Maris Rotta Terapeuta

Maris Rotta Terapeuta Terapeuta Profissional em Leitura Corporal

10/05/2026

Tem coisas que o tempo não apaga.
Só amadurece.

Essa poesia voltou para mim hoje com outro peso, outra compreensão…
Na adolescência, eu a declamava com a emoção de uma filha.
Hoje, declamo também com o coração de mãe.

Entre uma versão e outra de mim, houve tempo, escolhas, perdas, renúncias, amadurecimento e amor. Muito amor.

O CTG me ensinou sobre tradição, respeito, postura e pertencimento.
E talvez seja isso que mais carregamos daquilo que vivemos na juventude: as raízes que ajudam a sustentar quem nos tornamos.

Ser mãe não é sobre perfeição.
É sobre presença.
Sobre sustentar mesmo cansada.
Sobre amar até quando falta força.
Sobre formar seres humanos enquanto também seguimos tentando nos construir.

Essa poesia faz parte da minha história.
E hoje, compartilhar ela nesse Dia das Mães, tem um significado que talvez a menina que fui ainda não pudesse compreender completamente.

Feliz Dia das Mães para as mulheres que sustentam uma família com amor, firmeza, coragem e silêncio. 🤍

07/05/2026

Isso não é sinceridade.
É falta de filtro.

E o problema não é falar a verdade.
É usar a verdade como desculpa
para não desenvolver maturidade.

Tem gente que chama de autenticidade…
o que, na prática, é só impulsividade.

Fala o que vem à cabeça,
na hora que vem,
do jeito que vem—
e depois se protege com:
“eu sou assim”.

Não é força.
É falta de elaboração.

Porque verdade sem critério
vira grosseria.

E opinião sem responsabilidade
vira invasão.

Nem tudo que é verdade
precisa ser dito.
E nem tudo que é dito
tem valor.

Adultos não despejam.
Adultos escolhem.

Agora me diz:

isso é sinceridade…
ou só falta de filtro?

05/05/2026

As pessoas gostam de acreditar que são diferentes dos predadores.
Mais conscientes. Mais evoluídas. Mais humanas.

Mas observa com honestidade:

Teu sofrimento raramente incomoda alguém.
Na verdade… muitas vezes ele é confortável.

Porque ele não ameaça.
Não expõe.
Não compara.

Agora tenta crescer.

Se posicionar.
Mudar de padrão.
Parar de pedir aprovação.

E repara no que acontece.

O incômodo aparece.

Não porque você fez algo errado—
mas porque evolução revela.

Revela quem estagnou.
Revela quem se acomodou.
Revela quem não teve coragem.

E nem todo mundo sustenta esse espelho.

Então não se confunda:

Nem todo mundo quer te ver mal.
Mas muitos também não querem te ver melhor.

E isso diz mais sobre eles…
do que sobre você.

Agora me diz, com sinceridade:

Você já percebeu quem se afastou
quando você começou a crescer?

30/04/2026

Nem todo mundo que fala mal de você te odeia.
Às vezes… só não conseguiu ser você.

Duro de engolir? É.

Mas observa:

Quem realmente não se importa
não perde tempo falando.
Não analisa.
Não acompanha.

Indiferença é silenciosa.

Agora, quem critica demais, comenta demais, distorce demais…
está investindo energia.

E ninguém investe energia
naquilo que não mexe internamente.

Então não se iluda achando que é só “gente ruim”.

Muitas vezes é alguém lidando mal
com a própria frustração.

Só que tem um erro maior aqui—
e esse é seu:

tentar se explicar.

Quanto mais você se justifica,
mais você se reduz
para caber no entendimento limitado de quem já decidiu te diminuir.

Isso não é maturidade.
É autoabandono.

Nem toda crítica merece resposta.
E nem toda opinião merece espaço.

Às vezes, o silêncio não é fraqueza.
É posicionamento.

Agora me diz:

você ainda tenta se explicar…
ou já entendeu que nem todo mundo merece acesso à tua verdade?

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