Clínica Vitale

Como chegar Entre em contato com o consultório

Clínica Vitale Especialidades: Pediatra, Hebiatra e Psicóloga.

Dor de barriga recorrente não signif**a automaticamente que existe uma doença no estômago.E esse é justamente um dos mot...
29/09/2026

Dor de barriga recorrente não signif**a automaticamente que existe uma doença no estômago.

E esse é justamente um dos motivos pelos quais não existe um único exame ou uma única explicação para toda criança que reclama de dor abdominal.

A investigação começa entendendo a história: onde dói, quando aparece, quanto dura, se tem relação com alimentação ou evacuação e quais outros sintomas estão acontecendo junto. O exame físico e o acompanhamento do crescimento também fazem parte dessa avaliação.

Uma causa bastante esquecida pelos pais é a constipação. A criança pode evacuar todos os dias e ainda assim estar constipada — por exemplo, quando as fezes são duras, em bolinhas ou a evacuação é dolorosa. Dor abdominal pode fazer parte desse quadro.

Por outro lado, alguns sinais fazem a investigação precisar ser mais cuidadosa: perda de peso, desaceleração do crescimento, sangue nas fezes, vômitos persistentes, febre sem explicação, diarreia noturna ou dor que acorda a criança estão entre os sinais de alerta descritos pela SBP.

E existe ainda um ponto importante: ansiedade, estresse e outros fatores emocionais podem participar de algumas dores abdominais funcionais. Isso não signif**a que a dor seja “inventada” ou “só emocional”. A dor é real e precisa ser compreendida dentro do contexto da criança.

Quando a dor começa a fazer parte da rotina, o mais importante não é descobrir um remédio para ela. É descobrir o padrão.

Tem criança que passa a pedir água o tempo todo. Começa a fazer muito mais xixi. Pode voltar a molhar a cama depois de j...
24/09/2026

Tem criança que passa a pedir água o tempo todo. Começa a fazer muito mais xixi. Pode voltar a molhar a cama depois de já ter adquirido o controle. Em alguns casos, também perde peso sem uma explicação aparente.

Separadamente, esses sinais podem ter várias causas. Mas quando aparecem juntos e de forma diferente do habitual, merecem atenção.

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que pode se manifestar na infância e na adolescência. Por isso, observar mudanças no padrão da criança faz parte do cuidado.

Não é para transformar cada copo de água ou ida ao banheiro em motivo de preocupação. É para perceber quando existe uma mudança persistente no comportamento habitual da criança.

Se esses sinais aparecerem, converse com o pediatra para que a situação seja avaliada.

Salve este post. Às vezes, reconhecer uma mudança começa por saber que ela merece ser observada.

“Ele quase não come. Será que precisa de uma vitamina?”Essa é uma dúvida muito comum entre os pais — principalmente quan...
18/09/2026

“Ele quase não come. Será que precisa de uma vitamina?”

Essa é uma dúvida muito comum entre os pais — principalmente quando a criança passa por fases de maior seletividade ou parece comer sempre as mesmas coisas.

Mas a resposta não está simplesmente em escolher um polivitamínico.

Na avaliação pediátrica, primeiro precisamos entender o que signif**a “comer pouco” para aquela criança.

Ela realmente consome pouca quantidade ou aceita uma variedade muito pequena de alimentos? Está crescendo e ganhando peso adequadamente? Come proteínas, frutas, verduras e fontes de ferro? Recusa grupos alimentares inteiros? Apresenta constipação, dor, engasgos, náuseas ou algum outro sintoma? Como são os horários e o ambiente das refeições?

Essas informações mudam completamente a avaliação.

Uma criança que come pouco, mas mantém crescimento adequado e uma alimentação suficientemente variada, pode não precisar de suplementação.

Por outro lado, quando existe uma restrição alimentar importante, deficiência nutricional, alteração de crescimento ou uma condição que aumente a necessidade de determinados nutrientes, a suplementação pode ser indicada — mas de forma individualizada.

E existe outro ponto importante: vitamina não transforma uma alimentação restrita em uma alimentação equilibrada.

Por isso, antes de perguntar “qual vitamina meu filho deve tomar?”, a pergunta mais importante pode ser:

“O que está por trás de ele estar comendo pouco?”

É essa resposta que ajuda a definir o cuidado adequado.

“Ele é o menor da turma.” Essa é uma preocupação bastante comum no consultório. Mas ser mais baixo que os colegas, isola...
17/09/2026

“Ele é o menor da turma.” Essa é uma preocupação bastante comum no consultório. Mas ser mais baixo que os colegas, isoladamente, não signif**a que exista um problema de crescimento.

Crianças da mesma idade podem estar em momentos diferentes do desenvolvimento e também têm características familiares diferentes. Algumas serão naturalmente mais altas; outras, mais baixas.

Por isso, o pediatra não olha apenas para a altura atual. A evolução ao longo do tempo é uma das informações mais importantes. É preciso observar a curva de crescimento, a velocidade com que a criança está crescendo, o peso, o desenvolvimento puberal quando pertinente e a altura dos pais.

O que chama atenção é, por exemplo, uma criança que vinha seguindo seu padrão e passa a crescer mais lentamente, cruza percentis de forma signif**ativa ou apresenta baixa estatura associada a outros sinais clínicos.

E existem várias possíveis explicações: desde uma característica familiar ou um padrão constitucional até questões nutricionais, doenças crônicas, alterações hormonais ou outras condições que precisam ser avaliadas individualmente.

Por isso, uma medida isolada não conta a história inteira — e comparar seu filho com a criança ao lado também não.

A melhor comparação é com a própria trajetória da criança.

Se existe uma preocupação com o crescimento, vale levar essa dúvida para a consulta e olhar a curva com o pediatra.

A tosse é um dos sintomas mais comuns na infância — e também um dos que mais levam os pais a buscar um xarope por conta ...
03/09/2026

A tosse é um dos sintomas mais comuns na infância — e também um dos que mais levam os pais a buscar um xarope por conta própria.

Mas nem todo medicamento é seguro para crianças. A recente determinação da Anvisa sobre medicamentos que contêm clobutinol reforça a importância de não tratar a tosse automaticamente.

Antes de oferecer qualquer medicamento, é importante entender a causa da tosse e avaliar se realmente há necessidade de tratamento medicamentoso. Na infância, dose, princípio ativo e indicação precisam ser adequados para cada faixa etária e situação clínica.

Por isso, diante de uma tosse persistente ou que preocupa, o melhor caminho é investigar a causa — e não apenas tentar fazer o sintoma desaparecer.

Medicamento infantil não é escolha de tentativa e erro. É cuidado individualizado.

Existe uma fase entre a infância e a adolescência que muitas vezes passa despercebida pelos pais.O corpo começa a mudar,...
26/08/2026

Existe uma fase entre a infância e a adolescência que muitas vezes passa despercebida pelos pais.

O corpo começa a mudar, o crescimento acelera, surgem novas questões sobre aparência, alimentação, sono, emoções e relacionamento com o mundo.

E nem sempre essas mudanças acontecem exatamente na mesma idade para todos.

Por isso, o acompanhamento nessa fase é tão importante.

Na consulta, o pediatra ou hebiatra consegue acompanhar a curva de crescimento, observar os sinais de puberdade, avaliar hábitos, vacinação e também abrir espaço para conversar sobre questões que o adolescente nem sempre fala em casa.

Não é preciso esperar aparecer um problema para começar a acompanhar.

A adolescência também é uma fase de cuidado, prevenção e orientação.

👉 Salve este post para lembrar que essa transição merece acompanhamento — mesmo quando está tudo aparentemente bem.

Olheiras persistentes em uma criança costumam gerar a mesma pergunta no consultório:“Será que está faltando alguma vitam...
25/08/2026

Olheiras persistentes em uma criança costumam gerar a mesma pergunta no consultório:

“Será que está faltando alguma vitamina?”
E a resposta é: nem sempre.

Em muitas crianças, a aparência mais escura ou profunda abaixo dos olhos está relacionada à própria anatomia da região, à pigmentação da pele ou à genética. Se pai ou mãe também têm olheiras, essa pode ser simplesmente uma característica familiar.

Mas existe outra causa bastante comum na infância que merece atenção: a rinite.

Quando a criança vive com o nariz congestionado, a circulação na região ao redor dos olhos pode contribuir para aquele aspecto mais escurecido, conhecido como “olheira alérgica”. É ainda mais sugestivo quando aparecem junto:

• nariz entupido com frequência
• espirros
• coceira no nariz ou nos olhos
• olhos lacrimejando
• respiração pela boca

E deficiência de ferro ou outras alterações nutricionais?

Podem ser investigadas quando existem outros sinais, mas não faz sentido presumir uma deficiência apenas porque a criança tem olheiras.

Por isso, antes de oferecer vitaminas ou suplementos por conta própria, o pediatra precisa olhar a criança como um todo: alimentação, crescimento, sono, respiração, sintomas alérgicos, histórico familiar e exame físico.

Olheira não é diagnóstico. É um sinal que precisa ser interpretado dentro do contexto da criança.

Seu filho tem olheiras persistentes? Observe se existem outros sinais associados. Eles podem ajudar o pediatra a entender o que está por trás desse aspecto.

Seu filho pede para você repetir o que falou? Aumenta muito o volume da televisão? Parece não ouvir quando é chamado, pr...
21/08/2026

Seu filho pede para você repetir o que falou? Aumenta muito o volume da televisão? Parece não ouvir quando é chamado, principalmente quando está de costas?

Às vezes, esses comportamentos são interpretados como distração, desatenção ou até falta de interesse.

Mas existe outra possibilidade: a criança pode estar com alguma dificuldade para ouvir.

Isso pode acontecer, por exemplo, após episódios de otite ou pela presença de líquido no ouvido médio, situações que podem interferir temporariamente na audição.

Alguns sinais merecem atenção:

• pede para repetir com frequência
• aumenta o volume da TV ou dos dispositivos
• não responde quando é chamada
• parece ouvir melhor de um lado
• tem dificuldade para entender quando há muito barulho ao redor
• apresenta mudanças na fala ou no desempenho escolar

Isso não signif**a que exista necessariamente um problema auditivo. Mas, quando esses sinais persistem, vale investigar em vez de simplesmente chamar a criança de distraída.

Identif**ar uma alteração auditiva cedo pode fazer diferença na comunicação, na aprendizagem e no desenvolvimento.

Você já percebeu algum desses sinais no seu filho? Leve essa observação para a consulta pediátrica.

“Meu filho vive doente. Será que ele tem baixa imunidade?”Essa é uma dúvida muito frequente no consultório.E a primeira ...
16/08/2026

“Meu filho vive doente. Será que ele tem baixa imunidade?”

Essa é uma dúvida muito frequente no consultório.

E a primeira coisa que precisamos entender é que adoecer algumas vezes ao ano pode fazer parte da infância, especialmente nos primeiros anos de contato com outras crianças.

O que importa não é apenas quantas vezes a criança f**a doente, mas como essas infecções acontecem e como ela se recupera.

Quando os episódios são muito frequentes, intensos, prolongados ou acompanhados de dificuldade para crescer e ganhar peso, é hora de investigar.

O pediatra vai avaliar o histórico das infecções, o crescimento, a alimentação, o sono, o ambiente em que a criança vive e, quando necessário, solicitar exames para entender se existe alguma alteração que mereça atenção.

E um ponto importante: nem sempre a solução está em dar vitaminas ou “fortalecer a imunidade”. Antes de suplementar, é preciso entender o que aquela criança realmente precisa.

Porque criança doente algumas vezes é uma coisa.
Criança que não consegue se recuperar bem é outra.

👉 Seu filho costuma f**ar doente com frequência? Observe não só quantas vezes isso acontece, mas como ele f**a entre uma infecção e outra. Essa informação também é importante para o pediatra.

09/08/2026

O cuidado de um pai é forte, presente e cheio de signif**ado.

Está no abraço que protege.
Na mão que guia.
No olhar que acompanha cada fase, mesmo sem dizer uma palavra.

Ser pai é amar de um jeito único.
É estar junto, apoiar, ensinar e crescer junto com um filho todos os dias.

Hoje, nossa homenagem é para quem cuida assim:
com presença, sensibilidade e amor.

Feliz Dia dos Pais

Endereço

Rua Marechal Floriano Peixoto, 275
Blumenau, SC
89010500

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:30
Terça-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:30
Quarta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:30
Quinta-feira 08:00 - 12:00
13:30 - 18:30

Notificações

Seja o primeiro a saber: enviaremos um e-mail para você quando Clínica Vitale publicar novidades e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado para nenhum outro fim, e você pode cancelar a inscrição a qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Consultório

Envie uma mensagem para Clínica Vitale:

Atalhos

Compartilhar

Categoria