Dr. Luiz Otávio Ladeira

Dr. Luiz Otávio Ladeira Sou um médico de outro mundo. Me formei em medicina pela UNIARA e meu CRM é 156.935.

Realizei residência pediátrica na Fundação Padre Albino (FAMECA) e ministro cursos de reanimação neonatal.

O sono dos bebês é uma das maiores dúvidas das famílias nos primeiros meses de vida. E entender o que é esperado em cada...
24/08/2026

O sono dos bebês é uma das maiores dúvidas das famílias nos primeiros meses de vida. E entender o que é esperado em cada fase pode ajudar a atravessar essas mudanças com muito mais tranquilidade.

No dia 30/08, estarei na Baby Expo Gestar & Crescer para conversar sobre “O sono dos bebês: entender para não surtar”.

Vamos falar sobre o que esperar do sono de um bebê nos primeiros meses de vida, por que ele muda tanto, quando essas variações costumam acontecer e, principalmente, como lidar com essas mudanças sem transformar cada fase em um problema.

Se você está vivendo essa fase ou se preparando para a chegada de um bebê, espero você por lá.

📅 30/08 | Domingo
📍 Alhambra Eventos
👶 Durante a programação da Baby Expo Gestar & Crescer

Envie para uma família que também precisa saber desse encontro.

🩺 Dr. Luiz Otávio Mortatti Ladeira
Pediatra
CRM 156935 | RQE 62864

21/08/2026

Agora a moda na internet é reclamar dos adolescentes e seu negócio de “farmar aura”.

Acho estranho? Obvio que sim. Mas tenho certeza que na nossa época muita coisa que fazíamos eram incompreendida pelos adultos. Cantar mamonas assassinas era praticamente um sacrilégio; Sergio Malandro e seus trejeitos eram, a meu ver, estranhíssimos; dançar É o Tchan parecia aceitável...

Agora é a vez de falar “six seven” e “farmar aura”, e está tudo bem.

Como já disse sabiamente Natiruts: “deixa o menino jogar, o iaiá”.

Deixemos de ser os adultos chatos, cringes e julgadores das estranhezas adolescentes que tanto criticamos anos atrás.

Enquanto essas brincadeiras não trouxerem mal para ninguém, é só isso que elas são: brincadeiras de uma geração.

Fazer o que se nessa geração uma brincadeira toma proporções imensas devido às redes sociais?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

Se você está amamentando, existe uma boa chance de já terem te dito que não podia comer um monte de coisa.Carne de porco...
14/08/2026

Se você está amamentando, existe uma boa chance de já terem te dito que não podia comer um monte de coisa.

Carne de porco, feijão, chocolate, pimenta, frutas cítricas, brócolis, repolho...

Durante muito tempo, e ainda hoje, essas recomendações fizeram parte da rotina de muitas mães. Mas hoje já existem evidências suficientes mostrando que a maior parte dessas restrições não tem respaldo científico.

Na prática, a mulher que amamenta pode manter uma alimentação variada, equilibrada e saudável, como a de qualquer outra pessoa.

As duas exceções que realmente merecem maior atenção são o álcool, que deve ser evitado, e o excesso de cafeína, que pode deixar alguns bebês mais irritados ou interferir no sono.

Fora isso, não há motivo para excluir alimentos apenas por medo de provocar cólicas ou desconforto no bebê. Na grande maioria das vezes, isso simplesmente não acontece.

Uma dica importante: se você precisar usar algum medicamento durante a amamentação e surgir alguma dúvida sobre a compatibilidade com o aleitamento, converse com seu médico. Caso ele não saiba a resposta naquele momento, existe uma excelente ferramenta que pode ser consultada.

O http://www.e-lactancia.org reúne informações atualizadas sobre a compatibilidade de medicamentos, fitoterápicos e outras substâncias com a amamentação e é uma referência utilizada por profissionais de saúde em diversos países.

Amamentar já traz desafios suficientes. Não faz sentido acrescentar restrições alimentares que a ciência não recomenda.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

O que um filho ensina a um pai?Quando um filho nasce, é natural que a primeira preocupação seja ensinar.Como cuidar.Como...
09/08/2026

O que um filho ensina a um pai?

Quando um filho nasce, é natural que a primeira preocupação seja ensinar.
Como cuidar.
Como preparar.
Como transmitir os valores que acreditamos serem importantes.

Mas existe uma pergunta que fazemos bem menos.
O que um filho pode ensinar aos pais?

Eles nos ensinam sobre amor.
Sobre paciência.
Sobre medo.
Sobre prioridades.
E, talvez mais do que tudo, nos ensinam sobre quem nós somos.

Criar um filho nunca foi um caminho de mão única.
A cada nova aventuras, também somos transformados.

Particularmente, há mais de um ano, mesmo à distância, Maria Tereza continua me ensinando todos os dias.

Talvez esse seja um dos maiores presentes que um filho possa oferecer.

Feliz Dia dos Pais.

E você...
O que seu filho tem te ensinado?

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

Uma das coisas mais difíceis na infância não é aprender. É deixar a criança aprender.Quando vemos um filho fazendo esfor...
07/08/2026

Uma das coisas mais difíceis na infância não é aprender. É deixar a criança aprender.

Quando vemos um filho fazendo esforço para vestir uma roupa, encaixar uma peça, subir um degrau ou sair de um lugar onde ficou “meio preso”, a vontade de ajudar aparece quase automaticamente. É um gesto de cuidado.

Mas, muitas vezes, é justamente nesse momento que acontece uma parte importante do desenvolvimento. Cada pequeno problema que a criança resolve por conta própria ensina muito mais do que a tarefa em si. Ela descobre que consegue. Que pode insistir. Que vale a pena tentar novamente quando algo não dá certo.

É assim que surgem habilidades motoras, cognitivas e emocionais que vão acompanhá-la por muitos anos.

Isso não signif**a abandonar a criança à própria sorte. O adulto continua presente, atento e garantindo que a situação seja segura e compatível com aquele momento do desenvolvimento. A diferença é que, em vez de resolver o problema, oferece um ambiente seguro para que ela tente resolvê-lo.

Na prática, quem mais precisa lidar com a frustração, muitas vezes, não é a criança. É o adulto. Porque assistir ao esforço de um filho desperta em nós a vontade de aliviar qualquer dificuldade imediatamente.

Mas desenvolvimento não acontece apenas quando ensinamos. Também acontece quando damos à criança a oportunidade de explorar, errar, tentar novamente e, finalmente, conseguir.

Às vezes, a melhor ajuda é simplesmente estar por perto. Sem fazer por ela aquilo que ela já é capaz de descobrir sozinha.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

05/08/2026

Os casos de sarampo voltaram a aparecer na região de São Paulo e muita gente se pergunta: por que tanto alarde por causa de uma doença que quase ninguém vê mais?

O sarampo é uma doença extremamente contagiosa. Costuma começar com febre alta, tosse, coriza, olhos vermelhos e, alguns dias depois, surgem as manchas vermelhas pelo corpo.

Na maioria das crianças, a evolução é boa. Mas algumas podem apresentar complicações importantes, como pneumonia, otite, diarreia grave, internação e até encefalite, uma inflamação do cérebro que pode deixar sequelas permanentes. Em casos mais graves, a doença pode levar ao óbito.

A boa notícia é que tudo isso pode ser prevenido com vacinação.

Talvez justamente por isso muita gente da minha geração nunca tenha visto um caso de sarampo. As vacinas foram tão eficientes que fizeram a doença praticamente desaparecer da nossa rotina.

O problema é que, quando deixamos de ver uma doença, ela também deixa de causar medo. Aos poucos, algumas vacinas são adiadas, outras acabam esquecidas e a cobertura vacinal diminui.

Quando isso acontece, o vírus encontra espaço para voltar a circular.

Foi por esse motivo que o Ministério da Saúde voltou a recomendar, temporariamente, a chamada dose zero da vacina contra o sarampo para bebês de 6 a 11 meses em alguns municípios da região de São Paulo.

Se você gosta de entender os dados antes de formar sua opinião, deixo abaixo alguns links oficiais do Ministério da Saúde:

• Situação epidemiológica do sarampo (casos e boletins oficiais):
https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/s/sarampo/situacao-epidemiologica

• Painel de Coberturas Vacinais (SI-PNI):
https://infoms.saude.gov.br/extensions/coberturas_vacinais/coberturas_vacinais.html

Vacinar não é apenas proteger uma criança.

É impedir que doenças que pareciam pertencer ao passado voltem a fazer parte do presente.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

31/07/2026

Muita gente não sabe que, quando o bebê começa a introdução alimentar, já está liberado oferecer leite de vaca.

Mas não para tomar.

O leite de vaca como bebida não deve fazer parte da alimentação do bebê nesse momento. Oferecer na mamadeira ou no copo não traz benefícios e não é recomendado.

Isso não signif**a que ele precise ser totalmente evitado.

O leite pode estar presente em preparações, como um purê, por exemplo. E o iogurte natural, feito apenas com leite e fermento, também pode ser oferecido desde o início da introdução alimentar.

Outra dúvida frequente é sobre alergia à proteína do leite de vaca.

Se você amamenta e consome leite e derivados, pequenas quantidades dessa proteína já passam para o bebê através do leite materno. Por isso, na maioria das situações, não faz sentido evitar esses alimentos sem uma orientação médica.

Na alimentação infantil, dentro de um contexto de escolhas saudáveis, praticamente todos alimentos já podem ser oferecidos desde os 6 meses de vida .

Se esse conteúdo ajudou a esclarecer essa dúvida, salve para consultar quando precisar ou envie para outra família que também esteja vivendo a fase da introdução alimentar.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

A infância é um chão que a gente pisa a vida inteira.Foi por isso que escolhi a Pediatria.Muita gente imagina que o trab...
27/07/2026

A infância é um chão que a gente pisa a vida inteira.

Foi por isso que escolhi a Pediatria.

Muita gente imagina que o trabalho do pediatra é tratar gripes, infecções, febre ou acompanhar o crescimento. E tudo isso faz parte da minha profissão.

Mas, para mim, existe uma missão ainda maior.
Ajudar as famílias a compreenderem o que está acontecendo com seus filhos. Entender por que determinados comportamentos aparecem. Explicar por que eles acontecem. E mostrar como podem ajudar seus filhos da forma mais adequada para que tenham a oportunidade de desenvolver todo o seu potencial.

Porque aquilo que uma criança vive hoje não f**a apenas na infância.
A forma como ela é compreendida, acolhida e cuidada ajuda a construir o adulto que ela será amanhã.

Talvez, daqui a muitos anos, ela não se lembre do meu nome. Nem das consultas. E está tudo bem.
Mas espero que tenha crescido cercada por adultos que aprenderam a enxergá-la com mais calma, mais segurança e mais compreensão.

Se eu conseguir contribuir, ainda que um pouco, para que isso aconteça...
Então acredito que estou cumprindo a missão que escolhi quando decidi ser pediatra.

Feliz Dia do Pediatra.
Seguimos cuidando da infância, porque ela é um chão que a gente pisa a vida inteira.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

26/07/2026

Às vezes, parece que, de uma hora para outra, o bebê mudou.

Mas, antes de qualquer coisa, é importante excluir causas orgânicas, como refluxo, alergias e outras condições que podem causar desconforto.

Se essas hipóteses já foram descartadas, pode ser simplesmente uma variação natural do desenvolvimento.

O desenvolvimento é contínuo.

As necessidades de um bebê de dois ou três meses são diferentes das necessidades de um bebê de quatro ou cinco meses.

Se a gente não vai organizando isso, mudando o jeito de cuidar, de ajudar o bebê a relaxar e de organizar o dia dele, é natural que pareça que tudo bagunçou.

Muitas vezes, o problema não é que existe alguma doença. É que o bebê cresceu e passou a ter outras demandas.

Entender isso ajuda a olhar para esse momento com mais tranquilidade e a adaptar os cuidados conforme o desenvolvimento acontece.

Se esse conteúdo fez sentido para você, salve para consultar quando precisar ou envie para outra família que também esteja vivendo essa fase.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

Como posso ajudar meu filho a voltar ao ritmo?Essa é uma preocupação muito comum nesta época do ano.A adaptação não come...
24/07/2026

Como posso ajudar meu filho a voltar ao ritmo?

Essa é uma preocupação muito comum nesta época do ano.

A adaptação não começa no primeiro dia de aula. Ela começa alguns dias antes, com pequenos ajustes na rotina.

Voltar aos poucos com os horários de dormir e acordar, reduzir o tempo de telas e conversar sobre como será a volta ajudam a criança a entender que uma nova fase está começando.

Também vale investir na previsibilidade. Contar quem vai levá-la à escola, quem vai buscá-la e como será o primeiro dia costuma trazer mais segurança.

E lembre-se: não espere que tudo volte ao normal logo no primeiro dia. A primeira semana costuma ser um período de adaptação para toda a família.

Com constância e paciência, a tendência é que a criança reencontre o próprio ritmo.

🩺 Dr. Luiz Ladeira
CRM 156935 | RQE 62864

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