Adriana Moreno Psicóloga

Adriana Moreno Psicóloga Psicóloga e Neuropsicóloga - Psicóloga 20 anos
- TCC, TCCC, TE, TFE, RO-DBT, DBT
- Avaliação Psicológica/UFRGS
- Neuropsicologia/IBNEURO
- T. Ansiedade
- T.

Alimentares
- TDAH
Professora de Psicologia Clínica e Psicopatologia.

Depois de muitos meses longe, volto às redes neste 8 de março.E volto para homenagear Agatha Christie, não só porque foi...
08/03/2026

Depois de muitos meses longe, volto às redes neste 8 de março.

E volto para homenagear Agatha Christie, não só porque foi uma mulher extraordinária, mas porque, muito provavelmente, ela contribuiu para minha escolha profissional.

Seus livros me ensinaram a observar a natureza humana, inveja, ganância, vingança, justiça.
O que move as pessoas.
O que as machuca.
O que as torna capazes de tudo.

E é isso que faço, entender as motivações humanas. Ver além...

Uma curiosidade que me atrai muito sobre ela, relatos indicam que Agatha tinha dificuldades para escrever (talvez tivesse dislexia) e muitas vezes ditava suas obras. Limitações que nunca a limitaram.

No carrossel, conto como ela (e as redes sociais) me levaram a essa pausa reflexiva e por que volto agora.

Desliza. E me diz, qual mulher te inspira profissionalmente?

Os sintomas e os possíveis diagnósticos que Moldaram Deadpool📌 TDAH na InfânciaWade demonstra traços clássicos de TDAH, ...
26/11/2024

Os sintomas e os possíveis diagnósticos que Moldaram Deadpool

📌 TDAH na Infância
Wade demonstra traços clássicos de TDAH, como:
- Impulsividade nas decisões e ações.
- Dificuldade em manter a atenção ou seguir regras.
- Agitação motora.
👉🏻 Deadpool apresentava também comportamento desafiador, possivelmente exacerbado pela relação com o pai.
👉🏻 Essas características do TDAH, podem ter sido mal interpretadas como desobediência ou má índole, resultando em punições e traumas adicionais.

📌 Trauma Familiar e Experimentos:
 - A relação conturbada com o pai e a perda da mãe por câncer criaram em Wade um vínculo afetivo frágil, dificultando a formação de laços futuros.
 👉🏻 Os experimentos do Weapon X e a exposição constante à violência não apenas o desfiguraram fisicamente, mas também reforçaram sua visão cínica do mundo e banalizaram a violência como um mecanismo de sobrevivência.
📌 Banalização da Violência:
 👉🏻 Wade aprendeu a usar a violência como uma ferramenta para resolver problemas, sem se conectar emocionalmente com o impacto de suas ações.
 👉🏻 Sua regeneração também contribui para isso, pois como ele pode sobreviver a praticamente qualquer coisa, a violência perde o peso que teria para uma pessoa comum.
📌  Dificuldade de Laços Afetivos:
👉🏻 A dificuldade de estabelecer e manter laços afetivos pode ser atribuída ao medo do abandono, que ele já experimentou desde cedo. Assim como sua autoimagem deteriorada (tanto física quanto emocional) que reforça sua crença de que não merece afeto.

Enfim, espero que tenham gostado. E vocês? Sabiam da história do Deadpool?



24/11/2024
Quando assisti ao filme Deadpool & Wolverine, fui tomada por uma vontade irresistível de voltar a escrever sobre o unive...
24/11/2024

Quando assisti ao filme Deadpool & Wolverine, fui tomada por uma vontade irresistível de voltar a escrever sobre o universo dos personagens.
Mas algo em particular me marcou: o uso do multiverso para trazer Logan de volta à cena e, especialmente, vê-lo finalmente com o uniforme clássico dos quadrinhos.

Para quem, como eu, cresceu acompanhando essas histórias em HQs, foi emocionante ver essas referências tão bem trabalhadas, me lembrando por que adoro mergulhar nas camadas e complexidades desses personagens.

Era impossível não querer compartilhar isso com vocês.

Obs: na próxima postagem está o Deadpool

   
   

08/03/2024

11/02/2024


Hoje, pela manhã, tive que dizer adeus ao meu amado gatinho, Mick (nomeado em homenagem ao Mick Jagger). Embora a dor da...
28/06/2023

Hoje, pela manhã, tive que dizer adeus ao meu amado gatinho, Mick (nomeado em homenagem ao Mick Jagger). Embora a dor da perda seja grande, eu encontrei momentos de aprendizado e reflexão. Vivendo esse dia do fechamento do ciclo da existência do Mick, eu resolvi escrever sobre o que os animais podem fazer para nos ajudar quando o assunto é saúde mental.
🐶Quando interagimos com eles, nossos corpos liberam hormônios como a ocitocina, também conhecida como o "hormônio do amor". Este hormônio promove emoções de alegria, relaxamento, ânimo e positividade. Além disso, estudos mostram que a convivência com pets pode ajudar crianças no desenvolvimento emocional e social, oferecer companhia e conforto para adultos, além proporcionar uma sensação de propósito e minimizar a solidão para os idosos.
🐷A presença de pets também ajuda a reduzir nossos níveis de cortisol, o "hormônio do estresse", reduzindo a pressão arterial, a frequência cardíaca, e em última análise, melhorando nosso bem-estar geral.
🐱Gostaria de compartilhar as valiosas lições de vida que ele nos deixou:
• Apreciar o momento presente, uma vez que, ao contrário de nós, Mick não se preocupava com passado ou futuro, ele vivia no hoje.
• Priorizar o bem-estar físico, sempre se alongando ao acordar.
• Dormir bem, nunca perdendo a paz na hora de descansar.
• Manter-se hidratado, bebendo muita água (a ponto de colocar as patinhas na água para beber mais).
• Demonstrar afeto abraçando todos que o pegavam no colo.
• Pedir carinho quando precisava, em vez de esperar que as pessoas adivinhassem suas necessidades.
• Proteger seu território, mas sempre com a atitude defensiva, nunca agressiva, respondendo somente quando necessário.
🐈 Mick sabia como confiar, viver com entusiasmo, comer com prazer e amar. Ele estendia seu amor não só a mim, mas ao meu marido, que adotou como "pai", e a todos que tiveram a sorte de partilhar de sua companhia.
A perda é uma parte inevitável da vida, é dolorosa e triste, mas também nos oferece a oportunidade de aprender sobre nossa própria resiliência. Mick, e todos os meus “Pets”, me ensinaram que é possível seguir em frente, “lembrar com amor sem sermos consumidos pela dor”.

Hoje, pela manhã, tive que dizer adeus ao meu amado gatinho, Mick (nomeado em homenagem ao Mick Jagger). Embora a dor da...
28/06/2023

Hoje, pela manhã, tive que dizer adeus ao meu amado gatinho, Mick (nomeado em homenagem ao Mick Jagger). Embora a dor da perda seja grande, eu encontrei momentos de aprendizado e reflexão. Vivendo esse dia do fechamento do ciclo da existência do Mick, eu resolvi escrever sobre o que os animais podem fazer para nos ajudar quando o assunto é saúde mental.
🐶Quando interagimos com eles, nossos corpos liberam hormônios como a ocitocina, também conhecida como o "hormônio do amor". Este hormônio promove emoções de alegria, relaxamento, ânimo e positividade. Além disso, estudos mostram que a convivência com pets pode ajudar crianças no desenvolvimento emocional e social, oferecer companhia e conforto para adultos, além proporcionar uma sensação de propósito e minimizar a solidão para os idosos.
🐷A presença de pets também ajuda a reduzir nossos níveis de cortisol, o "hormônio do estresse", reduzindo a pressão arterial, a frequência cardíaca, e em última análise, melhorando nosso bem-estar geral.
🐱Gostaria de compartilhar as valiosas lições de vida que ele nos deixou:
• Apreciar o momento presente, uma vez que, ao contrário de nós, Mick não se preocupava com passado ou futuro, ele vivia no hoje.
• Priorizar o bem-estar físico, sempre se alongando ao acordar.
• Dormir bem, nunca perdendo a paz na hora de descansar.
• Manter-se hidratado, bebendo muita água (a ponto de colocar as patinhas na água para
# beber mais).
• Demonstrar afeto abraçando todos que o pegavam no colo.
• Pedir carinho quando precisava, em vez de esperar que as pessoas adivinhassem suas necessidades.
• Proteger seu território, mas sempre com a atitude defensiva, nunca agressiva, respondendo somente quando necessário.
🐈 Mick sabia como confiar, viver com entusiasmo, comer com prazer e amar. Ele estendia seu amor não só a mim, mas ao meu marido, que adotou como "pai", e a todos que tiveram a sorte de partilhar de sua companhia.
A perda é uma parte inevitável da vida, é dolorosa e triste, mas também nos oferece a oportunidade de aprender sobre nossa própria resiliência.
Todos os meus “Pets”, me ensinaram que é possível
seguir em frente, “lembrar com amor sem sermos consumidos pela dor”.

Encontrei este tesouro do passado, e quero dividir com vocês. Um troféu que ganhei em uma gincana na escola - Colégio Ma...
21/06/2023

Encontrei este tesouro do passado, e quero dividir com vocês. Um troféu que ganhei em uma gincana na escola - Colégio Maria Auxiliadora em Canoas - RS em 1992.
“GINCEMA”

O prêmio? Organização. 🏆✨

A organização sempre foi ensinada no meu colégio, e este troféu é uma lembrança especial disso.

Mas o que isso realmente significa para nós, hoje, na vida cotidiana?
A organização é mais do que apenas manter nossos espaços físicos em ordem. Ela se traduz na maneira como gerenciamos nosso tempo, nossas prioridades e até mesmo nossos pensamentos.
Organizar-se significa assumir o controle de sua vida. Permite que você se concentre no que é realmente importante, reduzindo o estresse e a ansiedade.

Aumenta a produtividade, economizando tempo para aquilo que realmente amamos e valorizamos.

Mas acima de tudo, a organização é uma jornada, não um destino. É um processo contínuo de aprendizado e adaptação à medida que nossas vidas mudam.

E você? Como a organização desempenha um papel em sua vida? Compartilhe suas experiências nos comentários!

05/06/2023

Endereço

SRTVN 701/Centro Empresarial Norte/sala 436 E 437/bloco B
Brasília, DF
70719903

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