Dr Leandro Machado

Dr Leandro Machado Infectologia pelo HUB/UnB
Mestre em infectologia e medicina tropical-UnB

Infectologia do Hospital Brasília
Médico do Núcleo de Infecções Relacionadas à Assistência à Saúde - Hospital Brasília

26/05/2026

Muita gente convive com o herpes em silêncio, carregando culpa, medo, vergonha e impacto direto nos relacionamentos.

Mas uma crise recorrente não deve ser vista apenas como “algo que apareceu de novo”.
É preciso entender o que está fazendo o vírus reativar no seu organismo.

Quando investigamos os gatilhos, os ciclos e o padrão de recorrência, conseguimos criar estratégias reais de controle e devolver qualidade de vida ao paciente.

No vídeo de hoje, compartilho um caso fictício, baseado em situações reais vividas no consultório, para mostrar que o herpes não precisa controlar sua vida.

Se esse conteúdo fez sentido para você, curta, compartilhe e envie para alguém que precisa ouvir isso.

E se quiser entender mais sobre herpes, prevenção e controle das crises, o e-book já está disponível no link da bio.

Se você tem infecções de repetição sem diagnóstico claro, ou conhece alguém vivendo nessa situação, o próximo passo não é apenas tratar mais uma infecção. É fazer uma avaliação especializada.

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Link na Bio. Atendimento em Brasília, São Paulo e Teleconsulta.

RT: Dr. Leandro Correia Machado
CRM-DF 18903 | CRM-SP 276209

*Caso fictício elaborado com base em critérios médicos reais.

22/05/2026

A maioria das pessoas trata o herpes da forma errada.

O que acontece dentro do consultório quando um paciente chega com herpes de repetição?

A primeira etapa do tratamento não é prescrever uma pomada. É educação em saúde.

O vírus do herpes simples tem uma característica complexa e desafiadora: a latência. Ele se esconde em gânglios nervosos e, de tempos em tempos, viaja pelos nervos até a pele para se multiplicar. É aí que a ferida aparece.

O segredo do controle é bloquear essa viagem.

No consultório, trabalhamos com identificação de gatilhos imunológicos e, frequentemente, com a terapia supressiva, o uso diário de antivirais. Essa estratégia não só espaça as crises, mas também reduz a eliminação viral assintomática, protegendo você e seu parceiro.

Desenvolvi o E-book “Guia Prático para Controle do Herpes” justamente porque muitos pacientes convivem anos com crises recorrentes sem entender o funcionamento do vírus e as estratégias que realmente ajudam no controle das crises.

No e-book, você vai encontrar explicações sobre:
• latência viral,
• gatilhos das crises,
• fase prodrômica,
• transmissão assintomática,
• terapia supressiva,
• exames corretos,
• e estratégias clínicas para reduzir recorrências.

👉 Clique no link da bio e baixe já o seu e-book.

Se você tem infecções de repetição sem diagnóstico claro, ou conhece alguém vivendo nessa situação, o próximo passo não é apenas tratar uma infecção, é fazer uma avaliação especializada.

RT: Dr. Leandro Correia Machado
CRM-DF 18903 | CRM-SP 276209

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19/05/2026

Você vive com medo da próxima crise de herpes?

Muitas pessoas escutam que o herpes “não tem cura” e passam a acreditar que também não existe controle.
E esse erro custa qualidade de vida, relacionamentos e saúde emocional.

O herpes simples permanece em estado de latência no sistema nervoso.
Ele reativa quando o organismo encontra uma brecha.

Para reduzir as crises, existem três pilares fundamentais:

• Mapeamento de gatilhos
Estresse intenso, privação de sono, exposição solar excessiva, período menstrual e queda da imunidade podem favorecer a reativação viral. Identificar o que desperta o seu vírus é o primeiro passo.

• Ação na fase prodrômica
O formigamento, ardor ou sensibilidade antes da lesão aparecer representam a janela ideal para agir. O tratamento iniciado nessa fase pode reduzir drasticamente a duração e intensidade da crise.

• Terapia supressiva
Em pacientes com crises frequentes, o uso diário de antivirais pode manter o vírus controlado de forma segura e eficaz, reduzindo recorrências e impacto emocional.

Nesta semana vou lançar o e-book completo sobre controle do herpes, com tudo o que você precisa entender sobre crises, tratamento e prevenção.

Salve este vídeo e acompanhe os próximos posts.

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18/05/2026

O herpes ainda é cercado por medo, vergonha e desinformação, mesmo sendo uma das infecções virais mais comuns do mundo.
Milhões de pessoas vivem com herpes simples tipo 1 e tipo 2 sem sequer saber, muitas vezes sem sintomas ou com manifestações leves.

Mais do que falar sobre lesões, precisamos falar sobre acolhimento, diagnóstico correto, tratamento e qualidade de vida. Informação baseada em ciência reduz o estigma e ajuda pacientes a retomarem o controle da própria saúde.

No vídeo, explico por que o impacto emocional do herpes costuma ser maior do que a própria lesão física, e por que ninguém deveria enfrentar isso sozinho.

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O herpes avisa antes de aparecer. O problema é que muitas pessoas não reconhecem os sinais.A fase prodrômica, período de...
15/05/2026

O herpes avisa antes de aparecer. O problema é que muitas pessoas não reconhecem os sinais.

A fase prodrômica, período de horas ou dias antes da lesão visível, pode ser a janela mais importante para buscar orientação médica e iniciar o tratamento precocemente. É quando o vírus está em atividade, mas ainda não chegou à pele.

Os sinais mais comuns incluem:
• formigamento ou coceira no local habitual
• ardor sem lesão visível
• aumento da sensibilidade da pele
• dor leve irradiando pela região afetada

Aprender a reconhecer o seu padrão faz diferença no controle das crises.

Na próxima semana, será lançado o guia completo sobre herpes de repetição. Salve este post para não perder.

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14/05/2026

A pomada para herpes não é inútil. Ela tem indicação. O problema é quando ela se torna a única resposta para um padrão que pede investigação.

O tratamento do herpes de repetição tem duas estratégias distintas:

Tratamento episódico: antiviral oral, com orientação médica, iniciado nas primeiras 24 a 48 horas da crise, para reduzir a duração e a intensidade dos sintomas.

Terapia supressiva: acompanhamento médico e antiviral oral em dose diária e contínua, para manter o vírus em estado de latência e reduzir a frequência das crises e também a transmissão assintomática.

Para pacientes com 6 ou mais episódios por ano, as diretrizes internacionais recomendam a terapia supressiva. É segura, eficaz e muda completamente a qualidade de vida.

Se você usa pomada toda vez que o herpes aparece e ele continua voltando com a mesma frequência, é hora de uma avaliação especializada.

Na próxima semana, vou lançar o guia completo sobre herpes de repetição. Salve este post para não perder.

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O herpes não volta por acaso ou descuido. Ele volta porque encontrou uma brecha.O vírus do herpes simples permanece em l...
13/05/2026

O herpes não volta por acaso ou descuido.
Ele volta porque encontrou uma brecha.

O vírus do herpes simples permanece em latência nos gânglios nervosos e só reativa quando o sistema imunológico local baixa a guarda, e isso acontece por gatilhos específicos.

Os mais comuns são o estresse crônico, a flutuação hormonal (especialmente o período menstrual), a exposição solar intensa e o atrito físico na região afetada.

Mas o gatilho mais importante é o seu, aquele que aparece toda vez que você olha para o histórico das suas crises.

Arrasta o carrossel, identifica os seus gatilhos.

Na semana que vem, lanço o guia completo para te ajudar a sair desse ciclo. Salva para não perder.

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A gente fala muito sobre “imunidade baixa”.Mas existe uma diferença enorme entre estar mais vulnerável em um momento da ...
11/05/2026

A gente fala muito sobre “imunidade baixa”.
Mas existe uma diferença enorme entre estar mais vulnerável em um momento da vida… e viver com uma imunodeficiência que nunca foi investigada corretamente.

Nas últimas semanas, venho falando aqui sobre:
• quando infecções de repetição precisam de investigação,
• os sinais de alerta das imunodeficiências,
• e por que “isso é normal” nem sempre é uma resposta suficiente.

O estudo de caso deste post mostra exatamente isso.

Porque, às vezes, o problema não é a infecção em si.
É o fato de ninguém ter investigado a causa dela antes.

Se você tem infecções de repetição sem diagnóstico claro, ou conhece alguém vivendo nessa situação, o próximo passo não é apenas tratar mais uma infecção. É fazer uma avaliação especializada.

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*Caso fictício elaborado com base em critérios médicos reais.

Receber o diagnóstico de Imunodeficiência Primária depois de anos de infecções sem explicação costuma ser, para muitos p...
06/05/2026

Receber o diagnóstico de Imunodeficiência Primária depois de anos de infecções sem explicação costuma ser, para muitos pacientes, um momento de alívio.

Finalmente existe um nome. E onde há nome, há tratamento.
Há protocolo. Há caminho.

Neste carrossel, explico três dos tratamentos da IDP, o que muda na prática para o paciente e respondo a pergunta que mais recebo no consultório: “vou precisar de tratamento para sempre?” Arrasta até o final.

Amanhã trago um caso real que resume tudo o que discutimos esta semana.

Link na bio para agendamento; presencial em Brasília e São Paulo, ou teleconsulta para todo o Brasil.


“Sua imunidade está baixa”Quantas vezes você já ouviu isso sem nenhuma explicação do que fazer?Imunidade baixa não é dia...
05/05/2026

“Sua imunidade está baixa”

Quantas vezes você já ouviu isso sem nenhuma explicação do que fazer?

Imunidade baixa não é diagnóstico. É um ponto de partida para uma investigação que, na maioria das vezes, não acontece.

Existe uma diferença fundamental entre imunidade baixa por causas externas e uma Imunodeficiência Primária, que é um erro genético no próprio sistema imunológico.

Essa diferença muda completamente o tratamento.

Arrasta e entende a distinção que talvez não tenham te explicado ainda.

Salva para compartilhar com quem precisa.

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Você normalizou um padrão que não deveria ser normal?Infecções frequentes, difíceis de tratar ou que voltam logo depois ...
05/05/2026

Você normalizou um padrão que não deveria ser normal?

Infecções frequentes, difíceis de tratar ou que voltam logo depois do antibiótico não são azar. São sinais que o sistema imunológico manda quando algo não está funcionando como deveria.

Montei este check-list com base nos critérios clínicos usados para identificar quando a investigação imunológica é necessária.

Arrasta, marca o que se aplica e me conta nos comentários quantos você marcou.

Salva para compartilhar com quem precisa.

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70.390-906

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