Rayane da Vitória e Equipe - Fisioterapia Pélvica Pampulha

Rayane da Vitória e Equipe - Fisioterapia Pélvica Pampulha Fisioterapia na Saúde da Mulher e Disfunções Pélvicas Fisioterapia na Saúde da Mulher

12/08/2026

5 anos de formada, pós-graduação e, mesmo assim, ela ainda não conseguia transformar seu conhecimento em pacientes particulares.

Não sabia quanto cobrar, não sabia como se posicionar e não sabia como fazer o novo espaço de atendimento chegar até as pacientes.

Em 1 hora de mentoria, transformamos essas dúvidas em decisões e um plano de ação claro.

É isso que eu faço na Aceleração Pélvica: olho para a realidade de cada fisioterapeuta e mostro o que precisa ser feito para ela avançar.

Se você se identificou, o link está na minha bio.

Há poucas semanas eu mal conseguia correr alguns minutos seguidos. Precisava alternar caminhada e corrida o tempo todo. ...
12/07/2026

Há poucas semanas eu mal conseguia correr alguns minutos seguidos. Precisava alternar caminhada e corrida o tempo todo. O coração acelerava, as pernas pesavam e, muitas vezes, eu me perguntava se realmente conseguiria completar meus primeiros 5 km. Mesmo assim, continuei!!!

Treinei antes do trabalho, no sol, no frio, nos dias em que estava animada e, principalmente, nos dias em que não estava. A corrida deixou de ser apenas exercício. Ela virou parte do meu tratamento, da minha rotina e da forma que encontrei de cuidar da minha saúde mental.

Foram semanas aprendendo a respeitar o meu corpo, a controlar a ansiedade de querer evoluir rápido e a entender que constância vale mais do que velocidade.

Hoje completei minha primeira prova de 5 km. E não só completei, consegui fazer exatamente como eu queria: correndo do inicio ao fim e em menos de 40 minutos.

Mas o que mais me emociona não é o pace nem o relógio marcando tempo. É olhar para essas fotos e ver quem estava comigo em cada treino, em cada saída cedo de casa e, principalmente, quem estava me esperando na chegada.

Essa medalha representa muito mais do que 5 quilômetros.
Ela representa a decisão de cuidar de mim para continuar cuidando de quem eu mais amo.

E tenho a impressão de que essa foi só a primeira linha de chegada de muitas que ainda vou cruzar.

Muitas pessoas estavam me incentivando e torcendo por mim. Então, meu muito obrigada Ana Carolina Pitangui Darth Personal Letícia Melgaço Psicóloga Clínica|Nathália Beatriz CRP 04/78932 Rafael Utsch Gingold

A chegada de um irmão traz uma adaptação para toda a família. Não é só o bebê que muda a rotina. Os pais mudam, a dinâmi...
09/07/2026

A chegada de um irmão traz uma adaptação para toda a família. Não é só o bebê que muda a rotina. Os pais mudam, a dinâmica da casa muda e, principalmente, os irmãos mais velhos também precisam encontrar um novo lugar. Eu confesso que muitas vezes já me perguntei: “Meu Deus, o que eu fiz?”. Porque o choro aumenta, surgem novas demandas, o cansaço aparece e, por alguns momentos, parece que tudo saiu do lugar.

No meu segundo pós-parto, eu via claramente que a Maria Luísa estava sentindo a chegada do João. Eu chorava de angústia porque sentia que tinha perdido aquela sensação de controle. Até que um dia minha mãe me disse uma frase que nunca mais esqueci: “A melhor coisa que você fez pela Maria Luísa foi dar um irmão para ela.” Na época eu não consegui entender completamente. Hoje eu entendo. Um irmão não tira o lugar do outro. Um irmão é um presente de Deus. Isso não significa que seja fácil. Significa apenas que essa relação também precisa de tempo para ser construída.

Com a chegada da Maria Júlia não foi diferente. Dessa vez quem mais sentiu foi o João. Vieram algumas regressões no comportamento, mais irritabilidade e uma necessidade ainda maior da nossa presença. Agora, com a Maria Júlia prestes a completar cinco meses, vi os dois de mãos dadas. A cena durou pouco, mas me lembrou de uma verdade que eu preciso recordar todos os dias: filho é construção de longo prazo.

Criar filhos é um trabalho invisível. Você ensina, acolhe, corrige, recomeça e quase nunca vê o resultado na hora. Cinco minutos depois daquela foto eles já estavam brigando. Depois veio uma birra. Depois mais uma correção. Depois fui eu quem precisou respirar fundo para continuar educando com amor.

Para mim, a maternidade me leva todos os dias para mais perto de Deus. Porque eu não tenho garantia de resultado. O que eu tenho é a oportunidade diária de amar, ensinar, corrigir e confiar que Deus está fazendo aquilo que eu ainda não consigo enxergar. Naquele pequeno momento, vendo os dois de mãos dadas, eu consegui ver Deus dentro da minha casa. E isso, para mim, já fez todo o esforço valer a pena.

07/07/2026

Você não precisa ter uma pós-graduação para começar a atender na fisioterapia pélvica.

Do ponto de vista legal, a graduação forma um fisioterapeuta generalista, habilitado para exercer a profissão em qualquer área.

Mas existe uma diferença enorme entre estar legalmente habilitada e estar clinicamente preparada.

Quando uma mulher entra no seu consultório, ela não quer saber quantos cursos você fez.

Ela espera que você saiba avaliar, tomar decisões, explicar o diagnóstico fisioterapêutico, conduzir o tratamento e entregar resultado.

E isso é uma responsabilidade ética.

Da mesma forma que não ter pós-graduação não impede um fisioterapeuta de atender, ter uma pós-graduação também não garante que ele saiba conduzir casos clínicos com segurança.

Infelizmente, existem profissionais com currículos excelentes que continuam inseguros, seguem protocolos sem individualizar a conduta, não conseguem gerar adesão ao tratamento e veem pacientes abandonando o acompanhamento porque não enxergam resultado.

O problema nunca foi apenas o título.

O problema é desenvolver raciocínio clínico para transformar conhecimento em decisão.

É isso que faz uma fisioterapeuta crescer, entregar resultado e ser valorizada.

Se você quer construir uma prática clínica com mais segurança, autonomia e raciocínio clínico, conheça o M.A.P.

O link está na bio.

Outro dia eu conversei com uma fisioterapeuta que me disse que a maior insegurança dela estava em entender os achados da...
08/06/2026

Outro dia eu conversei com uma fisioterapeuta que me disse que a maior insegurança dela estava em entender os achados da avaliação para conduzir o tratamento.

Quando começamos a conversar, percebi que ela sabia avaliar. Conseguia identificar alterações, levantar informações importantes e encontrar os principais achados do caso.

A dificuldade aparecia depois.

Ela não tinha certeza se estava interpretando aqueles dados da forma correta e se a conduta escolhida realmente fazia sentido para aquela paciente.

E essa é uma realidade muito comum.

Muitas fisioterapeutas estudam, fazem cursos, aprendem técnicas e conseguem realizar uma boa avaliação. Mesmo assim continuam inseguras porque não confiam totalmente nas decisões que tomam depois dela.

Na prática, a insegurança não está na avaliação. Está em transformar os achados em decisões clínicas.

E o problema é que isso não afeta apenas o tratamento.

Quando você não tem clareza sobre o que está fazendo, a paciente percebe. Isso impacta a adesão, os resultados, as indicações e até a sua capacidade de cobrar um valor compatível com o atendimento que oferece.

Porque é difícil transmitir segurança para a paciente quando você mesma ainda não confia totalmente na sua conduta.

Por isso acredito que o maior passo para uma fisioterapeuta pélvica não é aprender mais uma técnica. É desenvolver raciocínio clínico para interpretar os achados, definir prioridades e tomar decisões com segurança.

Quando isso acontece, a paciente confia mais, adere mais ao tratamento e os resultados aparecem com mais consistência.

Se esse texto fez sentido, comenta 02👇🏾

Eu acredito que toda fisioterapeuta que estuda, se dedica, age com ética e se preocupa genuinamente em entregar resultad...
08/06/2026

Eu acredito que toda fisioterapeuta que estuda, se dedica, age com ética e se preocupa genuinamente em entregar resultados para as suas pacientes merece receber o justo pelo seu trabalho.

Se você já estudou, já atende e mesmo assim ainda se questiona depois de cada avaliação, talvez o que esteja faltando não seja mais um curso.

Talvez esteja faltando aprender a interpretar os achados da avaliação, transformar essas informações em condutas e conduzir seus casos com mais segurança.

No link da bio deixei um texto explicando melhor essa ideia, vai lá.

Essa foto representa algo muito maior do que três fisioterapeutas.Representa centenas de mulheres que confiaram em nosso...
31/05/2026

Essa foto representa algo muito maior do que três fisioterapeutas.

Representa centenas de mulheres que confiaram em nosso trabalho ao longo dos últimos anos.

Representa estudos, especializações, discussões de casos clínicos, atualizações constantes e a decisão de oferecer um atendimento baseado em raciocínio clínico, e não em protocolos prontos.

Durante muitos anos eu atendi sozinha.
E, com o passar do tempo, nasceu no meu coração o desejo de construir algo maior do que eu. O desejo de ter outras fisioterapeutas caminhando ao meu lado, compartilhando dos mesmos valores, da mesma forma de enxergar o cuidado e do mesmo compromisso com cada paciente.

Por várias vezes eu adiei esse sonho, achava que ainda não era o momento e que precisava esperar mais um pouco.
Mas há cerca de um ano decidi que era a hora certa de começar a construir.

Hoje, olhando para essa foto, vejo o início da realização desse sonho. Somos três fisioterapeutas unidas pelo mesmo propósito: cuidar de mulheres com atenção, escuta, conhecimento técnico e individualização.

Porque cada mulher que chega até nós tem uma história, uma rotina, objetivos e necessidades diferentes.

Nossa equipe foi construída para que mais mulheres tenham acesso a um cuidado especializado na gestação, preparação para o parto, pós-parto, incontinência urinária, dor pélvica, disfunções se***is e tantas outras condições que impactam diretamente a qualidade de vida.

Sempre foi sobre cuidar melhor.
E essa foto representa exatamente isso.

O início da construção de um sonho que hoje já começa a ganhar forma.
E estamos apenas começando ❤️

Hoje, na missa, uma frase mexeu muito comigo: “não privatize os seus filhos”.E eu fiquei pensando o quanto nós, mães, te...
10/05/2026

Hoje, na missa, uma frase mexeu muito comigo: “não privatize os seus filhos”.

E eu fiquei pensando o quanto nós, mães, tentamos fazer isso sem perceber.

A gente quer controlar tudo.
Quer controlar o sono, a alimentação, o comportamento, as emoções, as escolhas, o futuro e até quem eles vão se tornar.

No fundo, muitas vezes o que chamamos de culpa materna não é culpa. É frustração.

Frustração porque as coisas não saem exatamente do jeito que a gente imaginou.

Porque fomos uma geração que aprendeu que esforço gera resultado.

Se eu estudasse, eu passava.
Se eu me dedicasse, eu conquistava.
Se eu trabalhasse, eu crescia.

E aí a gente vira mãe e percebe uma coisa muito difícil:
maternidade não tem garantia.

Você pode estudar tudo sobre sono e seu filho não dormir.
Pode estudar tudo sobre introdução alimentar e seu filho não comer. Pode ensinar valores e ainda assim seu filho fazer escolhas diferentes das suas.

Porque filhos não são projetos.
Não são extensão do nosso ego.
Não são algo para “dar certo” e provar que fomos boas mães.

Filhos são almas.
Almas que Deus confiou a nós.

E talvez a nossa missão não seja controlar o resultado.
Talvez seja conduzir com amor, presença, verdade e fidelidade enquanto eles caminham.

Isso muda tudo.

Porque tira das nossas costas um peso impossível:
o peso de garantir perfeição.

No final, Deus não vai me perguntar se meus filhos nunca erraram.
Ele vai olhar para mim e perguntar como eu conduzi aquilo que Ele colocou nas minhas mãos.

E eu acredito sinceramente que a maioria de nós mães está fazendo o melhor que pode dentro das condições que tem.

Mesmo cansadas.
Mesmo sobrecarregadas.
Mesmo inseguras.
Mesmo falhando às vezes.

O problema é que a gente não valoriza as pequenas vitórias.
A gente não olha para o amor, para a presença, para a constância, para os dias comuns que sustentamos.

A gente só olha para onde acha que falhou.

Mas talvez essa não seja a maternidade que Deus deseja para nós.

Talvez Deus não queira mães perfeitas.
Talvez queira mães perfeitamente imperfeitas!

Feliz dia das mães ❤️

Tem muita fisioterapeuta que evita atender homem por insegurança. Não sabe por onde começar, não domina a avaliação e ac...
26/04/2026

Tem muita fisioterapeuta que evita atender homem por insegurança. Não sabe por onde começar, não domina a avaliação e acaba deixando passar uma demanda que existe e cresce.

Esse curso entra exatamente nesse ponto.

Do básico ao avançado, com raciocínio clínico aplicado. Você não vai só ver conteúdo. Vai entender como avaliar, decidir e conduzir casos reais em disfunções urinárias e se***is masculinas.

Incontinência, bexiga hiperativa, disfunção erétil, dor, alterações ejaculatórias. Tudo organizado de forma que faça sentido na prática.

E mais importante: com demonstração. Porque não adianta saber teoria e travar na hora do atendimento.

Se você quer ampliar seu campo de atuação com segurança, esse é o tipo de formação que muda sua forma de atender.

Belo Horizonte
19, 20 e 21 de junho de 2026

Inscrições abertas.

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Induz o parto sem indicação.Intervém o tempo todo.E depois a conta cai na fisioterapia.Isso não é sobre “treinar expulsi...
15/04/2026

Induz o parto sem indicação.
Intervém o tempo todo.
E depois a conta cai na fisioterapia.

Isso não é sobre “treinar expulsivo”.
E essa explicação é rasa.

Laceração não acontece por um único fator.
O período expulsivo envolve dinâmica uterina, posição fetal, mobilidade pélvica, condução da equipe e capacidade de relaxamento do assoalho pélvico.

Não existe exercício que reproduza isso.
E não existe treino que garanta esse desfecho.

O que existe é preparo funcional.
Coordenação, respiração, percepção corporal e capacidade de relaxar quando o corpo precisa.

Quando o processo é conduzido com excesso de intervenção, perda de mobilidade e alteração da resposta fisiológica, o risco de desfechos desfavoráveis aumenta.

Reduzir tudo isso a “faltou treino” é não entender o processo.
E, pior, é responsabilizar a mulher por algo que não depende só dela.

E que preparo não é sobre controlar o parto.
É sobre estar pronta para responder a ele.

Se você é fisioterapeuta e quer aprender a conduzir gestantes com base em raciocínio clínico e evidência, comenta GESTANTES que eu te envio o material.

Endereço

Rua Brumado 303, Indaiá
Belo Horizonte, MG
31270-040

Horário de Funcionamento

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Terça-feira 07:00 - 21:00
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