Jaqueline Belmudes - Psicóloga

Jaqueline Belmudes - Psicóloga # Psicóloga na Abordagem Centrada na Pessoa
# Psicoterapia de mulheres e mães
# Assessoria em Sono

Quando falamos de depressão pós-parto, quase sempre olhamos só para a mãe — como se a saúde mental dela fosse responsabi...
09/08/2026

Quando falamos de depressão pós-parto, quase sempre olhamos só para a mãe — como se a saúde mental dela fosse responsabilidade exclusiva dela. Mas os dados contam outra história.

No Brasil, mais de uma em cada quatro mulheres apresenta sintomas depressivos no pós-parto (Fiocruz). E entre os fatores que mais protegem a saúde mental materna está algo que não se compra nem se prescreve: um parceiro que participa de verdade.

Não estou falando de “ajudar”. Ajudar pressupõe que a tarefa é dela. Estou falando de corresponsabilidade — no cuidado do bebê, da casa, da relação. A ciência mostra que quando o pai é incluído no cuidado, os sintomas depressivos maternos diminuem. E que o conflito conjugal, ao contrário, é um dos preditores mais fortes do sofrimento materno.

O puerpério não deveria ser uma travessia solitária. E a presença do pai não é gentileza: é saúde.

Marca aqui um pai que precisa ler isso — ou uma mãe que merece essa conversa em casa. 💬

07/08/2026

Aquele trecho do livro que fala por si só …

TAMARA KLINK

Por que a mãe que ama sente raiva? 🤍Porque existe uma distância entre a mãe que você é — cansada, querendo espaço — e a ...
04/08/2026

Por que a mãe que ama sente raiva? 🤍

Porque existe uma distância entre a mãe que você é — cansada, querendo espaço — e a mãe que você idealizou sobre si mesma: a que nunca falha.

Rogers chamou isso de incongruência. E é ela, não o seu sentimento, que transforma cansaço em culpa.

O caminho não é ser perfeita. É ser real — a “suficientemente boa” de Winnicott: que sente, que falha, que repara, e que ama.

Você se reconheceu? Me conta nos comentários. 🌿

O que acontece quando alguém nos acolhe sem julgamento, sem pressa, sem tentar nos consertar?No filme, uma viúva enlutad...
03/08/2026

O que acontece quando alguém nos acolhe sem julgamento, sem pressa, sem tentar nos consertar?

No filme, uma viúva enlutada encontra escuta onde menos esperava. E é nesse encontro — genuíno, sem máscaras — que algo nela volta a se mover.

Como dizia Carl Rogers, é na relação que a gente se transforma.

Vem conversar sobre luto, solidão e a força dos encontros verdadeiros. 💬

💻 Encontro on-line | 🗓 12/08/2026
🔗 Link (me envie uma mensagem)

Leituras de junho pra dividir com vocês. A primeira: “Assim na Terra como Embaixo da Terra”, de Ana Paula Maia Ana Paula...
29/07/2026

Leituras de junho pra dividir com vocês. A primeira: “Assim na Terra como Embaixo da Terra”, de Ana Paula Maia Ana Paula Maia.

Uma colônia penal esquecida, homens que o mundo decidiu não ver mais — e uma escrita seca, precisa, que não pede licença. Ana Paula Maia não suaviza nada. Ela nos obriga a olhar para o que preferimos enterrar. Leitura curta e densa

A segunda: “Eu só existo no olhar do outro?”, de Ana Suy e Christian Dunker. O livro saiu de uma conversa de dois psicanalistas, mas aqui, quero referenciar Carl Rogers, que dizia que, desde muito cedo, precisamos do olhar e da aceitação de quem cuida de nós.

Quando esse olhar vem cheio de condições — “só te vejo se você for assim” — aprendemos a nos moldar para caber nele. E carregamos isso para a vida, nas relações afetivas diversas e nas relações amorosas, buscamos o olhar que nos confirme; às vezes, deixamos de ser quem somos para não perder quem nos vê.

Quem somos no olhar do outro, afinal?
Ler e ouvir yanu kurniawan e Eric Dunker é sempre bom demais e vale a pena a leitura

📖 Já leram algum dos dois? Me contem nos comentários!

De quem é a intolerância ao choro? 🤍O choro do bebê é comunicação — a única que ele tem. Mas o que ele desperta em quem ...
28/07/2026

De quem é a intolerância ao choro? 🤍

O choro do bebê é comunicação — a única que ele tem. Mas o que ele desperta em quem escuta vem de outro lugar: da nossa própria história de ser (ou não ser) acolhido quando chorávamos.

Calar não é acalmar. Calar busca o silêncio. Acalmar busca a presença.

Quando reconheço que parte do desconforto é minha, posso cuidar dela — e ficar inteira com meu filho na tempestade dele.

Compartilhe com uma mãe que precisa ler isso.

07/07/2026

Estamos sempre sendo atravessadas contextos e situações diversas. Vivendo ciclos, momentos, transições da vida

Ser mulher e mãe no 🌎 é viver em constante transformação

Então vim contar um pouco sobre algo que tem feito muito sentido pra mim nesse momento e assim, se tiver interessada no tema ou tiver pessoas que conheça vivendo esse momento, chame aqui tbm e vamos trocar!

Um abraço
Jaqueline Belmudes

Maio não foi tão produtivo na leitura, mas de vida acontecendo intensamente Eu queria muito ler a Giovana Madalosso que ...
30/06/2026

Maio não foi tão produtivo na leitura, mas de vida acontecendo intensamente

Eu queria muito ler a Giovana Madalosso que já acompanhei em breves leituras em artigos

Suíte Tóquio trás a vida de pessoas diversas se atravessarem, cada uma com suas questões pessoais e crises que ocasionam em escolhas, decisões e renuncias. Assim também como consequências

Como muitas das minhas leituras. Também a maternidade dá “suas caras”.

O próximo mês já está quase acabando e vai aí minha leitura de maio

Já leu esse? Está na sua lista?

Um abraço,
Jaque Belmudes

22/06/2026

Cuidar do sono aqui é prioridade. E se não está bom, sempre penso o que posso fazer pra melhorar?

Eu sei que não é sempre que estamos disponíveis pra fazer mudanças na rotina, mas pode valer a pena tentar

Vem ver algumas das coisas que tenho feito por aqui e me conta. Como está aí? Tem feito algo diferente?

Tenho poucos registros em foto, mas muitos registros em mim, sobre viver e sentir a abordagem centrada na pessoa por ess...
15/06/2026

Tenho poucos registros em foto, mas muitos registros em mim, sobre viver e sentir a abordagem centrada na pessoa por esses dias

Depois de 17 anos sem estar nesse espaço, fui me imaginando estar e entendendo a minha hora, senti que era hora de voltar. Fui ansiando o tempo de estar só, mas também na expectativa dos encontros

E os encontros, esses enriqueceram a minha existência de tal forma que ainda não saberia traduzir. Conexões que permanecem vivas para além do tempo cronológico, e que me mostram o quanto esse é um lugar caro para mim

Porque esse espaço me faz entrar em contato muito íntimo com o meu ser no mundo. É um espaço provocador, intenso e que movimenta, interna e externamente

Trouxe na mala inquietações, desconfortos, amizades, aprendizados bons e outros incômodos, mas que tem me levado a um movimento necessário. Um movimento que me mostra que o caminho é esse mesmo, de confiança e em congruência comigo

Me sentindo então, totalmente afetada por essa experiência, e com uma enorme gratidão por todos que cuidaram pra que esse espaço fosse possível, fico no desejo que o meu vivido ultrapasse minha experiência pessoal, chegando aos meus amores e também as mulheres que confiam no meu trabalho

Endereço

Americana, SP

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