14/08/2026
Tem uma coisa que eu considero essencial na relação entre médico e paciente: você precisa sentir que a sua dor está sendo levada a sério.
Eu não quero que você saia de uma consulta com a sensação de que foi apenas mais um caso, mais um exame pedido, mais um remédio aumentado ou mais uma tentativa de “ver se melhora”.
Se a dor limita a sua rotina, muda seus planos, interfere no seu sono, no seu trabalho ou no tempo com a sua família, ela merece ser compreendida com cuidado. E isso começa por ouvir a sua história, entender quando tudo começou, o que já mudou ao longo do tempo e por que aquela dor continua ali.
Nem sempre o caminho vai ser simples. Nem sempre a resposta aparece de imediato. Mas existe uma diferença enorme entre simplesmente tratar um sintoma e acompanhar uma pessoa de verdade.
Exames precisam ter motivo. Medicamentos precisam ter indicação. E decisões precisam fazer sentido para o seu caso, não para uma fórmula pronta.
Como seu médico, eu não vou prometer atalhos. Mas vou investigar, acompanhar, ajustar o que for necessário e caminhar com você em cada etapa do tratamento.
Porque, por trás de toda dor, existe uma pessoa tentando voltar a viver com mais liberdade, segurança e qualidade de vida.
E é dessa pessoa que eu quero cuidar.