Psicóloga Rita Cardoso

Psicóloga Rita Cardoso Atendimento Psicológico Individual, casal, família e Grupos. Palestras. Atendimento Psicológico. Psicoterapia Dinâmica Breve.

27/02/2026

O jovem Lucas Figueiredo Medeiros, de apenas 14 anos, aluno do Colégio Santa Maria, no Recife, desenvolveu uma bomba d’água movida a energia eólica feita com materiais recicláveis para levar água a famílias do Nordeste.

O protótipo, cerca de 70% mais barato que modelos tradicionais, usa a força do vento para puxar água de poços e reservatórios, podendo ser replicado em comunidades rurais com poucos recursos. A inovação já rendeu prêmios científicos nacionais e até reconhecimento internacional ao estudante.

O maior reconhecimento veio do exterior: Lucas conquistou um prêmio internacional em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes Unidos, voltado a iniciativas de energia limpa e soluções sociais de baixo custo. O feito colocou o estudante brasileiro entre jovens inovadores de destaque no cenário científico. 

24/01/2026

Um projeto criado por um estudante de 9º ano em Curitiba mostra como resíduos podem virar solução ambiental. Lucas Tadao Sugahara Wernick desenvolveu bandejas biodegradáveis feitas de casca de mandioca e grimpas de araucária que se decompõem em até três meses, enquanto o isopor pode levar séculos.

A ideia nasceu em 2023 nas aulas de iniciação científica, após Lucas conhecer a enorme quantidade de resíduos gerados pela indústria da mandioca. Ao testar diferentes composições, ele descobriu que a própria fécula da mandioca podia substituir a cola sintética, criando um material firme e totalmente natural que desapareceu em apenas 30 dias nos te**es de biodegradação.

O projeto já rendeu bolsas de estudo da UFPR e do Instituto Araucária, além de reconhecimento nacional. Agora, o jovem pesquisador planeja expandir os experimentos para criar placas sustentáveis voltadas à arquitetura e ao design, mostrando como a ciência pode começar cedo e gerar impacto real.

29/12/2025

Aos dezesseis anos, Mary escondeu a irmã de apenas três meses debaixo do próprio casaco no Trem dos Órfãos com destino ao Kansas, em 15 de julho de 1902.

O orfanato havia sido claro: bebês e adolescentes não eram colocados juntos. As famílias queriam um ou outro. Mary deveria embarcar sozinha; a irmã seria enviada para outro destino. A separação era considerada normal.

Mary se recusou.

Ela tirou o bebê do berçário, envolveu-o com cuidado, escondeu-o sob o casaco e subiu no trem. Se fosse descoberta, as duas seriam devolvidas a Nova York. Mary respirou fundo e rezou.

Durante duas horas, o bebê não chorou. Mary segurava o casaco com força, sentindo o pequeno corpo quente contra o peito. Outras crianças notaram o volume sob o tecido. Entenderam imediatamente. Ninguém disse uma palavra. Órfãos protegiam uns aos outros.

Na primeira parada, famílias se reuniram para escolher crianças. Mary desceu do trem com o coração disparado, o casaco pesado apesar do calor de julho. Um casal de fazendeiros se aproximou. Procuravam uma menina forte para ajudar nos afazeres da casa. Mary concordou rápido demais.

A mulher estreitou os olhos e perguntou por que Mary usava um casaco tão grosso naquele calor. Mary disse que estava com frio. Depois disse que estava doente. Qualquer coisa, menos a verdade.

Um fotógrafo registrou o momento. Mary descendo do trem. O casaco inchado por um segredo. O medo estampado no rosto. Outras crianças observando em silêncio. A imagem congelou a crueldade de um sistema que separava famílias porque era mais conveniente assim.

Então o bebê chorou.

A mulher exigiu que Mary abrisse o casaco. Mary recuou em direção ao trem. Chamaram os responsáveis.

Antes que chegassem até ela, um fazendeiro mais velho deu um passo à frente. Um viúvo chamado Thomas, que observava tudo em silêncio.

— Eu fico com as duas — disse ele. — A menina e o bebê.

Mary caiu em lágrimas, perguntando se ele falava sério. Thomas assentiu. Contou que havia perdido a própria família para uma febre. Ele entendia.

Mary e a irmã viveram com Thomas por oito anos. Ele as tratou como filhas, nunca como mão de obra. Quando Mary completou vinte e quatro anos, ele lhe entregou a fazenda.

— Você é a filha que perdi — disse ele. — Esta é a sua casa.

Mary criou a irmã ali. Mandou-a para a escola. Viveu naquela terra por sessenta e três anos.

Quando Mary morreu, em 1973, aos oitenta e sete anos, a irmã colocou aquela fotografia no funeral e contou a história:

“Mary me escondeu sob o casaco e arriscou tudo para que ficássemos juntas. Thomas nos salvou ao escolher pessoas em vez de regras. Aquela foto mostra o momento em que poderíamos ter perdido tudo. Em vez disso, encontramos um pai, um lar e uma vida. Estou viva e inteira porque minha irmã se recusou a me deixar para trás.”

28/08/2025
13/05/2021

Ficar em casa de quarentena não precisa ser uma angustiante prisão, mas um ninho de proteção. Depende do olhar que lançamos à situação. Essa coisa de ficar consigo mesmo, fatalmente tem nos levado a autorreflexão. Isso pode ser produtivo embora doloroso. E mais do que nunca, estamos sendo chamados à empatia, a lembrar-nos que o que fazemos afeta o outro. Sim, somos uma teia, precisamos uns dos outros, é da nossa natureza.

13/05/2021

Nessa Pandemia...
... temos a chance de compreender que o mundo é uma máquina em que todos somos corresponsáveis para as engrenagens funcionarem. E, quem diria, a tecnologia passa a ser uma ferramenta para unirmos, ela que outrora nos distanciava, agora no une e, isso mostra que se pode usar tecnologia sem usado por ela. Tudo depende de como fazemos.

13/05/2021

Nessa realidade atípica de Pandemia, precisamos ainda mais uns dos outros, apesar do isolamento social. Isso nos remete a um escrito de Arthur Schopenhauer sobre o dilema do porco-espinho. Na era glacial, esses porcos precisavam viver juntos para se aquecerem do intenso frio, mas acabavam se machucando entre si com seus espinhos. Então decidiram que cada um seguiria seu rumo, isolado, mas aí foram morrendo de frio, e precisaram se unir novamente, porém, mantendo uma distância segura, nem tão próximos, nem tão distantes, um meio termo necessário a sobrevivência.
De certa forma, estamos passando pelo mesmo dilema do porco-espinho, precisamos ficar em isolamento social por necessária proteção contra o corona vírus, mas clamamos por apoio e afeto de nossos amigos e familiares. Precisamos de um meio termo, cada um na sua, mas colaborando com o todo de alguma forma. É nessas horas que compreendemos como necessitamos uns dos outros, como precisamos de abraços...

13/05/2021

Como se informar sem se desinformar na Pandemia?
Se por um lado precisamos nos munir de informações, por outro precisamos restringir nosso acesso a noticiários, pois, corremos o risco de padecermos de uma certa paranoia coletiva. Assistir a noticiários demasiadamente gera medo, e esse medo nos distancia da realidade. Sem falar nas famosas "f**k news". Parece que nessa era da Informação corremos o risco de ler e nos desinformarmos. Haja discernimento! Cuidado com as fontes de leituras, cuidado com sua saúde mental!

13/05/2021

Um vírus em forma de coroa
Mais de um ano de isolamento social. Mais de um ano com a sensação de viver num filme de ficção científica. Mas é tudo real, embora muitos não acreditem e vivam num perigoso negacionismo. Estamos cansados de tudo isso, é verdade, mas a prevenção ainda é o melhor remédio. E fechar os olhos para a realidade não nos livra desse mal. Não estamos no cinema nem num jogo de faz de conta. O momento, ainda é de disciplina e cooperação

Bom dia! Já ouviu falar em Orientação Psicológica Online?
25/09/2018

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Ficamos quase sempre sem entender o que levou uma pessoa a esse gesto extremo. E, dificilmente é possível encontrar uma ...
05/09/2018

Ficamos quase sempre sem entender o que levou uma pessoa a esse gesto extremo. E, dificilmente é possível encontrar uma pessoa que não tenha na família ou no ciclo de amizades uma história de tentativa ou consumação de suicídio Isso sem falar naqueles que, silenciosamente, já cogitaram dar fim à sua vida.
Quem planeja suicídio se vê dividido entre o querer e o não querer viver. Na verdade ela quer se livrar de uma dor intolerável e isso acaba custando sua própria vida. Doenças como Depressão, Esquizofrenia e Alcoolismo propiciam o suicídio. Questões sociais ou qualquer sentimento de inadequação desamparo e desespero também.
É necessário que quebrar o Tabu do silêncio. Tocar neste assunto não estimula o ato, como muitos acreditam. Pelo contrário, é uma das formas de prevenção

Hoje é dia da Psicóloga (o). Àqueles que estiveram sob meus cuidados, obrigada pela confiança! Tem valido muito à pena.....
27/08/2018

Hoje é dia da Psicóloga (o). Àqueles que estiveram sob meus cuidados, obrigada pela confiança! Tem valido muito à pena...

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Arcos, MG
35588000

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