Dra. Fabiani Honorato

Dra. Fabiani Honorato Dra. Fabiani Honorato | Neurologista
CRM 159.920/ RQE 658721
Diagnósticos avançados:
▪️Vídeo-EEG | Distúrbios do sono
📍Araçatuba/SP

Nem todo esquecimento significa Alzheimer. Mas alguns sinais merecem atenção, especialmente quando começam a se repetir,...
24/06/2026

Nem todo esquecimento significa Alzheimer. Mas alguns sinais merecem atenção, especialmente quando começam a se repetir, interferem na rotina ou são percebidos também pela família.

Existe uma diferença importante entre mudanças leves da memória relacionadas ao envelhecimento e alterações cognitivas que começam a fugir do padrão esperado. E identificar esses sinais precocemente pode fazer diferença no acompanhamento, na investigação e na qualidade de vida do paciente.

Fabiani Honorato
Médica Neurologista • CRM 159.920 | RQE 658721

22/06/2026

Muitas pessoas associam a toxina botulínica apenas à estética, mas ela também pode ser uma importante aliada no tratamento da enxaqueca crônica.

Em pacientes selecionados, a aplicação pode ajudar a reduzir a frequência e a intensidade das crises, proporcionando mais qualidade de vida.

Se você convive com dores de cabeça frequentes, converse com seu neurologista sobre as opções de tratamento disponíveis.

Dra. Fabiani Honorato | Neurologista
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Do ponto de vista científico, sabemos que o Alzheimer pode ter influência genética, mas isso não significa que ele seja ...
19/06/2026

Do ponto de vista científico, sabemos que o Alzheimer pode ter influência genética, mas isso não significa que ele seja uma sentença hereditária inevitável.

A maioria dos casos de Alzheimer acontece de forma chamada “esporádica”, especialmente após os 65 anos, e envolve uma combinação de fatores: envelhecimento, genética, saúde cardiovascular, estilo de vida e condições metabólicas. Ou seja: ter um familiar com Alzheimer pode aumentar o risco, mas não significa que a doença necessariamente irá acontecer.
Existem formas hereditárias mais raras da doença, geralmente associadas a mutações genéticas específicas e com início mais precoce, mas elas representam uma parcela muito pequena dos casos.

Muitos filhos de pacientes (principalmente aqueles que são os cuidadores) começam a interpretar qualquer esquecimento como sinal da doença. “será que está começando?”. Isso gera ansiedade, não é bom para ninguém.
Por isso, informação importa.

Cuidar da própria saúde, observar sinais com equilíbrio e manter acompanhamento médico quando necessário é muito diferente de viver condenado pela antecipação.
Histórico familiar merece atenção. Mas não é uma sentença.

Fabiani Honorato
Médica Neurologista • CRM 159.920 | RQE 658721

Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de epilepsia, uma das primeiras coisas que costuma acontecer é o medo. Medo das c...
04/06/2026

Quando uma pessoa recebe o diagnóstico de epilepsia, uma das primeiras coisas que costuma acontecer é o medo. Medo das crises, do julgamento e de, claro, perder a própria independência.

Em muitas famílias, mesmo sem perceber, o paciente passa a ser tratado como alguém incapaz. Alguém que precisa ser constantemente vigiado, limitado ou protegido de tudo. E embora o cuidado seja importante, existe uma diferença muito grande entre proteger e retirar autonomia.

Ter epilepsia não significa ter que deixar de viver normalmente.
Autonomia, para um paciente com epilepsia é ter acompanhamento adequado e entender a própria condição. Reconhecer gatilhos, seguir corretamente o tratamento e desenvolver confiança para manter rotina, trabalho, estudos, relações e projetos pessoais.

Claro que algumas adaptações podem ser necessárias dependendo do tipo e da frequência das crises. Mas adaptação não é sinônimo de prisão.

Autonomia não significa ignorar riscos. Significa aprender a viver com responsabilidade, suporte e acompanhamento, sem transformar o diagnóstico no centro da própria identidade.

Em algum momento da vida, você já sentiu que uma doença fez as pessoas enxergarem mais a sua limitação do que a pessoa que você é?
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Fabiani Honorato
Médica Neurologista
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03/06/2026

A apneia do sono pode estar diretamente ligada ao risco de desenvolver Parkinson.
Um estudo publicado no JAMA Neurology mostrou que tratar a apneia com CPAP pode reduzir em até 30% esse risco, além de ajudar na preservação da memória, atenção e raciocínio.
Cuidar do sono também é cuidar da saúde do cérebro.
📚 Fonte: JAMA Neurology, janeiro de 2025.

Dra. Fabiani Honotato
Médica Neurologista
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A resposta mais honesta é: não podemos afirmar que o alcoolismo crônico cause Parkinson diretamente.A relação entre álco...
01/06/2026

A resposta mais honesta é: não podemos afirmar que o alcoolismo crônico cause Parkinson diretamente.
A relação entre álcool e doença de Parkinson ainda não é completamente definida pela ciência. Existem estudos com resultados diferentes, e até o momento não há evidência suficiente para dizer que o álcool, sozinho, seja uma causa direta da doença.

Mas existe um ponto muito importante que precisa ser entendido, o uso crônico e excessivo de álcool pode causar danos neurológicos importantes. Uma pessoa que bebeu por muitos anos pode começar a apresentar tremores, dificuldade de coordenação, instabilidade para andar, lentidão dos movimentos e alterações no equilíbrio. E é exatamente aí que surge a confusão.

Esses sintomas podem lembrar Parkinson, mas nem sempre significam que o paciente tenha a doença.
O álcool pode provocar alterações neurológicas próprias, pode agravar problemas já existentes ou até coexistir com outras doenças do movimento. Por isso, olhar apenas para o tremor e tentar concluir sozinho o diagnóstico é um erro muito comum.

E aqui existe uma informação importante, Parkinson não é apenas tremor. A doença costuma envolver um conjunto de sinais neurológicos, como lentidão dos movimentos, rigidez muscular, alteração da marcha, redução da expressão facial, mudanças no sono, no olfato e no equilíbrio.

Por isso, quando surgem tremores ou alterações motoras, o mais importante não é assumir que “é do álcool” ou concluir imediatamente que “é Parkinson”. A avaliação neurológica é fundamental para entender a origem dos sintomas, investigar corretamente e definir o tratamento mais adequado para cada paciente.

Dra. Fabiani Honorato
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Dor de cabeça é uma queixa extremamente comum e, para sua tranquilidade, na maioria das vezes, não está relacionada a do...
28/05/2026

Dor de cabeça é uma queixa extremamente comum e, para sua tranquilidade, na maioria das vezes, não está relacionada a doenças graves. Ainda assim, existe um erro muito frequente entre os pacientes: normalizar sintomas que já começaram a impactar a qualidade de vida, a rotina e até a saúde emocional.
Muitas pessoas convivem durante anos com dores de cabeça recorrentes acreditando que “é normal”, que faz parte do estresse, do excesso de trabalho ou do cansaço do dia a dia. O problema é que algumas dores de cabeça precisam de avaliação neurológica, especialmente quando começam a mudar de comportamento ou passam a vir acompanhadas de outros sintomas.

Uma dor de cabeça merece atenção quando surge de forma muito intensa e repentina, quando aumenta progressivamente ao longo das semanas, quando acorda a pessoa durante a madrugada, ou, quando aparecem após traumas na cabeça.
Outro ponto importante é a frequência. Mesmo dores consideradas benignas, como a enxaqueca, precisam ser controladas para que não dominem a rotina do paciente.

A consulta neurológica não serve apenas para investigar doenças graves. Ela serve para entender o padrão da dor, identificar gatilhos, avaliar a necessidade de exames e construir um tratamento individualizado, capaz de devolver mais qualidade de vida, segurança e previsibilidade ao paciente.

Nenhuma pessoa deveria se acostumar a viver limitada pela dor.
Se você sofre com dores de cabeça com frequência, converse com um neurologista.

Dra. Fabiani Honotato
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Sim, e esse diagnóstico costuma ser muito mais comum do que muitos pais imaginam.O problema é que, na infância, a dor de...
27/05/2026

Sim, e esse diagnóstico costuma ser muito mais comum do que muitos pais imaginam.
O problema é que, na infância, a dor de cabeça frequentemente é minimizada, confundida com “manha”, ou até mesmo relacionada ao excesso de tela.

A enxaqueca infantil pode se apresentar de forma diferente da observada em adultos. Nem sempre a criança vai relatar uma dor intensa e localizada. Em muitos casos, ela apresenta irritabilidade, sensibilidade à luz, náuseas, tontura, dor abdominal, palidez, necessidade de se isolar ou vontade de dormir durante as crises.
Em adolescentes, além da dor, também pode surgir dificuldade de concentração, queda no rendimento escolar e impacto emocional importante.

Do ponto de vista científico, sabemos que a enxaqueca possui forte influência genética e neurológica. Ou seja, crianças com histórico familiar de enxaqueca têm maior chance de desenvolver o quadro.

Observar mudanças de comportamento faz diferença. Quando a criança passa a evitar atividades, se isolar, chorar mais facilmente ou pedir para deitar em ambientes escuros e silenciosos, pode ser sinal de enxaqueca em crianças.

Se seu filho apresenta dores de cabeça frequentes, sensibilidade à luz, náuseas ou mudanças de comportamento, não normalize esses sinais.
Uma avaliação neurológica pode ajudar a entender o que está acontecendo e devolver mais qualidade de vida para todos.

Dra. Fabiani Honorato
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Receber cada paciente no consultório é entender que nenhuma pessoa é igual à outra, e é exatamente por isso que faço que...
26/05/2026

Receber cada paciente no consultório é entender que nenhuma pessoa é igual à outra, e é exatamente por isso que faço questão de que cada atendimento seja único, detalhado e totalmente individualizado.

Na minha prática, não acredito em protocolos prontos. Antes de qualquer conduta, eu escuto, avalio, investigo e compreendo a rotina, os sintomas, as queixas e os objetivos de cada paciente para definir o tratamento mais adequado com segurança e responsabilidade.

Meu compromisso é oferecer um atendimento próximo, técnico e humanizado, onde o paciente se sinta acolhido, seguro e confiante durante todo o processo.

Acredito que saúde, bem-estar e autoestima caminham juntos, e cada consulta é uma oportunidade de cuidar de forma completa.
Mais do que tratar sintomas, meu propósito é acompanhar cada paciente com atenção, transparência e excelência em cada etapa do cuidado.

Fabiani Honorato
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Imagine conseguir visualizar o funcionamento do seu cérebro como um mapa.É exatamente isso que o EEG com mapeamento perm...
19/05/2026

Imagine conseguir visualizar o funcionamento do seu cérebro como um mapa.

É exatamente isso que o EEG com mapeamento permite.
Ele transforma a atividade cerebral em imagens que mostram quais áreas estão funcionando de forma adequada — ou não.

Isso ajuda no diagnóstico de diversas condições neurológicas e na definição do melhor tratamento, já que quanto mais detalhado o diagnóstico, mais assertivo pode ser o tratamento.

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