22/02/2026
O “e se?” é pequeno na frase,
mas enorme na mente.
“E se eu falhar?”
“E se não der certo?”
“E se me julgarem?”
“E se eu não for capaz?”
Ele nasce como dúvida,
mas cresce como insegurança.
O “e se?” tenta prever o futuro para nos proteger.
Mas, muitas vezes, nos paralisa antes mesmo de tentar.
Ele cria cenários,
roteiros catastróficos,
finais antecipados.
E quanto mais escutamos esse sussurro,
mais o corpo entra em alerta,
mais a confiança diminui.
A insegurança não vem só do que pode acontecer, vem da história que contamos sobre o que pode acontecer.
E quase sempre essa história é a pior possível.
Mas existe um contraponto silencioso:
“E se der certo?”
“E se eu aprender?”
“E se eu for mais forte do que imagino?”
O “e se?” não precisa ser inimigo.
Ele pode ser questionado.
Nem toda dúvida é verdade.
Nem toda possibilidade é ameaça.
🌿 Às vezes, o que chamamos de insegurança é apenas a mente tentando evitar riscos, esquecendo que viver também exige coragem.