipótese diagnóstica.

É importante salientar que algumas infeções por agentes atípicos ou de difícil isolamento podem mimetizar quadros não infecciosos, sendo necessária uma investigação criteriosa para exclusão de causas infecciosas.

O tratamento da meningite não infecciosa centra-se na abordagem da causa subjacente, incluindo o controlo de doenças autoimunes e a suspensão de medicamentos implicados. Nos casos em que não é possível identificar uma causa específica, o tratamento é predominantemente de suporte.

Em situações em que o quadro clínico é grave ou não é possível excluir de imediato a meningite bacteriana, recomenda-se o início empírico de antibióticos e corticosteroides até que o diagnóstico seja esclarecido.

Em conclusão, a meningite não infecciosa exige uma abordagem diagnóstica abrangente e criteriosa, com foco na exclusão de causas infecciosas e identificação de fatores desencadeantes, permitindo uma gestão clínica adequada e individualizada.

07/07/2026

MENINGITE VIRAL: ETIOLOGIA, MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS, DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO

A meningite viral é uma inflamação das meninges geralmente menos grave do que a meningite bacteriana aguda. É frequentemente autolimitada, com evolução favorável na maioria dos casos, embora possa causar sintomas significativos e, em situações específicas, complicações.

O termo meningite viral é, por vezes, utilizado como sinónimo de meningite asséptica. No entanto, meningite asséptica refere-se a qualquer meningite não causada pelas bactérias típicas da meningite bacteriana aguda, podendo incluir vírus, fungos, doenças não infecciosas e outros agentes.

A etiologia da meningite viral está mais frequentemente associada aos enterovírus, sendo estes os principais responsáveis pelos casos, especialmente em períodos sazonais. Outros agentes incluem o vírus do herpes simples tipo 2 (HSV-2), vírus varicela-zóster, vírus do Nilo Ocidental e, mais raramente, vírus como o Zika e o chikungunya. Em alguns casos, a meningite pode ocorrer em contexto de infeção por HIV ou COVID-19.

A transmissão ocorre, na maioria das vezes, por via hematogénica. Em infeções por HSV-2 e varicela-zóster, pode ocorrer reativação de infeções latentes. A meningite por HSV-2 pode apresentar caráter recorrente, conhecida como meningite de Mollaret.

Clinicamente, a meningite viral inicia-se frequentemente com sintomas inespecíficos de infeção viral, como febre, mialgias e sintomas respiratórios ou gastrointestinais. Posteriormente, surgem sinais típicos de irritação meníngea, incluindo cefaleia, febre e rigidez da nuca. Em geral, os sintomas são semelhantes aos da meningite bacteriana, porém menos intensos.

Diferentemente da meningite bacteriana, a meningite viral geralmente não afeta o parênquima cerebral, razão pela qual manifestações como confusão mental, convulsões ou défices neurológicos são menos comuns. No entanto, casos mais graves podem mimetizar meningite bacteriana, exigindo atenção clínica rigorosa.

O diagnóstico baseia-se na análise do líquido cefalorraquidiano obtido por punção lombar. Os achados típicos incluem pleocitose com predomínio linfocítico, níveis de glicose normais ou ligeiramente reduzidos e proteínas moderadamente elevadas. Métodos moleculares, como a PCR, são fundamentais para a identificação do agente etiológico.

É importante salientar que os achados laboratoriais podem sobrepor-se aos da meningite bacteriana, especialmente em casos parcialmente tratados. Assim, na dúvida diagnóstica, deve-se iniciar tratamento empírico para meningite bacteriana até sua exclusão.

O tratamento da meningite viral é predominantemente de suporte, incluindo hidratação, controlo da febre e alívio sintomático. Em casos suspeitos de infeção por herpes simples ou varicela-zóster, o aciclovir é indicado. Pacientes com infeção por HIV devem receber terapêutica antirretroviral adequada.

Em conclusão, embora a meningite viral apresente geralmente bom prognóstico, o reconhecimento precoce e a diferenciação em relação à meningite bacteriana são fundamentais para uma abordagem segura e eficaz.

07/07/2026

MENINGITE BACTERIANA AGUDA: RELEVÂNCIA CLÍNICA, MANIFESTAÇÕES E PREVENÇÃO

A meningite bacteriana aguda é uma infeção grave das meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Trata-se de uma condição médica de elevada urgência, com progressão rápida e potencial de mortalidade significativa, sobretudo quando não tratada precocemente.

A doença pode afetar indivíduos de todas as idades, sendo mais frequente em crianças, idosos e pessoas com sistema imunitário comprometido. Em alguns casos, pode também ocorrer em adultos jovens previamente saudáveis.

O quadro clínico clássico caracteriza-se pela tríade de febre, rigidez da nuca e alteração do estado de consciência. Outros sintomas incluem cefaleia intensa, náuseas, vómitos e fotofobia. No entanto, estas manifestações podem variar conforme a idade e o estado clínico do paciente, sendo menos evidentes em recém-nascidos e idosos.

Em crianças pequenas, podem ocorrer convulsões e irritabilidade, enquanto em lactentes é comum o abaulamento da fontanela. Em idosos, a apresentação pode limitar-se a confusão mental, dificultando o diagnóstico precoce.

O diagnóstico baseia-se principalmente na análise do líquido cefalorraquidiano, obtido por punção lombar. Este exame permite identificar alterações características, como aumento de leucócitos, elevação de proteínas e diminuição da glicose, além de possibilitar a identificação do agente etiológico.

O tratamento deve ser instituído de forma imediata, preferencialmente nas primeiras horas após a suspeita clínica, com administração de antibióticos de largo espectro e, em alguns casos, corticosteroides para reduzir a resposta inflamatória.

Apesar dos avanços terapêuticos, a meningite bacteriana continua associada a elevada taxa de mortalidade e risco de sequelas neurológicas, como perda auditiva, défices cognitivos e alterações motoras.

A prevenção baseia-se fundamentalmente na vacinação contra os principais agentes etiológicos, nomeadamente Haemophilus influenzae, Neisseria meningitidis e Streptococcus pneumoniae. Medidas adicionais incluem vigilância de contactos próximos e, quando indicado, quimioprofilaxia.

Diante da suspeita clínica, é essencial a procura imediata de cuidados médicos, uma vez que o tempo de resposta é determinante para o prognóstico do paciente.

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07/07/2026

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30/06/2026

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