Pamela Eiras

Pamela Eiras Médica Ginecologista e professora na Universidade São Francisco.

Formada desde 2009 e com residência pelo PNR/ MEC em Ginecologia e Obstetrícia Hospital Universitário São Francisco/SP

24/08/2026

Tem dias em que parece que você sente tudo ao mesmo tempo.

Raiva, irritação, vontade de chorar, ansiedade… e, às vezes, tudo isso muda em questão de horas.

Mas será que os hormônios podem estar envolvidos?
A saúde mental é complexa e não pode ser resumida aos hormônios.

Porém, nas mulheres, as oscilações hormonais ao longo do ciclo e em diferentes fases da vida podem, sim, conversar com o nosso humor e bem-estar.

Por isso, não faz sentido olhar apenas para um sintoma isolado.
Sono. Ciclo menstrual. Hormônios. Rotina. Saúde física e emocional.

Se você percebe que seu humor mudou ou que essas oscilações estão interferindo na sua qualidade de vida, vale investigar com mais cuidado.

E me conta: você também percebe seu humor mudando de acordo com a fase do seu ciclo?

Essa semana eu participei de um evento com grandes especialistas e referências em endometriose, e tive ainda mais a cert...
23/08/2026

Essa semana eu participei de um evento com grandes especialistas e referências em endometriose, e tive ainda mais a certeza de que estou no caminho certo. De que o diagnóstico e o tratamento bem feito muda a vida de uma mulher!

O objetivo principal do evento foi a importância de bons exames (e especialistas) para diagnóstico e planejamento cirúrgico.

Eu sempre falo para as minhas pacientes:
“ Ter um exame bem feito é um investimento e é a partir dele que iremos planejar o seu tratamento.”

Parece absurdo, mas, no estado de São Paulo, ainda se demora de 7 a 10 anos para o diagnóstico da doença, desde o início dos sintomas.

O que muito me revolta!!!

Muitas mulheres sofrem por uma vida inteira, e quantas descobrem na perimenopausa, ou até mesmo após!

Precisamos mudar essa cultura de que é coisa de mulher, mulher sofre mesmo, não aguenta a dor, e tantas outras frases….
Aliás, que tipo de frase você já ouviu?

Como tem sido a sua história com a endometriose?

20/08/2026

Menopausa não começa quando chega o primeiro calorão. E talvez seja por isso que tantas mulheres demoram para perceber que algo já está mudando.

Esquecimentos, dificuldade de encontrar palavras, sono que já não é o mesmo, mudanças no corpo, ganho de gordura abdominal, dores articulares, perda de massa muscular, alterações na pele e no cabelo…

Às vezes, os sinais são sutis. Mas quando você começa a juntar as peças, muita coisa passa a fazer sentido.

Se você está nos 40+ e sente que seu corpo não responde mais como antes, vale olhar para essas mudanças com mais atenção.

E por aí: qual foi a primeira mudança que você percebeu?
Me conta nos comentários.

19/08/2026

Tem perguntas que parecem inocentes para quem faz, mas podem tocar exatamente na ferida de quem escuta.

“E os filhos?”
“Não vai casar?”
“Está esperando o quê?”

Você não sabe se existe uma endometriose por trás dessa história.
Não sabe se existem tentativas, perdas, medo, infertilidade ou simplesmente uma escolha que não precisa ser justificada.

Nem toda curiosidade precisa virar pergunta.

Antes de perguntar sobre maternidade, casamento ou qualquer decisão tão íntima, pense: eu realmente preciso saber disso ou estou apenas cobrando do outro uma vida que eu considero “normal”?

Às vezes, respeito também é saber o que não perguntar.

E se você lembrou daquela pessoa que adora fazer esse tipo de pergunta… pode mandar este vídeo. Como indireta ou como direta mesmo. 😅

17/08/2026

A dor pode até ser comum. Mas isso não significa que ela seja normal.

Quando a cólica te faz cancelar compromissos, faltar ao trabalho, mudar planos ou organizar a vida em torno do seu ciclo menstrual, ela merece ser investigada.

Muitas mulheres passam anos acreditando que “na minha família todas sofrem assim” e justamente por isso acabam demorando para buscar respostas.

Endometriose e adenomiose podem estar por trás de dores que foram normalizadas por tempo demais.

Me conta: você também cresceu ouvindo que “mulher sofre mesmo”?

E se esse vídeo te fez lembrar de alguém, envie para ela.

A maturidade vai mudando aquilo que a gente considera valioso. Agora quero saber de você: o que você acrescentaria nessa...
16/08/2026

A maturidade vai mudando aquilo que a gente considera valioso.

Agora quero saber de você: o que você acrescentaria nessa lista?

15/08/2026

Reflexiva por aqui…

Não controlamos nada, a vida muda rápido demais!!!

13/08/2026

Quando uma mulher passa anos convivendo com dor incapacitante, sangramento intenso, anemia, cansaço e limitações na vida pessoal, profissional e sexual, existe um impacto real ,mesmo quando os exames parecem mostrar “pouca coisa”.

Na endometriose, a intensidade dos sintomas nem sempre acompanha aquilo que conseguimos enxergar nos exames. E é justamente por isso que uma investigação adequada e um olhar especializado fazem tanta diferença.

Nenhuma mulher deveria precisar provar o tamanho da própria dor para ser levada a sério.

Dor não é frescura. Dor persistente precisa ser investigada.

Compartilha esse vídeo com alguma amiga que precisa ouvir essa história.

12/08/2026

Dor não deve ser normalizada.

A endometriose pode ter um impacto enorme na qualidade de vida e, em algumas situações, a extensão dos sintomas não é proporcional ao que aparece em um exame de imagem.

Por isso, quando uma mulher relata dor persistente, incapacitante ou que interfere na sua vida, ela precisa ser ouvida e investigada de forma adequada.

Não é sobre dizer que toda dor é endometriose. É sobre não minimizar a dor de uma mulher.

É possível buscar tratamento, controle dos sintomas e qualidade de vida.

Se você conhece uma mulher que vive com dor crônica e que já ouviu que “é assim mesmo”, encaminhe esse vídeo para ela.

10/08/2026

Por muito tempo, nós mulheres fomos ensinadas sobre tudo o que não deveríamos fazer quando o assunto era sexualidade.

Não se toque.
Não demonstre demais.
Não fale sobre isso.
“Isso não é coisa de mulher direita.”

Mas quem nos ensinou que o s**o também pode e deve ser prazeroso para nós?

Com o passar dos anos, acumulamos funções, responsabilidades, relacionamentos de longa data… e, para algumas mulheres, a vida sexual deixa de ser uma escolha e começa a ocupar o lugar do “eu tenho que”.

E eu quero te propor uma mudança:

“Eu escolho ter uma vida sexual satisfatória porque isso também é importante para mim.”

E existe outro ponto fundamental: conhecer o próprio corpo.

Como esperar que a sua parceria saiba exatamente do que você gosta se, muitas vezes, nem você teve a oportunidade de descobrir?

Se tocar, explorar o próprio corpo, entender quais estímulos são prazerosos e conseguir comunicar isso à sua parceria também fazem parte de uma sexualidade saudável.

Prazer feminino não deveria ser motivo de culpa, vergonha ou obrigação.

Você também merece uma vida sexual satisfatória. ❤️

Faz sentido pra você ?

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