LucieneRochael

LucieneRochael Apoio você a (re) desenhar sua vida e carreira de forma autoral e sustentável sem abrir mão da saúde mental.

Atendimentos psicoterápico online e presencial, cursos, palestras e workshops.

Julho passou como um furacão!Teve muito trabalho, estudo, decisões importantes, muitas pendências pra resolver.Mas també...
31/07/2026

Julho passou como um furacão!
Teve muito trabalho, estudo, decisões importantes, muitas pendências pra resolver.
Mas também pausa, teve lazer, teve arte, visita aos museus, passeio pela cidade, cafés, tempo para contemplar a natureza, pé na areia, fortes emoções, fazer novas conexões, tempo para namorar e estar com a família.

Que venha Agosto!

Tem uma fase da vida da mulher que chega sem aviso e que a gente só entende depois de já ter atravessado boa parte dela ...
29/07/2026

Tem uma fase da vida da mulher que chega sem aviso e que a gente só entende depois de já ter atravessado boa parte dela sozinha.

Ninguém te prepara pra isso. Você vai descobrindo aos poucos, muitas vezes se sentindo culpada por não estar dando conta do jeito que sempre deu, se perguntando se o problema é você, sua idade, sua competência.

Não é.

Eu escolhi aprender mais sobre o cérebro justamente pra poder explicar, com clareza, o que muitas mulheres sentem e não conseguem nomear. E uma das coisas que mais me marca no consultório é ver o alívio no rosto de alguém quando ela entende: "então não sou só eu".

Você não precisa atravessar essa fase sozinha, nem fingindo que está tudo bem quando não está. Existe razão para o que você sente e existe também um caminho pra passar por isso sem abrir mão da sua carreira nem da sua saúde mental.

Se você quer compreender melhor o que está acontecendo com você e ter acompanhamento meu nessa fase, eu tenho um espaço só pra você!
Para saber mais, entre em contato pelo whatsapp: (31) 9 9956.1496

Te espero do lado de cá.

Luciene Rochael
Psicóloga especialista em Neuropsicologia
Orientadora de Carreira
CRP 04/24328
https://lucienerochael.com.br

"Nem todo mundo tem as mesmas 24 horas." Eu falo isso com propriedade, porque acompanho de perto o que acontece no dia d...
28/07/2026

"Nem todo mundo tem as mesmas 24 horas."
Eu falo isso com propriedade, porque acompanho de perto o que acontece no dia de uma mulher que sustenta o emocional de casa, entrega resultado no trabalho e ainda é a primeira a perceber quando algo vai mal com alguém que ama.

Do ponto de vista da neuropsicologia, isso tem nome: hipervigilância. Seu sistema nervoso não desliga entre uma tarefa e outra, ele continua monitorando, antecipando, calculando o próximo problema, mesmo quando você está fisicamente parada. É por isso que descansar nem sempre descansa.
O corpo para, mas a atenção continua sendo requisitada por tudo e por todos.

Esse é o motivo pelo qual "arrumar mais tempo" nunca resolve. Você pode ganhar uma hora livre na agenda e mesmo assim não sentir alívio, porque o problema nunca foi quantidade, foi disputa. Seu tempo é reivindicado antes mesmo de você decidir o que fazer com ele: por uma mensagem, uma preocupação, uma pendência que ninguém mais vai resolver.

É esse ciclo, sustentado por anos, que costuma desembocar em burnout. Não porque você fez pouco. Porque nunca teve, de fato, um tempo que fosse só seu, sem ninguém mais reivindicando uma parte dele.

Recuperar isso não é uma questão de organização. É uma questão de fronteira: decidir, de forma consciente, quais pedaços do seu tempo você não vai mais ceder.

Quando foi a última vez que você teve uma hora inteiramente sua, sem ninguém reivindicando nada dela? Me conta nos comentários.

Luciene Rochael
Psicóloga especialista em Neuropsicologia
Orientadora de Carreira
CRP 04/24328
https://lucienerochael.com.br

Ninguém chega inteira aos 52 anos, chega mais verdadeira. Por muito tempo, tentei ser a mesma pessoa em todos os lugares...
26/07/2026

Ninguém chega inteira aos 52 anos, chega mais verdadeira.
Por muito tempo, tentei ser a mesma pessoa em todos os lugares, mas hoje sei que essa nunca foi uma meta possível, e talvez nem fosse desejável.

O tempo foi cuidando do resto, quase sem eu perceber. Fui ficando mais seletiva com o que escuto, mais generosa com o que siento, mais honesta sobre o que já não me serve. E foi assim, devagar, que a discrição deixou de parecer timidez e virou escolha, que a sensibilidade deixou de parecer fraqueza e virou a lente pela qual eu enxergo o mundo.

Acho que boa parte disso vem da minha história. Cresci filha de professores, aprendi desde cedo que o conhecimento era a única herança que ninguém poderia tirar de mim. Éramos quatro irmãs dividindo sonho e quarto pequeno, no interior de Minas.

Foi carregando um sonho de palco que saí de casa para explorar o mundo. Cantei em coral, dei voz a melodias antes de dar voz a teorias, e por um bom tempo achei que minha vida seria sobre cantar para os outros. Só depois entendi que era sobre escutar, apoiar e desenvolver pessoas. A arte não ficou pelo caminho quando escolhi a psicologia, ela apenas se transformou em outra linguagem. Virou um recurso para apoiar pessoas a se reencontrarem através das mãos, do olhar, do sentir, da cor, do gesto.

E mesmo construindo uma carreira com dedicação, estudo e cuidado, demorei para entender uma coisa simples: cuidar da saúde mental pede a mesma dedicação que qualquer coisa importante na vida pede. Que parar, às vezes, é o gesto mais inteligente que se pode fazer, mesmo quando tudo em volta diz para continuar.

Aprendi também que talvez a gente nunca se sinta inteira porque a vida é isso, um convite constante para experimentar, errar e refazer. E o que vamos deixando pelo caminho não desaparece, ele se transforma no que somos hoje.

Se alguma dessas palavras encontrou eco em você, compartilhe com alguém que está experimentando outras 'composições de si'. - Luciene Rochael

Fotografia: Tarsila Rochael e Fernando Reis

15/07/2026

Como voltar ao trabalho depois de um burnout?
Como saber se estou pronta?

Essa preocupação faz muito sentido.

Voltar ao trabalho depois de um burnout não depende apenas de os sintomas terem melhorado. Também é importante observar se as condições que contribuíram para o adoecimento mudaram e se hoje você consegue preservar melhor os seus limites.

É natural ter receio de passar por isso de novo. Em vez de ignorar esse sentimento, procure entendê-lo. Muitas vezes, ele ajuda a perceber os primeiros sinais de sobrecarga antes que o desgaste volte a se instalar.

Luciene Rochael
Psicóloga e Orientadora de Carreira
https://lucienerochael.com.br

13/07/2026

Você não tá “se protegendo”. Tá viciada no pico. 🧠

A ansiedade tem um componente muito mais parecido com excitação do que a gente imagina e é exatamente por isso que ela vicia.

Nesse vídeo eu falo sobre 4 comportamentos que parecem cuidado, mas na real são só formas disfarçadas de buscar essa dose.

Qual desses você fazia achando que era “se cuidar”?
Me conta aqui nos comentários.

Luciene Rochael

10/07/2026

Quando decidi estar nas redes sociais, fiz uma escolha.

Não queria reproduzir o ritmo acelerado que tantas vezes adoece as pessoas.

Queria criar um espaço onde fosse possível pensar.

Ao longo dos meus 21 anos como psicóloga, aprendi que ninguém sofre por um único motivo. Ansiedade, estresse, burnout, carreira, relacionamentos, autocobrança, memória, escolhas… tudo isso se entrelaça porque faz parte da mesma história: a história de um ser humano.
meu perfil pareça falar de muitos assuntos.

Talvez o meu perfil pareça falar de muitos temas, mas para mim, todos eles fazem parte da mesma conversa.

Sou uma pessoa reservada, gosto de observar antes de concluir, de fazer perguntas antes de oferecer respostas. Não sinto necessidade de opinar sobre tudo, nem de transformar cada reflexão em uma fórmula pronta.

Também nunca quis construir um perfil para impressionar.

Prefiro construir um espaço onde as pessoas se sintam respeitadas na sua singularidade.

Acredito que a Psicologia não existe para simplificar a vida, mas para nos ajudar a compreendê-la com mais profundidade, gentileza e consciência.

Se você chegou agora, seja bem-vinda.

Luciene Rochael

07/07/2026

Em 21 anos trabalhando com saúde mental, nunca testemunhei níveis tão altos de ansiedade como agora.
E também pude perceber que existem pessoas que parecem ser viciadas em ansiedade.
Sabe por que?

Porque a ansiedade tem um componente químico viciante muito semelhante a excitação.
A forma como você lida com situações que causam ansiedade pode manter e prolongar a ansiedade na sua vida. E aí que entra o vício na ansiedade.

Pra saber mais como pacificar a ansiedade de forma inteligente, honesta e segura, acesse o link abaixo:
https://www.lucienerochael.com.br/cursos/pacificando-a-ansiedade

Luciene Rochael
Psicóloga especialista em Neuropsicologia
CRP 04/24328

06/07/2026

As suas escolhas e a sua agenda revelam muito mais sobre o que é importante e valoroso pra você do que aquilo que você diz ser.

Me conta aqui nos comentários qual o valor você escolhe viver agora em Julho.

Luciene Rochael
Psicóloga e Orientadora de Carreira

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