Márcia Guimarães

Márcia Guimarães 🚀 Expert em PESSOAS & TALENTOS
🧠 Psicoterapeuta Internacional
🎯 Terapia Breve: DIRETO ao PONTO

🍂 Você se sente respeitada nas suas relações?Muitas pessoas passam anos tentando entender por que determinadas relações ...
07/06/2026

🍂 Você se sente respeitada nas suas relações?

Muitas pessoas passam anos tentando entender por que determinadas relações machucam tanto.

Mas existe uma pergunta que pode trazer muita clareza:

🍁 Você se sente respeitada?

Porque amor e respeito não são a mesma coisa.

E nem sempre caminham juntos.

🍂 Você pode amar alguém.

🍂 Pode se preocupar com alguém.

🍂 Pode querer o bem de alguém.

E, ainda assim, ultrapassar limites.

Ignorar necessidades.

Desconsiderar sentimentos.

Ou causar sofrimento.

Por isso, às vezes, a questão não é apenas:

❤️ "Eu sou amada?"

Mas também:

🌿 "Eu sou respeitada?"

Respeito tem a ver com:

🍁 considerar seus limites.

🍁 ouvir sua opinião.

🍁 acolher seus sentimentos.

🍁 permitir que você seja quem é.

🍁 não exigir que você se abandone para pertencer.

Quando isso não acontece, muitas pessoas começam a se adaptar.

Se calam.

Cedem.

Toleram mais do que gostariam.

E, aos poucos, vão se afastando de si mesmas.

🍂

Nem sempre colocar limites significa romper.

Muitas vezes significa apenas continuar de uma forma que respeite você e a outra pessoa.

🍁

Talvez a pergunta não seja apenas:

"Quem me ama?"

Mas:

"Com quem eu também me sinto respeitada?"

🍁
Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

Durante muito tempo, eu me perguntei se algumas pessoas realmente tinham me amado.Talvez você também já tenha feito essa...
07/06/2026

Durante muito tempo, eu me perguntei se algumas pessoas realmente tinham me amado.

Talvez você também já tenha feito essa pergunta.

Mas com o tempo percebi que a questão nem sempre é tão simples.

As famílias carregam histórias, dores, perdas, exclusões, segredos, lealdades invisíveis e padrões que atravessam gerações.

Cada pessoa ama do jeito que aprendeu.

E muitas vezes o amor chega misturado com:

• medo

• culpa

• controle

• excesso de responsabilidade

• ausência emocional

• falta de limites

Isso não significa que a sua dor não foi real.

Nem que tudo o que aconteceu foi saudável.

🍂 Mas amplia o olhar.

Porque às vezes:

• não faltou amor

• faltou clareza

• faltou consciência

• faltou proteção

• faltou acolhimento

• faltou referência

Faltou alguém que ensinasse como amar com respeito, presença, reciprocidade e cuidado.

E quando crescemos sem essa referência, podemos passar a vida tentando encontrar nos outros aquilo que ainda não aprendemos a reconhecer dentro de nós.

🍂 A boa notícia é que referência também pode ser construída.

Na vida adulta, podemos aprender novos caminhos.

• aprender a receber

• aprender a colocar limites

• aprender a reconhecer o que nos faz bem

• aprender a nos relacionar sem culpa

• aprender a receber amor sem ter que se fazer necessária.

• aprender a dar ao amor um significado diferente daquele que conhecemos

Esse é um processo.

E você não precisa percorrê-lo sozinha.

🍁
Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

Muitas pessoas passam a vida acreditando que o problema está apenas nos relacionamentos amorosos.Mas, muitas vezes, a fo...
07/06/2026

Muitas pessoas passam a vida acreditando que o problema está apenas nos relacionamentos amorosos.

Mas, muitas vezes, a forma como nos relacionamos com o amor, os limites, a culpa, os conflitos e o pertencimento começou muito antes.

Começou dentro de casa.

🍂 Você podia discordar sem ser punida?

🍂 Seus sentimentos eram levados em consideração?

🍂 Existiam limites claros?

🍂 Havia espaço para ser você mesma?

🍂 Você precisava cuidar emocionalmente dos adultos?

🍂 Amor e culpa andavam juntos?

Quando crescemos em ambientes onde faltou clareza emocional, proteção, acolhimento ou limites saudáveis, podemos carregar para a vida adulta uma sensação constante de confusão.

E aí surgem dificuldades que parecem não ter relação com a família:

• dificuldade em dizer não;

• medo de decepcionar;

• necessidade de agradar;

• culpa ao se priorizar;

• medo da rejeição;

• dificuldade em reconhecer abusos e excessos.

Porque muitas vezes não faltou apenas proteção.

Faltou referência.

Faltou aprender como é uma relação saudável.

E quando não temos essa referência, o familiar pode parecer seguro, mesmo quando machuca.

Mas familiar não é sinônimo de saudável.

🍂

Uma família emocionalmente funcional não é uma família perfeita.

É uma família onde existe espaço para existir.

Onde os sentimentos podem ser expressos.

Onde os conflitos podem ser conversados.

Onde os limites são respeitados.

Onde o amor não depende de culpa, medo ou controle.

E mesmo quando existem falhas, existe também abertura para reparação.

Porque saúde emocional não tem a ver com aparência.

Tem a ver com a qualidade das relações que construímos dentro dela.

🍂

A mudança começa quando existe clareza.

Quando você começa a perceber os sinais.

O corpo costuma saber antes da mente.

Observe:

• Isso te expande ou te contrai?

• Você se sente livre ou pressionada?

• Você consegue ser você ou precisa se adaptar para pertencer?

E lembre-se:

Nem sempre colocar limites significa romper.

Muitas vezes significa apenas continuar de uma forma que respeite você e a outra pessoa.

🍁

Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

Limites não nos prendem.Eles nos protegem.Mas para muitas pessoas, colocar limites não parece apenas desconfortável.Pare...
06/06/2026

Limites não nos prendem.

Eles nos protegem.

Mas para muitas pessoas, colocar limites não parece apenas desconfortável.

Parece um risco.

🍂 Risco de perder o amor.
🍂 Risco de decepcionar alguém.
🍂 Risco de ser rejeitada.
🍂 Risco de perder aprovação.
🍂 Risco de ser vista como egoísta.

E é justamente por isso que, muitas vezes, o problema não está na falta de coragem.

Está na falta de referência.

Quando crescemos em ambientes onde houve pouca clareza emocional, falta de proteção, excesso de responsabilidade, abandono, invasões de espaço ou outras formas de violência e abuso, aprendemos a nos adaptar para pertencer.

Aprendemos a perceber o outro.

Mas nem sempre aprendemos a perceber a nós mesmos.

Por isso, relações que nos fazem mal podem parecer familiares.

E o que é familiar nem sempre é saudável.

A mudança começa quando existe clareza.

E alguns sinais podem ajudar:

🍂 Observe seu corpo. Ele costuma perceber antes da mente. Essa situação te expande ou te contrai?

🍂 Não decida sob pressão. Dar a si mesma tempo para pensar também é um limite.

🍂 Aprenda a expressar como você se sente. Se ainda for difícil falar, escreva. Muitas vezes a escrita organiza aquilo que ainda está confuso dentro de nós.

Porque limites não existem para afastar pessoas.

Eles existem para preservar relações, identidade, respeito e saúde emocional.

🍂

Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

Muitas vezes esperamos que alguém nos dê permissão.✅ Permissão para descansar.✅ Permissão para dizer não.✅ Permissão par...
06/06/2026

Muitas vezes esperamos que alguém nos dê permissão.

✅ Permissão para descansar.
✅ Permissão para dizer não.
✅ Permissão para desacelerar.
✅ Permissão para escolher diferente.
✅ Permissão para cuidar de nós.

Mas existe uma verdade difícil de encarar:

🚫 Nenhuma permissão começa do lado de fora.

Ela começa quando reconhecemos que nossas necessidades também importam.

E talvez seja exatamente por isso que tantas pessoas sintam dificuldade em se priorizar.

Quando crescemos aprendendo a cuidar de todos, a agradar, a suportar mais do que deveríamos ou a silenciar nossas próprias necessidades, é natural esperar que alguém venha nos autorizar a ocupar espaço.

Mas essa autorização não chega.

Porque ela precisa nascer primeiro dentro de nós.

✨ Reconhecer isso não é egoísmo, ainda que as vezes pareça.

✨ Não é culpa, ainda que em alguns momentos ela apareça.

✨ Não é apontar dedos para ninguém, ainda que existam partes da nossa história que ainda estejam tentando encontrar responsáveis.

✨ É responsabilidade emocional.

✨ É perceber que, embora muitas histórias tenham começado antes de nós, temos o poder de escolher o que continuará daqui para frente.

E talvez interromper ciclos seja justamente isso:

🌀 Dar a si mesma a permissão que você passou a vida esperando receber.



📍 Esse post é um combo:

📷 Foto Autoral com direito a dica de passeio em São Paulo

Casa das Rosas — Avenida Paulista
🌹 Entrada gratuita
☕ Café no jardim
📚 Programação cultural
📷 Lugar lindo para contemplar, ler, fotografar e desacelerar

Porque, no fim, cuidar de si também pode começar nos pequenos momentos.

🍁☕

E você?

Existe alguma área da sua vida em que ainda espera uma permissão que talvez precise vir de você mesma?

🍁

Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

🍂 E cada tema que compartilho aqui também faz parte da minha própria história.E por isso, ao longo da minha trajetória, ...
06/06/2026

🍂 E cada tema que compartilho aqui também faz parte da minha própria história.

E por isso, ao longo da minha trajetória, nasceu a Psicofotografia: um olhar para a identidade e para as distorções da autoimagem, pertencimento e valor pessoal que muitas vezes nascem de experiências de abandono, negligência e silenciamentos.

Eu também precisei aprender a cuidar de mim e a 📷 fotografia faz parte desse caminho.

Sou uma colecionadora de bastidores, experiências & momentos.

✨ De pequenos respiros que me lembram que a vida também acontece nos detalhes e no aqui & agora.

Por isso, muitas das fotos que você vê aqui são autorais.

📷 Eu sei o que quero registrar.

🎁 Sei o que desejo guardar como memória.

💛 E sei o que faz sentido para mim.

Mas a verdade verdadeira é que a fotografia nunca foi apenas sobre fotografar.

✨ Ela nasceu da minha forma de estar presente.

✨ De contemplar.

✨ De perceber e dar vida ao meu olhar.

Talvez por isso eu tenha tantas fotos guardadas que nunca publiquei e na hora certa elas vão ganhando sua honra ao palco.

Porque elas nunca foram feitas para os outros.
Foram feitas para mim.

São registros, pequenos respiros que me ajudaram a voltar para mim mesma "em presença"

Porque antes da foto existir, existiu uma escolha muito mais importante:

✅ A de me incluir na minha própria vida.

🪂 Do jeito que faz sentido para mim.

⏰ Respeitando o meu tempo.

💟 O meu olhar.

📷 O que desejo contemplar.

🎡 O que desejo viver.

💌 Porque cuidar de mim não é luxo.

📍 É prioridade.

E reconhecer os padrões que carregamos não é culpar ninguém.

É criar a possibilidade de construir uma nova história.

🍁

Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

Reconhecer os padrões que carregamos não muda o passado.

Mas pode transformar a forma como seguimos daqui para frente.

E se você sente que chegou o momento de iniciar um novo ciclo, será uma alegria caminhar ao seu lado nessa construção.

Qual reflexão deste carrossel mais conversou com você?

🤔 Quando foi que cuidar de você virou um luxo?Muitas pessoas cresceram aprendendo a sobreviver.Aprenderam a ser fortes.A...
05/06/2026

🤔 Quando foi que cuidar de você virou um luxo?

Muitas pessoas cresceram aprendendo a sobreviver.

Aprenderam a ser fortes.
Aprenderam a resolver problemas.
Aprenderam a cuidar de todos.

Mas nem sempre aprenderam a descansar.
Nem sempre aprenderam a receber.
Nem sempre aprenderam a desfrutar da própria vida.

Às vezes acreditamos que uma pausa é exagero.
Que um passeio é perda de tempo.
Que momentos de alegria precisam ser merecidos.

🚫 Mas cuidado não é prêmio.

✅️ É necessidade.

Quando experiências de negligência, abandono ou desvalorização fizeram parte da nossa história, é comum nos colocarmos sempre por último.

Como se viver fosse menos importante do que sobreviver.

Mas a vida não acontece apenas nos grandes acontecimentos.

Ela também acontece nos pequenos movimentos de expansão.

☕ Em um café sem pressa.

🚶‍♀️ Em uma caminhada.

🌳 Em um passeio.

🌄 Em uma paisagem.

💛 Em um momento de presença.

🍁 Interromper ciclos não é apenas deixar a dor para trás.

É aprender a ocupar os espaços que ela nos impediu de viver.

🚋 Talvez esteja na hora de começar — ou continuar — a embarcar na própria vida.

Foi por isso que também nasceu o quadro De Casa para o Mundo 🌎

Para inspirar você a incluir na sua rotina pequenas experiências de cuidado, presença, expansão e também de recompensa.

Porque viver não deveria ser um luxo.

🍁 Não começou em mim. Mas acaba em mim.
Autocuidado não é um luxo.

-

🚋 Dica De Casa para o Mundo 🌎

Em Santos, o passeio de bonde histórico custa cerca de R$ 7 e percorre parte da história da cidade.

Ao lado, o Museu Pelé tem entrada gratuita.

Uma experiência acessível, rica em cultura, memória e inspiração.

💛 Porque viver experiências também é uma forma de autocuidado.

Expansão NãoComeçouEmMimMasAcabaEmMim

Violência e abuso são a mesma coisa?Não exatamente.🍁 Violência é o termo mais amplo.É o guarda-chuva que engloba diferen...
05/06/2026

Violência e abuso são a mesma coisa?

Não exatamente.

🍁 Violência é o termo mais amplo.

É o guarda-chuva que engloba diferentes formas de causar dano.

Dentro dele estão:

🍂 agressão física
🍂 violência psicológica
🍂 negligência
🍂 abandono
🍂 abuso sexual
🍂 abuso emocional

Já o abuso normalmente acontece quando existe uma relação de poder, autoridade, confiança ou vulnerabilidade sendo utilizada de forma inadequada para causar dano.

Por exemplo:

🍁 abuso sexual
🍁 abuso psicológico
🍁 abuso emocional
🍁 abuso de autoridade

Então podemos dizer:

✔ Todo abuso é uma forma de violência.

✔ Mas nem toda violência é chamada tecnicamente de abuso.

🍂 Reconhecer essas diferenças é um passo importante para identificar situações que muitas vezes são normalizadas, mas não deveriam ser.

🍁

Não começou em mim.
Mas acaba em mim.

InfânciaSegura

Nem todos os ciclos se repetem porque alguém escolheu repeti-los.Muitos se repetem porque permanecem inconscientes e com...
04/06/2026

Nem todos os ciclos se repetem porque alguém escolheu repeti-los.

Muitos se repetem porque permanecem inconscientes e como segredos de família.

São padrões que atravessam gerações.
Formas de sentir, reagir, amar, se defender e sobreviver.

Às vezes a pessoa acredita que superou porque não lembra mais.
Porque guardou.
Porque seguiu em frente.

Mas aquilo que não foi elaborado continua se expressando de outras formas.

🍁 Na dificuldade de se posicionar.

🍁 Na necessidade constante de aprovação.

🍁 Nas comparações.

🍁 Na autocrítica excessiva.

🍁 Na dificuldade de prosperar como poderia.

🍁 Na sensação de estar sempre se esforçando muito e avançando pouco.

🍁 Na repetição de relacionamentos que machucam.

🍁 Na dificuldade de confiar em si mesmo.

Nem toda dor permanece como memória.

Muitas vezes ela permanece como padrão.

Por isso, compreender é apenas o começo.

Transformar exige consciência.
Exige coragem para mudar.
Exige direcionamento.
E exige tempo.

Porque a cura acontece em camadas.

Aquilo que levou anos para ser construído dificilmente será transformado de uma só vez.

Mas toda mudança começa quando alguém decide olhar.

Não apenas pelos filhos. Mas por si mesmo.

Porque nem você nem seus filhos merecem repetir a mesma dor.

A pergunta continua:

Você vai repetir?

Ou a história acaba em você?

🍂

NÃO COMEÇOU EM MIM.
MAS ACABA EM MIM.

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