19/08/2026
Seu maior adversário pode estar na sua própria tela. 📱🏆
Você já terminou um treino se sentindo bem… até abrir as redes sociais?
Aí você vê alguém treinando mais, competindo melhor, ganhando medalha, recebendo elogios — e, sem perceber, começa a comparar a sua trajetória com a de outra pessoa.
Ou talvez você tenha cometido um erro em uma competição e, depois, ficou revendo aquele momento na cabeça enquanto lia comentários, críticas ou opiniões sobre o seu desempenho.
O problema é que, para o cérebro, comparação constante também pode ser uma fonte de pressão.
Quando o atleta passa muito tempo exposto a avaliações, críticas e expectativas, isso pode aumentar a ansiedade, prejudicar a concentração e afetar a confiança. E quanto mais a mente f**a preocupada em “o que estão pensando de mim?”, menos espaço sobra para estar presente naquilo que realmente importa: competir.
E existe uma diferença importante:
usar as redes sociais não é o problema.
Não conseguir se desligar delas é que merece atenção.
O atleta precisa aprender a escolher o que entra na sua mente — assim como escolhe o que entra no seu treinamento.
Às vezes, proteger a performance signif**a silenciar notif**ações.
Deixar de acompanhar determinado perfil.
Não procurar comentários depois de uma competição.
Ou simplesmente entender que a trajetória de outra pessoa não é uma régua para medir a sua.
Na Psicologia do Esporte, trabalhamos justamente essas habilidades: atenção, autorregulação emocional, confiança, manejo da pressão e foco no processo.
Porque alto rendimento não é apenas treinar o corpo para responder melhor.
É também aprender a cuidar da mente que precisa estar ali quando chega a hora de competir. 🧠
E você: as redes sociais aumentam sua motivação ou aumentam sua pressão?