Psicóloga Bianca Souza

Psicóloga Bianca Souza Psicóloga formada pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Terapia cognitivo-comportamental.

A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem ativa, diretiva e estruturada usada no tratamento de diversos distúrb...
11/04/2023

A terapia cognitivo-comportamental é uma abordagem ativa, diretiva e estruturada usada no tratamento de diversos distúrbios psiquiátricos (depressão, ansiedade, fobias, etc.).

Fundamenta-se numa base teórica segundo a qual nossas cognições baseiam-se em atitudes (ou suposições) desenvolvidas a partir de experiências prévias. Por exemplo, se uma pessoa interpreta toda as suas experiências em termos de ser competente ou adequada, seu pensamento podo estar dominado pelo esquema "A menos que eu faça tudo com perfeição, sou um fracasso". Consequentemente, ela reage às situações nos termos desta adequação, mesmo quando elas não estão relacionadas a ser o indivíduo competente ou não.

As técnicas terapêuticas da TCC destinam-se a identificar e corrigir essas distorções e as crenças disfuncionais subjacentes a essas cognições. Assim, o paciente aprende a dominar problemas e situações anteriormente consideradas insuperáveis, através da reavaliação e correção do seu pensamento.

Esta abordagem busca ensinar ao paciente as seguintes operações:

▪️Observar e controlar seus pensamentos negativos automáticos (cognições);
▪️Reconhecer os vínculos entre a cognição, o afeto e o comportamento;
▪️Examinar as evidências a favor e contra seus pensamentos automáticos distorcidos;
▪️Substituir as cognições tendenciosas por interpretações mais orientadas para o real; e
▪️Aprender a identificar e alterar as crenças disfuncionais que o predispõem a distorcer suas experiências.

E você, já conhece a TCC? Achou interessante a abordagem?
Me conta por direct ou entre em contato pelo link na bio 😉

VOCÊ NÃO É O SEU TRABALHO. É evidente que trabalho é um pilar estruturante das nossas vidas. Não é à toa que, ao nos apr...
04/02/2022

VOCÊ NÃO É O SEU TRABALHO.

É evidente que trabalho é um pilar estruturante das nossas vidas. Não é à toa que, ao nos apresentarmos, nosso discurso siga a regra: nome - profissão. “Oi. Meu nome é Bianca e sou psicóloga.”. O trabalho, em parte, parece nos definir como pessoas.

Mas e quando passamos a acreditar que o nosso trabalho nos define tanto que entregamos tudo que temos e somos a ele? Nesse momento, o trabalho se torna a sua vida. E assim os finais de semana deixam de existir. O WhatsApp e o e-mail estão disponíveis para o trabalho 24 horas por dia, sete dias por semana. Os encontros familiares são sempre interrompidos pela notificação no celular do trabalho. Nem sabemos mais quantas horas trabalhamos por dia.
Nos esquecemos que o trabalho é apenas uma dimensão da nossa vida - e não toda ela.

“Mas eu gosto muito do meu trabalho. Ele me realiza!”.

Já ouviu o termo “workaholic”? Ele se refere a pessoas que são “viciadas em trabalhar”. É provável que essas pessoas, de fato, não considerem o trabalho como algo abusivo - talvez pela sensação de pertencimento ou de satisfação, gratidão pelas oportunidades.
A questão que surge aqui é outra: será que temos ferramentas para conseguir dizer não às exigências do nosso trabalho, quando passamos a considerá-lo abusivo?

Por fim, o questionamento que eu quero deixar aqui é: você sabe quem é e o que você faz além do seu trabalho? O que você gosta de fazer além de cuidar dos seus pacientes, de fazer cálculos ou de criar a propaganda pra uma marca?
Quem você é além de ser publicitária, médica, engenheira, professora? Quem é você quando você tira seu crachá, seu jaleco, seu uniforme?

Repensar nossa relação com o trabalho não é algo simples. Principalmente porque depende de mudanças em várias esferas políticas.
Ainda assim, diante da crescente demanda envolvendo esse tema, quis trazer essa reflexão para cá. O post completinho tá lá no Instagram. Vai dar uma olhada! 😉
E o post sobre a síndrome de Burnout em si será o próximo, pra não ficar muito extenso, ok?

E aí? O que achou da discussão? Se tiver algo mais a pontuar, deixa seu comentário aqui embaixo. 👇🏻

03/02/2022

Oi, gente!
Hoje li uma matéria da CNN sobre o aumento dos casos de Burnout entre jovens e resolvi fazer um conteúdo sobre essa síndrome aqui pra vocês. Sexta-feira vou postar aqui e lá no meu Instagram. Não percam! Até sexta!

Quem aqui nunca iniciou uma dieta numa segunda feira ou um novo projeto no dia primeiro de janeiro? “Página 1 de 365”, “...
02/01/2022

Quem aqui nunca iniciou uma dieta numa segunda feira ou um novo projeto no dia primeiro de janeiro? “Página 1 de 365”, “365 novas oportunidades”…

Nada mais clichê do que dar início a algum projeto novo no primeiro dia do ano (ou da semana, ou do mês), não é mesmo?

De fato, os recomeços tem esse poder de nos dar um “empurrãozinho”. Seja uma segunda feira, o dia primeiro do mês, o dia do seu aniversário, uma data especial. Não importa. Ele se torna o dia que marca o início de algo novo.

Então, me aproveitando da ocasião, venho aqui também (re)começar.
Depois de muito hesitar, adiar e relutar, enfim decidi estar aqui de fato.

Espero que façamos daqui um lugar de troca de conhecimento e de acolhimento. Espero conseguir trazer conteúdo ético, útil e sempre baseado nas melhores referências científicas.

Este espaço é nosso. E vamos construí-lo juntos.
Sejam todos muito bem-vindos!

Endereço

Araçatuba, SP
16015

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