22/08/2026
Já viu essa excelente notícia sobre o tratamento do câncer de pele?
Tivemos o primeiro resultado positivo em fase final de te**es de uma "vacina" de RNA mensageiro contra o melanoma. Diante da gravidade da doença, toda inovação tecnológica é motivo para celebrarmos. Afinal, para o ano de 2026, o INCA estima mais de 9 mil novos casos desse que é o câncer de pele mais letal no Brasil.
Primeiro, é importante entender que não se trata de uma vacina preventiva (como a da gripe) mas sim um tratamento para pacientes que já têm o diagnóstico da doença. A molécula é criada de forma individualizada, baseada no código genético (mutações) do tumor.
O grande avanço é que o laboratório utiliza apenas essa informação genética, sem precisar cultivar as células físicas do paciente para fabricar o medicamento. Essa tecnologia ensina o corpo a atacar diretamente o câncer e ajuda a impedir que a doença avance.
O relatório da farmacêutica informa que a combinação dessa terapia (instismeran) com a imunoterapia tradicional (medicamento pembrolizumabe) reduziu o risco de a doença voltar e se espalhar.
A notícia é muito animadora! Mas ainda precisamos dos dados exatos. Agora a nossa comunidade aguarda a apresentação completa do estudo no próximo congresso. Assim, teremos todas as informações técnicas sobre os eventos adversos e os benefícios detalhados para aplicarmos no consultório.
Mesmo com esses avanços, lembre-se: a nossa melhor arma no presente continua sendo o diagnóstico inicial. Então, pintas, lesões e manschas suspeitas precisam ser avaliadas pelo médico especialista em pele.
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Dra. Luiza Ohasi de Figueiredo
CRM-MG 64325 | RQE 40025/48058
Médica Cirurgiã Geral e Oncológica Especialista em Câncer de Pele e Sarcomas de Partes Moles