Karina Lima Juremeira - Psicóloga

Karina Lima Juremeira - Psicóloga Sou Karina Lima Juremeira - Psicóloga Clínica e apaixonada pela profissão.

A minha missão é ajudar pessoas a encontrar sua jornada e tornar-se aquilo que potencialmente nasceram para ser!

Há livros que a gente lê. E há livros que continuam sendo lidos dentro da gente.🧡Ontem, A bolsa amarela, de Lygia Bojung...
24/08/2026

Há livros que a gente lê. E há livros que continuam sendo lidos dentro da gente.🧡

Ontem, A bolsa amarela, de Lygia Bojunga, ganhou uma casa de chá, uma mesa com aquarelas e novas histórias para carregar.

A pergunta que nos acompanhou foi:

“Se você tivesse uma bolsa amarela hoje, o que colocaria dentro dela? Ou o que já está dentro da sua bolsa e você gostaria de compartilhar?”

E cada uma encontrou sua própria resposta.

Sem precisar ilustrar o livro, deixamos que a leitura encontrasse outra linguagem. Surgiram paisagens, desejos, memórias, afetos, sonhos e aquilo que, às vezes, ainda não conseguimos nomear.

Algumas imagens guardavam coisas que pedem tempo. Outras pareciam dizer: já é hora de deixar sair.

Eu também pintei a minha bolsa. Ou melhor, a minha maleta.

A mesma que já carregou minhas maquiagens, depois minhas joias e hoje carrega minhas tintas e desenhos. Uma maleta que atravessou diferentes versões de mim e que, em um sonho, apareceu cheia de dinheiro.

Talvez porque algumas coisas que carregamos tenham um valor que não cabe em dinheiro.

Ela carrega desejos realizados e outros ainda por realizar. Carrega meu fazer, minha criatividade e aquilo que escolho colocar no mundo.

E talvez seja isso que a literatura possa fazer por nós:

nos ajudar a olhar para aquilo que carregamos.

Algumas coisas precisam permanecer. Outras pedem cuidado. E existem aquelas que, de tão grandes, começam a transbordar pelas bordas.

Talvez crescer não seja esvaziar a nossa bolsa.

Talvez seja aprender a reconhecer o que vale a pena continuar carregando e quando alguma coisa já está pronta para sair.

💛 Alma Literária, um lugar para ler histórias e descobrir quais histórias estão sendo escritas dentro de nós.



Obs: Este grupo já está com as vagas encerradas.

Mas, se você gostaria de viver uma experiência de leitura e arte comigo, fique por perto. Em breve vou compartilhar um novo formato do Alma Literária. 🧡

Se quiser saber antes, entre em contato comigo. 😉

Beijo grande no seu coração ♥️

Há encontros que são mais do que encontros.São uma forma de dizer: você pertence aqui.Recebi meus pais em casa essa sema...
17/08/2026

Há encontros que são mais do que encontros.

São uma forma de dizer: você pertence aqui.

Recebi meus pais em casa essa semana que passou. Entre passeios, conversas, risadas, cafés e pequenos momentos compartilhados, fui percebendo que talvez seja isso que fazemos quando amamos alguém: criamos lugares onde o outro pode descansar um pouco da vida e simplesmente estar.

A vida passa. As pessoas mudam. Algumas partem. Outras permanecem.

E talvez uma das formas mais bonitas de amar seja construir, enquanto ainda podemos, boas lembranças para guardar.

Porque pertencimento não é apenas ter um lugar para voltar.

É ter alguém que nos espera.
É reconhecer um rosto e sentir familiaridade.
É poder sentar à mesa e sentir que existe um pedaço do mundo onde podemos ser inteiramente nós mesmos.

Minha mãe me deu a vida.

Mas, ao longo dela, também me deu raízes, histórias, memórias e esse estranho e bonito sentimento de saber de onde vim.

Talvez seja isso que chamamos de vínculo: aquilo que continua nos habitando mesmo quando estamos longe.

E talvez cuidar de quem amamos seja também isso:
encher o coração de lembranças que possam nos acompanhar quando a presença já não puder mais estar.

Que a vida nos permita criar muitas delas. 🧡

Maria Lima da Cruz Nelson Marcelo

Hoje foi dia de aquecer o coração. 🧡Um pequeno encontro antes do encontro,um ensaio para aquilo que ainda virá.Fui conhe...
10/08/2026

Hoje foi dia de aquecer o coração. 🧡

Um pequeno encontro antes do encontro,
um ensaio para aquilo que ainda virá.

Fui conhecer o Eté,
experimentar o espaço,
sentir seus cheiros, suas cores,
seu silêncio bonito entre uma conversa e outra.

Mas fui também para pintar.

E descobri que, às vezes,
a aquarela começa muito antes do papel.

Começa quando uma amiga apresenta outras pessoas
e, sem perceber,
a gente deixa de chamar de “conhecidas”
e começa a chamar de amigas.

Três mulheres que chegaram com seus jeitos,
suas histórias, suas delicadezas,
e que tornaram a tarde ainda mais bonita.

Entre pincéis, água e pigmentos,
vieram os chás, as sobremesas,
os sabores compartilhados
e uma mesa que acolheu diferentes necessidades:
vegano, sem glúten, sem lactose,
porque também existe carinho
quando há espaço para cada um estar como é.

E então veio o pôr do sol.

Como se o dia soubesse
que precisava terminar devagar.

Luz dourada atravessando o espaço,
aquarelas secando sobre a mesa,
chá nas xícaras,
doces entre as conversas
e aquela sensação boa
de estar exatamente onde se queria estar.

Amei o lugar.
A proposta.
O cheiro.
As cores.
A arte.

Mas, principalmente,
amei as pessoas que a arte colocou no meu caminho.

Talvez seja isso que eu mais gosto nos encontros com arte:

a gente chega para pintar alguma coisa
e, sem perceber,
é a vida que vai criando novas cores.

Hoje foi um pequeno pré-evento.
Um “aquecimento”.

Mas, para mim, já foi encontro.

E foi bonito demais. 🧡🎨☕️

Com elas Vivi Weirich Kamila Tansini Fernanda Weirich | Advogada Trabalhista

Há momentos em que não buscamos mais conhecimento.Buscamos um lugar onde aquilo que nos move também habita outras pessoa...
03/08/2026

Há momentos em que não buscamos mais conhecimento.

Buscamos um lugar onde aquilo que nos move também habita outras pessoas.

Depois de anos estudando Psicologia Analítica, fazendo formações, lendo, escrevendo e caminhando muitas vezes de forma solitária, percebi que o que me levou à Jornada não foi apenas o desejo de aprender mais. Foi o desejo de encontrar uma comunidade.

Um espaço onde a teoria não estivesse separada da experiência.

Onde os conceitos respirassem.

Onde as pessoas ainda se permitissem falar da alma com delicadeza, da imaginação com seriedade e dos símbolos com respeito.

Saí de lá com a sensação de que a Psicologia Analítica continua viva justamente porque existem pessoas que a vivem, e não apenas a estudam.

Encontrei pesquisadores, clínicos, artistas, poetas. Pessoas que parecem compreender que a alma não se revela apenas nos livros, mas também na escuta, na presença e no encontro.

Voltei para casa com uma certeza silenciosa: pertencimento também é uma forma de cuidado.

Agora aguardo a abertura das inscrições para me candidatar à formação. Sei que há um processo seletivo e que ser aceita não depende apenas do meu desejo. Mas, pela primeira vez em muito tempo, sinto que encontrei um lugar para o qual faz sentido dirigir meus próximos passos.

Às vezes, o conhecimento nos transforma.

Outras vezes, é o encontro que nos lembra por que começamos a caminhar.

📚🧡🔱 🎨

pertencer

Ontem eu não aprendi apenas uma nova técnica de pintura.Aprendi uma nova forma de me encontrar.Foi a minha primeira expe...
26/07/2026

Ontem eu não aprendi apenas uma nova técnica de pintura.

Aprendi uma nova forma de me encontrar.

Foi a minha primeira experiência com pastel oleoso. Sem pincéis. Apenas a tela, as cores, o giz e as próprias mãos.

Confesso que, no início, a primeira emoção foi a frustração.

A sensação de “acho que não vou dar conta”.

A vontade de fazer bonito antes mesmo de experimentar.

Mas, aos poucos, algo mudou.

Percebi que a pintura não estava me pedindo perfeição. Estava me convidando à presença.

Cada cor misturada com as mãos, cada textura, cada tentativa e até cada imperfeição abriram espaço para um mundo que eu ainda não conhecia em mim.

Pintar deixou de ser apenas reproduzir uma imagem.

Tornou-se um exercício de confiar no processo.

De tolerar o erro.

De desenvolver habilidades que vão muito além das mãos: atenção, sensibilidade, criatividade, paciência e coragem para permanecer onde ainda não sabemos exatamente o que estamos fazendo.

No final, os girassóis estavam na tela.

Mas talvez a maior obra tenha acontecido por dentro.

Porque algumas experiências não nos ensinam apenas uma técnica.

Elas nos apresentam uma versão de nós mesmos que ainda estava esperando uma oportunidade para florescer. 🌻

Obrigada Dias | Experiências criativas que conectam pessoas e marcas por nos proporcionar encontros com alma 🎨 🧡

Obrigada minha amiga Vivi Weirich pelo convite onde você se revelou uma artista 🧑‍🎨 🧡

Obrigada pela parceria minha amiga artista de coração Luciane Laikovski 🌻 Psicóloga CRP 07/34355

🌻

Há 151 anos nascia um homem que nos ensinou que os maiores caminhos não estão no mundo, mas dentro de nós.Celebrar Jung ...
26/07/2026

Há 151 anos nascia um homem que nos ensinou que os maiores caminhos não estão no mundo, mas dentro de nós.

Celebrar Jung é celebrar a coragem de olhar para a alma, escutar os sonhos e confiar que cada símbolo pode iluminar um passo da nossa travessia.

Que sua obra continue inspirando encontros profundos com quem verdadeiramente somos.

🧡📚🔱 🎨

Psicologia

Qual dessas frases encontrou você exatamente no momento em que precisava? 🍂
20/07/2026

Qual dessas frases encontrou você exatamente no momento em que precisava? 🍂

📚 Dois livros que dialogam profundamente entre si.Resposta a Jó, de Jung, e Ego e Arquétipo, de Edward EdingerJung nos c...
16/07/2026

📚 Dois livros que dialogam profundamente entre si.

Resposta a Jó, de Jung, e Ego e Arquétipo, de Edward Edinger

Jung nos convida a olhar a história de Jó não apenas como um relato bíblico, mas como o drama da consciência humana diante do sofrimento, do mistério e da experiência do sagrado. Jó não aceita respostas prontas. Ele entra em conflito, questiona e sustenta a tensão até que sua relação com Deus se transforme.

Edinger amplia essa compreensão mostrando que esse é também o caminho da individuação: o ego precisa perder suas antigas certezas, atravessar o conflito e aprender a se relacionar com algo maior do que ele mesmo, sem se confundir com esse centro e sem negá-lo.

Mais do que livros sobre religião, são livros sobre a psique. Sobre o momento em que as imagens externas deixam de bastar e começa a difícil — e bela — tarefa de descobrir uma relação pessoal com o Si-mesmo.

São leituras exigentes, mas profundamente recompensadoras para quem deseja compreender a psicologia analítica para além da teoria.

Alguns livros nos oferecem respostas. Outros nos ensinam a fazer perguntas melhores. Para mim, estes dois pertencem à segunda categoria.

Individuação SiMesmo Arquétipos PsicologiaJunguiana LeituraQueTransforma

Há versos que parecem envelhecer conosco.”Num bosque, dois caminhos bifurcavam, e eu...Fiz do menos percorrido o meu,e i...
15/07/2026

Há versos que parecem envelhecer conosco.

”Num bosque, dois caminhos bifurcavam, e eu...
Fiz do menos percorrido o meu,
e isso fez toda a diferença.” — Robert Frost

Durante muito tempo, achei que esse poema falava sobre escolher o caminho certo. Hoje, penso diferente.

Talvez o mais difícil não seja escolher. Talvez seja permanecer na escolha quando ela ainda não produziu nenhuma confirmação.

Jung dizia que a individuação não é uma estrada pronta. O caminho se faz enquanto é percorrido. Por isso, tantas vezes ele parece vazio: não porque seja reservado a poucos, mas porque ninguém pode caminhar exatamente a nossa trilha.

A verdadeira pergunta talvez seja:

Você consegue suportar caminhar por uma estrada que ainda não está cheia de confirmações?

Mas Jung também nos lembra de algo essencial: tornar-se quem somos não significa afastar-se das pessoas. A individuação não é uma ilha. É encontrar uma forma autêntica de estar no mundo, sem perder a si mesmo.

No fim, talvez a questão deixe de ser apenas qual caminho escolher.

E passe a ser:

Com quem vale a pena construir uma casa?

Porque algumas pessoas não caminham por nós, mas transformam a travessia em um lugar onde a alma finalmente encontra um lar.

Há lugares que não guardam apenas objetos. Guardam perguntas.Caminhando pelo laboratório de Leonardo da Vinci, tive a se...
13/07/2026

Há lugares que não guardam apenas objetos. Guardam perguntas.

Caminhando pelo laboratório de Leonardo da Vinci, tive a sensação de estar diante de uma mente que nunca se contentou com respostas prontas. Cada desenho, cada engrenagem, cada estudo anatômico parecia nascer da mesma pergunta: *e se eu olhar de outro jeito?*

Saí de lá com menos certezas e muito mais desejo de criar.

Misturar as cores. Experimentar sem a obrigação de acertar. Observar com mais calma. Permitir que a curiosidade conduza o caminho antes da técnica.

Talvez seja esse um dos maiores legados de Leonardo: lembrar que criar não é apenas produzir algo belo. É cultivar um olhar que permanece vivo.

Enquanto existirem pessoas dispostas a imaginar, investigar e brincar com o desconhecido, aquele castelo continuará habitado.

E talvez a verdadeira obra de arte nunca tenha sido apenas o que Leonardo deixou no mundo, mas o impulso criativo que ele ainda desperta em quem passa por ali.

🎨 Algumas visitas não terminam quando saímos do museu. Elas continuam trabalhando silenciosamente dentro de nós.

Endereço

Augusto Geisel 479
Bento Gonçalves, RS

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