22/04/2020
A imobilidade corresponde a uma síndrome geriátrica, acometendo indivíduos com enfermidades
incapacitantes, o que culmina na redução dos movimentos articulares. As causas do comprometimento da mobilidade são multifatoriais, predominando as neurológicas e musculoesqueléticas.
Os prejuízos dessa afecção para o organismo são diversos:
-redução de massa muscular e óssea,
-acúmulo de secreção pulmonar, -infecções de repetição,
-alterações metabólicas, -desnutrição,
-úlceras de pressão,
-depressão e isolamento social!
Muitas desordens do aparelho locomotor acontecem pelo longo período de imobilidade no leito onde há um decréscimo na atividade física e, por conseguinte, nos efeitos benéficos que ela produz. Não são apenas as desordens de origem neurogênica ou miogênica que levam a este quadro. Problemas ortopédicos, queimaduras, alguns tipos de infecções, alterações psiquiátricas e quadro álgico intenso levam o indivíduo a permanecer por um período prolongado de restrições no leito.
A síndrome da imobilidade é um conjunto de alterações que ocorrem no indivíduo acamado por um período prolongado. Independente da condição inicial que motivou ao decúbito prolongado, esta síndrome evolui para problemas circulatórios, dermatológicos, respiratórios e muitas vezes psicológicos. Muito da morbidade e mortalidade associada ao paciente restrito ao leito advém dessas complicações músculo-esqueléticas e viscerais.
Hoje, sabemos que um dos papéis mais importantes do Fisioterapeuta é o da retirada precoce do paciente do leito evitando, assim, diversas patologias associadas ao longo decúbito. A mobilidade precoce é fundamental para evitar a imobilidade.
Infelizmente ainda temos muitas pacientes acamados e esses pacientes não podem f**ar sem um atendimento multidisciplinar.
Se você tem alguma dúvida sobre o atendimento de pacientes acamados e dependentes nos mande uma msg! Pode deixar também seu comentário aqui 👇!
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