Psicólogo André

Psicólogo André Psicologo Clínico André, psicanálise, especialista em psicoterapia Breve Psicanalítica, Mestrado

André Luiz - Psicólogo Clínico
Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Especialização em Psicoterapia Breve Psicanalítica - Instituto Sedes Sapientiae - São Paulo - SP
Mestrado em Psicologia Clínica - PUC / São Paulo

Os últimos oito dias foram intensos e inesquecíveis. Conhecer Belém do Pará foi mergulhar na história, na cultura e nas ...
02/08/2026

Os últimos oito dias foram intensos e inesquecíveis. Conhecer Belém do Pará foi mergulhar na história, na cultura e nas riquezas da Amazônia.
Belém é uma cidade de gastronomia única, que me surpreendeu em todos os sentidos.
Foi impossível não me encantar com os sabores do tacacá, do arroz de pato no tucupi, do vatapá paraense, do peixe filhote acompanhado de açaí e de tantos outros pratos que tive o privilégio de experimentar.
Visitar a Ilha do Combu, nadar em um igarapé e conhecer de perto um pouco da Floresta Amazônica transformaram essa viagem em uma experiência verdadeiramente especial.
Belém me acolheu com sua beleza, sua cultura e seu povo, que são pessoas super acolhedoras.
Amei o Mangal das Garças, o Teatro da Paz, o Mercado Ver o Peso, a Estação das Docas, a Catedral Metropolitana, o Forte do Presépio, o Restaurante Amazônia na Cuia e a Casa de Saulo - Casa das 11 janelas, e a Sorveteria Cairu.
Não poderia me esquecer do fato de ter conhecido o santuário de Nossa Senhora de Nazaré. Palco do Círio de Nazaré, que é uma das manifestações religiosas brasileiras mais grandiosas.
Obrigado .bmc pela companhia e por esses dias incríveis.
Volto para casa com a certeza de que levo comigo muito mais do que lembranças: levo histórias, sabores e experiências que ficarão para sempre na memória.
Quem venha o segundo semestre de 2026 com muito trabalho, saúde, paz e alegrias🙏🏻🥰

Geralmente, costumamos acreditar que perder não é bom ou que é sempre um fracasso. No entanto, muitas vezes nos mantemos...
22/07/2026

Geralmente, costumamos acreditar que perder não é bom ou que é sempre um fracasso.

No entanto, muitas vezes nos mantemos presos a pessoas, relações, papéis e expectativas que já não sustentam o nosso desejo, que não fazem mais sentido para nós ou que até nos fazem mal.

Mantemos estas relações pois abrir mão do outro/relação, implica enfrentar o luto e a angústia da perda, da mudança, da solidão, da liberdade.

Quando não conseguimos nos despedir do que já perdeu seu lugar em nossa história, a própria vida, por vezes, faz esse movimento por nós, como por exemplo: quando passamos por uma "tempestade", por problemas nos relacionamentos, por dúvidas e questionamentos existenciais ou quando perdemos o sentido da vida e de viver.

É fato que a tempestade dói, desorganiza e nos obriga a nos reconstruirmos. Mas... muitas vezes ela leva embora o que insistíamos em reter, e assim, abre espaço para que o novo emerja e voltemos a ver o sol brilhar novamente em nosso dia a dia.

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André Gonçalves
Psicólogo Clínico
CRP 06/112291

Mestrado em Psicologia Clínica - Psicanálise
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Mais de 13 anos de experiência clínica
Atendimento on-line e presencial em Araraquara - SP
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Nem todo problema precisa ser carregado por você, ou carregado sozinho (a). Muitas vezes, nosso sofrimento aumenta porqu...
21/07/2026

Nem todo problema precisa ser carregado por você, ou carregado sozinho (a).

Muitas vezes, nosso sofrimento aumenta porque assumimos responsabilidades que pertencem aos outros, na tentativa de ajudar ou achando que é nosso dever fazer ou retribuir o que nos foi feito.

Aprender a dizer NÃO, não é egoísmo, é um ato de coragem, de libertação, de maturidade emocional. Da mesma forma que aprender a dizer sim no momento correto também é.

Colocar limites nas pessoas e situações é necessário; assim como é importantíssimo reconhecermos a necessidade do autocuidado, para preservarmos nossa saúde física e mental.

Afinal, uma vida mais leve e saudável começa quando entendemos que nem tudo depende de nós, e que o outro nunca fará o que tem que fazer, se continuarmos fazendo por ele.

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Sim... existem pessoas com transtorno de personalidade narcisista que também podem apresentar traços borderline.Nesses c...
20/07/2026

Sim... existem pessoas com transtorno de personalidade narcisista que também podem apresentar traços borderline.

Nesses casos, o funcionamento psicológico predominante é o narcisista, caracterizado por autoestima dependente da admiração externa, necessidade de se sentir superior, exploração das relações em benefício próprio, pouca empatia e extrema sensibilidade às críticas.

Os traços borderline costumam aparecer em momentos de maior desorganização emocional, manifestando-se por explosões emocionais, impulsividade, medo intenso de rejeição, sensação de vazio e comportamentos autodestrutivos diante de perdas.

Em outras palavras, o conflito interno do narcisista pode ser resumido na seguinte frase:

"Tenho medo de que você descubra que não sou tão grandioso quanto aparento."

Ficou com alguma dúvida? Deixe sua pergunta nos comentários.

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O Transtorno de Personalidade Narcisista vai muito além da vaidade. É  caracterizado por um padrão persistente de grandi...
17/07/2026

O Transtorno de Personalidade Narcisista vai muito além da vaidade.
É caracterizado por um padrão persistente de grandiosidade, necessidade intensa de admiração e dificuldade em reconhecer os sentimentos e as necessidades das outras pessoas.

Apesar da aparência de autoconfiança, muitas vezes no narcisista existe uma autoestima frágil e extrema sensibilidade a críticas,a ponto de se alterar totalmente quando as recebe.

Principais características do Narcisista:
• Senso exagerado de importância.
• Necessidade constante de admiração.
• Dificuldade de empatia.
• Sentimento de que merece tratamento especial
• Tendência a utilizar as pessoas para alcançar seus próprios objetivos.
• Diminui o outro para se sentir grande.

Como identificar este Transtorno de Personalidade?
É importante observar se esses comportamentos são persistentes, se aparecem em diferentes contextos da vida e causam prejuízos nos relacionamentos, no trabalho ou na convivência social.

Importante: ter alguns traços narcisistas não significa, necessariamente, ter o transtorno.

O diagnóstico deve ser realizado por um profissional qualificado, após uma avaliação clínica cuidadosa. Evite rotular pessoas com base em vídeos ou publicações nas redes sociais.

Cada história é única e merece ser compreendida com responsabilidade e profundidade.

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Na prática clínica, é comum encontrar pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) com traços narcisistas. T...
16/07/2026

Na prática clínica, é comum encontrar pessoas com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB) com traços narcisistas. Também é possível que uma pessoa preencha critérios diagnósticos para ambos os transtornos ao mesmo tempo, embora isso seja menos frequente.

Como identifica-las:
O funcionamento central é borderline, apresentando: intenso medo de abandono; instabilidade emocional; relações intensas e ambivalentes; impulsividade e sensação crônica de vazio.

Os traços narcisistas aparecem como: necessidade de admiração e validação; dificuldade em reconhecer erros; sensação de ser especial; arrogância defensiva e desvalorização do outro quando se sente ferido.

No borderline com traços narcisistas a grandiosidade costuma ser uma defesa contra sentimentos profundos de desvalor e abandono.

De forma simplificada, o Borderline pensa: “Tenho medo de que você me abandone.”

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A agressividade no transtorno de personalidade borderline não é, em primeiro lugar, um desejo de destruir o outro. Ela c...
15/07/2026

A agressividade no transtorno de personalidade borderline não é, em primeiro lugar, um desejo de destruir o outro. Ela costuma ser uma tentativa desesperada de sobreviver ao medo do abandono.

Essa agressividade não se dirige apenas às outras pessoas. Muitas vezes, ela retorna contra o próprio sujeito, manifestando-se por meio de comportamentos autodestrutivos, culpa intensa ou automutilação.

Como sua vivência emocional costuma ser extremamente intensa e marcada por extremos, o borderline encontra grande dificuldade para regular seus afetos. Assim, podem ser experimentadas como acontecimentos profundamente devastadores.

Além disso, sua agressividade frequentemente expressa uma dor psíquica que ainda não encontrou palavras para ser simbolizada. É uma forma de comunicar um sofrimento que não conseguiu ser elaborado.

Outro aspecto importante é que a pessoa com transtorno de personalidade borderline tende a idealizar o outro, os relacionamentos e a própria vida. Quando a realidade rompe essa idealização, pode ocorrer uma desorganização emocional intensa, favorecendo reações impulsivas e agressivas.

Você conhece alguém com esse transtorno? Me conte nos comentários.

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Errar faz parte da condição humana. O problema não está no erro em si, mas na sua consequencia e na forma como nos relac...
14/07/2026

Errar faz parte da condição humana. O problema não está no erro em si, mas na sua consequencia e na forma como nos relacionamos com ele.

Negar o erro impede o aprendizado e nos mantém na ilusão de que nunca falhamos. Por outro lado, viver preso à culpa impede a transformação e nos condena a acreditar que nunca poderemos mudar.

Reconhecer um erro exige coragem e é o primeiro passo para as mudanças acontecerem.

Na perspectiva da psicanálise, o erro pode ser um importante caminho de autoconhecimento. Ele revela nossos limites, conflitos, desejos e formas de funcionamento.

Quando somos capazes de escutá-lo, em vez de apenas combatê-lo, o erro deixa de ser uma sentença e se transforma em oportunidade de crescimento.

Quando deixamos de gastar energia negando ou justificando nossos erros e investimos esta energia na reparação, passamos a construir um futuro diferente.

Lembre-se: a maturidade não está em nunca errar, mas em assumir a responsabilidade pelos próprios atos, reparar o que for possível e seguir em frente, mais consciente do que antes.

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Por que o preconceito mata o outro e a nós mesmos?O preconceito nasce de uma suposição. O próprio nome já diz: pré-conce...
08/07/2026

Por que o preconceito mata o outro e a nós mesmos?

O preconceito nasce de uma suposição. O próprio nome já diz: pré-conceito, ou seja, aquilo que vem antes do conceito. Em outras palavras, é uma ideia que formulamos sobre algo ou alguém antes de conhecermos a realidade.

O conceito, por sua vez, deveria corresponder aos fatos, e não à realidade que construímos em nossa mente ou àquilo em que apenas um grupo de pessoas acredita.

Quando projetamos no outro aquilo que imaginamos que ele seja, muitas vezes estamos projetando aspectos de nós mesmos que não conseguimos reconhecer ou aceitar. Da mesma forma, a raiva que direcionamos ao outro frequentemente é uma raiva dirigida a nós mesmos, mas que deslocamos para alguém de fora.

Quando agimos com preconceito, transformamos a diferença em ameaça. Deixamos de enxergar um sujeito e passamos a enxergar apenas um rótulo. Assim, o preconceito mata o outro ao negar sua humanidade, sua voz e seu direito de existir como é. Mas também mata em nós a possibilidade de sermos quem gostaríamos de ser e, muitas vezes, quem tememos ser.

O preconceito também nos mata porque empobrece nossa capacidade de amar o outro e a nós mesmos, de pensar com liberdade e de construir vínculos genuínos.

Reconhecer a singularidade de cada pessoa e respeitar sua liberdade de existir é um caminho para uma vida mais saudável e mais feliz. Afinal, muitos de nós vivemos aprisionados não apenas à opinião dos outros, mas também aos preconceitos que cultivamos sobre nós mesmos.

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Por que a tristeza da derrota na Copa do Mundo se torna a tristeza de um povo?Isso acontece porque, durante 90 minutos, ...
06/07/2026

Por que a tristeza da derrota na Copa do Mundo se torna a tristeza de um povo?

Isso acontece porque, durante 90 minutos, a seleção deixa de ser apenas um time e passa a representar uma parte da nossa identidade, dos nossos desejos, esperanças e do anseio de vencer, não apenas no futebol, mas também na vida.

Quando a seleção perde, é como se uma parte de nós também fosse derrotada. Nesse momento, podemos reviver perdas antigas, sonhos que não se concretizaram, desejos interrompidos, e sem perceber, trazer à tona lembranças de frustrações passadas.

Perder nunca é fácil. Seja a perda de um objeto, de um amor, de um sonho, de um trabalho ou até do orgulho que sentimos ao vestir simbolicamente as cores do nosso país. Quando o grupo ao qual pertencemos sofre uma derrota, é natural que também soframos. A psicanálise chama esse processo de identificação: investimos afetivamente em algo que passa a nos representar e, por isso, sentimos suas vitórias e derrotas como se fossem nossas.

Por outro lado, talvez o futebol nos emocione tanto, justamente porque nos lembra que apesar das diferenças, compartilhamos afetos, uma identidade nacional e as dificuldades de um povo que luta, diariamente, por uma vida mais digna.

Para lidar com a dor da derrota, procure olhar também para o que esses momentos nos proporcionam: famílias e amigos reunidos, conversas, abraços, memórias compartilhadas, a experiência de fazer parte de uma nação e, sobretudo, a oportunidade de aprender a conviver com as frustrações. São ganhos silenciosos, mas que deixam marcas importantes e produzem frutos que, muitas vezes, só percebemos com o passar do tempo.

E você? Como ficou após a derrota do Brasil para a Noruega? Me conte nos comentários.

André Gonçalves
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