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Recaída não significa fracasso. Muita gente precisa de várias tentativas até parar de vez, e cada tentativa ensina algo ...
08/10/2026

Recaída não significa fracasso.

Muita gente precisa de várias tentativas até parar de vez, e cada tentativa ensina algo sobre os gatilhos que precisam ser trabalhados.

O corpo também responde mais rápido do que se imagina. Nas primeiras semanas sem cigarro, a circulação e a oxigenação já começam a melhorar, e a tosse tende a diminuir ao longo dos meses.

E quem já parou há anos não sai do radar: o histórico de tabagismo continua sendo considerado na avaliação de risco e na indicação de rastreamento do câncer de pulmão.

Blutórax | A saúde dos seus pulmões em boas mãos.

Existe uma percepção de que o v**e é uma versão “mais leve” do cigarro. Mas a ausência de fumaça e cheiro forte não indi...
24/09/2026

Existe uma percepção de que o v**e é uma versão “mais leve” do cigarro.

Mas a ausência de fumaça e cheiro forte não indica ausência de risco, só significa uma forma diferente de exposição.

O líquido aquecido pode liberar metais pesados e substâncias que, em contato com o calor, formam compostos como formaldeído, ligados a efeitos nocivos ao pulmão.

Um ponto que preocupa especialmente: entre jovens que nunca fumaram, não existe o benefício de “redução de danos” que às vezes se atribui ao v**e.

Pelo contrário, estudos mostram maior chance de esses jovens migrarem depois para o cigarro convencional.

Menos visível não é o mesmo que menos prejudicial.

Se você usa v**e ou tem alguém próximo que usa, vale conversar sobre os riscos reais por trás da fumaça que parece inofensiva.

Blutórax. A saúde dos seus pulmões em boas mãos.

**e

11/09/2026

Por muito tempo, o pectus escavatum foi tratado apenas como questão estética.

Hoje se sabe que ele pode comprimir o coração e limitar a capacidade física do paciente.

A cirurgia atual é minimamente invasiva: uma barra é colocada por trás do esterno para corrigir a deformidade, sem as ressecções extensas de antigamente.

O resultado vai além da aparência, é sobre devolver capacidade física e conforto respiratório.

Conte com a nossa equipe.


A DPOC é uma doença pulmonar prevenível e tratável, caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e obstrução do...
04/09/2026

A DPOC é uma doença pulmonar prevenível e tratável, caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e obstrução do fluxo de ar.

Ela pode comprometer tanto as vias aéreas, causando inflamação, estreitamento e produção de secreção, quanto os alvéolos, levando ao enfisema pulmonar.

Com a perda da elasticidade pulmonar e o estreitamento dos brônquios, o paciente apresenta dificuldade principalmente para eliminar o ar. Parte dele permanece retida nos pulmões, provocando hiperinsuflação e aumentando o esforço necessário para respirar.

O tabagismo é um dos principais fatores de risco, mas não é o único. Poluição atmosférica, fumaça de lenha ou biomassa, exposição ocupacional a poeiras e produtos químicos, alterações no desenvolvimento pulmonar e fatores genéticos também podem participar do desenvolvimento da doença.

Os sintomas mais frequentes são falta de ar, tosse persistente, produção de catarro, chiado, cansaço e redução progressiva da capacidade para realizar atividades físicas.

A confirmação diagnóstica é feita pela espirometria. Segundo o GOLD, no contexto clínico adequado, a presença de uma relação VEF₁/CVF inferior a 0,70 após o broncodilatador confirma a obstrução persistente do fluxo aéreo.

Nem todo paciente com DPOC precisa de cirurgia. Entretanto, pessoas selecionadas com enfisema avançado e hiperinsuflação importante podem se beneficiar de avaliação especializada para redução do volume pulmonar, realizada por cirurgia ou, em determinados casos, por técnicas broncoscópicas.

A decisão depende da tomografia, da distribuição do enfisema, da função pulmonar, da capacidade de exercício, dos sintomas e do risco individual.

**Sentir falta de ar não deve ser considerado uma consequência normal do envelhecimento. Procure avaliação médica.**

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa conhecer melhor a DPOC.

Fonte: *Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of COPD — GOLD 2026.*

FaltaDeAr Espirometria Tabagismo Pulmão

A DPOC é uma doença pulmonar prevenível e tratável, caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e obstrução do...
04/09/2026

A DPOC é uma doença pulmonar prevenível e tratável, caracterizada por sintomas respiratórios persistentes e obstrução do fluxo de ar.

Ela pode comprometer tanto as vias aéreas, causando inflamação, estreitamento e produção de secreção, quanto os alvéolos, levando ao enfisema pulmonar.

Com a perda da elasticidade pulmonar e o estreitamento dos brônquios, o paciente apresenta dificuldade principalmente para eliminar o ar. Parte dele permanece retida nos pulmões, provocando hiperinsuflação e aumentando o esforço necessário para respirar.

O tabagismo é um dos principais fatores de risco, mas não é o único. Poluição atmosférica, fumaça de lenha ou biomassa, exposição ocupacional a poeiras e produtos químicos, alterações no desenvolvimento pulmonar e fatores genéticos também podem participar do desenvolvimento da doença.

Os sintomas mais frequentes são falta de ar, tosse persistente, produção de catarro, chiado, cansaço e redução progressiva da capacidade para realizar atividades físicas.

A confirmação diagnóstica é feita pela espirometria. Segundo o GOLD, no contexto clínico adequado, a presença de uma relação VEF₁/CVF inferior a 0,70 após o broncodilatador confirma a obstrução persistente do fluxo aéreo.

Nem todo paciente com DPOC precisa de cirurgia. Entretanto, pessoas selecionadas com enfisema avançado e hiperinsuflação importante podem se beneficiar de avaliação especializada para redução do volume pulmonar, realizada por cirurgia ou, em determinados casos, por técnicas broncoscópicas.

A decisão depende da tomografia, da distribuição do enfisema, da função pulmonar, da capacidade de exercício, dos sintomas e do risco individual.

**Sentir falta de ar não deve ser considerado uma consequência normal do envelhecimento. Procure avaliação médica.**

Salve este conteúdo e compartilhe com quem precisa conhecer melhor a DPOC.

Fonte: *Global Strategy for the Diagnosis, Management, and Prevention of COPD — GOLD 2026.*

FaltaDeAr

02/09/2026

Nem toda cirurgia de câncer de pulmão significa retirar o pulmão inteiro.

Hoje, em casos identificados cedo, é possível retirar só a parte necessária, preservando o resto do pulmão saudável.

Isso só é possível graças ao diagnóstico e ao estadiamento bem feitos antes da cirurgia. Quanto antes a doença é encontrada, menor tende a ser a cirurgia.

E isso muda a recuperação do paciente.
Conte com a nossa equipe.

Câncer de pulmão em quem nunca fumou não é raro, e a incidência vem crescendo especialmente entre mulheres.Isso acontece...
27/08/2026

Câncer de pulmão em quem nunca fumou não é raro, e a incidência vem crescendo especialmente entre mulheres.

Isso acontece porque o cigarro é o maior fator de risco, mas não é o único.

Radônio, poluição, exposição ocupacional, histórico familiar e até mutações genéticas específicas também influenciam, muitas vezes sem nenhum sinal de alerta.

Esse cenário reforça um ponto importante: sintomas respiratórios persistentes merecem investigação, independente do histórico de tabagismo da pessoa.

Esperar por um fator de risco “óbvio” pode atrasar um diagnóstico que faria diferença.

Neste Agosto Branco, ampliar esse olhar também é uma forma de cuidado.

Conte com a nossa equipe.

20/08/2026

Rastreamento de câncer de pulmão costuma ser associado só a quem fuma pesado hoje em dia. Mas essa ideia deixa de fora muita gente que também deveria estar atenta.

As diretrizes atuais consideram histórico de tabagismo, não apenas o hábito atual, além de fatores como idade e carga de exposição ao cigarro ao longo dos anos. Isso significa que quem já parou, e quem tem outros fatores associados, também pode ter indicação de investigar.

Rastrear não é sobre encontrar um problema. É sobre ter mais tempo e mais opções, caso algo seja identificado.

Neste Agosto Branco, entender se você se encaixa nesses critérios já é um passo importante.

Conte com a nossa equipe.

18/08/2026

Agosto Branco é o mês de falar sobre o que muita gente evita pensar: o câncer de pulmão.

E um dos temas que mais gera dúvida (e medo) é justamente o nódulo pulmonar.

Receber esse achado num exame costuma pesar mais do que o resultado geralmente justifica. Na prática, a maior parte dos nódulos tem origem benigna, ligada ao próprio histórico respiratório da pessoa.

Ainda assim, nenhum nódulo deve ser descartado sem avaliação.

Quando já existem exames anteriores, comparar as imagens ao longo do tempo costuma pesar tanto quanto as características do nódulo em si, é essa comparação que ajuda a entender se ele está crescendo, e em que ritmo.

Cada achado pede uma leitura conjunta: exames anteriores, perfil do paciente e características da imagem atual.

Neste Agosto Branco, informação correta também é prevenção 🤍

Conte com a nossa equipe.

A história de Walt Disney mostra algo que ainda hoje surpreende muita gente: o câncer de pulmão pode evoluir de forma si...
17/08/2026

A história de Walt Disney mostra algo que ainda hoje surpreende muita gente: o câncer de pulmão pode evoluir de forma silenciosa, sem sintomas evidentes até estar em estágio avançado.

O tabagismo continua sendo o principal fator de risco, mas o diagnóstico precoce é o que realmente muda o desfecho.

Por isso o rastreamento é tão importante, principalmente para quem tem histórico de tabagismo ou fatores de risco associados.

Agosto Branco é sobre isso: conversar sobre prevenção antes que o silêncio se torne tarde demais.

Conte com a nossa equipe para avaliar seu risco e cuidar da saúde pulmonar.

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