Tulipas Casa das Terapias Integrativas

Tulipas Casa das Terapias Integrativas Terapia Integrativa e Complementar que procura a integração do cliente/paciente, com uma visão holística, considerando corpo, mente e espírito.

Sendo acolhido como um Ser Integral. Complementando e incluindo opções de tratamentos Terapêuticos.

Muitas vezes acreditamos que escolhemos livremente a forma como amamos, reagimos, decidimos e construímos nossas relaçõe...
02/08/2026

Muitas vezes acreditamos que escolhemos livremente a forma como amamos, reagimos, decidimos e construímos nossas relações.

Mas, antes de sermos adultos, fomos filhos.

Antes de fazermos escolhas conscientes, aprendemos a viver observando aqueles que vieram antes de nós.

A boa notícia é que tomar consciência dessa programação não nos aprisiona.

Pelo contrário.

Nos devolve a liberdade de fazer escolhas mais conscientes, honrando nossa história sem precisar repeti-la.

E quando ocupamos o nosso lugar, deixamos de transmitir aos nossos filhos aquilo que um dia também carregamos.

Lucimara Fernandes

Terapeuta Sistêmica
Mentora de Conciliação Familiar
Análise de sintomas e padrões nas relações

A Terapia Sistêmica considera princípios que auxiliam na compreensão dessas dinâmicas.HierarquiaCada pessoa possui um lu...
30/07/2026

A Terapia Sistêmica considera princípios que auxiliam na compreensão dessas dinâmicas.

Hierarquia

Cada pessoa possui um lugar dentro do sistema familiar. Quando ocupamos um lugar que não é o nosso, surgem compensações.

Pertencimento

Todos fazem parte da história familiar, independentemente das escolhas que fizeram.

Excluir alguém não apaga sua existência; apenas fortalece sua influência inconsciente sobre o sistema.

Equilíbrio entre Dar e Receber

Relações saudáveis precisam de reciprocidade.

Quando damos além do que o outro consegue receber, criamos peso.

E, muitas vezes, quem recebe se afasta não por falta de amor, mas porque não suporta permanecer em dívida.

Talvez a verdadeira cura não esteja em mudar quem veio antes de nós.

Talvez ela comece quando ocupamos, com humildade, o nosso lugar.

Porque, quando um adulto cura a criança que carrega dentro de si, deixa de pedir ao mundo aquilo que apenas sua própria consciência pode oferecer.

E então, pela primeira vez, o amor deixa de ser uma cobrança para se tornar uma escolha.

Fez sentido para você?

Comente e compartilhe com quem precisa conhecer esse olhar para construir relações mais saudáveis.

Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica
Mentora de Conciliação Familiar
Análise de sintomas e padrões nas relações

Muitas pessoas passam anos tentando mudar comportamentos, relacionamentos ou resultados, sem perceber que continuam olha...
27/07/2026

Muitas pessoas passam anos tentando mudar comportamentos, relacionamentos ou resultados, sem perceber que continuam olhando apenas para os efeitos, enquanto a origem permanece invisível.

A Terapia Sistêmica amplia esse olhar.

Ela nos convida a compreender como as relações familiares, as experiências vividas e as histórias das gerações anteriores podem influenciar a forma como sentimos, escolhemos e nos relacionamos.

Não para encontrar culpados.

Mas para desenvolver consciência, reconhecer padrões, ressignif**ar histórias e construir novos caminhos.

Quando compreendemos a origem, abrimos espaço para escolhas mais livres e relações mais saudáveis.

E quanto mais organizamos nossas próprias experiências, menor tende a ser a interferência delas na vida de nossos filhos e das gerações que virão. Assim, eles podem caminhar com menos bagagens ancestrais e mais liberdade para viver a própria história.

Por amor, cure a criança que existe em você. O adulto emerge.

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que também pode se beneficiar desse olhar.

Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica
Mentora de Conciliação Familiar
Análise de sintomas e padrões nas relações

Se este conteúdo fez sentido para você, compartilhe com alguém que também pode se beneficiar desse olhar.

Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica
Mentora de Conciliação Familiar
Análise de sintomas e padrões nas relações

O que é a Terapia Sistêmica?A Terapia Sistêmica é uma abordagem que observa como nossas relações familiares, experiência...
24/07/2026

O que é a Terapia Sistêmica?

A Terapia Sistêmica é uma abordagem que observa como nossas relações familiares, experiências vividas e histórias das gerações anteriores podem influenciar nossa vida atual.

Muitas vezes carregamos, sem perceber, padrões, comportamentos, emoções e lealdades inconscientes que nos mantêm repetindo situações semelhantes, mesmo quando desejamos mudanças.

Esse olhar considera princípios sistêmicos observados por Bert Hellinger:

• Pertencimento: todos os membros da família têm o direito de pertencer. Quando alguém é excluído, esquecido ou rejeitado, o sistema tende a buscar formas de compensação.

• Hierarquia ou Ordem: cada pessoa ocupa um lugar dentro do sistema familiar. Quando essa ordem é invertida, podem surgir dificuldades em diferentes áreas da vida.

• Equilíbrio entre Dar e Receber: relações saudáveis tendem a buscar equilíbrio nas trocas, especialmente entre adultos.

A Terapia Sistêmica pode auxiliar na compreensão de questões como:

• Dificuldades nos relacionamentos afetivos;
• Separações e divórcios repetitivos;
• Traições;
• Solidão e dificuldade para encontrar ou manter um parceiro;
• Conflitos familiares;
• Dificuldades na relação entre pais e filhos;
• Escassez financeira;
• Dificuldades profissionais e empresariais;
• Falências e perdas patrimoniais;
• Sensação de não prosperar apesar dos esforços;
• Lutos não elaborados;
• Impactos de mortes precoces;
• Abortos espontâneos ou provocados;
• Exclusões familiares;
• Adoções;
• Doenças recorrentes no sistema familiar;
• Repetição de padrões entre gerações;
• Histórias de abandono, rejeição e violência;
• Suicídios ocorridos no sistema familiar e seus possíveis impactos nas gerações seguintes.

A Terapia Sistêmica não busca culpados.

Seu propósito é ampliar a consciência, compreender as dinâmicas familiares e favorecer novos caminhos para que cada pessoa ocupe seu lugar na própria história, vivendo com mais equilíbrio, autonomia e leveza.

Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica
Mentora de Conciliação Familiar
Análise de sintomas e padrões nas relações

Muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que precisam resolver um problema específico.Uma traição.Um filho que a...
23/07/2026

Muitas pessoas chegam ao consultório acreditando que precisam resolver um problema específico.

Uma traição.

Um filho que adoece repetidamente.

Um casamento sem diálogo.

Conflitos entre irmãos.

Dificuldades financeiras.

A falência de uma empresa.

Na Terapia Sistêmica, frequentemente percebemos que a queixa é apenas a parte visível de uma história muito maior.

Nem sempre o sofrimento começa onde ele aparece.

Há memórias, vínculos, lealdades inconscientes e desordens familiares que permanecem atuando até que alguém tenha coragem de olhar para elas.

Retirar esses véus nem sempre é confortável.

Mas é esse movimento que pode interromper repetições e abrir espaço para uma nova forma de viver as relações.

Nem tudo começa em você.

Mas pode terminar em você.

Se este conteúdo fez sentido para sua história, compartilhe com alguém que também precise refletir sobre isso.

Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica
Mentora em Conciliação Familiar
Análise de sintomas e padrões nas relações

📍 Atendimento presencial em Barueri e on-line

Casamento ConciliaçãoFamiliar LealdadesInconscientes Psicogenealogia Epigenética TraumasFamiliares

Nem toda mulher que controla gosta de controlar.Muitas apenas aprenderam, sem perceber, que alguém precisava sustentar a...
22/07/2026

Nem toda mulher que controla gosta de controlar.

Muitas apenas aprenderam, sem perceber, que alguém precisava sustentar a família para que ela não desmoronasse.

Foi assim que começaram a resolver antes, decidir antes, proteger antes e carregar mais do que lhes pertencia.

Com o tempo, confundiram amor com responsabilidade.

Cuidado com controle.

Apoio com substituição.

E parceria com sobrecarga.

O paradoxo é que, tentando construir um casamento diferente daquele que presenciaram, muitas acabam ocupando exatamente o lugar que um dia criticaram.

Enquanto assumem tudo, o outro encontra cada vez menos espaço para desenvolver iniciativa, responsabilidade e segurança.

Isso não faz dele o culpado.

Nem faz dela a culpada.

Os dois carregam histórias.

Modelos.

Lealdades.

Aprendizados.

Aquilo que vivemos na infância não determina o nosso destino, mas pode influenciar profundamente a forma como nos relacionamos, até que tenhamos consciência e escolhamos fazer diferente.

Quando a mulher deixa de ocupar o lugar de mãe e retorna ao lugar de companheira, ela deixa de carregar o outro para caminhar ao lado dele.

E quando o homem encontra espaço para assumir seu lugar, ambos têm a oportunidade de construir uma relação mais madura.

Ir além da história dos nossos pais não é rejeitá-los.

É honrar o caminho que eles percorreram e escolher avançar um pouco mais.

🤍 Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica

16/07/2026

“Toda família floresce quando ninguém precisa ser esquecido.”

Há alguns dias preparei este pequeno espaço na minha casa.

Nele há uma fotografia da minha família: minha mãe, que me deu a vida e hoje permanece viva em mim; minha irmã, que também partiu; meus irmãos, sobrinhos, cunhados e aqueles que seguem caminhando ao meu lado.

Há também dois anjinhos representando meus netos que não puderam permanecer nesta vida.

Uma lembrança do chá de bebê da Alícia, que em breve chegará para ampliar nossa família.

Vela aromática acesa, e detalhes criados pela minha filha, Gisele, da . Um detalhe que tornou esse momento ainda mais signif**ativo para mim.

Não porque eu viva olhando para o passado.

Mas porque acredito que a paz nasce quando damos um lugar de amor à nossa história.

Na compreensão sistêmica da vida, aquilo que tentamos esquecer não deixa de existir.

Pessoas que partiram, os que vieram por pouco tempo, relacionamentos, sonhos interrompidos… tudo continua pertencendo à história da família.

Quando reconhecemos esse lugar, algo dentro de nós também encontra o seu.

Criar um espaço como esse não é um ritual obrigatório.

É apenas uma forma simbólica de dizer:

“Eu vejo vocês.”

“Gratidão por fazerem parte da minha história.”

“Vocês pertencem.”

E, ao mesmo tempo:

“Agora eu sigo vivendo a vida que recebi.”

A verdadeira homenagem aos que vieram antes de nós não é permanecer presos à dor.

É viver com mais presença, mais consciência e mais gratidão.

Porque o amor não depende da presença física.

Ele continua existindo quando a lembrança deixa de ser sofrimento e passa a ser pertencimento.

🤍 Talvez hoje seja um bom dia para olhar para a sua própria história.

Não apenas para quem ficou.

Mas também para quem veio, partiu, foi esquecido ou nunca pôde permanecer.

Quando cada um encontra seu lugar na memória e no coração, a vida volta a encontrar espaço para florescer.





Talvez essa pergunta seja mais difícil do que parece.Porque ninguém cria uma identidade por acaso.Ela nasce de adaptaçõe...
16/07/2026

Talvez essa pergunta seja mais difícil do que parece.

Porque ninguém cria uma identidade por acaso.

Ela nasce de adaptações.

Em algum momento da vida, o seu cérebro entendeu que aquele era o jeito mais seguro de continuar pertencendo.

Ser forte.
Ser a boazinha.
Ser indispensável.
Ser perfeita.
Não incomodar.
Resolver tudo.
Cuidar de todos.

Com o tempo, você deixou de interpretar esse papel.

Passou a acreditar que ele era você.

E aqui existe um paradoxo que quase nunca percebemos:

Aquilo que um dia protegeu a sua história pode estar limitando o seu futuro.

A psicogenealogia nos convida a olhar para outra possibilidade:

E se parte da forma como você vive não tiver começado apenas com você?

E se algumas maneiras de amar, de se defender, de silenciar ou de controlar tiverem sido aprendidas muito antes de você nascer, dentro da história da sua família?

Não para justif**ar.

Nem para procurar culpados.

Mas para recuperar uma liberdade que talvez nunca tenha sido totalmente sua.

Então f**a uma última pergunta:

O que existe de mais verdadeiro em você… depois que todas as máscaras de sobrevivência caem?

🤍 Lucimara Fernandes
Terapeuta da Saúde Emocional | Mentora de Relações Familiares com abordagem sistêmica.
Atendimento presencial em Barueri e online.

Essa frase pode incomodar.Mas, às vezes, o que chamamos de amor nasceu do medo.Medo de ser rejeitado.Medo de decepcionar...
11/07/2026

Essa frase pode incomodar.

Mas, às vezes, o que chamamos de amor nasceu do medo.

Medo de ser rejeitado.
Medo de decepcionar.
Medo de f**ar sozinho.
Medo de não ser suficiente.

E então começamos a fazer concessões que parecem bonitas por fora, mas que, por dentro, nos afastam de nós mesmos.

Chamamos de amor o excesso de cuidado.

Chamamos de amor carregar responsabilidades que não são nossas.

Chamamos de amor dizer “sim” quando a vontade era dizer “não”.

Chamamos de amor salvar quem não pediu para ser salvo.

Sem perceber, a relação deixa de ser um encontro entre duas pessoas e passa a ser um lugar onde uma delas precisa se anular para manter o vínculo.

E toda vez que você precisa deixar de ser quem é para continuar sendo amado…

Vale a pena fazer uma pergunta:

Isso é amor… ou é medo de perder o amor?
Medo de f**ar só?
Medo de admitir que criou expectativas?
Medo de ter que encarar suas sombras?

Talvez algumas das maiores mudanças da nossa vida não aconteçam quando encontramos alguém que nos ame.

Mas quando deixamos de negociar quem somos para permanecer em uma relação.

🤍 Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica | Mentora de Relações Familiares com abordagem sistêmica.
Atendimento presencial em Barueri e online.

Antes de responder, leia de novo.Se a sua dor desaparecesse hoje… quem você deixaria de ser?Parece uma pergunta estranha...
10/07/2026

Antes de responder, leia de novo.

Se a sua dor desaparecesse hoje… quem você deixaria de ser?

Parece uma pergunta estranha.

Mas ela revela algo profundo.

Há pessoas que passaram tantos anos vivendo a partir da rejeição, da necessidade de agradar, do controle, da culpa ou da sobrecarga… que, sem perceber, construíram a própria identidade em torno disso.

Não escolheram essa história.

Mas aprenderam a sobreviver dentro dela.

E é justamente por isso que mudar pode dar tanto medo.

Porque a mudança não exige apenas abrir mão da dor.

Às vezes, exige abrir mão da personagem que ela criou.

Quem você seria se não precisasse salvar todo mundo?

Se não carregasse responsabilidades que nunca foram suas?

Se não buscasse aprovação para sentir que tem valor?

Se não precisasse provar, o tempo todo, que merece ser amado?

Quem você seria se deixasse o homem ser o homem na relação, o que provê, decide, resolve, na função que lhe cabe para tudo?

Quem você seria se deixasse os filhos crescer, errar e aprender, apoiando, exemplif**ando, mas liberando para vida?

Quem você seria se não controlasse a vida das pessoas, pais, amigos, familiares no geral, deixando elas serem elas mesmas, contribuindo com a evolução só de cada um, delegando, resolvendo seus próprios desafios, pagando suas contas, indo atrás do que necessitam com suas próprias pernas?

Qual o seu ganho secundário nessas funções?

Talvez a sua maior prisão não seja a ferida.

Talvez seja acreditar que ela define quem você é.

A cura não apaga a sua história.

Ela apenas devolve a liberdade de escrever os próximos capítulos sem ser governado pelas páginas anteriores.

🤍 Lucimara Fernandes
Terapeuta Sistêmica | Mentora de Relações Familiares com abordagem sistêmica.
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