Dra. Janaina Koenen

Dra. Janaina Koenen Dra. Janaina Koenen - Endocrinologia e Metabologia
CRM-MG 39.049 RQE 33648
Diabetes • Endometriose • Câncer

Janaina Koenen - Endocrinologia e Metabologia
CRM-MG 39.049 RQE 33648

Sou médica endocrinologista e tenho por missão ajudar o máximo de pessoas a evitar doenças (obesidade, diabetes, Alzheimer, câncer, doenças cardiovasculares) que têm matado tantas e tantas pessoas na nossa sociedade atual. Adoro metabolismo e promovo um estilo de vida saudável, com alimentação adequada e enfoque funcional, bas

eado em ciência de qualidade e responsabilidade.

Convido você a conhecer a minha proposta: viva melhor!


​:: Graduada em Medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

:: Especialista em Endocrinologia e Metabologia pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

:: Mestre em Inovação Tecnológica e Propriedade Intelectual pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

:: Membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM).

:: Membro da Sociedade Brasileira de Diabetes. (comissão científica da diretoria da regional de Minas Gerais).

:: Membro da Endocrine Society.

MEU CURRÍCULO LATTES: http://bit.ly/2bmRmHR

10/08/2026

A gestação não deve ser o momento de descobrir como está a sua tireoide. 🤰

Doenças como o hipertireoidismo e, especialmente, a doença de Graves, exigem uma avaliação cuidadosa antes da concepção. Isso porque a escolha do tratamento, o controle hormonal e até o momento mais seguro para engravidar podem mudar de acordo com o quadro clínico.

O planejamento pré-concepcional permite corrigir alterações, ajustar a terapêutica e reduzir riscos maternos e fetais.

🎯Antes de planejar a gravidez, planeje também a sua saúde.

➡️ Salve esse conteúdo para conversar com o seu médico.

A vitamina D deixou de ser vista apenas como um nutriente relacionado à saúde óssea. Hoje, sabemos que ela atua como um ...
07/08/2026

A vitamina D deixou de ser vista apenas como um nutriente relacionado à saúde óssea. Hoje, sabemos que ela atua como um hormônio capaz de influenciar centenas de genes ligados à imunidade, à inflamação, à renovação dos tecidos e ao controle do crescimento celular.

Esses são os mesmos mecanismos biológicos envolvidos no desenvolvimento de diversas doenças, incluindo alguns tipos de câncer. Não por acaso, a vitamina D se tornou um dos temas mais investigados pela medicina preventiva e pela oncologia.

Mas ciência também exige responsabilidade: embora a deficiência de vitamina D esteja associada a maior risco e piores desfechos em diferentes condições clínicas, isso não significa que sua suplementação previna ou trate o câncer.

O que as evidências mostram é que identificar e corrigir uma deficiência faz parte de uma estratégia de saúde baseada em ciência, respeitando a individualidade e a avaliação clínica de cada paciente.

Cuidar da vitamina D não é buscar uma solução milagrosa. É compreender que pequenos ajustes, quando fundamentados em evidências, podem contribuir para um organismo mais equilibrado e saudável.

➡️ Salve este conteúdo e compartilhe com quem valoriza informação baseada em evidências.

06/08/2026

Antes de iniciar qualquer protocolo de jejum, é importante entender que não é o tempo sem comer que determina os resultados, mas a forma como essa estratégia é aplicada ao seu contexto clínico e metabólico.

O jejum intermitente pode favorecer melhora da sensibilidade à insulina, flexibilidade metabólica, redução de marcadores inflamatórios e estimular mecanismos como a autofagia. No entanto, esses benefícios dependem de diversos fatores: composição da dieta, qualidade do sono, prática de atividade física, estado hormonal, nível de estresse e, principalmente, da individualidade de cada paciente.

Por isso, protocolos mais longos nem sempre significam melhores resultados. Em muitos casos, iniciar de forma gradual é a maneira mais segura e eficaz de permitir que o organismo se adapte antes de avançar para períodos maiores de jejum.

Essa visão integrada diferencia a conduta baseada apenas em protocolos de uma abordagem que considera a fisiologia e a bioquímica de cada indivíduo.

A Nutrição Funcional Integrativa amplia esse olhar, permitindo compreender quando o jejum é uma excelente ferramenta terapêutica e quando ele deve ser adaptado, ou até evitado, para que realmente promova saúde.

Nesse contexto, profissionais como Dr Luciano Bruno têm contribuído de forma significativa para a formação de nutricionistas e médicos, difundindo uma prática baseada em ciência, raciocínio clínico e individualização do tratamento.

Conhecimento faz diferença. E, quando falamos de estratégias metabólicas como o jejum, ele é o que transforma uma tendência em uma intervenção realmente segura e eficaz.

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A beleza da pele vai muito além dos cosméticos. 👸O estrogênio é um hormônio essencial para a produção de colágeno, a hid...
05/08/2026

A beleza da pele vai muito além dos cosméticos. 👸

O estrogênio é um hormônio essencial para a produção de colágeno, a hidratação e a elasticidade da pele. Quando seus níveis estão em equilíbrio, é comum observar uma pele mais firme, viçosa e saudável. Já quando ocorre sua redução, especialmente durante a menopausa, podem surgir sinais como ressecamento, perda de firmeza e queda de cabelo.

✅A boa notícia é que alguns hábitos do dia a dia podem contribuir para a saúde hormonal: uma alimentação equilibrada, sono de qualidade, prática regular de atividade física, redução do consumo de álcool e o cuidado com a saúde intestinal.

É importante lembrar que cada mulher possui uma realidade hormonal diferente. Por isso, antes de recorrer a soluções milagrosas ou suplementos por conta própria, a melhor estratégia é buscar uma avaliação individualizada.

Cuidar dos hormônios é cuidar da saúde. E uma pele saudável costuma ser um reflexo desse equilíbrio.

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Homens e mulheres não vivem o mesmo “relógio hormonal” e compreender essa diferença muda completamente a forma como ente...
04/08/2026

Homens e mulheres não vivem o mesmo “relógio hormonal” e compreender essa diferença muda completamente a forma como entendemos o funcionamento do organismo.

Enquanto o organismo masculino apresenta uma variação hormonal que acontece em aproximadamente 24 horas, o organismo feminino funciona em um ciclo muito mais complexo, que dura, em média, 28 dias.

🚹 Nos homens, a testosterona costuma atingir seu pico pela manhã, favorecendo maior disposição, foco e desempenho físico e mental. Ao longo do dia, seus níveis diminuem gradualmente, preparando o organismo para o descanso e a recuperação durante a noite.

🚺 Nas mulheres, as oscilações hormonais acontecem ao longo do ciclo menstrual. Durante a fase folicular, o aumento do estrogênio costuma estar associado a mais energia, clareza mental e motivação. Na ovulação, ocorre um pico hormonal que favorece a fertilidade e pode influenciar positivamente a disposição, a libido e a sociabilidade. Após esse período, inicia-se a fase lútea, marcada pelo predomínio da progesterona. É comum que algumas mulheres percebam maior necessidade de descanso, alterações no humor, retenção de líquidos e mudanças no apetite. Com a queda dos hormônios, ocorre a menstruação, fase em que muitas relatam menor energia e maior necessidade de recuperação.

Essas mudanças fazem parte da fisiologia e variam de uma mulher para outra. Idade, qualidade do sono, alimentação, atividade física, estresse, uso de anticoncepcionais e condições de saúde podem modificar a intensidade dessas oscilações.

Compreender o comportamento dos hormônios não significa atribuir tudo a eles, mas reconhecer que o organismo responde a ciclos biológicos naturais. Esse conhecimento permite individualizar estratégias de alimentação, exercício, sono e acompanhamento médico, promovendo uma abordagem mais personalizada e baseada em evidências.

➡️ Siga o perfil para ter acesso a mais conteúdos de qualidade sobre saúde hormonal.

02/08/2026

Proteína não é apenas importante para quem treina: ela é um nutriente essencial para a manutenção da saúde.

À medida que envelhecemos, garantir uma ingestão adequada de proteínas se torna ainda mais importante para preservar a massa muscular, a força e a qualidade de vida.

A dúvida não é se você precisa de proteína. A pergunta é: será que você está consumindo a quantidade que o seu corpo realmente precisa?

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01/08/2026

A brincadeira faz sentido porque existe um fundo de verdade na biologia.

Ao longo da vida reprodutiva, o organismo feminino passa por variações hormonais constantes. Estrogênio, progesterona e testosterona influenciam não apenas o sistema reprodutor, mas também regiões do cérebro relacionadas ao humor, à memória, ao sono, à energia, à libido e até à forma como percebemos o ambiente.

É por isso que, em diferentes fases do ciclo menstrual, muitas mulheres podem notar mudanças na disposição, na sensibilidade emocional, na concentração e até na performance física. Isso não significa que toda alteração de humor seja causada pelos hormônios, mas ignorar sua influência também não faz sentido.

Enquanto isso, no homem, a produção hormonal tende a ser muito mais estável ao longo do mês. Essa diferença fisiológica ajuda a explicar por que homens e mulheres, muitas vezes, vivenciam as mesmas situações de maneiras completamente diferentes.

⚠️Mas vale um ponto importante: cada organismo é único.

Quando essas oscilações passam a comprometer a qualidade de vida, provocando alterações intensas de humor, irritabilidade, ansiedade, sintomas físicos importantes ou sofrimento emocional recorrente, isso deixa de ser apenas uma característica do ciclo hormonal e merece investigação médica.

Entender o próprio corpo é o primeiro passo para cuidar melhor da saúde.

Conhecimento reduz culpa, evita julgamentos e permite identificar quando uma mudança é esperada e quando ela pode ser um sinal de que algo precisa de atenção.

➡️ Compartilhe com quem precisa entender essas oscilações de humor.

30/07/2026

A síndrome dos ovários policísticos está mudando e essa mudança começa pelo nome.

Cada vez mais especialistas reconhecem que reduzir essa condição à presença de “cistos no ovário” não representa a complexidade da doença. É por isso que o termo Síndrome Ovariana Plurimetabólica (SOMP) vem ganhando espaço, reforçando que o problema vai muito além dos ovários.

Estamos falando de uma condição que envolve alterações hormonais e metabólicas, frequentemente associadas à resistência à insulina, hiperandrogenismo, inflamação crônica e impactos importantes na saúde da mulher.

Por isso, focar apenas no controle dos sintomas nem sempre é suficiente.

É preciso compreender o terreno biológico da paciente, investigar as causas que perpetuam a doença e construir um tratamento individualizado, considerando fatores como metabolismo, inflamação, microbiota intestinal, fertilidade e prevenção de complicações futuras.

Além das abordagens convencionais, a medicina regenerativa também tem despertado interesse da comunidade científica. Terapias com exossomos, por exemplo, ainda estão em fase de investigação, mas estudos iniciais vêm avaliando seu potencial na modulação do ambiente ovariano e no suporte aos tratamentos de infertilidade.

A evolução da medicina acontece quando deixamos de tratar apenas o diagnóstico e passamos a entender a paciente como um todo.

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Celulite, lipedema e linfedema não são a mesma coisa e entender essa diferença pode mudar completamente o tratamento.Emb...
28/07/2026

Celulite, lipedema e linfedema não são a mesma coisa e entender essa diferença pode mudar completamente o tratamento.

Embora possam alterar o contorno das pernas e gerar desconforto estético, essas condições têm causas, manifestações e abordagens muito diferentes.

➡️ A celulite é extremamente comum e resulta de alterações na gordura subcutânea e nas fibras que sustentam a pele. Ela não é considerada uma doença, mas pode causar impacto na autoestima e, em alguns casos, sensibilidade local.

➡️ O lipedema, por outro lado, é uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo anormal de gordura, principalmente nas pernas e, às vezes, nos braços. Costuma causar dor, sensação de peso, facilidade para formar hematomas e não melhora apenas com dieta ou exercício. Muitas mulheres passam anos sendo orientadas apenas a emagrecer, quando, na verdade, precisam de um diagnóstico correto.

➡️ Já o linfedema ocorre quando há comprometimento da drenagem linfática, levando ao acúmulo de líquido nos tecidos. O inchaço costuma ser progressivo e, sem tratamento, pode aumentar o risco de infecções, endurecimento da pele e limitação funcional.

Apesar de apresentarem algumas semelhanças visuais, cada condição exige uma avaliação clínica criteriosa. O diagnóstico precoce permite indicar estratégias individualizadas, que podem incluir mudanças no estilo de vida, fisioterapia especializada, terapia compressiva, controle do peso, medicamentos em situações específicas e, para alguns casos, tratamento cirúrgico.

⚠️O mais importante é lembrar que dor, peso nas pernas, inchaço persistente ou aumento desproporcional dos membros não devem ser encarados como algo “normal”. Esses sinais merecem investigação médica.

Conhecimento é o primeiro passo para um diagnóstico preciso e um tratamento realmente eficaz. Afinal, tratar corretamente começa por identificar corretamente o problema.

🛟Salve esse conteúdo para consultar sempre que tiver dúvidas e converse com seu médico.

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Avenida Raja Gabáglia, 1580
Belo Horizonte, MG
30441-194

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