Ana Flavia Psicóloga

Ana Flavia Psicóloga Psicóloga Cognitivo Comportamental |
Contato: 31 35321845

Ana Flávia Azevedo Lima
Psicóloga CRP 04/26328

• Atendimento Clínico
• Supervisão
• Cursos e Palestras

Avenida Governador Valadares, 737, 402, Centro - Betim

01/08/2026

Quando a criança ou o adolescente age como se as regras não se aplicassem a ele, nem sempre estamos diante de “personalidade forte”.

No esquema de Arrogo/Grandiosidade, limites podem ser vividos como afronta, frustração ou perda de poder. O paciente tenta manter uma posição de superioridade, controle ou privilégio — muitas vezes sem perceber o impacto disso nas relações.

Na clínica, o desafio não é entrar em disputa nem ceder para evitar conflitos. É sustentar limites com firmeza, trabalhar empatia e ajudar o paciente a reconhecer que suas necessidades importam, mas as do outro também.

💡 Fortalecer o modo saudável é ensinar, na prática, que respeitar regras e considerar o outro não diminui seu valor.

20/07/2026

Preciso ter esses 3 elementos para ser Terapia do Esquema

20/07/2026

Para ser terapia do esquema voce precisa desses 3 elementos

11/07/2026

Nem todo cuidado com o outro é generosidade saudável. Às vezes, é medo de perder o vínculo.

Na adolescência, o esquema de auto-sacrifício pode aparecer quando o jovem aprende a colocar o outro sempre em primeiro lugar — não por escolha livre, mas por culpa, medo de rejeição ou sensação de responsabilidade excessiva pelo bem-estar alheio.

Por fora, parece alguém “muito bom”.
Por dentro, muitas vezes existe exaustão, ressentimento e dificuldade de reconhecer as próprias necessidades como legítimas.

💡 Na clínica, o trabalho não é ensinar o adolescente a pensar só em si.
É ajudá-lo a perceber que cuidar de si também é saudável, e que colocar limites não signif**a deixar de amar ou ser egoísta.

✨ Na Terapia do Esquema, não basta o paciente entender sua história.Ele precisa viver algo diferente dentro da relação t...
30/06/2026

✨ Na Terapia do Esquema, não basta o paciente entender sua história.
Ele precisa viver algo diferente dentro da relação terapêutica.

Esquemas não nascem só de ideias.
Eles nascem de experiências emocionais repetidas: abandono, crítica, vergonha, invalidação, imprevisibilidade.

Por isso, a mudança mais profunda não acontece apenas quando o paciente pensa diferente.
Ela acontece quando ele sente, na relação terapêutica, algo que contradiz o padrão antigo.

💡 É assim que a experiência corretiva ganha força:
quando o paciente não é abandonado, não é humilhado, não é tratado como “demais” ou “de menos”.
Quando ele encontra consistência, validação, firmeza e cuidado.

E isso não tem a ver com “ser bonzinho”.
Tem a ver com oferecer uma relação que acolhe a dor, mas também confronta defesas e ajuda a parte saudável a crescer.

🌱 No fim, são essas novas experiências emocionais que começam a enfraquecer esquemas antigos e abrir espaço para formas mais seguras de sentir, se relacionar e existir.

⚽🏆 Hoje o jogo vale mais que torcida!Faça seu chute para o placar da partida de hoje e entre na brincadeira. 👀Quem mostr...
24/06/2026

⚽🏆 Hoje o jogo vale mais que torcida!

Faça seu chute para o placar da partida de hoje e entre na brincadeira. 👀

Quem mostrar que entende de futebol pode ter uma surpresa especial após o apito final... 🤫

E já que a Copa passa, aproveite para investir em algo que f**a para sempre: conhecimento!

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O modo hipercompensador costuma enganar porque ele não chega com cara de dor.Ele chega com controle, autossuficiência, d...
28/05/2026

O modo hipercompensador costuma enganar porque ele não chega com cara de dor.
Ele chega com controle, autossuficiência, deboche, superioridade, racionalização. E, se o terapeuta não estiver atento, pode acabar lendo isso como força — quando, muitas vezes, é só defesa bem treinada.

Por trás dessa postura, não raro existem vergonha, medo de rejeição, sensação de inadequação ou terror de parecer fraco.
O problema é que, se a gente intervém só na superfície, corre o risco de responder à armadura e não à parte ferida que ela está tentando proteger.

💡 Na clínica, isso exige uma escuta mais refinada: firme o suficiente para não entrar no jogo defensivo, sensível o suficiente para enxergar a vulnerabilidade escondida.

No fim, o hipercompensador não mostra apenas como o paciente se apresenta.
Mostra, principalmente, do que ele está tentando se defender.

Reforçar esquemas nem sempre acontece por falta de técnica. Às vezes, acontece justamente em intervenções bem-intenciona...
19/05/2026

Reforçar esquemas nem sempre acontece por falta de técnica. Às vezes, acontece justamente em intervenções bem-intencionadas.

Quando acolhemos sem confrontar, evitamos tocar a dor do paciente ou respondemos apenas à defesa, podemos aliviar a sessão — mas manter o ciclo intacto.

💡 Na Terapia do Esquema, o desafio não é só entender o comportamento.
É reconhecer qual modo está ativo, qual esquema está sendo repetido e como intervir sem fortalecer aquilo que queremos transformar.

✨ A clínica muda quando deixamos de responder ao sintoma e passamos a intervir no núcleo emocional do padrão.

Nem sempre o esquema é reforçado por algo explícito. Às vezes, ele se mantém justamente em intervenções que parecem cuid...
24/04/2026

Nem sempre o esquema é reforçado por algo explícito. Às vezes, ele se mantém justamente em intervenções que parecem cuidadosas à primeira vista.

Quando o terapeuta acolhe sem confrontar, evita acessar a dor ou responde apenas à defesa, pode acabar fortalecendo exatamente o ciclo que gostaria de transformar.

Na Terapia do Esquema, isso exige atenção constante ao que está acontecendo na sessão:
não apenas ao sintoma, mas ao modo ativo, à função da resposta do paciente e à forma como o terapeuta entra nessa dinâmica.

Por isso, uma escuta clínica qualif**ada não se resume a validar ou interpretar.
Ela também envolve formular o ciclo do esquema, reconhecer o que está sendo reforçado no aqui-agora e intervir com mais precisão.

No carrossel de hoje, reuni 3 formas pelas quais o terapeuta pode reforçar o esquema sem perceber — e por que isso importa tanto na prática clínica.

Você já se deparou com alguma dessas situações no consultório?

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