AlessandraBrant

AlessandraBrant Informações para nos contatar, mapa e direções, formulário para nos contatar, horário de funcionamento, serviços, classificações, fotos, vídeos e anúncios de AlessandraBrant, Psicólogo/a, Belo Horizonte.

27/05/2026

Muitas mulheres não aprendem somente a cuidar , elas são ensinadas, desde muito cedo, a acreditar que seu valor está ligado à capacidade de sustentar tudo ao redor.
O cuidado deixa de ser uma escolha e passa a ser uma identidade.
A obrigação de cuidar, quando não cumprida, se torna culpa. Não porque falhou, mas porque foi ensinada a se medir por um ideal impossível.
Essa obrigação de dar conta de tudo afasta as mulheres de si mesmas. Elas se tornam função, papel, presença para o outro.
A questão não é deixar de cuidar. É poder escolher como, quando, quanto, e de quem cuidar, sem desaparecer no processo.

A Pequena Coreografia do Adeus, de Aline Bei, fala sobre os efeitos profundos de crescer em um campo afetivo marcado pel...
18/05/2026

A Pequena Coreografia do Adeus, de Aline Bei, fala sobre os efeitos profundos de crescer em um campo afetivo marcado pela ausência, pela rejeição e pela instabilidade.

Acompanhamos a busca corajosa da personagem por construir uma vida que não seja apenas uma resposta ao trauma.

Chama atenção a escrita fragmentada, que parece acompanhar o movimento da memória e das lembranças que retornam em pedaços.

Um livro delicado, sensível e tocante.

Muitas vezes permanecemos em relações ou espaços que nos diminuem porque fomos aprendendo, ao longo da vida, a buscar ac...
13/05/2026

Muitas vezes permanecemos em relações ou espaços que nos diminuem porque fomos aprendendo, ao longo da vida, a buscar aceitação, evitar conflitos ou sustentar vínculos mesmo quando eles nos ferem.

A pergunta não é apenas “por que o outro faz isso comigo?”, mas “por que eu continuo me colocando nesse lugar?”.

Perceber o espaço que ocupa é o primeiro movimento para deixar de viver aprisionada pela expectativa do outro e começar a se responsabilizar pela própria presença no mundo.

Você tem conseguido reconhecer os lugares em que permanece, mesmo quando já não te cabem?

11/05/2026

Quantas vezes deixamos de viver a partir de nós mesmas para tentar controlar a forma como somos vistas?

Permitir que nos julguem é reconhecer que não controlamos completamente a imagem que o outro constrói sobre nós.

Abandonar uma identidade moldada para agradar é compreender que é impossível ser aceita, compreendida e aprovada por todos.

Deixar morrer a versão de si que vive escrava da expectativa alheia é abrir espaço para uma existência mais autêntica.

Liberdade é aceitar que algumas escolhas podem gerar perdas, críticas e afastamentos, mas também é compreender que se abandonar para ser aceita tem um custo profundo.

Você tem vivido a partir de si ou da imagem que tenta sustentar para o outro?

A culpa materna nasce do encontro entre a mulher, sua história, suas escolhas possíveis e as exigências sociais colocada...
05/05/2026

A culpa materna nasce do encontro entre a mulher, sua história, suas escolhas possíveis e as exigências sociais colocadas sobre a maternidade.

A mãe é frequentemente convocada a ocupar um lugar de perfeição, onipotência e onipresença, como se a maternidade anulasse a mulher que existia antes dela.

Mas ser mãe não retira da mulher sua condição humana, de alguém que deseja, se frustra, se contradiz, se cansa, escolhe, erra e recomeça.

A culpa aparece na distância entre a mãe ideal que acredita que deveria ser e a mãe real que consegue ser.

Talvez o caminho não seja perguntar “o que devo fazer para ser uma mãe perfeita?”, mas “o que devo fazer para ser uma boa mãe dentro das minhas reais possibilidades?”

Porque a culpa materna, quando olhada com com acolhimento, pode deixar de ser um aprisionamento e se tornar uma abertura para escolhas mais conscientes, vínculos mais verdadeiros e uma maternidade menos idealizada, mais humana e possível.

Você não precisa elaborar sozinha tudo aquilo que pesa na sua forma de maternar. A terapia pode te ajudar a olhar para isso com mais cuidado e consciência.

Ilustração

03/05/2026

02 de maio de 2026, praia de Copacabana, 2 milhões de pessoas presentes, outras milhares assistindo à transmissão ao vivo de um show histórico, onde usa sua relevância para dar voz às mulheres, principalmente às mais de 20 milhões de mães solo do nosso país.
Seguimos firmes e fortes apesar dos esforços em nos calar!

Eu não poderia deixar de falar sobre a vitória de  no  porque sustentar a própria identidade sem recuar diante da desapr...
22/04/2026

Eu não poderia deixar de falar sobre a vitória de no porque sustentar a própria identidade sem recuar diante da desaprovação é uma escolha corajosa.

Nos 10 anos que separam a edição 16 da edição 26, mergulhou em seu próprio caos, confrontou excessos, limites e contradições, e se encontrou.

Ela não representou apenas por suas falas ou posicionamentos, mas pela trajetória que sustenta.

Longe de idealizações, não se trata de santificar ou condenar, mas de reconhecer uma mulher que se responsabiliza por quem é.

Talvez seja isso que toque tantas outras, a possibilidade de existir sem precisar negociar a própria presença para ser aceita.

Imagem

O outro é sempre um outro, com sua história, suas faltas, suas formas próprias de sentir e de se vincular. Esperar que a...
26/03/2026

O outro é sempre um outro, com sua história, suas faltas, suas formas próprias de sentir e de se vincular. Esperar que alguém nos ame exatamente como precisamos é apostar no improvável.

Não é tarefa do outro preencher vazios, organizar dores ou sustentar aquilo que ainda não conseguimos sustentar em nós.

Amar-se é um processo profundo de reconhecer as próprias necessidades, assumir escolhas, e construir formas possíveis de cuidado consigo.

Isso implica o deslocamento do desejo de ser completamente compreendido pelo outro,
para a capacidade de se compreender e se posicionar no mundo.

O trabalho emocional atravessa muitas relações de forma invisível.Frequentemente, ele se torna mais uma responsabilidade...
17/03/2026

O trabalho emocional atravessa muitas relações de forma invisível.

Frequentemente, ele se torna mais uma responsabilidade assumida pela mulher.

Lembrar datas, criar momentos, sustentar o clima do vínculo e tentar manter a relação viva exige investimento.

Quando apenas uma pessoa ocupa esse lugar, o que antes era prazer passa, aos poucos, a se tornar desgaste.

Relações não se sustentam apenas com sentimento, mas com responsabilidade compartilhada.

Você sente que a relação que vive hoje é sustentada por dois ou por apenas um?

12/03/2026

Muitas vezes atravessamos a vida orientados pela idealização de quem deveríamos nos tornar.
Nesse movimento, esquecemos de olhar para o caminho já percorrido e para a pessoa que, de fato, nos tornamos ao longo dele.

Que possamos seguir em direção aos nossos desejos, sem perder a oportunidade de reconhecer a história que construímos, e a pessoa que nos tornamos até aqui!

Vídeo

Endereço

Belo Horizonte, MG

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando AlessandraBrant posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Compartilhar

Categoria