08/10/2022
with É triste ouvir: "Ah, mas a vaga de estacionamento para autista só poderia valer para autista grave. Quem precisa de vaga especial é quem tem deficiência física".
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Primeiro, que não se fala autista grave, e sim autista nível 3 de suporte 😉
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Segundo, que essa divisão entre nós não nos leva a nada!
Terceiro, já parou para conversar com uma mãe de autista sobre a importância dessas vagas? 🙎♀️
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Uma pessoa que usa cadeira de rodas não é mais nem menos "deficiente" (O termo correto é Pessoa com deficiência) que uma pessoa com qualquer outra deficiência.
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O que pode mudar de uma pessoa com deficiência para outra, são as barreiras e os impactos da sociedade capacitista, de acordo com o contexto em que ela está inserida!
É preciso estar claro que uma deficiência não anula a outra, todas têm seus direitos garantidos em lei e esses devem ser respeitados!
E também é preciso explicar que pessoas com o mesmo tipo e grau de deficiência podem ter - e têm - variações de impedimentos corporais diferentes, porque tudo vai depender do organismo da própria pessoa.
NÃO se pode generalizar ou categorizar pessoas pela mesma deficiência. Afinal, não somos robôs, somos seres humanos, e cada ser humano é único em sua individualidade!
Ao julgar alguém "mais ou menos deficiente", a sociedade acaba colocando um peso sobre nós como se tivéssemos que a todo momento "provar e justificar" a nossa existência, para que ela seja considerada "válida", e isso também é capacitismo.
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NÃO temos que justificar nada, temos que ser respeitados enquanto pessoas com deficiência que somos!
Cuidado para não achar que está sendo "justo" e na verdade estar reproduzindo o capacitismo, ok? 🙃
Se você quer aprender mais sobre capacitismo mande um direct ou WhatsApp para (21) 97264-3128 🌻
E não esqueça de compartilhar esse post para que mais pessoas saibam que comparar deficiência é uma atitude capacitista! 😉
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Obss: contém texto alternativo.
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