Isis Paranhos

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02/06/2026

Aquela leve dualidade,
50% namastê e 50% vsf
😅😂

Um dia desses, e não vai demorar…As pessoas vão perceber que a maior proteção energética talvez não seja um banho, um cr...
01/06/2026

Um dia desses, e não vai demorar…

As pessoas vão perceber que a maior proteção energética talvez não seja um banho, um cristal ou um ritual.

Talvez seja simplesmente não desperdiçar energia com aquilo que não diz respeito à própria vida.

Acho curioso como algumas pessoas sentem uma necessidade constante de se proteger energeticamente, enquanto passam boa parte do tempo julgando, comentando, criticando ou acompanhando a vida alheia.

Porque energia é energia.

E o universo parece muito menos interessado nas justificativas do que na frequência que você sustenta repetidamente.

No final, toda vez que você alimenta fofoca, ressentimento, inveja, julgamento ou qualquer forma de caos direcionado ao outro, uma parte da sua atenção continua presa ali.

E atenção é um dos ativos mais valiosos que existem.

Talvez por isso eu tenha cada vez menos interesse em falar da vida de alguém.

Não por santidade.

Por pragmatismo mesmo.

Minha energia é cara demais.

Tenho sonhos para construir.
Projetos para tirar do papel.
Lugares para conhecer.
Dinheiro para gerar.
Uma vida inteira para criar.

Prefiro investir minha energia nisso.

O restante, a vida se encarrega de organizar sozinha.

Another day another dump…
26/05/2026

Another day another dump…

Nunca, nem nos meus sonhos mais delirantes, eu imaginei que chegaria aqui tão “rápido”.E talvez quem veja de fora não fa...
23/05/2026

Nunca, nem nos meus sonhos mais delirantes, eu imaginei que chegaria aqui tão “rápido”.

E talvez quem veja de fora não faça ideia da quantidade de barreiras internas que precisei atravessar para finalmente me permitir viver isso aqui.

Porque às vezes a maior distância entre você e a vida que deseja muitas vezes não é só financeira, geográfica ou profissional.

É emocional.

É o quanto você ainda acredita, inconscientemente, que não pode ter.

E acho que foi exatamente isso que mais mudou em mim nesses últimos anos.

A permissão.

Quero registrar o quão bonitos foram esses meses por aqui.

As muitas horas de atendimento olhando para essa vista.
Os fins de tarde na rede lendo, escrevendo ou simplesmente escutando música em silêncio.
Os pequenos instantes em que a vida parecia tão alinhada que chegava a ser difícil acreditar que era real.

Pela primeira vez, senti algo que nunca havia sentido com tanta clareza:

casa.

Não apenas um lugar bonito.
Não apenas um lugar de passagem.

Mas pertencimento.

Aquela sensação silenciosa de “eu realmente estou vivendo aqui”.

E mesmo tendo sido temporário, algo em mim ficou.

Talvez porque certos lugares não passem pela nossa vida apenas como cenário.

Eles reorganizam partes internas que já estavam prontas para mudar.

Hoje eu consigo reconhecer que vivi aqui a realização de um sonho que, até pouco tempo atrás, eu nem acreditava que estava disponível para mim.

Sou profundamente grata por tudo que vivi aqui.

E me abro, com entrega e fé absolutas, para todas as bênçãos que ainda estão por vir.

20/05/2026

Meu trabalho é…
Ser intuitiva.

Ler energia,
Identificar padrão,
Modular tendência,

24h por dia, 7 dias por semana…

“Ao acreditar apaixonadamente em algo que ainda não existe, é possível criá-lo.”— KafkaComecei a ler Metamorfose sem ent...
17/05/2026

“Ao acreditar apaixonadamente em algo que ainda não existe, é possível criá-lo.”
— Kafka

Comecei a ler Metamorfose sem entender exatamente por que ainda não havia me aventurado por Kafka antes.

Mas bastaram poucas páginas para sentir minhas próprias entranhas se revirando.

Cru.
Dilacerante.
Incômodo.

Existe algo profundamente desconfortável em toda obra que arranca o inconsciente do porão e o coloca sentado na mesa, olhando diretamente para você.

Como se a alma reconhecesse uma verdade que o personagem ainda tenta negociar.

E talvez seja justamente por isso que certas leituras não podem ser apenas compreendidas intelectualmente.

Elas precisam ser sobrevividas.

“Argh” seria o som mais honesto para descrever a sensação.

Esse grunhido sem forma, sem estética, apenas consciência rasgando versões antigas enquanto o ego tenta continuar operando normalmente, fingindo que nada foi deslocado internamente.

Talvez por isso eu tenha desenvolvido uma percepção muito específica sobre pessoas.

É que eu sou mais burra socialmente e mais inteligente energeticamente do que costumam estimar.

E honestamente?
Não aconselho subestimar nenhum dos dois.

Porque enquanto muita gente aprendia a navegar códigos sociais, eu aprendia a reconhecer frequência.

Uma das consequências de nunca ter compreendido completamente certas dinâmicas neurotipicas, foi desenvolver a habilidade de perceber o que existe por trás delas.

Posso não captar uma ironia, uma indireta ou um flerte, imediatamente.
Mas sinto a vibração por trás dela quase instantaneamente.

E é curioso observar como a maioria das pessoas passa anos tentando sustentar versões emocionalmente aceitáveis de si mesmas enquanto as próprias feridas seguem governando silenciosamente suas reações, escolhas e relações.

No final, consciência emocional talvez seja exatamente isso:

“Se alguém esbarra em você e derrama a bebida do seu copo, só pode sair o que já estava dentro.”

E isso muda tudo.

Porque quando a raiva transborda, quase nunca é apenas sobre o acontecimento presente.

Às vezes é ressentimento antigo.
Humilhação acumulada.
Dor sedimentada.
Sobrevivência emocional automatizada.

[Continua nos comentários]

Vista-se bem, faça o trabalho interno, seja estranho, se ame a ponto de criar uma nova vida, vibre mais alto, confunda a...
15/05/2026

Vista-se bem, faça o trabalho interno, seja estranho, se ame a ponto de criar uma nova vida, vibre mais alto, confunda as pessoas.

Porque “vibrar alto” raramente parece o que a internet vende.

Na maior parte do processo, não vai existir voz mansa, pose zen ou estética de monge hidratado.

Vai existir desconforto.

O luto de perceber que você performava evolução enquanto ainda era governado pelas mesmas feridas emocionais de sempre.

Porque frequência não é estética.
É coerência.

E não existe maquiagem energética capaz de esconder quando mente, coração e discurso estão desalinhados.

Sua energia grita.

Mesmo quando você fala bonito.
Mesmo quando posta frase pronta.
Mesmo quando performa gratidão enquanto alimenta ressentimento em silêncio.

Soa vazio.

Do you pray what you preach?
Ou você só reproduz discursos profundos sem nunca mergulhar nas próprias sombras?

Eu comecei a compartilhar fragmentos da minha história porque escrever virou uma forma de transmutar dores que passaram anos morando nas entranhas.
(Link na bio para o substack « )

Traumas que romantizei.
Padrões que justifiquei.
Versões das quais me mantive refém.

E encarar isso exige coragem.

Porque chega um momento em que você percebe que o vício no sofrimento pode ser maior do que a disposição de transformar dor em consciência.

Ao invés de se manter vítima das circunstâncias.

Quem diria que Lulu Santos seria tão filosófico em uma única frase.

Enquanto existir ódio dentro de você, não existe respaldo para reclamar da violência no mundo.

Mas quando você encontra o fragmento da sua história que ainda te fazia sentir injustiçado com a vida… algo muda.

Porque consciência transmuta.

Você escolhe.
Você alimenta.
Você dá foco, atenção, energia e resistência.

Ou transmuta.

No final, o jogo sempre foi sobre atenção, transmutação e responsabilidade pela frequência que você sustenta em silêncio.

📸 Romantizando minha vida na Bahia ✨

Eu amo a minha mente neurodivergente.Amo o quão esquisita, estranha, imprevisível e completamente messy é a experiência ...
26/04/2026

Eu amo a minha mente neurodivergente.
Amo o quão esquisita, estranha, imprevisível e completamente messy é a experiência de existir dentro dela.

Eu não sei viver me pautando por uma coerência que faça sentido no papel.
A única coerência que eu conheço é a vibracional.

Eu não tomo decisões porque “parecem lógicas”.
Eu tomo porque algo dentro de mim move.
Porque meu corpo sente antes.
Porque meu coração sente a rota antes até da minha mente entender.

E eu sei que isso deve parecer caótico pra quem precisa de garantias palpáveis para existir.

Mas viver assim…
sem precisar me pautar pelo que já está manifesto na realidade,
sem precisar da validação dos fatos visíveis,
sem precisar que tudo faça sentido antes de eu sentir…

é como andar sendo guiada por uma inteligência que não passa pelo racional.

Eu só fluo.
Eu só sinto.
Eu só sigo.

E sempre, quando eu obedeço essa voz,
a vida me prova depois que a minha intuição já sabia antes.

Ser eu é um eterno diálogo entre o improvável e o inevitável.

25/03/2024

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