Dr. Pedro Bonaldo

Dr. Pedro Bonaldo Conteúdos sobre psicanálise, saúde mental e autoconhecimento, de forma clara e acessível.

Psicanalista | Professor Universitário
Doutor em Psicologia

Ajudo você a compreender sua mente, lidar com ansiedade, emoções e padrões que se repetem na sua vida.

18/05/2026

Ninguém se torna dependente do nada.

Por trás de uma relação difícil com o álcool ou outras substâncias, existe uma história. Existe uma trajetória marcada por experiências, dores, formas de lidar com os sentimentos e tentativas de suportar aquilo que, muitas vezes, nunca conseguiu ser colocado em palavras.

A pessoa não nasce assim. Esse processo vai sendo construído ao longo da vida.

E entender essa construção é uma parte importante para conseguir romper o ciclo.

Na psicologia e na psicanálise, o foco não é apenas olhar para o comportamento, mas compreender como essa relação com a substância foi se formando. O que levou esse uso a ganhar espaço? O que ele passou a representar emocionalmente? O que está sendo repetido através desse padrão?

Quando a pessoa começa a entender a própria história, ela também começa a enxergar novas possibilidades de mudança.

Existe um caminho possível para compreender essa relação e construir uma forma diferente de lidar com o sofrimento.

15/05/2026

Muitas pessoas prometem que vão parar. Sentem culpa, se arrependem, tentam mudar… mas acabam repetindo o mesmo ciclo novamente.

E isso faz muita gente acreditar que o problema é falta de força de vontade.

Mas quem vive essa realidade sabe que não é tão simples assim.

O uso de álcool ou outras substâncias muitas vezes vai além da dependência química. Existe uma questão emocional e interna sustentando esse comportamento. Algo que faz a pessoa retornar ao uso mesmo quando ela realmente quer sair disso.

É por isso que apenas decidir parar, em muitos casos, não basta.

Na psicologia e na psicanálise, buscamos compreender o que está por trás dessa repetição. O que esse uso está tentando aliviar? O que faz esse ciclo continuar mesmo diante do sofrimento, da culpa e das consequências?

Quando essa lógica começa a ser entendida, surge também a possibilidade real de romper esse padrão e construir uma nova forma de lidar com aquilo que hoje parece impossível sustentar sozinho.

Existe um caminho possível para quebrar esse ciclo.

13/05/2026

Quem vê de fora pode achar que é simples.

Pode parecer fraqueza, falta de vontade ou fuga. Mas quem vive essa realidade sabe que, muitas vezes, o uso de álcool ou outras substâncias aparece como a única forma possível de lidar com a angústia, o vazio e aquilo que parece insuportável.

A pessoa não está fugindo à toa.

Em muitos casos, ela está tentando se defender de algo que ainda não consegue elaborar. A substância entra como uma tentativa de aliviar, anestesiar ou silenciar uma dor que não encontra outro caminho.

Na psicologia e na psicanálise, o objetivo não é julgar esse uso, mas compreender o lugar que ele ocupa na vida da pessoa.

Por que essa substância se tornou necessária? O que ela ajuda a evitar? O que ela tenta proteger?

A partir dessa compreensão, é possível construir novas formas de se organizar emocionalmente e lidar com o que dói sem depender desse ciclo.

Se você quer entender essa questão de forma mais profunda, existe um caminho possível.

11/05/2026

Tem dores que a pessoa não consegue explicar, mas sente todos os dias.

Um vazio constante. Um mal-estar difícil de definir. A ansiedade que aparece no silêncio. A dificuldade para dormir. A sensação de estar sempre tentando fugir de algo que nem sabe exatamente o que é.

Muitas vezes, o uso de álcool ou outras substâncias começa justamente aí. Como uma tentativa de aliviar aquilo que parece insuportável por dentro.

Com o tempo, o cérebro aprende esse caminho: sempre que a angústia aparece, surge também a necessidade de usar alguma coisa para anestesiar o que está sentindo.

Mas essa é a armadilha.

O efeito passa, o sofrimento volta, e muitas vezes ainda mais intenso. A pessoa se sente quebrada, frustrada, deprimida e presa em um ciclo que parece não ter saída.

Na psicologia e na psicanálise, o objetivo não é julgar esse comportamento, mas compreender o sentido que ele ganhou na vida da pessoa. O que essa substância está tentando silenciar? O que existe por trás dessa necessidade de fugir do próprio sofrimento?

Quando isso começa a ser entendido, também começa a existir a possibilidade de construir uma relação diferente consigo mesmo e com aquilo que sente.

08/05/2026

Isso não acontece de uma vez.

Na maioria das vezes, o uso começa de forma leve, recreativa, aparentemente sem grandes consequências. Algo ocasional, social, controlado. Mas, aos poucos, aquilo vai ganhando espaço. O que antes parecia apenas uma distração começa a se tornar uma necessidade cada vez mais presente.

E esse aumento no consumo não acontece por acaso.

Existe uma lógica por trás dessa repetição. Uma função emocional que faz com que a pessoa continue usando, mesmo percebendo os prejuízos. Muitas vezes, a substância passa a ocupar um lugar importante na forma como ela lida com a própria vida, com os sentimentos e com aquilo que não consegue suportar.

Por isso, na psicologia e na psicanálise, o foco não é apenas interromper o uso, mas compreender o que sustenta esse ciclo. O que faz essa dinâmica continuar? O que está sendo evitado? O que mantém essa necessidade ativa ao longo do tempo?

Quando essa lógica começa a ser entendida, também começa a surgir a possibilidade de desmontar esse ciclo de forma mais profunda.

06/05/2026

Quem vive o problema com álcool ou outras dr**as sabe que não se trata apenas de “querer parar”.

Muitas pessoas tentam várias vezes. Prometem para si mesmas que agora será diferente, conseguem por um tempo, mas acabam recaindo novamente. E isso não acontece porque falta caráter, disciplina ou força de vontade.

Se fosse simples, ninguém permaneceria preso nesse ciclo.

Muitas vezes, a substância se torna uma maneira de suportar aquilo que a pessoa não consegue elaborar de outra forma. Para alguns, ela serve para desligar da tristeza. Para outros, para aliviar a ansiedade, a insônia, o vazio ou a própria sensação de estar perdido dentro da própria vida.

O uso passa a funcionar como uma tentativa de sobreviver emocionalmente.

Na psicologia e na psicanálise, o objetivo não é apenas combater o sintoma, mas compreender o que sustenta essa necessidade. O que essa substância representa? O que ela ajuda a evitar? O que ela tenta preencher?

A partir dessa compreensão, é possível construir novas formas de lidar com aquilo que dói, enfraquecendo aos poucos a dependência desse comportamento.

Existe um caminho possível para quem quer sair desse ciclo de forma mais profunda e verdadeira.

01/05/2026

Parar deveria resolver. Mas, muitas vezes, não resolve. E isso confunde.

Você consegue se afastar do álcool ou de outras substâncias, e mesmo assim a tristeza aparece. A angústia vem. Um vazio difícil de explicar começa a ocupar espaço, como se algo ainda estivesse fora do lugar.

Isso faz muita gente pensar que tem algo errado com ela.

Mas a questão não está só na substância.

Muitas vezes, o uso era uma forma de lidar com algo mais profundo. Uma dor, um conflito, um sentimento que não estava claro, mas que encontrava ali uma maneira de ser silenciado.

Quando a substância sai, aquilo que estava encoberto começa a aparecer.

Na psicologia e na psicanálise, o foco é entender essa relação. O que estava sendo evitado? O que esse uso ajudava a sustentar? O que está por trás desse comportamento que se tornou repetitivo?

É a partir dessa compreensão que a mudança deixa de ser apenas parar e passa a ser transformar a forma como você lida com o que sente.

Se você quer mudar de vida de verdade, existe um caminho possível.

29/04/2026

Você sabe que tem algo errado. E esse sentimento não surge por acaso.

No fundo, existe um incômodo com o uso. Já tentou parar, já tentou controlar, já tentou fazer diferente… mas algo sempre puxa de volta. E junto disso, muitas vezes vem a vergonha. A dificuldade de falar sobre o assunto ou de procurar ajuda.

Mas esse incômodo é importante.

Na psicologia e na psicanálise, é justamente esse desconforto que pode abrir caminho para uma mudança real. Ele mostra que existe uma parte sua que já não aceita mais continuar da mesma forma.

O ponto não é ignorar ou esconder isso, mas entender o que está por trás dessa relação com a substância. O que esse comportamento está tentando preencher, evitar ou sustentar.

Quando isso começa a ser elaborado, a mudança deixa de ser só tentativa e passa a ter direção.

Se você quer dar o primeiro passo, existe um caminho possível.

27/04/2026

Você já prometeu que iria parar… mas acabou voltando?

Essa é uma realidade mais comum do que parece. A pessoa decide mudar, se sente bem por um tempo, acredita que agora vai conseguir. Mas basta um dia difícil, uma frustração, um momento de estresse, e tudo desmorona de novo.

Não é falta de força de vontade.

Na psicologia e na psicanálise, entendemos que a repetição tem um sentido. Quando alguém recai, muitas vezes está tentando elaborar algo que ainda não conseguiu compreender. É um movimento inconsciente, que se repete justamente porque ainda não foi resolvido.

O ponto não é só parar o comportamento, mas entender o que está por trás dele. O que esse uso está tentando aliviar? O que essa recaída está tentando comunicar?

É a partir dessa compreensão que começa a possibilidade real de mudança. Não pela força, mas pelo entendimento.

Se você quer dar o primeiro passo para sair desse ciclo, existe um caminho possível.

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