Nelma Moura Psicologia

Nelma Moura Psicologia Psicoterapia Cognitivo-Comportamental
Terapia do Esquema
Adolescente - Adulto
Supervisão Clínica

Psicoterapia cognitivo-comportamental
Criança - Adolescente - Adulto - Casal
Obesidade
Orientação de pais
Orientação profissional
Palestras e cursos

Nem toda memória traumática aparece como uma lembrança consciente. 🧠Experiências de medo podem deixar registros emociona...
22/08/2026

Nem toda memória traumática aparece como uma lembrança consciente. 🧠

Experiências de medo podem deixar registros emocionais e corporais que são ativados diante de determinados estímulos, mesmo quando o paciente compreende racionalmente que não está em perigo.

Na Terapia do Esquema, isso reforça a importância de olhar para além da narrativa cognitiva e compreender também o que é ativado emocionalmente no presente.

Na Terapia do Esquema, a raiva do paciente nem sempre é apenas resistência.No caso de Ana, a reação irritada surge quand...
21/08/2026

Na Terapia do Esquema, a raiva do paciente nem sempre é apenas resistência.

No caso de Ana, a reação irritada surge quando seu esquema de privação emocional é ativado: ela sente que o terapeuta não a entende e reage dizendo: “Você nunca me entende.”

Mas, por baixo da raiva, havia medo de ficar sozinha e de nunca ser compreendida.

O confronto empático permite validar essa dor sem reforçar a distorção do esquema.

Primeiro, o terapeuta ajuda o paciente a expressar sua experiência. Depois, reconhece o que faz sentido naquela reação e, só então, conduz o teste de realidade.

Às vezes, a raiva é a forma que a Criança Vulnerável encontra para pedir conexão.

Como reconhecer quando as vozes críticas internalizadas estão ativas na sessão?Na Terapia do Esquema, esse modo costuma ...
14/08/2026

Como reconhecer quando as vozes críticas internalizadas estão ativas na sessão?

Na Terapia do Esquema, esse modo costuma aparecer quando o paciente fala de si de forma dura, agressiva e culpabilizante — mesmo diante de evidências contrárias.

A fala tende a ser dicotômica: tudo ou nada.
Pequenas falhas viram algo “imperdoável” ou “vergonhoso”.

O tom pode ficar severo, crítico, demandante ou carregado de culpa.

Na relação terapêutica, o paciente pode parecer pouco responsivo à validação, ter pouca abertura para reflexão e dificuldade em permitir afeto positivo.

Reconhecer esses sinais ajuda o terapeuta a não responder apenas ao conteúdo da fala, mas ao modo que está ativo por trás dela.

Quando a voz crítica domina, o trabalho clínico começa por identificar, nomear e limitar essa voz.

As vozes críticas internalizadas não surgem do nada.Na Terapia do Esquema, elas são compreendidas como ecos de figuras s...
13/08/2026

As vozes críticas internalizadas não surgem do nada.

Na Terapia do Esquema, elas são compreendidas como ecos de figuras significativas, contextos familiares e ambientes socioculturais que foram internalizados ao longo da história do paciente.

Podem aparecer de diferentes formas:

Voz punitiva: humilha, culpa e faz o paciente se sentir indigno de amor.

Voz hiperdemandante/exigente: associa valor pessoal a desempenho, perfeição e produtividade.

Voz indutora de culpa: faz o paciente sentir que cuidar de si é egoísmo.

Reconhecer qual voz está ativa ajuda o terapeuta a escolher melhor a intervenção.

Nem toda crítica interna pede a mesma resposta clínica.

Nomear a voz é o primeiro passo para enfraquecer seu poder.

Na Terapia do Esquema, o manejo do Crítico Interno depende da função que ele exerce.Alguns críticos são mais abusivos e ...
12/08/2026

Na Terapia do Esquema, o manejo do Crítico Interno depende da função que ele exerce.

Alguns críticos são mais abusivos e ameaçadores.

Nesses casos, a intervenção tende a exigir mais limite, proteção e firmeza.

Mas outros críticos têm uma função de coping: tentam motivar, controlar, proteger ou manter o paciente funcionando — ainda que por meio de vergonha, culpa e autocrítica.

Por isso, antes de apenas expulsar o crítico, o terapeuta pode investigá-lo como faria com um modo de enfrentamento:

“Quando você entrou na vida do paciente?”

“O que você tenta evitar?”

“O que você acredita que aconteceria se parasse de criticá-lo?”

A intervenção muda quando entendemos a função.
O objetivo não é obedecer ao crítico.

É confrontá-lo com empatia, limitar seus efeitos destrutivos e ajudar o paciente a construir uma voz adulta mais saudável e compassiva.

Na Terapia do Esquema, quase todos os modos são compreendidos por uma lente funcional: eles surgiram tentando proteger, ...
11/08/2026

Na Terapia do Esquema, quase todos os modos são compreendidos por uma lente funcional: eles surgiram tentando proteger, adaptar ou ajudar o paciente a sobreviver.

Então por que o Modo Crítico Punitivo seria diferente?

Mesmo quando é duro, cruel ou ameaçador, muitas vezes ele está ligado a mensagens internalizadas do passado e a emoções com valor de sobrevivência, como vergonha, medo e culpa.

Essas emoções podem ter servido para tentar evitar rejeição, abandono, punição ou exclusão do grupo.

Por isso, quando o crítico é “expulso” ou enfraquecido, alguns pacientes sentem medo:

“O que eu faço agora sem essa voz?”

Esse medo mostra que o crítico não era apenas ataque.

Ele também sustentava alguma forma antiga de funcionamento.

A intervenção não precisa validar a crueldade do crítico.

Mas pode investigar sua função.

Às vezes, o caminho não é apenas silenciar o crítico.

É ajudar o paciente a encontrar uma forma mais saudável de se proteger.

Nem todo Crítico Interno é apenas uma voz abusiva que precisa ser silenciada.Na Terapia do Esquema, alguns modos crítico...
10/08/2026

Nem todo Crítico Interno é apenas uma voz abusiva que precisa ser silenciada.

Na Terapia do Esquema, alguns modos críticos também podem ter uma função de coping: oferecem energia, controle, motivação ou impulso para que o paciente continue funcionando.

O problema é que essa “solução antiga” costuma cobrar um preço alto: autocrítica, rigidez, vergonha e sofrimento.

Por isso, antes de apenas confrontar o crítico, vale investigar:

“O que essa voz está tentando manter funcionando?”

“O que o paciente teme perder se ela enfraquecer?”
Às vezes, o crítico não está só ferindo.

Ele também está tentando proteger — de um jeito adoecido.

E compreender essa função pode ser o que destrava o trabalho clínico.

Você já teve a sensação de que, por mais que confronte o Crítico Interno, ele continua ali — rígido, resistente e repeti...
07/08/2026

Você já teve a sensação de que, por mais que confronte o Crítico Interno, ele continua ali — rígido, resistente e repetitivo?

Na Terapia do Esquema, é comum trabalharmos com firmeza diante do Modo Pai Punitivo. Muitas vezes, colocar limite, interromper e confrontar funciona bem.
Mas nem sempre.

Em alguns pacientes, o crítico interno parece “preso”. Ele não enfraquece apenas com repreensão. Às vezes, até se intensifica.

Isso pode acontecer porque essa voz crítica, embora destrutiva no presente, pode ter exercido alguma função no passado: tentar proteger, controlar, evitar rejeição, impedir erro ou garantir pertencimento.

Por isso, quando o confronto direto não funciona, a pergunta clínica muda:

“O que esse crítico está tentando fazer pelo paciente, mesmo de forma adoecida?”

O objetivo não é validar o ataque.

É compreender a função do modo para poder limitá-lo com mais precisão.

Na prática clínica, o equilíbrio é essencial:
nem se submeter ao crítico, nem apenas brigar com ele.

A intervenção precisa combinar limite, curiosidade clínica e fortalecimento do Adulto Saudável.

Porque, às vezes, o crítico não se transforma quando é apenas combatido.

Ele se transforma quando perde sua função.

Salve este post para revisitar antes de conduzir diálogos com modos críticos resistentes.

Você já percebeu que, em alguns atendimentos, acolher demais não ajuda — mas confrontar cedo demais também fecha o pacie...
06/08/2026

Você já percebeu que, em alguns atendimentos, acolher demais não ajuda — mas confrontar cedo demais também fecha o paciente?

Nos diálogos de modos, o terapeuta precisa encontrar um equilíbrio clínico delicado: cuidado, sintonia, orientação, confrontação empática e limite.

A Criança Vulnerável precisa de presença e compaixão.

O Adulto Saudável pode precisar de direção.

Os modos evitativos precisam ser compreendidos, mas também confrontados.

E os modos punitivos ou destrutivos precisam encontrar limites firmes.

Na Terapia do Esquema, a postura do terapeuta não é neutra.

Ela é parte ativa da intervenção.

O ponto não é ser sempre suave, nem sempre firme.

É conseguir se mover entre cuidado e limite conforme a necessidade emocional do momento.

Porque, às vezes, o que cura é acolher.

E, outras vezes, o que protege é sustentar o limite.

Salve este post para lembrar nos seus próximos diálogos de modos.

Endereço

Avenida Do Contorno, 6283/sala 407
Belo Horizonte, MG
30110-931

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 21:00
Terça-feira 08:00 - 21:00
Quarta-feira 08:00 - 21:00
Quinta-feira 08:00 - 21:00
Sexta-feira 08:00 - 21:00

Telefone

+5531997532530

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Nelma Moura Psicologia posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Prática

Envie uma mensagem para Nelma Moura Psicologia:

Atalhos

Compartilhar

Categoria