Nutricionista Letícia Tischenberg

Nutricionista Letícia Tischenberg Pós graduada em Obesidade e Emagrecimento, Pós graduanda em Maternidade Infantil. Atuou 7 anos em academias hoje atende em seu próprio consultório.

Atendimento Nutricional para Emagrecimento e obesidade, Colesterol, Triglicérides, Diabetes, Ganho de Massa Muscular, Estética, Enfermidades Crônicas, Gestantes e Crianças. Realização de Palestras para Sipat e outros afins
Grupos de Reeducação Alimentar
Assessoria para Restaurantes, padarias e supermercados. Elaboração de Manual de Boas Práticas, Fluxogramas entre outros.

13/09/2026

Perder peso rápido e emagrecer com saúde não são a mesma coisa. Entender essa diferença muda muito a abordagem.

Dietas muito restritivas e métodos radicais podem fazer o número da balança cair rápido. Mas o que está saindo nesse processo raramente é só gordura. Nas primeiras semanas de uma restrição calórica intensa, o corpo perde principalmente glicogênio, que é o estoque de carboidrato nos músculos, e água. Quando a restrição continua por muito tempo sem proteína suficiente, começa a perda de massa muscular.

O problema é que o músculo é metabolicamente ativo. Quanto menos massa muscular você tem, menos calorias o seu organismo gasta em repouso. Isso signif**a que o metabolismo f**a progressivamente mais lento. E quando você retoma uma alimentação normal, o corpo, agora com metabolismo mais lento e maior tendência ao armazenamento de gordura, recupera o peso rapidamente.

É o ciclo do efeito sanfona. Não é falta de disciplina. É fisiologia.

Emagrecer de forma saudável signif**a perder gordura enquanto preserva ou até aumenta a massa muscular. O processo é mais gradual, e um ritmo de 0,5 a 1 kg por semana é considerado sustentável, mas o resultado se mantém porque o metabolismo continua funcionando bem e os hábitos construídos ao longo do caminho sustentam tudo.

Me segue aqui para aprender mais sobre como emagrecer com estratégia e saúde de verdade.

12/09/2026

O intestino é chamado de segundo cérebro não à toa. E quando ele não está bem, o corpo inteiro sente.

A constipação intestinal, o inchaço frequente e o desconforto abdominal são queixas muito comuns no consultório, e quase sempre estão relacionados a três fatores: baixo consumo de fibras, pouca hidratação e microbiota desequilibrada.

A microbiota intestinal é o conjunto de microrganismos que habitam o intestino. Quando ela está em equilíbrio, contribui para a imunidade, a produção de vitaminas, a regulação do humor e o controle do peso. Quando está desequilibrada, a resposta vem em forma de sintomas: inchaço, gases, intestino irregular, cansaço, baixa imunidade e, em muitos casos, dificuldade para emagrecer.

Os principais fatores que prejudicam a microbiota são: excesso de ultraprocessados, baixo consumo de fibras, pouca variedade alimentar, uso frequente de antibióticos e estresse crônico.

Para começar a melhorar a saúde intestinal, o caminho passa por aumentar o consumo de alimentos vegetais variados, que são fontes de fibras prebióticas, incluir alimentos fermentados como iogurte natural, kefir e chucrute, beber bastante água e reduzir a frequência de ultraprocessados. Em casos mais específicos, a suplementação com probióticos pode ser indicada com orientação profissional.

Me segue aqui para mais conteúdo sobre saúde intestinal, nutrição e bem-estar.

11/09/2026

Todo nutricionista fala de proteína. Mas poucos explicam exatamente por quê ela é tão fundamental.

A proteína é o macronutriente mais importante para quem quer emagrecer com saúde, manter a massa muscular, ter mais energia ao longo do dia e melhorar a composição corporal de forma sustentável. Não é exagero.

O primeiro motivo é a saciedade. A proteína é o macronutriente que mais sacia. Quando você inclui proteína suficiente nas refeições, a fome demora mais para voltar, o desejo por doce depois de comer diminui e f**a muito mais fácil manter um padrão alimentar saudável sem sofrimento.

O segundo motivo é a preservação muscular. Quando o corpo está em processo de emagrecimento, ele tende a usar não só gordura, mas também músculo como fonte de energia. A proteína protege a massa muscular nesse processo. E isso é essencial, porque músculo é metabolicamente ativo: quanto mais você tem, mais calorias o organismo queima em repouso, mesmo sem atividade física.

O terceiro motivo é o efeito térmico. O organismo gasta mais energia para digerir e metabolizar proteína do que para processar carboidrato ou gordura. Esse processo já contribui para o gasto calórico total do dia.

Boas fontes de proteína: frango, peixe, ovos, carnes magras, atum, iogurte grego natural, queijo cottage, ricota, leguminosas como feijão, lentilha e grão-de-bico, tofu e, quando necessário, proteína do soro do leite.

A recomendação geral para adultos ativos gira em torno de 1,6 a 2g de proteína por kg de peso corporal, mas isso varia conforme o objetivo, o estado de saúde e a fase de vida de cada pessoa.

Me segue aqui para mais orientações práticas sobre alimentação e nutrição.

10/09/2026

Você já recebeu um exame com tudo “dentro do normal” e mesmo assim se sentia péssima?

Isso é muito mais comum do que parece, e existe uma razão técnica para isso.

Os intervalos de referência dos exames laboratoriais são calculados com base em uma população ampla e heterogênea. Isso signif**a que você pode estar dentro do intervalo de referência e ainda assim ter valores que, para o seu organismo específico, já representam uma deficiência funcional ou um desequilíbrio metabólico relevante.

A forma como eu trabalho é diferente disso. Eu não olho só se o resultado está “normal” ou “alterado”. Eu analiso cada marcador dentro do contexto do paciente: sintomas, histórico de saúde, alimentação, fase da vida, uso de medicamentos e objetivos. Um valor de ferritina que está tecnicamente dentro da faixa pode ser insuficiente para alguém que tem fadiga crônica, queda de cabelo e dificuldade para emagrecer.

Os marcadores que avalio de forma integrada incluem: metabolismo glicêmico (glicose, insulina e HOMA-IR), função tireoidiana, perfil completo de ferro e anemia, vitaminas e minerais essenciais, perfil lipídico e marcadores inflamatórios. Com esse conjunto de informações, é possível montar uma conduta nutricional muito mais precisa e eficiente do que uma dieta genérica.

É esse olhar mais aprofundado que faz a diferença entre um acompanhamento que resolve e um que apenas tenta.

Se você tem exames recentes e quer entender o que eles estão dizendo sobre o seu metabolismo, me segue aqui e confere o link na bio com as formas de agendamento.

09/12/2025

Vontade de doce pode ser bactérias intestinais desequilibradas! Você pode mudar isso!

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