Luis Alberto Magriller/Urso

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Trinta e unsOs meus findando.Os seus incipientes.Quase pueris, pelas possibilidades abertas mil.E nós como nós.Atados po...
07/10/2023

Trinta e uns


Os meus findando.
Os seus incipientes.
Quase pueris, pelas possibilidades abertas mil.
E nós como nós.
Atados por mesmices compartilhadas.
Menos por sangue que por um juntar de pequenas coisas e gestos.
Como malas repletas de tudo.
De um tudo compreensível apenas por quem é mais pleno.
Das utilidades e as não delas.
E dessa feita cúmplices.
Partícipes de doidices mútuas.
Como se parentes fôssemos.
E somos.
Bruxas e magos.
Repentinos.
Você, entusiasta.
Eu, mestre nisso.
Parênteses: nós como nós.
Uns sem fim.
Quase Bonfim.
Mas inícios.
Infindáveis inícios.
E aqui mais um deles.
Feliz novo início, véi.
Te amo como sempre.
Chama, Carniça!!!
💞💞💞💞💞

To be continued

When I walk beside her, I am the better man

Tempo: presente. Mais um sobressaltar de tempo.Dê ele a ele.Porque tudo é pretérito.Centesimal, fração de frações.E semp...
13/08/2023

Tempo: presente.


Mais um sobressaltar de tempo.
Dê ele a ele.
Porque tudo é pretérito.
Centesimal, fração de frações.
E sempre, sempre passado.
O que se vê, viu e verá.

Indubitavelmente sujeito ao ir e vir.
A (à) luz dos fatos.
Com e sem crase.
Um só abrir e fechar e já foi.
Passou como café da manhã de hospedaria.

Lépido, como vento e onda.
Apressado, passado, vertigem.
Sob o ordenamento universal.
Do que tudo vê.
Mentor dos porquês.
Das vontades inalcançáveis.
Do tudo fazer.
Do todo estar.

Não me vendo e não.
Duas vezes dito.
Curto e obtuso.

Porque não rendo o que não é de.
Só o que em mim é rede.
Os nós de nós.
Pelo tempo curtidos.

Haja tempo.
A vida é curta.
Estamos à mesa.
E hoje é dia de paz.

Seguimos em cartaz em todos os estados.
Da matéria e do espírito.
Luz, Luiz e Luís.
Aliterações literais.
Constante corrente desordenada e estável.
Os elos achados.

Curtas metragens, fotogramas adistanciados.
Miragens de nós mesmos.
Película rebobinada para um começar igual, reprisado.
E ainda assim, começo novo.

Tem é tempo, e não tem.
Cíclico e relativo.
Tudo é afinal.
Até mesmo as narrativas...
Ahhhhh, essas múltiplas.

Que hão de ser devoradas.
Num não passar no horizonte de eventos irrefutáveis.
Atraídas pela veracidade fática.
Não passaram, tampouco passarão.

Porque nada foge à singularidade.
Ao universal efeito de distorção do espaço tempo.
A gravidade maior.
O real, inconfundível.
Onisciente e onipresente.
O atemporal: amor.

Aja tempo!
A vida é curta.
Estamos à mesa.
E hoje é dia de pais.


FALáCEAS

Fofices sociaisUm alegramento só. E coletivo.Sempre, sempre e sempre ajuntamento.Aglutinação de um tudo que é bom.E será...
30/07/2023

Fofices sociais

Um alegramento só.
E coletivo.
Sempre, sempre e sempre ajuntamento.
Aglutinação de um tudo que é bom.
E será.
E é.
Onde tudo se felicita e facilita.
Facinho fascínio.
Fofíneo.
Neo e logismos.
Onze e tudo.
Um pouco de olhares.
Uns nós peculiares.
Nós.
Atados, abraçados, embrulhados.
Pacotes de nós mesmos.
Paz, consorte.
Pai com sorte.
Achado?
Sim.
Acho-me em ti.suji
Em tudo, sorteado.
Sujeito de sorte.
Obrigado, vida.

Admirável mudo novo.Prece escrita.Prescrita?Ainda não. Prestes a.Antevejo,O antes e o ver,Em conluio precedente.Sessões ...
16/06/2023

Admirável mudo novo.


Prece escrita.
Prescrita?
Ainda não.
Prestes a.

Antevejo,
O antes e o ver,
Em conluio precedente.
Sessões de cessões.
Cessadas?
Ainda não.
Prestes a.

Mudo,
Antevendo as prescrições.
Sempre?
Não.
E sim, há vezes sim.
Medidas prévias adotadas.
Válvulas regulatórias.
Pré-escritas.

Ora mudo.
Ora não.
E sim, às vezes sim.

Amiúdo, faço,
Evoluções registradas.
Brechas, fascículos impressos.
E as repetições.
Essas sim, aos pares e aos montes.
Modificadores de condutas.

Prontuários de prescrições feitas.
Refeitas.
Perfeitas?
Ainda não.
Prestes a.
Mudar.

Entre tantos tantos.
Há hora que melhor é:
Mudar do que mudar.
E as recíprocas verdadeiras.
Ou fico, ou mudo.

E então calo as dores.
Os calos e essas que os causam.
De todo modo, fico.
Modifico as dores.
Tateio, tatuo e admiro elas.
E há vezes,
Entre tantas tantas,
Que às vezes, mudo.


FALáCEAS

Há um passo do acordeA um passo de tudo.Ando, ando, ando.Periclitando em salvas.Como Salvador em Minas.Há um passo, de t...
11/05/2023

Há um passo do acorde


A um passo de tudo.
Ando, ando, ando.
Periclitando em salvas.
Como Salvador em Minas.
Há um passo, de tudo.
De todos.
Trôpego.
Não pela inlucidez.
Sim pela plenitude da antítese dessa.
A um passo de tudo.
Repete-se três vezes mais ou mais.
Como melodia ritmada.
De um descompasso só.
De um, de tudo, registro.
O substantivo e o verbo.
E os dois em conluio.
Um eu do eu.
Doeu?
Nada.
Uma observância, só.
E um passo.
Só.
Passado.
E um, e dois, e três.
Trespassado.
Amanhã, hoje e ontem.
Matéria, energia e ondas.
Três passados.
Duas frases mais e vemos,
Que há exageros nos plurais.
Seguem-se antes que ceguem-se.
Corpo, alma e outrem.
Um palácio, de bobos nada.
Hoje, amanhã e ontem.
Um paço.
Uma lida.
Um passo.
Uma vida.
Vivida e lida.
E como, lida.
Antes ler que não.
Antes viver que não.
É tudo um sobrepassar.
E um passar só.
Novamente só.
Eita palavra pequena que muito diz e diz.
Nada é:
Só.
Nem eu, nem tú, nem nós.
Tampouco nós.
Que mais dizem que dizem.
Atam.
E que eu acorde.
Sós, têm ido?
Acordemos nós.
Vós das vozes.
Palácios e templos.,
Palhaço dos tempos.
Bobo cortês.
Dos precisos presentes, passados, futuros cortes.
Concordes ou não.
Há sempre um passado.
Acorde.


FALáCEAS

Reboot...
08/05/2023

Reboot...

O Invisível  Um sobre coisas tantas.O portar, com e sem.Com uma só valise nas mãos.Cabendo tudo e nada.E como comportar ...
28/04/2023

O Invisível


Um sobre coisas tantas.
O portar, com e sem.
Com uma só valise nas mãos.
Cabendo tudo e nada.
E como comportar tudo?
O si, o se e ambos?
Ou nenhum?
Comportamo-nos.
Ausentamo-nos.
E sobramos nós,
Os necessários e os nãos.
Esses acumulados.
Portando tanto e nada.
Tantos portantos inconcluídos.
E só portas, portas e portas.
E eu, janela.
Um vão não tão livre.
Um acumulado de vãos.
Que poucos veem.
Que pouquíssimos vêm.
E muitos, muitos vãos.
Que hão de ir e vir.
E vãos.
Os todos e os nadas.
Os sobrados todos.
Dos quem por aí diz chorar.
E nem aqui nem lá estão.
Melhor dischorar.
Se é que possível é.
E nem é.
Melhor seguir janela.
Entreaberta.
Lugar de olhar pra dentro.
E olhar pra fora.
O lar pra dentro.
Olá pra fora.
Segue, segue, segue.
Repete história.
Repete, estoura.
Todos querendo ver a vida.
E eu, já nela.
Introspectivamente.
Visível!

Diálogos Fortuitos IVConsulta antes.Atestado depois.Antes é feio.Depois é Bonito.FALáCEAS
12/04/2023

Diálogos Fortuitos IV

Consulta antes.

Atestado depois.

Antes é feio.

Depois é Bonito.

FALáCEAS

Nove e meia e poucoSe é hora... Minuto pouco não há de ser. Pois é tempo. E tempo, na maiúscula. Sem saber que espaço é....
01/03/2023

Nove e meia e pouco


Se é hora...
Minuto pouco não há de ser.
Pois é tempo.
E tempo, na maiúscula.
Sem saber que espaço é.
E é o que é.
E foi.
E foi.
Vai.
Espaço tempo.
Imensurável .
Ao tempo: finito.
Finito de vontades.
De demandas, nossas.
Ao passo de temporais sermos. Como servos.
Esses.
Determinantes dos passos.
Ah, quem me dera atemporal eu fosse.
Felicíssimo seria.
Incólume.
Sem batidas dividas em sessenta. Dividido de nada.
No máximo parte.
Partido de tudo.
Segmentadamente inteiro.
Às partes e à parte do tudo seria.
E sou.
Posto isto.
Segue a saúda:
Bons dias!


FALáCEAS

Bora pescar veio?Aonde moçoNo alto mar?Bota. Pra ontem.E aí, tá tudo bem?OH moço, o estômago tá ruim, mas eu tô bem.Rela...
20/02/2023

Bora pescar veio?

Aonde moço

No alto mar?

Bota. Pra ontem.

E aí, tá tudo bem?

OH moço, o estômago tá ruim, mas eu tô bem.

Relaxa, descansa um pouquinho. Logo passa.

Passou. Tô de volta.

Moço, agora eu tô ruim.

Relaxa. Vai dar certo.

Vive. Voltei foi bom demais.

Pescou?

Sim vein. Três de uma vez.

Que massa!

Te agradeço três vezes: sou grato, deixa de ser besta, te amo carniça. Pronto completados os elogios familiares.

Endereço

Belo Horizonte, MG

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