Terapia para Viver Leve: Histórias de Superação e Bem-Estar".

Terapia para Viver Leve: Histórias de Superação e Bem-Estar". Os casos mencionados aqui sofreram alterações signif**ativas e os nomes são fictícios para garantir o sigilo. A intenção é mostrar o real valor da terapia!

No entanto, a essência das histórias e os resultados apresentados são inteiramente verdadeiros.

O que é terapia de reprocessamento generativo? Jornada de Reprocessamento Um guia prático sobre a Terapia de Reprocessam...
17/08/2026

O que é terapia de reprocessamento generativo?

Jornada de Reprocessamento Um guia prático sobre a Terapia de Reprocessamento Generativo.

Este ebook apresenta as cinco fases fundamentais do reprocessamento, um caminho estruturado para a liberação de bloqueios emocionais e o fortalecimento do ser.

Fase 1: O Reprocessamento Cronológico (Vermelho) O que é: É como rodar um "filme" da nossa história de vida, dividido por faixas etárias (de 0 a 5 anos, de 5 a 10 anos, e assim por diante até a idade atual). Por que fazemos: É aqui que limpamos as raízes das dores e dos traumas antigos que f**aram gravados na infância, impedindo o cérebro de f**ar preso no passado.

Fase 2: O Somático (Laranja) O que é: O momento em que tiramos o foco da história mental e olhamos para a biologia. Pergunta-chave: "Onde essa dor está batendo no seu corpo?" (Tensão, aperto, nó na garganta, queimação). O corpo guarda o registro físico do que a mente tenta esquecer.

Fase 3: O Temático (Amarelo) O que é: Quando trazemos um tema específico que insiste em se repetir na vida adulta (como traições, rejeição, escassez ou medo de f**ar sozinha) para ser limpo diretamente na raiz.

Fase 4: O Futuro (Verde) O que é: O enfrentamento e a limpeza do que ainda nem aconteceu, mas que gera ansiedade e medo ("O que você teme sobre o futuro?").

Fase 5: A Potencialização (Azul-Claro) O que é: A reta final. Com o passado limpo e o presente estabilizado, focamos em fortalecer os recursos internos, a autoestima e a confiança para a pessoa caminhar leve e segura.

Terapia para Viver Leve: Histórias de Superação e Bem-Estar".
Suelí Sschauble

Título: Proteção Infantil: O Dever de Cuidar e a Educação para a Autodefesa​A infância é uma etapa de desenvolvimento qu...
17/07/2026

Título: Proteção Infantil: O Dever de Cuidar e a Educação para a Autodefesa
​A infância é uma etapa de desenvolvimento que exige vigilância, afeto e, acima de tudo, proteção integral. O papel do adulto não é apenas prover o básico, mas garantir um ambiente seguro onde a criança não seja exposta a situações que comprometam sua integridade física ou emocional. Proteger uma criança não é exagero, é o cumprimento de um dever legal e moral. A responsabilidade pelo seu bem-estar é inteiramente nossa, dos adultos.
​Diretrizes de Segurança e Proteção
​Para garantir a segurança no dia a dia, precisamos de clareza e firmeza:
​Supervisão Constante: Crianças não devem ser deixadas sozinhas em nenhum ambiente — seja em casa, na rua ou em espaços públicos.
​Privacidade e Higiene: O banho deve ser supervisionado por cuidadores responsáveis. Crianças não devem tomar banho com adultos, preservando sua intimidade.
​Limites Corporais: Não devemos forçar crianças a sentar no colo de adultos ou aceitar contatos físicos invasivos. Respeitar o espaço da criança é o primeiro passo para o respeito ao seu corpo.
​Ambiente Doméstico e Trabalho: É proibido expor crianças a tarefas perigosas (manuseio de químicos, facas, fogão ou carga excessiva). Devemos diferenciar "participação na casa" de "trabalho infantil". Exposição a riscos é violação de direitos.
​Ensinando a Autodefesa: O Diálogo da Confiança
​A prevenção começa com a educação. Precisamos empoderar nossas crianças:
​Conhecendo o Próprio Corpo: Ensine o nome correto das partes íntimas. Elas precisam saber que são zonas privadas e que ninguém pode tocá-las ou pedir para vê-las.
​O Direito de Dizer "Não": Ensine que elas têm o direito de negar abraços, beijos ou toques que as deixem desconfortáveis, mesmo que venham de conhecidos ou familiares.
​A Regra do Segredo: Ensine que adultos nunca pedem segredos que envolvam o corpo ou que deixem a criança triste ou com vergonha. Diga: "Se alguém pedir para você esconder algo de mim, conte-me imediatamente. Eu estou aqui para te proteger e não vou brigar com você".
​Escuta Ativa: Quando a criança contar algo, escute com calma. Sua reação de acolhimento é o que a fará sentir segura para denunciar qualquer situação fora do normal.
​O Amparo Legal (ECA - Lei 8.069/1990)
​O Estatuto da Criança e do Adolescente é nosso aliado na proteção:
​Artigo 5º: Nenhuma criança será objeto de negligência, exploração, violência ou opressão. Qualquer atentado a esses direitos, por ação ou omissão, é punível.
​Artigo 18: É dever de todos velar pela dignidade da criança, pondo-a a salvo de qualquer tratamento vexatório ou constrangedor.
​Artigo 13: Suspeitas de maus-tratos ou negligência devem ser comunicadas obrigatoriamente ao Conselho Tutelar.
​Lembre-se: A independência da criança deve ser gradual e acompanhada. Forçar uma independência precoce retira a rede de segurança necessária para o amadurecimento saudável. Criança é criança; a responsabilidade é nossa.
​Exemplos de frases para os pais usarem:
​"Seu corpo é seu, e você é quem decide quem pode te tocar. Se alguém te tocar e você se sentir mal, me conte imediatamente."
​"Não existem segredos entre nós que envolvam o seu corpo. Se alguém te pedir para esconder algo, venha me falar."
​"Você não precisa sentar no colo de ninguém se não quiser. Um 'oi' ou um aceno de mão é o suficiente se você não estiver confortável.
O design utiliza o conceito de semáforo (verde, amarelo, vermelho) para ensinar a identif**ar toques seguros, confusos e proibidos.
Principais pontos da imagem:
Linguagem Acessível: Explica o que é cada tipo de toque e como a criança deve reagir (ex: no amarelo, dizer "Para, não gosto disso"; no vermelho, contar imediatamente).
Empoderamento: Reforça que o corpo é dela e que ela tem o direito de dizer "não".
Foco na Confiança: A seção vermelha destaca: "Você não tem culpa! Conte imediatamente para um adulto de confiança."
Exemplos Claros: Inclui situações como cócegas que machucam (amarelo) e sentar no colo ou segredos sobre o corpo (vermelho).
Esta imagem é perfeita para ser publicada no Facebook, Instagram ou WhatsApp, pois é visualmente impactante e resume todo o conceito de prevenção de forma segura e educativa ."

O Limite do que é Seu: Um Alerta sobre Silenciamento e Projeções​Às vezes, sem perceber, começamos a carregar malas que ...
05/07/2026

O Limite do que é Seu: Um Alerta sobre Silenciamento e Projeções
​Às vezes, sem perceber, começamos a carregar malas que não nos pertencem. Em nome da harmonia, do afeto ou da esperança de que o outro mude, aceitamos críticas que não fazem sentido, culpas que não são nossas e responsabilidades que deveriam ser divididas.
​Se você precisa constantemente medir as palavras para não gerar uma tempestade, ou se percebe que qualquer tentativa de diálogo vira um apontamento de dedos contra você, pare e observe.
​O que você não deve aceitar:
​A inversão de culpa: Quando você expressa uma dor e o outro consegue fazer você pedir desculpas por estar chateada.
​A intolerância à menor das críticas: A incapacidade absoluta do outro de olhar para os próprios erros, tratando qualquer feedback como uma ofensa pessoal grave.
​A invalidação dos seus sentimentos: Ouvir que você é "louca", "exagerada" ou "sensível demais" sempre que algo te machuca.
​Lembre-se: Tudo o que passa do limite do respeito, da empatia e da reciprocidade deixa de ser um desentendimento comum e passa a ser uma dinâmica de controle. O nome disso, muitas vezes, é narcisismo — um jogo psicológico onde apenas um lado tem o direito de errar e o outro tem o dever de absorver o impacto.
​Não aceite críticas que não te pertencem. O que o outro pensa ou projeta sobre você diz muito mais sobre o esvaziamento interno dele do que sobre o seu real valor. Projeta-se. Impor limites não é falta de amor pelo outro; é o primeiro ato de amor-próprio, não é pedir separação, é mostrar para o outro que o mundo é lindo, a paz é para todos, ser livre das amarras que te prende a uma vida cheia de dor, dor causada por quem deveria te proteger.

Terapia para Viver Leve: Histórias de Superação e Bem-Estar".

06/06/2026

🌟 O "REI DA RUA" E O CARRASCO EM CASA: O que o excesso de simpatia esconde?

​Você certamente já conheceu alguém assim: o vizinho exemplar, o amigo mais divertido da roda, o profissional que todos elogiam. Fora de casa, uma explosão de carisma, sempre pronto para ajudar e fazer piada. Mas, cruzando a porta do próprio lar, a máscara cai. O sorriso dá lugar ao grito; a generosidade vira controle, humilhação e violência verbal ou física.
​Essa dinâmica perversa é mais comum do que se imagina e tem um nome: a blindagem social do narcisista.

​🛑 A Cortina de Fumaça do Carisma
​Por que o abusador doméstico precisa ser tão incrivelmente adorado na rua? A resposta é estratégica: desvio de atenção.
Ao se transformar no centro da alegria e da justiça aos olhos da sociedade, ele constrói uma defesa infalível. Se um dia a esposa ou o filho tentarem denunciar o monstro que vive dentro de casa, a sociedade reagirá com choque e incredulidade: "Impossível, ele é uma pessoa tão boa!"
​Todo excesso esconde uma dor profunda ou uma perversidade oculta. A euforia frenética na rua é o anestésico e a camuflagem de um carrasco doméstico.

​⛓️ O Silêncio das Vítimas: Dependência e Trauma
​Dentro de quatro paredes, a realidade é o terror psicológico.
​A Esposa: Muitas vezes paralisada pelo ciclo da dependência emocional, ela tenta manter as aparências, acreditando que o problema é ela, ou temendo o julgamento de um mundo que idolatra o seu agressor.

​O Filho: Cresce assistindo ao martírio da mãe em silêncio. Esse acúmulo de trauma e impotência é uma bomba-relógio. Quando o insuportável atinge o limite, as consequências de ver a mãe sofrer por anos podem ser trágicas para toda a estrutura familiar.
​Quando a sociedade chora a perda ou defende um homem desses, ela está chorando por um personagem criado para manipular.

​💡 O Papel da Terapia: Quebrando o Ciclo
​Viver sob o teto de um "carrasco mascarado" destrói a identidade, drena as forças e adoece o corpo e a mente. Romper a dependência emocional e curar as marcas de um lar disfuncional exige coragem e, acima de tudo, suporte técnico e acolhimento.

​Se você vive ou já viveu sob a sombra de uma falsa felicidade, saiba que o seu silêncio não precisa ser eterno. A terapia é o espaço seguro onde a sua voz é ouvida, validada e onde os bloqueios do trauma começam a ser desfeitos.

​Você não está sozinha(o). 🧠✨
​ Terapia para Viver Leve: Histórias de Superação e Bem-Estar". Suelí Sschauble

Os casos mencionados aqui sofreram alterações signif**ativas e os nomes são fictícios para garantir o sigilo. No entanto, a essência das histórias e os resultados apresentados são inteiramente verdadeiros. A intenção é mostrar o real valor da terapia!

Doer Hoje para Não Doer Nunca Mais: A Ética e a Raiz da Psicoterapia no Reprocessamento EmocionalO sofrimento humano é c...
21/05/2026

Doer Hoje para Não Doer Nunca Mais: A Ética e a Raiz da Psicoterapia no Reprocessamento Emocional

O sofrimento humano é complexo e, frequentemente, deixa marcas que transcendem o campo invisível da mente. Ele se molda no corpo, dita comportamentos financeiros destrutivos e sabota relacionamentos profissionais e afetivos. Diante de dores tão profundas, a busca por alívio rápido tem gerado um fenômeno perigoso no mercado da saúde mental: a mercantilização de técnicas terapêuticas e a proliferação de profissionais despreparados.

Este artigo não visa promover cursos, escolas ou metodologias comerciais. Pelo contrário: propõe uma reflexão profunda sobre a urgência de se aplicar as ferramentas de reprocessamento emocional com o rigor, a pureza e a responsabilidade que a psique humana exige.
O Corpo Fala: A Psicossomática e os Sinais do Trauma
A verdadeira terapia começa no olhar clínico e na escuta atenta, muito antes de qualquer protocolo ser aplicado. O trauma não resolvido se manifesta na biologia do paciente.

Não é raro que um cliente chegue ao consultório apresentando traços físicos evidentes de um esgotamento emocional crônico:
Manifestações Físicas: Uma pálpebra caidinha (ptose emocional), uma postura desalinhada ou o andar manco e pesado, que muitas vezes não têm origem neurológica ou ortopédica, mas são o reflexo somatizado de uma carga que o indivíduo já não aguenta carregar.

O Ciclo das Traições: Queixas repetitivas de traições tanto no ambiente de trabalho quanto nos relacionamentos amorosos. O paciente se vê preso em um padrão onde, inconscientemente, recria cenários de rejeição e quebra de confiança.
A Autossabotagem Financeira e o Padrão de Escassez
Outro reflexo claro de bloqueios emocionais profundos está na relação com o dinheiro. O comportamento financeiro costuma ser o termômetro de traumas de infância ou de dinâmicas familiares disfuncionais.

A Necessidade de Agradecer ou Salvar: Indivíduos que sentem uma compulsão em emprestar dinheiro — mesmo sabendo conscientemente que não receberão de volta — ou que compram compulsivamente. No fundo, buscam preencher um vazio ou comprar uma aceitação que lhes foi negada no passado.

A Montanha-Russa Financeira: O ciclo de construir grande prosperidade e, de repente, ver-se na miséria absoluta. Esse comportamento de "ganhar e perder" está intimamente ligado a crenças de não-merecimento instaladas no inconsciente. Enquanto a raiz desse bloqueio não for reprocessada, o indivíduo sabotará o próprio sucesso.

O Perigo da Banalização e a Responsabilidade do Terapeuta
Técnicas de Reprocessamento Generativo e abordagens breves são comprovadamente ef**azes porque acessam as camadas do inconsciente onde o trauma está arquivado. No entanto, o valor de uma técnica reside na capacidade de quem a opera.

Atualmente, assiste-se a uma entrega massiva de formações terapêuticas, muitas vezes tratadas como meros produtos de balcão. O resultado desse despreparo técnico e ético chega aos consultórios mais experientes todos os dias:
Mães que recebem "tarjas" e diagnósticos irresponsáveis de alienação ou abusos perante os filhos, fragmentando laços familiares sem critério clínico.

Processos de divórcio intempestivos induzidos por terapeutas que confundem o fortalecimento da identidade do paciente com o isolamento afetivo.

O papel do terapeuta não é direcionar, julgar ou implantar memórias; é conduzir o cliente de forma segura através de sua própria linha do tempo, permitindo que ele mesmo ressignifique suas dores.

Conclusão: Encarar a Dor para Libertar a Vida
O reprocessamento emocional exige coragem. O lema que rege uma intervenção séria é direto: "Doe hoje para não doer nunca mais."
Isso signif**a que mexer no trauma e revirar o que estava camuflado na psicossomática ou nos comportamentos repetitivos gera um desconforto temporário. Mas é esse "doer hoje" — de forma controlada, técnica e acolhedora no ambiente terapêutico — que quebra o ciclo de uma vida inteira de sofrimento arrastado.

A técnica, quando despida do ego comercial e aplicada por mãos preparadas, devolve ao indivíduo a sua postura, a sua dignidade e o controle da sua própria história.

Outro lado.

O Perigo do Processo Interrompido: A Dor Ativada e as Regressões

​O reprocessamento emocional sério mexe com estruturas profundas da psique. Por isso, o lema "Doe hoje para não doer nunca mais" carrega uma responsabilidade mútua entre terapeuta e cliente. O grande perigo reside em duas situações: quando o profissional não sabe conduzir o fechamento de uma sessão de forma segura, ou quando o cliente, assustado com o impacto da "primeira dor", simplesmente abandona o tratamento.

​Abandonar a terapia logo após mexer na ferida é o equivalente a abrir uma cirurgia no corpo e ir embora com os pontos abertos. A dor f**a ativada, o inconsciente entra em desalinho e o paciente, sem suporte, pode manifestar regressões severas.

Não são raros os casos de pacientes que saem de atendimentos mal conduzidos ou interrompidos apresentando comportamentos de extrema vulnerabilidade infantil — como o relato real de uma senhora de 63 anos que passou a sentir uma vontade incontrolável, "de dar água na boca", de tomar leite na mamadeira e ch**ar chupeta.

​Esse é o reflexo de um psiquismo que foi desorganizado e buscou uma fuga desesperada para a fase oral, onde se sentia protegida. Quando isso acontece, o paciente — com toda a razão — se sente lesado e culpa o terapeuta e o método. É uma faceta delicada, onde o despreparo técnico de um lado ou a falta de adesão do outro transformam uma ferramenta de cura em um gatilho de desespero.

​Uma Nota de Compromisso Ético

​Minha intenção ao trazer esses pontos não é apontar culpados, mas resgatar a dignidade e o respeito que a saúde mental exige. A técnica é excelente, mas ela não opera milagres sozinha e não pode ser tratada de forma leviana.

​Se você é profissional da área e já se deparou com desafios no manejo de casos complexos, ou se você é alguém que passou por uma experiência terapêutica que gerou mais confusão do que clareza, coloque-se em contato. Estou inteiramente disposta a ajudar, orientar e acolher tanto colegas de profissão que buscam uma prática mais segura e ética, quanto pessoas que hoje carregam dores ativadas por processos que foram deixados pelo caminho.

​A dor não precisa ser eterna, desde que seja tratada com o respeito, o tempo e a responsabilidade que ela merece.

O Resgate da Essência: Um Legado de Cura
É fundamental separar a mercantilização da técnica de sua real eficácia. A Terapia de Reprocessamento Generativo (TRG) é, sem sombra de dúvidas, uma das ferramentas mais revolucionárias e brilhantes da saúde mental contemporânea. O seu criador, Professor Jair Soares, desenvolveu um método genial, capaz de mapear o inconsciente e libertar indivíduos de prisões emocionais de uma vida inteira em um tempo signif**ativamente menor do que as abordagens tradicionais. O protocolo, quando seguido à risca, com ética, sensibilidade clínica e o devido preparo, é um divisor de águas que devolve a dignidade e a paz ao ser humano.
O objetivo deste manifesto é justamente proteger a pureza desse legado. Valorizar a TRG signif**a operá-la com a responsabilidade que o Professor Jair Soares idealizou, garantindo que ela seja um instrumento exclusivo de libertação.

Sobre mim
Suelí Schauble de Moura
Master Terapeuta em TRG (Registro CITRG: 01.178)
Psicanalista (Matrícula: CBPC 2022-1087)
Pós-graduada em ABA (Análise do Comportamento Aplicada)
Especialista em psicossomática, traumas e atendimento a adultos neurodivergentes e casais em crises.

Pausa para a Alma: A Importância do Descanso MentalNo ritmo acelerado em que vivemos, muitas vezes esquecemos que a noss...
02/05/2026

Pausa para a Alma: A Importância do Descanso Mental
No ritmo acelerado em que vivemos, muitas vezes esquecemos que a nossa mente, assim como o nosso corpo, precisa de pausa e silêncio. 🌿
Estar em contato com a natureza — o ar puro da zona rural, o som do vento e o tempo que corre devagar — não é um luxo, é uma necessidade fisiológica. Esse "descanso mental" permite que nosso sistema nervoso se autorregule, diminuindo os níveis de cortisol e abrindo espaço para a clareza e a paz.
Por que unir a natureza à terapia?
Enquanto o campo acalma os sentidos, a terapia cuida das raízes. A terapia é o espaço onde você organiza o que o barulho do dia a dia desordenou. É o reprocessamento das nossas dores para que possamos desfrutar da vida com leveza.
Permita-se desconectar para reconectar com o que há de mais profundo em você. Às vezes, o maior passo para a cura é saber a hora de parar e respirar.
Suelí Schauble de Moura
Psicanalista e Master Terapeuta TRG
Eu passei 10 dias nesse sítio, e voltei pronta para recomeçar uma nova jornada.

Sueli Schauble ​Master Terapeuta em TRG (Terapia de Reprocessamento Generativo): Especialista em reprocessar traumas, fo...
02/05/2026

Sueli Schauble
​Master Terapeuta em TRG (Terapia de Reprocessamento Generativo): Especialista em reprocessar traumas, fobias e bloqueios emocionais acumulados ao longo da vida (Registro CITRG: 01.178).
​Psicanalista: Escuta clínica aprofundada para o autoconhecimento e resolução de conflitos internos profundos (Matrícula: CBPC 2022-1087).
​Pós-graduada em ABA (Análise do Comportamento Aplicada): Especialização técnica para o manejo e compreensão de padrões comportamentais.
​Áreas de Atuação
​Neurodivergência: Atendimento especializado a adultos neurodivergentes, incluindo o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
​Psicossomática: Tratamento de manifestações físicas originadas por questões emocionais (ansiedade, estresse e tensões).
​Traumas e Bloqueios: Liberação de eventos traumáticos passados que impactam o presente.
​Desenvolvimento Pessoal: Suporte para autoconhecimento e equilíbrio emocional.
​Contato para Agendamentos
​Telefone/WhatsApp: (14) 99725-0072
​Consulta online
​“Transformando a dor emocional em força e equilíbrio através do reprocessamento e da compreensão do comportamento.”

Tire suas dúvidas respondendo o questionário abaixo..O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado em 2 de abr...
31/03/2026

Tire suas dúvidas respondendo o questionário abaixo..

O Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado em 2 de abril. Como estamos no dia 31 de março, estamos no momento perfeito para essa reflexão!

O diagnóstico em adultos tem crescido muito, principalmente porque muitas pessoas passaram a vida inteira tentando se "encaixar" sem entender por que se sentiam diferentes. Para ajudar nesse processo de autorreconhecimento, preparei um material que você pode usar para orientar outras pessoas.

Alguns Sinais de Alerta para o Autismo em Adultos
Abaixo estão algumas situações comuns. Se a você se identif**ar com a maioria delas, é um indicativo importante para buscar uma avaliação especializada.

1. Sobrecarga Sensorial
Pergunta: Você se sente excessivamente incomodado ou exausto por luzes fortes, sons específicos (como pessoas mastigando ou barulho de fundo), ou texturas de roupas/comidas que outros parecem não notar?
Resposta indicativa: SIM.

2. Desgaste em Interações Sociais (Masking)
Pergunta: Após eventos sociais, você sente uma necessidade extrema de f**ar sozinho para "recarregar as baterias", como se tivesse feito um esforço mental gigantesco para agir "normalmente"?
Resposta indicativa: SIM.

3. Hiperfoco e Interesses Intensos
Pergunta: Você costuma mergulhar profundamente em um assunto específico, a ponto de perder a noção do tempo e querer falar sobre isso detalhadamente, ignorando outros tópicos?
Resposta indicativa: SIM.

4. Dificuldade com Mudanças na Rotina
Pergunta: Você se sente muito ansioso ou irritado quando algo que foi planejado muda de última hora ou quando não consegue seguir sua sequência habitual de tarefas?
Resposta indicativa: SIM.

5. Interpretação Literal e Comunicação
Pergunta: Você já teve dificuldades para entender ironias, sarcasmos ou "mensagens entrelinhas", preferindo que as pessoas sejam diretas e objetivas ao falar?
Resposta indicativa: SIM.

Segue algumas perguntas comprimentares:

41. Gosto de conversas sociais: Discordo totalmente / ligeiramente. ( ) Sim ( ) Não

43. Difícil de ser interrompido ao falar: Concordo plenamente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

45. Números fascinam: Concordo plenamente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

47. Perceber intenções de personagens: Concordo plenamente / ligeiramente (Aqui a pergunta é inversa: concordar indica dificuldade).
( ) Sim ( ) Não

49. Não gosta de ler ficção: Concordo plenamente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

50. Difícil fazer novos amigos: Concordo plenamente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

51. Reparar em padrões: Concordo plenamente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

53. Rotina perturbada não incomoda: Discordo totalmente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

54. Não saber manter conversa: Concordo plenamente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

55. Ler nas entrelinhas: Discordo totalmente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

56. Imagem global vs detalhes: Discordo totalmente / ligeiramente (Foca mais no detalhe).
( ) Sim ( ) Não

58. Não reparar em pequenas mudanças: Discordo totalmente / ligeiramente (Autistas costumam notar)
( ) Sim ( ) Não

59. Perceber quando o outro está aborrecido: Discordo totalmente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

60. Fazer várias coisas ao mesmo tempo: Discordo totalmente / ligeiramente.
( ) Sim ( ) Não

Nota Importante para Compartilhamento:
Atenção: Se você respondeu SIM para a maioria dessas perguntas, isso não é um diagnóstico, mas um sinal de que sua organização mental pode funcionar de forma diferente. O autismo em adultos muitas vezes é acompanhado de muita resiliência e adaptação, mas entender o próprio funcionamento traz um alívio enorme. Procure um profissional especializado (Psicólogo ou Psiquiatra) para uma investigação detalhada

Boa noite!
13/03/2026

Boa noite!

Bom dia!
05/03/2026

Bom dia!

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Botucatu, SP

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