Roberta Calixto Psicanalise

Roberta Calixto Psicanalise Psicanalista / Analista Corporal e Comportamental

03/09/2026

Sair de uma relação abusiva nem sempre signif**a que ela terminou por dentro.
O relacionamento pode chegar ao fim, mas o medo, a culpa, a insegurança, a dificuldade de confiar e até a sensação de ainda precisar se explicar podem permanecer.
Por isso, muitas vezes, ir embora é apenas o começo.
Depois vem um outro caminho: reconhecer o que foi vivido, reconstruir limites, recuperar a própria voz e, aos poucos, voltar a se sentir segura dentro de si.
O Agosto Lilás terminou, mas essa conversa não pode terminar em agosto.
Violência contra a mulher precisa ser reconhecida e combatida durante todo o ano.
Você merece viver relações em que exista respeito, liberdade e paz.

Roberta Calixto
Psicanalista Clínica e Didata

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Setembro Amarelo | Cuidar da mente também é cuidar da vidaNem sempre o sofrimento consegue ser colocado em palavras. Às ...
01/09/2026

Setembro Amarelo | Cuidar da mente também é cuidar da vida
Nem sempre o sofrimento consegue ser colocado em palavras. Às vezes, ele aparece no silêncio, no isolamento, nas mudanças de comportamento ou naquele “estou bem” que esconde muito mais do que consegue dizer.
Por isso, acolher pode fazer diferença. Escutar sem julgamentos, respeitar a dor do outro e incentivar a busca por ajuda profissional são atitudes que podem abrir caminhos quando tudo parece difícil demais.
E pedir ajuda não precisa ser o último recurso. O cuidado com a saúde emocional também pode começar antes da crise.
Neste Setembro Amarelo, que possamos lembrar durante todo o ano: toda vida importa, toda história merece ser escutada. 🌻
✨ Atendimento psicanalítico online e presencial.
Roberta Calixto | Psicanalista Clínica e Didata
📲 (19) 99226-9410
📸 Roberta Calixto - Psicanalista

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O passado pode doer, mas não precisa determinar para sempre os caminhos que seguimos.Fugir daquilo que nos marcou pode p...
31/08/2026

O passado pode doer, mas não precisa determinar para sempre os caminhos que seguimos.
Fugir daquilo que nos marcou pode parecer mais fácil, porém o que não é elaborado muitas vezes retorna: nos medos, nas escolhas, nos relacionamentos e nos comportamentos que se repetem.
Aprender com o passado não signif**a apagar a dor, mas olhar para ela com mais compreensão, reconhecendo o que ainda precisa ser elaborado e transformado.
Na análise, o passado não é uma sentença. Pode se tornar um caminho de conhecimento, elaboração e novas possibilidades.

E você: tem fugido do seu passado ou aprendido com ele?

Nesta quinta-feira, 27 de agosto, às 8h, estarei na Sala Psicanalítica, da Escola Brasileira de Psicanálise Freudiana, p...
26/08/2026

Nesta quinta-feira, 27 de agosto, às 8h, estarei na Sala Psicanalítica, da Escola Brasileira de Psicanálise Freudiana, para um encontro sobre um tema que merece nossa atenção:

“Adolescência em sofrimento: o que o mal-estar na escola revela sobre o nosso tempo?”

Vamos refletir, a partir do olhar psicanalítico, sobre o mal-estar contemporâneo, os laços sociais e os desafios que atravessam a escola e a vida dos adolescentes.

Um convite especialmente a psicanalistas, educadores, professores, estudantes, pais e a todos que se interessam pela compreensão da adolescência na atualidade.

📅 27 de agosto | Quinta-feira
⏰ 8h
💻 Online, ao vivo e com gravação disponível

Espero vocês para esse encontro e para construirmos juntos essa reflexão.

Roberta Calixto
Psicanalista Clínica e Didata

Vivemos cercados por estímulos, notif**ações, imagens e conexões. Há sempre algo para ver, responder, consumir ou compar...
25/08/2026

Vivemos cercados por estímulos, notif**ações, imagens e conexões. Há sempre algo para ver, responder, consumir ou compartilhar. E, ainda assim, o vazio encontra espaço para aparecer.
Pela perspectiva psicanalítica, talvez o problema não esteja simplesmente na falta de algo que possa preencher esse vazio. O vazio também nos confronta com aquilo que nenhuma tela consegue silenciar: nossos desejos, faltas, angústias e perguntas sobre nós mesmos.
Quanto mais buscamos preencher cada intervalo com estímulos externos, menos espaço deixamos para escutar o que acontece dentro de nós.
Talvez o desafio da era digital não seja aprender a estar mais conectado, mas conseguir sustentar alguns momentos de silêncio — e descobrir o que emerge quando já não há uma tela nos distraindo de nós mesmos.

E você: consegue permanecer no silêncio sem sentir a necessidade de preenchê-lo?

— Roberta Calixto
Psicanalista Clínica



Nesta terça-feira, estarei no Terçabor de Leitura, junto à Editora WAK, para uma conversa muito especial.Minha participa...
21/08/2026

Nesta terça-feira, estarei no Terçabor de Leitura, junto à Editora WAK, para uma conversa muito especial.

Minha participação será com o tema “Medos, Dores e Alegrias da Era Digital” — um convite para refletirmos sobre como o mundo digital atravessa nossas emoções e relações.

📅 25/08, às 20h
📍 Ao vivo pelo Instagram Pedro RJ-SãoVicente e ANDREIA WAK

Espero vocês! ✨

Você sente, mas não consegue explicar.Às vezes, a angústia está ali, mas faltam palavras para dizer de onde ela vem. O p...
20/08/2026

Você sente, mas não consegue explicar.

Às vezes, a angústia está ali, mas faltam palavras para dizer de onde ela vem. O pensamento f**a confuso, as emoções transbordam, o corpo reage e alguns comportamentos começam a se repetir. A psicanalista Joyce McDougall nos ajuda a pensar justamente sobre experiências emocionais que, quando não conseguem encontrar representação e elaboração psíquica, podem buscar outras formas de expressão — inclusive através do corpo e do agir.

É como se aquilo que ainda não pôde ser dito precisasse encontrar outro caminho para aparecer.

Por isso, na análise, a pergunta não é apenas:
“Como faço isso parar?”

Mas também:
“O que isso pode estar tentando dizer sobre mim?”

Dar palavras ao que antes aparecia apenas como angústia, sintoma ou repetição pode abrir espaço para compreender a própria história e construir outras maneiras de lidar com aquilo que dói.
Nem tudo o que sentimos consegue virar palavra imediatamente.
Mas aquilo que ainda não conseguimos dizer também merece ser escutado.

A psicanálise pode ser esse espaço de escuta e elaboração.



Conhecer a si mesmo vai muito além de saber aquilo de que gostamos, o que queremos ou como costumamos agir.Na perspectiv...
19/08/2026

Conhecer a si mesmo vai muito além de saber aquilo de que gostamos, o que queremos ou como costumamos agir.
Na perspectiva psicanalítica, conhecer-se também é ter coragem de olhar para aquilo que permanece escondido: nossos medos, contradições, defesas, desejos e padrões que, muitas vezes, repetimos sem compreender.
Há partes de nós que aprendemos a silenciar para sermos aceitos, para evitar a dor ou simplesmente para continuar seguindo. Mas aquilo que não reconhecemos em nós não deixa de existir — apenas encontra outras formas de aparecer.

O autoconhecimento começa quando deixamos de buscar apenas respostas confortáveis e nos permitimos fazer perguntas mais profundas.

“Conhecer a si mesmo não é descobrir apenas quem se é, mas reconhecer aquilo que, por tanto tempo, foi preciso esconder de si.”
— Roberta Calixto



Nunca estivemos tão conectados. E, ainda assim, talvez nunca tenha sido tão comum se sentir sozinho.Respondemos mensagen...
18/08/2026

Nunca estivemos tão conectados. E, ainda assim, talvez nunca tenha sido tão comum se sentir sozinho.
Respondemos mensagens, acompanhamos a vida de dezenas de pessoas, compartilhamos vídeos, curtimos, comentamos… Estamos disponíveis quase o tempo todo. Mas estar disponível não signif**a estar emocionalmente presente.
A hiperconexão pode multiplicar contatos sem, necessariamente, produzir vínculos.
Na psicanálise, o encontro com o outro passa por algo que nenhuma rolagem infinita consegue substituir: presença, falta, espera, frustração, escuta e espaço para aquilo que não controlamos.
Talvez uma das grandes angústias do nosso tempo esteja justamente nesse paradoxo: temos cada vez mais formas de contato e, ao mesmo tempo, cada vez mais dificuldade de sustentar vínculos.
E você: tem se sentido conectado… ou verdadeiramente acompanhado?

Roberta Calixto | Psicanalista Clínica

Nem só de luz somos feitos. ✨Também somos feitos de sombras, medos, marcas, contradições e histórias que, muitas vezes, ...
14/08/2026

Nem só de luz somos feitos. ✨
Também somos feitos de sombras, medos, marcas, contradições e histórias que, muitas vezes, preferimos não olhar.
A obra Entre Luz e Sombra nasce como um convite ao autoconhecimento. Por meio da jornada de Anastácia, uma calopsita curiosa e sonhadora, somos conduzidos a reflexões sobre aquilo que carregamos dentro de nós e sobre a possibilidade de acolher nossa história sem precisar buscar a perfeição.
Porque amadurecer não signif**a eliminar nossas sombras, mas aprender a integrá-las. É nesse encontro que podemos descobrir novas formas de existir, de nos compreender e de viver com mais autenticidade.

Tenho a alegria de fazer parte desta obra como coautora, unindo psicanálise, sensibilidade e escrita em uma aventura que convida o leitor a olhar para dentro.
Entre Luz e Sombra — Uma aventura psicanalítica para explorar a essência interior.

Roberta Calixto
Psicanalista clínica, didata e professora | Escritora e coautora

Endereço

Lui
Americana, SP
13473381

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