24/08/2026
O salário continua importando. Mas, para uma parcela cada vez maior dos profissionais, ele já não é suficiente para justificar qualquer custo emocional.
Uma pesquisa da Fundação Itaú mostra um dado interessante: 6 em cada 10 jovens brasileiros aceitariam ganhar menos para trabalhar em um ambiente menos estressante.
E o segundo dado é ainda mais importante: remuneração continua sendo o principal fator de escolha profissional.
Não é sobre escolher entre dinheiro ou saúde mental.
É sobre perceber que uma carreira sustentável precisa considerar os dois.
E isso vale não apenas para quem está começando.
Profissionais experientes também chegam a momentos em que precisam se perguntar:
“Quanto estou ganhando?” “Quanto estou pagando emocionalmente por isso?” “Esse trabalho ainda faz sentido para a vida que quero construir?”
Porque crescimento profissional não deveria exigir que você normalize exaustão, jornadas intermináveis ou uma vida inteira organizada em função do trabalho.
Talvez maturidade profissional seja justamente aprender a colocar esses fatores na mesma equação: remuneração, desenvolvimento, propósito, qualidade de vida e saúde emocional.
Crescer profissionalmente sem adoecer não significa abrir mão da ambição. Significa construir uma carreira que você consiga sustentar.
E você? Se tivesse que escolher hoje, quanto da sua remuneração estaria disposto(a) a abrir mão por mais qualidade de vida?
🤗 Um abraço!
Sheila