01/08/2026
Quando a criança ou o adolescente age como se as regras não se aplicassem a ele, nem sempre estamos diante de “personalidade forte”.
No esquema de Arrogo/Grandiosidade, limites podem ser vividos como afronta, frustração ou perda de poder. O paciente tenta manter uma posição de superioridade, controle ou privilégio — muitas vezes sem perceber o impacto disso nas relações.
Na clínica, o desafio não é entrar em disputa nem ceder para evitar conflitos. É sustentar limites com firmeza, trabalhar empatia e ajudar o paciente a reconhecer que suas necessidades importam, mas as do outro também.
💡 Fortalecer o modo saudável é ensinar, na prática, que respeitar regras e considerar o outro não diminui seu valor.