Isabela Pena Psicologa

Isabela Pena Psicologa O principal objetivo dessa página é orientar os pais sobre cada fase do processo de desenvolvimento infantil.

Conteúdos que visam facilitar a criação dos filhos e o convívio familiar.

Ontem foi dia de falar sobre infância, rotina e presença no Bom Dia Sergipe. O link está nos Stories! Corre lá para assi...
04/06/2026

Ontem foi dia de falar sobre infância, rotina e presença no Bom Dia Sergipe.

O link está nos Stories! Corre lá para assistir a entrevista completa.

Participei do programa para conversar sobre um tema muito importante: "O que a pressa dos adultos faz com as crianças".

Vivemos em uma rotina acelerada. Muitos pais trabalham, resolvem demandas, cuidam da casa, respondem mensagens, cumprem horários e tentam dar conta de tudo ao mesmo tempo.

Mas, no meio dessa pressa, a criança pode começar a sentir falta de algo essencial: tempo de escuta, presença emocional, previsibilidade e espaço para elaborar o que sente.

A criança ainda está aprendendo a lidar com o mundo.

Ela precisa de tempo para compreender uma mudança, para tentar sozinha, para errar, para se organizar, para falar do jeito dela e para sentir que existe um adulto disponível emocionalmente por perto.

Quando tudo acontece com pressa demais, o comportamento infantil pode começar a responder a isso.

Pode aparecer mais irritação.
Mais ansiedade.
Mais dificuldade para esperar.
Mais necessidade de chamar atenção.
Mais resistência na rotina.
Mais insegurança diante das mudanças.

E isso não é para culpar pais e mães.

É um convite para perceber que pequenos gestos de presença podem fazer muita diferença.

Olhar nos olhos.
Escutar antes de corrigir.
Avisar antes de uma transição.
Permitir que a criança tente.
Desacelerar alguns minutos para estar de verdade.

A infância não acompanha o ritmo acelerado dos adultos da mesma forma.

Quando a gente entende isso, f**a mais fácil cuidar, orientar e construir vínculos mais seguros.

Foi uma alegria levar esse tema para a TV Sergipe e ampliar essa conversa com tantas famílias. Gratidão a pelo convite.

Se esse tema fez sentido para você, salve este post e compartilhe com outros pais.

Para Atendimentos, Cursos, Mentorias e informações, acesse o link da bio.



A infância não acompanha a pressa do mundo adulto no mesmo ritmo.E quando os pais conseguem compreender isso, a relação ...
01/06/2026

A infância não acompanha a pressa do mundo adulto no mesmo ritmo.
E quando os pais conseguem compreender isso, a relação f**a mais leve, o vínculo f**a mais seguro e a criança encontra mais espaço para crescer com autonomia, confiança e segurança emocional.
Se você sente que a rotina está acelerada demais, que seu filho tem demonstrado comportamentos difíceis ou que você precisa de orientação para compreender melhor as necessidades emocionais da sua criança, existem caminhos possíveis.
A psicoterapia infantil, a orientação para pais e a mentoria parental podem ajudar sua família a encontrar formas mais conscientes, acolhedoras e seguras de lidar com esses desafios.
Para entender qual caminho faz mais sentido para você e sua família, entre em contato pelo link da bio.

31/05/2026

Quando a clínica encontra a universidade, a formação ganha vida.

Levar a clínica infantil para dentro da universidade é também contribuir com a formação de futuros profissionais.
Na última segunda-feira, participei do Fórum Acadêmico de Psicanálise “Entre o brincar e a psicanálise: abordagem na clínica com crianças”.
Foi um momento muito especial de troca, reflexão e construção.
Falar sobre a clínica com crianças é falar sobre uma linguagem profunda, sensível e fundamental.
Estar diante de estudantes de Psicologia, compartilhando vivências da prática clínica, é uma oportunidade muito signif**ativa. Porque a formação profissional não acontece apenas nos livros. Ela também nasce do encontro com a experiência, com os desafios reais da clínica e com o olhar cuidadoso para cada sujeito.
Acredito muito na importância desse diálogo entre universidade e prática profissional.
Quando profissionais compartilham suas trajetórias, seus caminhos e suas experiências, ajudam quem está começando a entender que a clínica exige estudo, escuta, sensibilidade, ética e presença.
Foi uma alegria participar desse momento e contribuir, de alguma forma, com a formação de quem também está construindo seu caminho na Psicologia.
Que a escuta da infância siga ocupando cada vez mais espaço nos debates, nas universidades e na prática clínica.
Gratidão a , a , ao e aos estudantes do sétimo períodode Psicologia (como a , entre outros) 🌱

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Adolescência não é drama.É uma fase de construção.Por fora, muitas vezes parece irritação, silêncio, oposição, intensida...
18/05/2026

Adolescência não é drama.

É uma fase de construção.

Por fora, muitas vezes parece irritação, silêncio, oposição, intensidade ou afastamento.

Mas por dentro existe um cérebro em desenvolvimento, tentando organizar emoções mais fortes, mudanças hormonais, necessidade de pertencimento, busca por identidade e desejo de autonomia.

O adolescente ainda está aprendendo a frear impulsos, prever consequências, lidar com frustrações e entender quem ele está se tornando.

Isso não signif**a permitir tudo.

Signif**a compreender antes de rotular.

Pais e mães não precisam concordar com tudo para acolher.
Também não precisam abrir mão dos limites para manter o vínculo.

O que o adolescente mais precisa é de adultos que consigam olhar para essa fase com menos julgamento e mais presença.

Para os pais: respirem. Nem tudo é afronta. Muitas vezes é desenvolvimento.

Para os adolescentes: respirem também. Essa intensidade não define quem vocês são. Ela faz parte de uma fase que está em movimento, e aos poucos muita coisa vai f**ando mais clara.

Com paciência, escuta, limite e vínculo, essa travessia pode ser menos solitária.

Compartilhe este carrossel com uma família que precisa olhar para a adolescência com mais compreensão.

17/05/2026

Nesta quinta-feira, 21 de maio de 2026, acontece o último módulo do curso Raízes do Desenvolvimento: da vida intrauterina à adolescência.

E o tema não poderia ser mais necessário: adolescência.

Uma fase cheia de mudanças, desafios, afastamentos, intensidade emocional, necessidade de pertencimento e busca por identidade.

Muitos pais chegam nessa etapa sem saber se devem acolher mais, impor mais limites, se aproximar ou dar espaço.

E é justamente sobre esse equilíbrio que vamos conversar: como olhar para o adolescente com mais compreensão, sem abrir mão dos limites que essa fase também precisa.

O curso é online e todos os módulos f**am gravados. Então, mesmo entrando agora, você recebe acesso às aulas anteriores e pode assistir no seu tempo.

Ainda dá tempo de participar e compreender melhor o desenvolvimento emocional do seu filho, da gestação à adolescência.

Para se inscrever, clique no link da bio e fale comigo.

maternidadeconsciente

16/05/2026

Muitas crianças dentro do espectro autista passam o dia inteiro tentando suportar estímulos, controlar desconfortos e parecer “bem” fora de casa.

E é justamente no ambiente em que se sentem seguras… que acabam desabando emocionalmente.

Por isso, muitas vezes os pais se confundem:
“Mas ele estava tão tranquilo antes.”

Nem sempre o comportamento difícil é desobediência.
Às vezes, é exaustão emocional.

Quando a criança encontra um lugar onde sente segurança, o corpo finalmente relaxa. E tudo aquilo que estava sendo segurado começa a aparecer.

O acolhimento não exige perfeição.
Exige presença, segurança emocional e tentativa de compreensão.

Seu filho não precisa que você saiba tudo.
Ele precisa sentir que pode existir sem medo no ambiente em que vive.

Envie esse vídeo para alguém que também precisa entender isso sobre crianças no espectro autista.

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14/05/2026

A gente passa anos tentando ser a mulher que esperam da gente.
A mãe perfeita.
A que não incomoda.
A que agrada.
A que silencia partes de si para continuar sendo aceita.

E, aos poucos, muitas mulheres vão deixando de existir dentro delas mesmas.

Mas filhos não precisam crescer vendo mães perfeitas.
Precisam crescer vendo mulheres reais.

Mulheres que sentem.
Que falham.
Que se posicionam.
Que recomeçam.
Que entendem que podem se perder por um tempo… e ainda assim se reencontrarem depois.

Quando uma mãe se permite existir de verdade, ela também ensina ao filho que ele não precisa viver tentando caber nas expectativas dos outros para merecer amor.

Talvez crescer emocionalmente também seja isso: perder a vergonha de ser quem você é.

Se esse vídeo fez você refletir, compartilhe com outra mulher que também precise ouvir isso hoje.

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09/05/2026

Neste Dia das Mães, que você receba de seus filhos e filhas o presente mais sincero:
o olhar que te enxerga por inteira — não como uma idealização, mas como a mulher real, forte e comum que sempre foi.
Comum na sua humanidade, na sua lida diária, nos seus erros e acertos.
Extraordinária na sua coragem de seguir amando, mesmo quando o mundo não te poupou.
Que te vejam como és: mulher de carne, memória e resistência.
E que, ao te olharem assim, sem véus, possam enfim te honrar de verdade —
não por ser perfeita, mas por ter escolhido, a cada dia, ser presente.

Se esse vídeo tocou você, envie para outra mãe que também precise ouvir isso hoje.

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Muitas vezes, a criança não está “fazendo drama”.Ela só ainda não aprendeu a explicar o que sente.Antes de saber falar s...
08/05/2026

Muitas vezes, a criança não está “fazendo drama”.
Ela só ainda não aprendeu a explicar o que sente.

Antes de saber falar sobre raiva, medo, frustração ou tristeza, o corpo fala por ela.

No choro.
Na birra.
No silêncio.
Na explosão.

E é por isso que ajudar uma criança a nomear emoções muda tanta coisa no desenvolvimento emocional dela.

Quando a criança aprende a reconhecer o que sente, ela passa a se comunicar melhor, desenvolver mais segurança emocional e criar relações mais saudáveis ao longo da vida.

E isso começa no adulto.

Não tentando controlar a emoção da criança o tempo todo.
Mas acolhendo, validando e ensinando que sentir não é errado.

Primeiro acolha.
Depois converse.

Esse carrossel é um convite para olhar o comportamento infantil com mais profundidade e menos julgamento.

Salva esse post para lembrar disso nos dias difíceis.
E envia para alguém que também precisa ler isso.

Endereço

Avenida Anízio Azevedo. Centro Médico Luiz Cunha, Sala 1107. Salgado Filho
Aracaju, SE
49025-570

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