Dr. Alexandre Naime Barbosa - Infectologia

Dr. Alexandre Naime Barbosa - Infectologia 👨🏼‍⚕️Professor e Médico Infectologista UNESP
📜CRM/SP: 100.345 - RQE: 26741
👨🏼‍🔬Colab: SBI, AMB, Minist. Saúde e IAS
🩺 Consultas Presenciais Telemedicina

🩺🦠 Foi uma grande satisfação participar hoje do 10º Curso de Reciclagem em Clínica Médica da Sociedade Brasileira de Clí...
21/08/2026

🩺🦠 Foi uma grande satisfação participar hoje do 10º Curso de Reciclagem em Clínica Médica da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM), em São Paulo. 📚✨

Ao longo do dia, tive a oportunidade de palestrar sobre três temas na programação científica:

🦠💊 Infecções bacterianas e uso racional de antimicrobianos

🎙️💬 Talk Show de dúvidas em Infectologia

💉🧬 Vacinação em pessoas vivendo com HIV

Foram discussões super produtivas, com colegas de diferentes áreas, sempre buscando aproximar a melhor evidência científica das decisões que fazem parte da prática clínica. 🔬🩺

🙏 Meu agradecimento à SBCM, à TribeMD, aos colegas que dividiram comigo esses momentos e, especialmente, a todos que estiveram presentes e participaram das discussões.

É sempre um prazer compartilhar conhecimento, aprender com os colegas e contribuir para uma Clínica Médica cada vez mais atualizada e baseada em evidências. 💙📖

💉🧬 PrEP 1.0, 2.0 e 3.0 - Infectologista explica a evolução da prevenção do HIV📰 Em matéria publicada no VivaBem/UOL, o P...
19/08/2026

💉🧬 PrEP 1.0, 2.0 e 3.0 - Infectologista explica a evolução da prevenção do HIV

📰 Em matéria publicada no VivaBem/UOL, o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa falou ao sobre as novas estratégias de prevenção ao HIV, principalmente a Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) injetável e oral mensal.

🌎 A entrevista foi realizada durante a 26ª Conferência Internacional sobre Aids, no Rio de Janeiro. No evento, estudos sobre métodos de longa duração ganharam destaque.

💊 Na classificação didática usada pelo professor, a PrEP 1.0 é a versão oral diária, que já existe oferecida pelo SUS desde 2018. Tomada rigorosamente todos os dias, pode prevenir entre 95 a 99% das infecções.

💉 A PrEP 2.0 reúne injetáveis de longa duração: o cabotegravir é aplicado no músculo a cada dois meses e o lenacapavir é administrado em duas injeções subcutâneas a cada seis meses. A longa duração favorece a adesão, mas ainda não estão disponíveis no momento no SUS.

💬 “Nesse sentido, é ótimo contar com mais opções na prateleira.” comenta o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa.

🧪 A PrEP 3.0 projeta intervalos ainda maiores. Em estudos de fase 3, o alimatravir promete um esquema oral mensal. “Bastará um único comprimido mensal para oferecer proteção”, contou o médico.

📢 Na saúde pública, ampliar as opções pode beneficiar pessoas com dificuldade de usar comprimidos todos os dias. Mais tecnologia, porém, só se traduz em prevenção com acesso e adesão.

🔗 Leia a matéria completa: https://www.uol.com.br/vivabem/colunas/lucia-helena/2026/07/31/prep-injetavel-de-longa-duracao-o-que-esta-por-tras-do-efeito-duradouro.htm

Palestrante confirmado no 10º Curso de Reciclagem em Clínica Médica da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM).O P...
17/08/2026

Palestrante confirmado no 10º Curso de Reciclagem em Clínica Médica da Sociedade Brasileira de Clínica Médica (SBCM).

O Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa participará da programação científica deste tradicional evento de atualização científica, que reúne especialistas nacionais e internacionais para discutir os principais desafios da prática clínica contemporânea, com foco em conhecimento aplicado e tomada de decisão baseada em evidências.

No dia 21 de agosto de 2026, o professor participará da programação científica com três atividades na área de Infectologia:

🦠 10h45 – 11h30
Infecções bacterianas e uso racional de antimicrobianos

🎙️ 13h15 – 14h00
Talk Show de dúvidas em Infectologia

💉 14h00 – 14h45
Vacinação em pessoas vivendo com HIV

O curso será realizado de 20 a 22 de agosto de 2026, no Grand Mercure São Paulo Ibirapuera, reunindo conteúdos práticos, discussões interativas e atualização científica para a prática clínica.

Não perca a oportunidade de participar desta experiência e discutir estes e outros temas essenciais para a Clínica Médica.

Inscrições e informações:
https://tribemd.com/br/curso-avancado-de-reciclagem-em-clinica-medica

🦠🚨 Infectologista alerta: surto de Ebola na RDC pode ser o mais grave da história📰 O Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa f...
14/08/2026

🦠🚨 Infectologista alerta: surto de Ebola na RDC pode ser o mais grave da história

📰 O Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa foi entrevistado hoje pela Veja Saúde para analisar o atual surto de Ebola na República Democrática do Congo (RDC), que preocupa autoridades internacionais pela rápida expansão e pelo potencial de se tornar o maior já registrado.

🌍 Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o surto atual já ultrapassou, em apenas três meses, o maior episódio de Ebola registrado anteriormente na RDC. São 4.449 casos e 2.611 óbitos, com possibilidade de superar até mesmo a grande epidemia da África Ocidental de 2014 a 2016.

⚠️ Um dos principais fatores de preocupação é que o surto é causado pelo vírus Ebola da espécie Bundibugyo, uma variante rara que ainda não possui vacina aprovada nem tratamento antiviral específico. O controle depende principalmente das medidas clássicas de saúde pública: diagnóstico precoce, isolamento, rastreamento de contatos e prevenção da transmissão.

💬 “Quando uma pessoa com Ebola morre em casa, sem ter sido identificada previamente, não estamos apenas diante de uma morte evitável, mas de uma cadeia inteira de transmissão que ainda não foi reconhecida”, destacou o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa.

🚨 O cenário é ainda mais complexo pela ocorrência de casos em áreas isoladas e regiões de conflito, dificultando o acesso das equipes de saúde e a identificação rápida dos contatos.

🔬 “A possibilidade de um aumento importante no número de casos é real e há modelos epidemiológicos que mostram isso”, alertou o infectologista. A resposta precisa envolver vigilância ativa, fortalecimento dos serviços de saúde e colaboração das comunidades.

🌎 Em um mundo globalizado, surtos de doenças infecciosas em qualquer região exigem atenção internacional e respostas rápidas baseadas em ciência.

🔗 Leia a matéria completa:
https://saude.abril.com.br/medicina/ebola-por-que-surto-atual-pode-ser-o-mais-letal-da-historia-segundo-a-oms/

oms

A 5ª Jornada Multiprofissional de HIV/Aids do SAEI-DAM acontecerá no dia 11 de setembro, com uma programação que reúne d...
14/08/2026

A 5ª Jornada Multiprofissional de HIV/Aids do SAEI-DAM acontecerá no dia 11 de setembro, com uma programação que reúne diferentes temas e perspectivas para ampliar o olhar sobre o cuidado às pessoas que vivem com HIV/Aids.

Ao longo do encontro, serão abordadas atualizações no cenário do HIV/Aids, os impactos do sofrimento psíquico, o enfrentamento do estigma e da discriminação e o papel das organizações na construção de uma sociedade mais acolhedora.

São diferentes olhares que se complementam e fortalecem uma mesma proposta: promover conhecimento, diálogo e práticas de cuidado humanizado, baseadas no respeito, na diversidade e nos direitos humanos.

Com o tema “Quebrando o estigma e promovendo o respeito”, a 5ª Jornada Multiprofissional de HIV/Aids do SAEI-DAM reforça a importância de unir conhecimento e sensibilidade para transformar realidades.

Conheça os palestrantes da 5ª edição do evento!

📅 11 de setembro de 2026
📍 Salão Nobre da FMB/Unesp
⏰ Das 8h às 13h30

13/08/2026

🚨 Quando uma gripe pode ameaçar a vida? Infectologista explica os sinais de alerta

🎙️ Em entrevista à Jovem Pan News Saúde, o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa explicou as diferenças entre resfriado, gripe e síndrome respiratória aguda grave (SRAG) e quando é necessário procurar atendimento médico.

🤧 Resfriado: sintomas mais leves, como coriza, dor de garganta, febre baixa e indisposição discreta.

🤒 Gripe: quadro mais intenso, com febre alta, dores no corpo, prostração importante e tosse.

🫁 SRAG: caracteriza a evolução para um quadro respiratório grave, com sinais como falta de ar, dor no tórax e comprometimento da oxigenação.

⚠️ Sinais de alerta: falta de ar, piora intensa da tosse, febre alta ou persistente, dor no tórax, sonolência, confusão mental e dificuldade para ingerir líquidos. A oximetria, com saturação de 94% ou menos, também é um importante sinal para procurar avaliação médica.

👶👴 Crianças pequenas e idosos merecem atenção ainda maior pelo risco de complicações.

Vem aí a 5ª Jornada Multiprofissional de HIV/Aids do SAEI-DAM!Com o tema “Quebrando o estigma e promovendo o respeito”, ...
12/08/2026

Vem aí a 5ª Jornada Multiprofissional de HIV/Aids do SAEI-DAM!

Com o tema “Quebrando o estigma e promovendo o respeito”, a jornada será um espaço de informação, troca de experiências e reflexão sobre diferentes aspectos relacionados ao HIV/aids.

A programação contará com discussões sobre o panorama atual do HIV/aids, saúde mental e sofrimento psíquico, o papel das ONGs na redução dos estigmas e preconceitos e experiências de vida e promoção de informações sobre HIV nas redes sociais.

📅 11 de setembro de 2026
⏰ Das 8h às 13h30
📍 Salão Nobre da FMB/Unesp – Botucatu

Um encontro para ampliar conhecimentos, promover o respeito e contribuir para uma sociedade mais informada e livre de estigmas.

Participe da 5ª Jornada Multiprofissional de HIV/Aids do SAEI-DAM! Inscreva-se pelo link na bio!

💉🚨 Infectologista rebate fake news de Trump sobre vacinas📰 Nesta terça-feira, 11 de agosto, o Prof. Dr. Alexandre Naime ...
11/08/2026

💉🚨 Infectologista rebate fake news de Trump sobre vacinas

📰 Nesta terça-feira, 11 de agosto, o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa, infectologista e chefe do Departamento de Infectologia da Unesp, concedeu entrevista ao g1, da Globo, para analisar as mudanças no calendário de vacinação infantil dos Estados Unidos e rebater afirmações sem respaldo científico feitas pelo presidente Donald Trump.

🇺🇸 A nova política reduziu de 17 para 11 o número de vacinas recomendadas de forma ampla e foi acompanhada de declarações relacionando vacinas ao autismo, questionando a vacinação contra hepatite B ao nascimento e sugerindo que a tríplice viral seria mais perigosa quando combinada.

🔬 As evidências científicas não sustentam essas afirmações. Estudos envolvendo milhões de crianças não demonstram relação causal entre vacinas e autismo.

💬 “Não existe evidência nenhuma de que fazendo separado seja mais seguro. Não existe nenhum tipo de argumento científico de dizer que a combinação de antígenos torna a vacina mais letal”, destacou o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa.

👶 A vacinação contra hepatite B ao nascimento também é fundamental para proteger o recém-nascido, inclusive diante da possibilidade de transmissão por mães que desconhecem estar infectadas.

⚠️ O cenário preocupa ainda mais diante do ressurgimento do sarampo e das coberturas vacinais abaixo das metas. A desinformação pode aumentar a hesitação vacinal e favorecer a volta de doenças que estavam controladas.

🌎 “Nós provavelmente vamos ver no futuro aumento dessas infecções nos Estados Unidos e reflexo nos outros países”, alertou o infectologista.

💉 Vacinação salva vidas. Decisões de saúde pública precisam ser orientadas por evidências científicas, e não por desinformação.

🔗 Leia a matéria completa:
https://g1.globo.com/saude/noticia/2026/08/11/trump-muda-vacina-criancas.ghtml

🩺 Novidades da AIDS 2026: Infectologista explica como o tratamento do HIV transformou o prognóstico da infecção🌎 Repercu...
07/08/2026

🩺 Novidades da AIDS 2026: Infectologista explica como o tratamento do HIV transformou o prognóstico da infecção

🌎 Repercutindo as principais novidades da 26ª Conferência Mundial de Aids (AIDS 2026), realizada na semana passada, o Prof. Dr. Alexandre Naime Barbosa concedeu entrevista à VEJA para comentar os avanços no tratamento do HIV, os casos de cura reportados pela ciência e a importância do diagnóstico precoce.

⏳ Se, há quatro décadas, um diagnóstico de HIV era quase sinônimo de morte em questão de meses ou anos, hoje o cenário é outro. “Se entrar agora um paciente no meu consultório e ele vier com uma sorologia positiva para HIV no início da infecção, eu digo: ‘Você vai ter a mesma expectativa de vida que qualquer pessoa. Basta tomar um único comprimido por dia, na grande maioria das vezes’”, afirma o Prof. Dr. Alexandre Naime.

📌 Principais destaques da entrevista do Prof. Dr. Alexandre Naime:

💊 O tratamento antirretroviral permite que pessoas vivendo com HIV tenham expectativa de vida semelhante à da população geral.

🧬 Em muitos casos, a terapia atual é realizada com um comprimido diário, com perspectivas de novas formas de tratamento.

🛡️ A manutenção da carga viral indetectável impede a transmissão sexual do HIV.

🔎 O diagnóstico precoce evita a evolução da infecção para a aids e permite o início oportuno do cuidado.

🏥 O SUS disponibiliza gratuitamente testagem rápida, tratamento e PrEP para prevenção do HIV.

📊 Entre 30% e 35% dos novos diagnósticos ainda ocorrem em pessoas que já desenvolveram aids, o que reforça a necessidade de ampliar informação e acesso aos serviços de saúde.

✅ O infectologista reforça que informação de qualidade, prevenção e ciência são fundamentais para proteger a população.

🔗 Leia a reportagem completa:
https://veja.abril.com.br/saude/dois-novos-casos-de-cura-indicam-que-o-hiv-pode-estar-com-dias-contados/

31/07/2026

🧬 Trajetórias de vida com HIV: o novo paradigma da AIDS 2026 | Infectologia UNESP em sintonia com o futuro da ciência

Um dos temas centrais da foi a mudança de paradigma no cuidado às pessoas vivendo com HIV. O foco deixa de estar apenas na supressão viral e passa a considerar toda a trajetória de vida: tempo de tratamento, recuperação imunológica, determinantes sociais, qualidade de vida e envelhecimento saudável.

Essa visão foi reforçada pela Lancet HIV Commission on Ageing and HIV, apresentada durante a conferência, mostrando que até 2040 metade das pessoas vivendo com HIV no mundo terá mais de 50 anos, exigindo uma reorganização dos sistemas de saúde.

Na Infectologia UNESP, essa realidade já começou.

Apresentamos na AIDS 2026 os primeiros resultados do doutorado de Pietra V. Stanicki, sob minha orientação. Em uma coorte de 1.020 pessoas vivendo com HIV, 576 (56,5%) já têm 50 anos ou mais, superando as 444 (43,5%) com menos de 50 anos. Além disso, o grupo ≥50 anos apresentou 89,8% de supressão viral, contra 83,3% nos mais jovens, menor falha virológica (2,5% vs. 10,1%), maior tempo de tratamento e maior uso de esquemas simplificados.

Esses dados mostram que envelhecer com HIV, quando há acesso contínuo ao tratamento e acompanhamento especializado, pode significar estabilidade clínica e excelentes resultados.

O SAEI de Infectologia de Botucatu já acompanha mais pessoas vivendo com HIV acima de 50 anos do que abaixo dessa idade, antecipando, na prática, o cenário projetado pela Lancet para 2040. Até onde sabemos, este foi o primeiro centro brasileiro a documentar essa inversão demográfica em sua coorte.

Este é apenas o começo. O projeto segue em andamento e novas análises irão aprofundar o entendimento sobre as diferentes trajetórias de vida das pessoas vivendo com HIV.

Encerramos nossa cobertura da AIDS 2026 reafirmando nosso compromisso de transformar ciência em cuidado e inovação em mais qualidade de vida. 🌎🧬❤️

Endereço

Rua Azaléia, 745
Botucatu, SP
18603-550

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