05/05/2026
Por aqui, a rotina de treinos é sagrada. E se você convive com a endometriose, o meu conselho como médico e entusiasta do movimento é: não subestime o poder do exercício como parte do seu tratamento!
Diversos estudos apontam que a prática regular de atividade física tem um impacto significativo na qualidade de vida de quem convive com a doença. Por atuar na redução da inflamação, melhora da circulação sanguínea, no fortalecimento muscular e ainda promover a liberação de neurotransmissores como a endorfina e a serotonina, o exercício ajuda no controle da dor, na redução da fadiga, na melhora do sono e na constipação.
De forma geral, as atividades aeróbicas de baixo a médio impacto são as mais indicadas, pois oferecem benefícios consistentes sem aumentar o risco de desconforto. No entanto, o mais importante é encontrar uma modalidade que faça sentido para você: quando há prazer na prática, a constância se torna possível — e é ela que traz resultados ao longo do tempo!