Débora Gonçalves - Psicologia

Débora Gonçalves - Psicologia 🍃 Ajudo mulheres a sobreviverem as crises da vida adulta com menos ansiedade (e bom humor)
〰️ Pós-graduanda em TCC| CRP 8/37402
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Você sente que sempre espera pelo pior quando se apaixona?E se o problema não for o amor, e sim o medo de se permitir vi...
20/06/2025

Você sente que sempre espera pelo pior quando se apaixona?

E se o problema não for o amor, e sim o medo de se permitir viver algo novo sem carregar os traumas do passado?

Porque, pra você, amor e dor sempre andaram juntos. E toda vez que algo parece bom demais, surge aquela voz dizendo:
“Isso não vai durar”, “e se a pessoa não mudar?”, “e se você gostar mais dela do que ela de você?” ou “e se tudo der errado, de novo?”.

O medo do abandono faz você esperar que todos vão te deixar, até que…

➡️ Você se afasta antes que possa te machucar

➡️ Aceita menos do que merece, com medo de ser rejeitada

➡️ Esconde o que sente para não criar desconfortos

➡️ Escolhe pessoas emocionalmente indisponíveis

Mas será que isso realmente te protege?

E você já parou pra pensar que as formas como recebemos amor na infância influenciam diretamente nossas escolhas nos relacionamentos?

Nossas experiências familiares e a maneira como recebemos amor moldam nossas referências nas relações. Ou seja, se você cresceu aprendendo que amor vem com condições, críticas ou ausência, talvez receber carinho sem medo pode aparecer um desafio.

Talvez não exista um jeito 100% seguro de amar, mas se proteger do amor também não evita a dor, só impede as boas histórias de acontecerem e de você ressignificar o que um dia foi sofrimento em uma nova de forma de afeto. E será que o que te assusta é o amor dos outros ou a ideia de que você realmente merece ser amada?

✖️Você também já esperou pelo pior, mesmo querendo acreditar no melhor? Me conta aqui nos comentários!

Quantas vezes você pegou o celular sem nem perceber? Rolou o feed por minutos (ou horas) só pra fugir do que estava sent...
20/06/2025

Quantas vezes você pegou o celular sem nem perceber? Rolou o feed por minutos (ou horas) só pra fugir do que estava sentindo?

Ou jurou que estava só “dando uma olhadinha”, mas quando viu:

➡️ 2 horas no TikTok
➡️ 35 abas abertas no Google
➡️ Um doutorado sobre a treta de dois famosos que você nem conhece

Você já viu como, sem nem pensar, a gente abre uma rede social quando sente algo que não sabe nomear? Tristeza, solidão, ansiedade, cansaço…

E lá vamos nós, deslizando o dedo na tela como se isso fosse apagar o que sentimos por dentro, até que o ciclo continua:

Você sente um vazio → Pega o celular.

Está ansioso → Pega o celular.

Quer esquecer um problema → Pega o celular.

(A tela apaga) → O vazio ainda está lá.

E o sentimento que você queria evitar? Continua lá, só que agora com 5% de bateria.

A verdade é que a gente aprendeu a fugir das emoções como se elas fossem um problema a ser resolvido, mas sentir não é um erro ou não deveria ser, e ignorar não faz com que elas desapareçam.

E se, ao invés de fugir, você tentasse entender o que está sentindo? Porque nenhuma rolagem infinita vai preencher esse vazio ou vai te ajudar a compreender o que realmente está acontecendo aí dentro.

Saiba que tá tudo bem buscar distração de vez em quando, mas cuidado para não transformar fuga em rotina. Você já usou o celular pra fugir das suas emoções? 👀👀

Endereço

Assis Chateaubriand, PR

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