Psicanalista Ana Paula Loureiro Chaves

Psicanalista Ana Paula Loureiro Chaves Integro uma variedade de teorias e práticas em minha prática clínica. Sou psicanalista, mas minha abordagem vai além das escolas tradicionais.

Estudei e me inspirei em diversos teóricos, como Freud, Lacan, Winnicott, Jung, entre outros.

07/08/2026

Você já sentiu culpa mesmo tendo feito tudo o que estava ao seu alcance?

Esse é um sentimento mais comum do que parece.

Muitas vezes, a culpa não nasce porque fizemos algo errado. Ela nasce porque aprendemos, ao longo da vida, que precisaríamos agradar, corresponder às expectativas, evitar decepcionar ou cuidar de todos ao nosso redor.

Por isso, dizer "não", colocar limites, descansar ou escolher a si mesmo pode despertar culpa, mesmo quando essas atitudes são saudáveis.

A culpa nem sempre é um sinal de que você errou.
Às vezes, ela é apenas um sinal de que uma parte sua ainda acredita que precisa merecer amor, aprovação ou aceitação.

Na terapia, não buscamos simplesmente eliminar esse sentimento. Buscamos compreender de onde ele vem. Quando entendemos sua origem, ele deixa de comandar nossas escolhas.

Você pode continuar sendo uma pessoa ética, generosa e amorosa sem carregar um peso que nunca foi seu.

Se você percebe que a culpa está presente em muitas das suas decisões e tem dificultado sua vida, a psicoterapia pode ajudar a construir uma relação mais leve consigo mesmo.

📩 Agende sua sessão pelo link da bio.
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A irritação pode parecer apenas um excesso, mas muitas vezes ela aponta para algo que foi tocado em nós.Antes de tentar ...
05/08/2026

A irritação pode parecer apenas um excesso, mas muitas vezes ela aponta para algo que foi tocado em nós.

Antes de tentar silenciá-la, experimente escutá-la: o que ela está sinalizando?

Salvar este carrossel pode ajudar nos momentos em que a reação chegar antes da compreensão.

30/07/2026

É muito comum que pais se preocupem quando um adolescente ou um jovem adulto passa mais tempo no quarto. Mas esse comportamento, sozinho, não significa que exista um problema.

Nessa fase da vida, acontecem mudanças importantes. O cérebro ainda está em desenvolvimento, aumenta a necessidade de autonomia, surgem novas responsabilidades, amizades ganham mais importância e muitos jovens também precisam de momentos de privacidade para descansar da quantidade de estímulos do dia.

Por isso, o foco não deve ser a quantidade de tempo que ele passa sozinho.
A pergunta mais útil é:
Como ele está vivendo quando sai do quarto?
Continua estudando ou trabalhando? Mantém a higiene? Alimenta-se adequadamente? Ainda consegue sentir prazer em alguma atividade? Tem contato com amigos ou familiares, mesmo que em menor quantidade?

O que costuma preocupar não é gostar de ficar sozinho, mas uma mudança importante no funcionamento da vida: perda de interesse pelas coisas que antes eram prazerosas, isolamento crescente, desânimo persistente, alterações marcantes no sono, no apetite e dificuldade para realizar tarefas simples.

Outro ponto importante: nem toda tristeza ou irritação significa depressão. A adolescência e o início da vida adulta são fases naturalmente marcadas por oscilações emocionais. O que merece atenção é quando essas mudanças se tornam intensas, persistentes e começam a trazer sofrimento ou prejuízo para a rotina.

Em vez de pressionar ou cobrar, procure manter uma presença acolhedora. Muitas vezes, saber que existe alguém disponível para ouvir já faz diferença.

Se você perceber que o sofrimento está aumentando ou persistindo por semanas, procurar ajuda profissional pode ser um passo importante.
Compartilhe este post com quem convive com adolescentes ou jovens adultos. Informação de qualidade ajuda a diminuir o medo e aumenta as chances de uma intervenção no momento certo.

A análise não é um caminho para eliminar todo sofrimento e nem para alcançar uma felicidade constante.Ela é um espaço de...
15/07/2026

A análise não é um caminho para eliminar todo sofrimento e nem para alcançar uma felicidade constante.

Ela é um espaço de escuta, elaboração e descoberta, onde aquilo que se repete, incomoda ou parece sem explicação pode começar a ganhar sentido.

Com o tempo, a análise pode favorecer mais consciência sobre seus padrões, mais clareza diante dos conflitos e uma relação menos sofrida com a própria história.

O passado não pode ser mudado. Mas a forma como você se relaciona com ele, sim.

Ana Paula Loureiro Chaves
Psicanalista

A análise não é um caminho linear.Há sessões em que algo se revela com mais clareza. Em outras, pode parecer que nada ac...
13/07/2026

A análise não é um caminho linear.

Há sessões em que algo se revela com mais clareza. Em outras, pode parecer que nada aconteceu. Mas o trabalho analítico também se dá nos intervalos, nas repetições que começam a ser percebidas, nas perguntas que insistem e nas pequenas mudanças de posição diante da própria história.

Com o tempo, aquilo que parecia apenas “meu jeito de ser” pode ganhar novos sentidos.

A análise não promete respostas prontas, mas pode abrir espaço para uma escuta mais singular de si e para formas mais autênticas de viver.

Às vezes, a transformação começa quando nos permitimos fazer perguntas que antes evitávamos.

Ana Paula Loureiro Chaves
Psicanalista

Nem todo sintoma emocional aparece primeiro em palavras.Às vezes, ele surge como tensão, aperto no peito, dores recorren...
12/07/2026

Nem todo sintoma emocional aparece primeiro em palavras.

Às vezes, ele surge como tensão, aperto no peito, dores recorrentes, alterações no sono, cansaço constante ou sensação de peso no corpo.

A psicossomática, em diálogo com a psicanálise, nos convida a olhar para além do sintoma físico: não para ignorar o corpo, mas para escutar também a história emocional que pode estar atravessando esse corpo.

O que não encontra espaço para ser elaborado pode tentar aparecer de outras formas.

Na análise, é possível construir um espaço de fala, escuta e elaboração para aquilo que vem sendo vivido, repetido ou silenciado.

Se você sente que seu corpo tem expressado algo que ainda não conseguiu nomear, talvez seja o momento de começar a escutar isso com mais cuidado.

Agendamentos pelo link da bio.

Ana Paula Loureiro Chaves
Psicanalista

“Se tenho tempo livre, eu deveria sair, caminhar, ir ao cinema, passear, fazer algo interessante.”Mas uma pergunta pode ...
10/07/2026

“Se tenho tempo livre, eu deveria sair, caminhar, ir ao cinema, passear, fazer algo interessante.”

Mas uma pergunta pode abrir outra direção:
quem está exigindo isso?

Nem sempre o sofrimento está no descanso em si. Muitas vezes, descansar, ver televisão, ler, ficar quieta ou simplesmente não fazer nada não traz sofrimento por si só.

O incômodo aparece quando entra em cena um juiz interno dizendo que aquilo não é suficiente.

Freud já observava algo importante sobre o superego, que às vezes age como um carrasco interno: ele não exige apenas trabalho, disciplina ou renúncia. Ele também pode exigir prazer, felicidade, produtividade, sociabilidade e “aproveitamento da vida”.

Hoje, o mandato não é apenas “trabalhe”. É também:
aproveite o dia,
faça algo interessante,
tenha hobbies,
seja saudável,
viaje,
tenha vida social,
viva intensamente.

E, assim, até o lazer pode virar dever.

Talvez valha se perguntar:
se eu tivesse um dia de folga sem culpa, sem obrigação e sem precisar justificar nada para ninguém, o que surgiria espontaneamente?

Para algumas pessoas, o dia ideal não é cheio de atividades.
Pode ser ficar em casa, tomar café com calma, ler, assistir a uma série ou simplesmente descansar.

O problema não é querer ficar em casa.
O problema é não se autorizar a querer isso.

Ana Paula Loureiro Chaves
Psicanalista

Começar uma análise nem sempre acontece depois de uma grande crise.Às vezes, essa decisão surge de uma sensação mais sil...
08/07/2026

Começar uma análise nem sempre acontece depois de uma grande crise.

Às vezes, essa decisão surge de uma sensação mais silenciosa: a percepção de que algo se repete, de que certas dores insistem em voltar ou de que a forma como se está vivendo já não parece suficiente.

Algumas pessoas chegam à análise depois de uma perda, de um relacionamento difícil, de uma crise de ansiedade, de uma angústia persistente ou de uma sensação de vazio difícil de nomear.

Outras chegam movidas pelo desejo de se conhecer melhor, compreender seus padrões e escutar aquilo que aparece nos sintomas, nos impasses e nas repetições.

Na psicanálise, o sintoma pode ser compreendido como uma forma de o inconsciente falar, uma tentativa de expressar algo que ainda não encontrou outro caminho.

A análise não elimina todo sofrimento, mas pode abrir um espaço para que ele seja escutado, elaborado e transformado.

Ana Paula Loureiro Chaves
Psicanalista

Você já percebeu que algumas dúvidas não aparecem para ajudar na escolha, mas para manter você preso no mesmo lugar?Na n...
07/07/2026

Você já percebeu que algumas dúvidas não aparecem para ajudar na escolha, mas para manter você preso no mesmo lugar?

Na neurose, a dúvida pode funcionar como uma forma de adiar o desejo. A pessoa pensa, repensa, compara, busca garantias, pede opiniões… mas nada parece suficiente para decidir.

Muitas vezes, a questão não é apenas “qual caminho escolher?”, mas o que aquela escolha pode revelar: um desejo, uma perda, uma responsabilidade ou o medo de decepcionar alguém.

A dúvida neurótica costuma vir acompanhada de angústia, culpa e necessidade de certeza absoluta, algo que, na vida, raramente existe.

Na análise, não se trata de receber uma resposta pronta, mas de escutar o que essa dúvida insiste em dizer.

Ana Paula Loureiro Chaves
Psicanalista

Você já percebeu que alguns sintomas aparecem ou pioram justamente em momentos de tensão emocional?Uma dor que vai e vol...
04/07/2026

Você já percebeu que alguns sintomas aparecem ou pioram justamente em momentos de tensão emocional?

Uma dor que vai e volta. A gastrite que surge em períodos de estresse. A insônia que insiste em permanecer. A sensação de peso no corpo quando algo dentro de você parece difícil de nomear.

Pela ótica da psicossomática psicanalítica, corpo e mente não estão separados. Muitas vezes, quando uma emoção não encontra palavras, ela pode encontrar uma forma de aparecer no corpo.

Isso não significa ignorar a medicina ou deixar de investigar sintomas físicos. Pelo contrário: cuidar do corpo é essencial. Mas também pode ser importante escutar o que esse sintoma comunica sobre a sua história, seus conflitos, seus silêncios e suas angústias.

O sintoma não precisa ser visto apenas como um inimigo. Ele também pode ser uma mensagem pedindo escuta.

A análise é um espaço para começar a traduzir esse idioma do corpo e dar voz ao que, por muito tempo, talvez tenha sido calado.

O que o seu corpo tem tentado te dizer ultimamente?
Talvez essa seja uma conversa que merece um espaço só seu. Se fizer sentido neste momento da sua vida, você pode agendar um horário pelo link da bio.

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Belo Horizonte, MG

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