28/06/2023
Hoje, pela manhã, tive que dizer adeus ao meu amado gatinho, Mick (nomeado em homenagem ao Mick Jagger). Embora a dor da perda seja grande, eu encontrei momentos de aprendizado e reflexão. Vivendo esse dia do fechamento do ciclo da existência do Mick, eu resolvi escrever sobre o que os animais podem fazer para nos ajudar quando o assunto é saúde mental.
🐶Quando interagimos com eles, nossos corpos liberam hormônios como a ocitocina, também conhecida como o "hormônio do amor". Este hormônio promove emoções de alegria, relaxamento, ânimo e positividade. Além disso, estudos mostram que a convivência com pets pode ajudar crianças no desenvolvimento emocional e social, oferecer companhia e conforto para adultos, além proporcionar uma sensação de propósito e minimizar a solidão para os idosos.
🐷A presença de pets também ajuda a reduzir nossos níveis de cortisol, o "hormônio do estresse", reduzindo a pressão arterial, a frequência cardíaca, e em última análise, melhorando nosso bem-estar geral.
🐱Gostaria de compartilhar as valiosas lições de vida que ele nos deixou:
• Apreciar o momento presente, uma vez que, ao contrário de nós, Mick não se preocupava com passado ou futuro, ele vivia no hoje.
• Priorizar o bem-estar físico, sempre se alongando ao acordar.
• Dormir bem, nunca perdendo a paz na hora de descansar.
• Manter-se hidratado, bebendo muita água (a ponto de colocar as patinhas na água para beber mais).
• Demonstrar afeto abraçando todos que o pegavam no colo.
• Pedir carinho quando precisava, em vez de esperar que as pessoas adivinhassem suas necessidades.
• Proteger seu território, mas sempre com a atitude defensiva, nunca agressiva, respondendo somente quando necessário.
🐈 Mick sabia como confiar, viver com entusiasmo, comer com prazer e amar. Ele estendia seu amor não só a mim, mas ao meu marido, que adotou como "pai", e a todos que tiveram a sorte de partilhar de sua companhia.
A perda é uma parte inevitável da vida, é dolorosa e triste, mas também nos oferece a oportunidade de aprender sobre nossa própria resiliência. Mick, e todos os meus “Pets”, me ensinaram que é possível seguir em frente, “lembrar com amor sem sermos consumidos pela dor”.