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Clínica Nemetz Clínica Médica - Atuando em Alterações no Ouvido, Nariz e Garganta. Realiza Exames Especializado

👂 Sons de mastigação, respiração, talheres ou barulhos do dia a dia te irritam mais do que parecem irritar outras pessoa...
05/06/2026

👂 Sons de mastigação, respiração, talheres ou barulhos do dia a dia te irritam mais do que parecem irritar outras pessoas?

Talvez não seja apenas “frescura” ou sensibilidade. Existem diferentes condições auditivas que podem explicar esse desconforto.

MISOFONIA, HIPERSENSIBILIDADE AUDITIVA E RECRUTAMENTO: NÃO SÃO A MESMA COISA!

Muitas pessoas relatam incômodo intenso com sons do dia a dia, mas é importante entender que nem toda sensibilidade auditiva tem a mesma origem.

🔹 Misofonia
É uma condição em que sons específicos desencadeiam reações emocionais intensas, como irritação, raiva, ansiedade ou repulsa. Os gatilhos costumam ser sons produzidos por outras pessoas, como mastigar, respirar, engolir ou clicar uma caneta. O problema não está na intensidade do som, mas no significado que ele adquire para quem sofre com a condição.

🔹 Hipersensibilidade Auditiva (Hipercusia)
Na hipersensibilidade auditiva, sons considerados normais para a maioria das pessoas são percebidos como excessivamente altos ou desconfortáveis. Pode ocorrer em indivíduos com audição normal ou associada a condições neurológicas e do processamento sensorial, sendo frequente em pessoas com TEA, enxaqueca e após algumas lesões auditivas.

🔹 Recrutamento
O recrutamento é um fenômeno decorrente de lesão das células ciliadas da cóclea, geralmente associado à perda auditiva neurossensorial. Nesses casos, sons fracos podem não ser ouvidos, mas pequenos aumentos na intensidade sonora tornam-se rapidamente muito altos e desconfortáveis. Trata-se de uma alteração da dinâmica da audição periférica, diferente da misofonia e da hipercusia.

📌 Em resumo:

✔️ Misofonia → reação emocional intensa a sons específicos.

✔️ Hipercusia → percepção exagerada da intensidade sonora.

✔️ Recrutamento → crescimento anormal da sensação de volume em pessoas com perda auditiva.

Embora possam gerar sofrimento semelhante, o diagnóstico correto é fundamental para definir a melhor abordagem terapêutica.

🎧 Se determinados sons estão impactando sua qualidade de vida, procure avaliação com um fonoaudiólogo e, quando necessário, uma equipe multidisciplinar.

ABAFADORES NO TEA: PROTEÇÃO OU EXCESSO DE PROTEÇÃO?O uso de abafadores e fones com cancelamento de ruído pode ser uma es...
03/06/2026

ABAFADORES NO TEA: PROTEÇÃO OU EXCESSO DE PROTEÇÃO?

O uso de abafadores e fones com cancelamento de ruído pode ser uma estratégia importante para pessoas com TEA que apresentam hipersensibilidade auditiva ou enfrentam situações de sobrecarga sensorial. Eles podem reduzir sofrimento, favorecer a participação social e prevenir crises em ambientes muito ruidosos.

No entanto, a Audiologia tem alertado para um ponto importante: o uso contínuo e indiscriminado desses recursos pode não ser a melhor estratégia para todos os casos. Em indivíduos com diminuição da tolerância aos sons (hiperacusia), evitar constantemente os sons do cotidiano pode aumentar ainda mais a sensibilidade auditiva, dificultando a adaptação ao ambiente sonoro.

Isso não significa que a pessoa deva ser exposta ao desconforto ou ao sofrimento. Pelo contrário: significa que cada caso precisa ser compreendido individualmente. A hipersensibilidade auditiva no TEA é real, frequente e pode impactar significativamente a qualidade de vida, o desempenho escolar e as interações sociais.

O objetivo do acompanhamento fonoaudiológico e audiológico não é retirar os abafadores, mas ajudar a identificar quando eles são necessários e quando outras estratégias podem favorecer o desenvolvimento da tolerância sonora e da autonomia funcional.

🔊 Abafadores são ferramentas, não destinos.
🎧 Devem proteger quando necessário, mas não substituir permanentemente a experiência auditiva do mundo.
👂 Avaliação audiológica especializada é fundamental para diferenciar hipersensibilidade auditiva, hiperacusia e outras alterações do processamento auditivo.

“Entre expor e proteger existe um caminho clínico: compreender. Nem todo som precisa ser suportado, mas nem todo som precisa ser evitado.”

Hiperacusia ProcessamentoAuditivo Neurodiversidade SaúdeAuditiva

ANDROPAUSA E AUDIÇÃO: a testosterona também influencia como o homem ouveMuitos homens percebem, com o passar dos anos, n...
01/06/2026

ANDROPAUSA E AUDIÇÃO: a testosterona também influencia como o homem ouve

Muitos homens percebem, com o passar dos anos, não apenas mudanças hormonais, mas também dificuldade para compreender conversas, piora da atenção auditiva, aumento do zumbido e maior esforço para ouvir.
E isso pode ter relação com a chamada andropausa.

A redução gradual da testosterona está associada a alterações metabólicas, vasculares e neurais que podem impactar o sistema auditivo e o funcionamento cerebral relacionado à audição.

🧠 Ouvir depende do cérebro.
Por isso, muitos homens relatam:
• dificuldade para entender fala no ruído
• necessidade de aumentar o volume da TV
• fadiga ao conversar em ambientes movimentados
• diminuição da atenção e concentração auditiva
• piora do zumbido

Além do envelhecimento natural da audição, alterações hormonais podem influenciar neurotransmissores, circulação sanguínea coclear e plasticidade neural auditiva.

🔊 O zumbido também pode se intensificar.
Sono ruim, estresse, alterações metabólicas, fadiga e mudanças hormonais frequentemente presentes na andropausa podem aumentar a percepção do tinnitus. (nature.com)

⚠️ Muitas vezes o homem “escuta”, mas precisa fazer muito mais esforço para compreender.
Esse esforço auditivo excessivo pode gerar cansaço mental, irritabilidade e sensação de falha de memória.

A saúde auditiva masculina também merece atenção no envelhecimento.

Avaliações auditivas periódicas e investigação precoce das dificuldades de compreensão podem ajudar a preservar comunicação, cognição e qualidade de vida.

🚨 “ O cérebro é que escuta.” 🚨A perda auditiva não tratada está associada a maior risco de declínio cognitivo e demência...
29/05/2026

🚨 “ O cérebro é que escuta.” 🚨

A perda auditiva não tratada está associada a maior risco de declínio cognitivo e demência.

A comissão da The Lancet identificou a perda auditiva como um dos principais fatores modificáveis para demência ao longo da vida. Isso acontece porque, quando o cérebro recebe menos estímulo auditivo, ele passa a gastar mais energia tentando compreender sons e fala, reduzindo recursos para memória, atenção e processamento cognitivo.

Além disso, a dificuldade para ouvir favorece:
• isolamento social
• redução da comunicação
• sintomas depressivos
• menor estimulação cerebral

Todos fatores associados ao aumento do risco de deterioração cognitiva.

A Sociedade Brasileira de Otologia reforça a importância do acompanhamento auditivo no envelhecimento saudável e orienta avaliações periódicas da audição, especialmente em idosos.

O tratamento precoce da perda auditiva com AASI e/ou implante coclear pode melhorar comunicação, interação social e qualidade de vida — fatores fundamentais para a saúde cognitiva.

Sinais de alerta:

- dificuldade para entender conversas
- necessidade de aumentar muito o volume da TV
- pedir repetição frequentemente
- evitar ambientes sociais por dificuldade de ouvir
- queixas de memória associadas à perda auditiva

Cuidar da audição também é cuidar do cérebro. 🧠✨

Referências

• The Lancet – Dementia Prevention, Intervention and Care Report 2024.
• Sociedade Brasileira de Otologia – Campanhas de saúde auditiva e envelhecimento saudável.

🚨“Eu escuto… mas não entendo.”🚨Essa é uma das queixas mais comuns no envelhecimento auditivo.A perda auditiva relacionad...
27/05/2026

🚨“Eu escuto… mas não entendo.”🚨
Essa é uma das queixas mais comuns no envelhecimento auditivo.

A perda auditiva relacionada à idade, chamada presbiacusia, acontece de forma gradual e costuma iniciar após os 60 anos, tornando-se mais frequente e significativa após os 65 anos. (who.int)

A característica mais comum é a perda das frequências agudas.
Ou seja: os sons mais finos da fala começam a ficar menos audíveis.

Por isso, muitas pessoas passam a:
• ouvir, mas não compreender bem as palavras
• trocar sons parecidos (“f”, “s”, “ch”, “t”)
• pedir repetição constantemente
• ter dificuldade em ambientes ruidosos
• aumentar muito o volume da TV

🧠 Isso acontece porque os sons agudos carregam grande parte da clareza da fala.
As vogais geralmente permanecem audíveis por mais tempo, mas as consoantes — fundamentais para o entendimento — ficam distorcidas ou “apagadas”.

Exemplo:
A pessoa pode ouvir alguém falando, mas entender algo “embolado”, principalmente em restaurantes, reuniões ou conversas em grupo.

⚠️ A dificuldade auditiva no envelhecimento não afeta apenas a audição.
Ela pode gerar:
• isolamento social
• cansaço mental pelo esforço para ouvir
• piora da atenção e memória
• aumento do risco de sintomas depressivos
• declínio cognitivo acelerado quando não tratada

Quanto mais precoce a identificação da perda auditiva, maiores as chances de preservar comunicação, autonomia e qualidade de vida.

👂 Envelhecer ouvindo bem também é saúde cerebral.

MENOPAUSA E AUDIÇÃO: o que os hormônios têm a ver com memória, atenção, zumbido e perda auditiva?Muitas mulheres percebe...
25/05/2026

MENOPAUSA E AUDIÇÃO: o que os hormônios têm a ver com memória, atenção, zumbido e perda auditiva?

Muitas mulheres percebem que, durante a menopausa, começam a “ouvir pior”, têm dificuldade para entender fala em ambientes ruidosos, sentem aumento do zumbido e relatam falhas de memória e atenção.
E isso não é coincidência.

A queda do estrogênio pode impactar diretamente o sistema auditivo e também as conexões cerebrais responsáveis pelo processamento dos sons, atenção auditiva e memória verbal.

🧠 O cérebro escuta junto com a orelha.
Por isso, muitas vezes o exame auditivo pode até parecer “quase normal”, mas a mulher relata:
• dificuldade para compreender conversas no ruído
• necessidade de legenda na TV
• sensação de “escuto, mas não entendo”
• piora da atenção e da memória auditiva
• aumento do zumbido

O estrogênio possui ação neuroprotetora e participa da regulação da circulação sanguínea coclear, neurotransmissores e plasticidade neural auditiva. Sua redução está associada a declínio mais rápido da sensibilidade auditiva após a menopausa.

🔊 O zumbido também pode piorar nesse período.
Alterações hormonais, sono ruim, ansiedade, estresse e mudanças na modulação neural auditiva podem aumentar a percepção do tinnitus.

⚠️ Muitas vezes o problema não é apenas “ouvir menos”, mas gastar mais esforço cerebral para ouvir.
Esse aumento do esforço auditivo pode contribuir para fadiga cognitiva, dificuldade de concentração e sensação de perda de memória.

Avaliações auditivas periódicas, investigação do processamento auditivo central e manejo precoce do zumbido podem fazer diferença importante na qualidade de vida.

🚨Seu emagrecimento mudou sua audição?Seu ouvido pode estar tentando dizer algo.🚨“Nem toda perda de peso é silenciosa par...
22/05/2026

🚨Seu emagrecimento mudou sua audição?
Seu ouvido pode estar tentando dizer algo.🚨

“Nem toda perda de peso é silenciosa para os ouvidos.”

O emagrecimento rápido associado às “canetas” para perda de peso ou após cirurgia bariátrica pode levar à redução da gordura ao redor da tuba auditiva (trompa de Eustáquio).
Essa gordura ajuda na sustentação e no fechamento adequado da tuba.

Quando ocorre perda importante desse tecido adiposo, algumas pessoas podem desenvolver a chamada tuba auditiva patente, condição em que a tuba permanece excessivamente aberta.

Os sintomas mais comuns incluem:
• autofonia (escutar a própria voz muito alta)
• sensação de ouvir a própria respiração
• plenitude/pressão no ouvido
• desconforto auditivo flutuante

Estudos mostram aumento de sintomas tubários após perdas rápidas de peso, especialmente em pacientes bariátricos. A hipótese mais aceita é justamente a perda da gordura peritubária.

Referências:
• Pascoto GR et al. The Impact of Acute Loss of Weight on Eustachian Tube Function. Int Arch Otorhinolaryngol. 2014. (PMC)
• Kinasz LRS et al. Prevalence of hearing symptoms related to patulous Eustachian Tube after bariatric surgery. ABCD Arq Bras Cir Dig. 2020. (ABCD (São Paulo))
• Chantre T et al. Impacto da cirurgia bariátrica na função da trompa de Eustáquio. Revista Portuguesa de ORL. 2024. (journalsporl.com)

Seu paciente escuta… mas não consegue compreender o que ouve?” 👂🧠Nem toda dificuldade auditiva aparece na audiometria.Mu...
21/05/2026

Seu paciente escuta… mas não consegue compreender o que ouve?” 👂🧠

Nem toda dificuldade auditiva aparece na audiometria.
Muitas vezes a audição periférica está normal, mas o cérebro encontra dificuldade para interpretar os sons.

A avaliação do Processamento Auditivo Central (PAC) é indicada quando existem sinais como:

🔹 Dificuldade para entender fala em ambientes ruidosos
🔹 Trocas na fala ou dificuldades de linguagem
🔹 Desatenção frequente
🔹 Dificuldade para seguir comandos orais
🔹 Baixo desempenho escolar, principalmente em leitura e escrita
🔹 Necessidade constante de repetição (“hã?”, “o quê?”)
🔹 Dificuldade de memória auditiva
🔹 Lentidão para responder oralmente
🔹 Histórico de otites recorrentes na infância
🔹 Queixas auditivas mesmo com audiometria normal

📚 A avaliação do PAC auxilia na investigação das habilidades auditivas centrais, contribuindo para o diagnóstico diferencial e direcionamento terapêutico interdisciplinar.

⚠️ O encaminhamento deve ser considerado principalmente quando as dificuldades impactam aprendizagem, comunicação e desempenho funcional no dia a dia.

👶 A identificação precoce pode reduzir prejuízos acadêmicos, sociais e no desenvolvimento da linguagem.

Referências

• Academia Brasileira de Audiologia — recomendações e diretrizes para avaliação do Processamento Auditivo Central.

• Conselho Federal de Fonoaudiologia — Manual de Processamento Auditivo Central.

• Pereira LD, Schochat E. Processamento Auditivo Central: Manual de Avaliação.

• American Academy of Audiology. Clinical Practice Guidelines for Auditory Processing Disorder.

🚨Meningite e Audição: o tempo faz diferença 🚨A meningite pode causar perda auditiva neurossensorial de forma rápida e pe...
19/05/2026

🚨Meningite e Audição: o tempo faz diferença 🚨

A meningite pode causar perda auditiva neurossensorial de forma rápida e permanente, especialmente em crianças. Em muitos casos, a perda ocorre nos primeiros dias após a infecção, podendo comprometer o desenvolvimento da fala, linguagem e aprendizagem.

Por isso, a avaliação auditiva deve ser realizada o mais precocemente possível após o diagnóstico de meningite, mesmo quando não há queixa auditiva evidente.

➡️O que as diretrizes recomendam?

• Monitoramento auditivo imediato após meningite bacteriana
• Encaminhamento rápido para avaliação otorrinolaringológica e audiológica completa
• Adaptação precoce de AASI quando houver benefício auditivo
• Investigação ágil para implante coclear nos casos de perda auditiva severa/profunda bilateral

⏳ A intervenção precoce é fundamental porque, após meningite, pode ocorrer ossificação da cóclea, dificultando ou até impedindo a realização do implante coclear se houver demora na indicação.

Quanto mais cedo a criança ou adulto receber estimulação auditiva adequada, maiores as chances de desenvolvimento auditivo, linguagem e qualidade de vida.

🚨 Sinais de alerta após meningite:🚨
• Não responder aos sons
• Atraso ou regressão de fala
• Zumbido
• Dificuldade de compreensão
• Necessidade de aumentar volume constantemente

A audição pode mudar a vida. E o tempo pode mudar o prognóstico.

Referências bibliográficas
• Joint Committee on Infant Hearing (JCIH). Year 2019 Position Statement: Principles and Guidelines for Early Hearing Detection and Intervention Programs. Journal of Early Hearing Detection and Intervention. 2019.
• Sociedade Brasileira de Otologia – SBO. Manual de Saúde Auditiva e recomendações para deficiência auditiva e implante coclear.
• American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery Clinical Practice Guidelines: Cochlear Implants and Hearing Loss after Meningitis.
• Berrettini S, et al. Cochlear implantation in deafness due to bacterial meningitis. Acta Otorhinolaryngologica Italica.
• World Health Organization. World Report on Hearing. 2021.

Quando indicar o Implante Coclear?O implante coclear pode ser indicado para pessoas com perda auditiva neurossensorial s...
13/05/2026

Quando indicar o Implante Coclear?

O implante coclear pode ser indicado para pessoas com perda auditiva neurossensorial severa ou profunda que apresentam pouco ou nenhum benefício com o uso de aparelhos auditivos convencionais (AASI). Diferente do aparelho auditivo, que apenas amplifica os sons, o implante estimula diretamente o nervo auditivo.

👶 Em crianças, a indicação precoce é fundamental, especialmente nos primeiros anos de vida, período de maior plasticidade cerebral auditiva.
👨‍🦳 Em adultos, o implante pode trazer melhora importante na compreensão da fala, comunicação e qualidade de vida, inclusive em casos de perda auditiva unilateral selecionados.

⚠️ Alguns sinais de alerta para encaminhamento à avaliação de implante coclear:
• Pouca evolução de linguagem mesmo com AASI
• Dificuldade importante para compreender fala
• Dependência excessiva de leitura labial
• Escore baixo em te**es de percepção de fala
• Perda auditiva severa/profunda bilateral
• Pouco benefício funcional com próteses auditivas bem adaptadas

Segundo a Sociedade Brasileira de Otologia (SBO), candidatos ao implante geralmente apresentam reconhecimento de fala ≤50% mesmo com aparelho auditivo adequadamente adaptado.

O Joint Committee on Infant Hearing reforça que a identificação e intervenção auditiva precoces são essenciais para o desenvolvimento de linguagem e comunicação em crianças com perda auditiva significativa.

💡 O implante coclear não “cura” a surdez e os resultados variam entre indivíduos, mas pode proporcionar acesso aos sons da fala e favorecer desenvolvimento auditivo e social quando bem indicado e acompanhado por equipe especializada.

📚 Referências:
• Sociedade Brasileira de Otologia – Critérios de Indicação de Implante Coclear
• Grupo de Implante Coclear HC-FMUSP
• Joint Committee on Infant Hearing – Position Statement on Early Hearing Detection and Intervention
• Brazilian Society of Otology task force: cochlear implant recommendations based on strength of evidence

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