21/08/2026
"Uma das formas de identificar nossas feridas primárias é observar as dores que se repetem ao longo da vida. É perceber os atritos que ocorrem em nossas relações. Quando na infância registramos por exemplo, um registro de "abandono", de alguma forma, essa sensação estará presente em muitas outras relações. ⠀
Uma dependência afetiva do parceiro (a). Um medo de ser abandonado, trocado, de se sentir sozinho novamente. Olhe bem, escrevi "novamente", porque é experimentar de uma dor já conhecida.⠀
Atrairemos para nossa vida, pessoas e situações para que possamos reviver a dor, como uma tentativa do inconsciente de "vencer o inimigo", mas obviamante, um processo muito doloroso e até destrutivo.⠀
Perceba suas reações aparentemente "exageradas" em algumas situações. Imagine um machucado em seu joelho. Ele dói, está ferido. Agora imagine alguém te machucando exatamente no mesmo joelho.⠀
Como seria sua reação? ⠀
Emocionalmente funcionamos da mesma forma. "Gritamos" de dor, porque o machucado ainda não foi cicatrizado. ⠀
Para que ele cicatrize, precisamos cuidar, precisamos tratar. Ele continuará existindo, mas não precisará nos ferir de forma tão profunda.⠀
Olhe para si com carinho e coragem. Não olhar não amezina a dor, ao contrário, perpetua o sofrimento em sua vida."
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😉❤️