Samantha Thomaz Psicoterapeuta e Psicanalista Clínica

Samantha Thomaz Psicoterapeuta e Psicanalista Clínica Sou Samantha Thomaz, psicanalista clínica. Às vezes o que precisamos é de um lugar seguro para sermos escutados de verdade.

Trabalho com escuta profunda e ética, ajudando pessoas a compreender emoções, atravessar crises e reconstruir sentidos. Somos uma empresa focada no desenvolvimento humano integral. Oferecemos processos personalizados de coaching de vida e executivo, além de treinamentos internacionais. A Stathera nasceu em 2005 e é idealizada e gerenciada pela professional coach e analista comportamental Samantha Thomaz. "Examinamos o que está acontecendo agora para mapearmos os obstáculos e os desafios de um futuro próximo ou longínquo. Podemos te ajudar a superar as dificuldades ou a mudar de percurso. A ideia é seguir um fluxo de ação que faça com que a sua vida seja o que você sonhou para ela."

03/05/2026

💛
Tem dias que começam lindos e mudam em segundos.

E, ainda assim, podem terminar nos ensinando sobre o que realmente sustenta a vida.

Entre o desafio e o alívio, existe um espaço quase invisível em que a gente escolhe o que vai crescer dentro de nós.

Não é sobre negar o que dói, mas sobre não perder de vista o que permanece.

Porque, no fim, talvez a gratidão não seja um sentimento espontâneo, mas um gesto de consciência.

Um jeito silencioso de cuidarmos de nós.



25/04/2026

Você já disse “não é nada" quando era muita coisa?

Às vezes não é que a gente não queira falar. É que a gente ainda não sabe como.

Nem tudo que a gente sente chega organizado nem pronto pra ser explicado.

E aí, pra não ter que entrar em algo que a gente nem entende direito, acabamos simplif**ando: "Não é nada”; “Tá tudo bem”; “Depois passa.”

Mas nem sempre passa, porque o que não encontra espaço pra ser dito continua existindo de algum jeito...

Às vezes como um incômodo. Às vezes como um cansaço estranho, como uma irritação que parece vir do nada.

E aí não é que não era nada. É que era muita coisa sem nome.

Talvez, em vez de tentar explicar rápido, valha a pena se escutar com mais calma. Porque, muitas vezes, o que você sente não é pequeno, só ainda não encontrou voz.

17/04/2026


Você já viu a mensagem… e decidiu não responder?

Nem sempre é falta de tempo nem esquecimento.

Às vezes, a gente evita. Evita o que aquela mensagem pede, o que ela faz a gente sentir ou evita o que responder signif**aria.

Na psicanálise, a gente chama isso de ato falho. Quando o “esqueci” não é exatamente sem querer, mas só uma forma menos desconfortável de comunicar algo, ou não se implicar.

Mas, do outro lado, tem alguém à espera. E quem espera sente. E preenche o silêncio, cria hipóteses, f**a se perguntando onde errou.

Por isso, vale lembrar que não é sobre responder na hora, mas também não é desaparecer sem dizer nada.

Quem quer, responde, ou comunica o seu tempo, sinaliza o que está rolando.

🤍

(E tem um outro lado dessa história, sobre ansiedade e a cultura da disponibilidade constante, que eu te conto num próximo vídeo.)

05/04/2026

Que algo em você encontre espaço para recomeçar. A ressurreição também acontece dentro da gente e a vida sempre pode renascer. 🌿



14/03/2026

🌷
Nem todas as mulheres chegaram até esse Dia da Mulher.

Enquanto algumas recebem flores hoje, outras tiveram suas histórias interrompidas pela vi@lência, pelo medo ou pelo silêncio que ainda protege quem agride.

Por trás das estatísticas existem vidas: filhas, mães, amigas. Mulheres com sonhos, planos e um futuro inteiro pela frente.

Este vídeo não é sobre celebrar. É sobre lembrar que ainda existe um longo caminho para que ser mulher não seja mais um risco.

Que o 8 de março não seja apenas uma data simbólica, mas um convite coletivo para consciência, responsabilidade e mudança.

Porque nenhuma mulher deveria crescer aprendendo a se proteger para simplesmente existir.

Se você também acredita que essa realidade precisa mudar, deixe aqui nos comentários:

“E comigo.”

Que essa mensagem chegue ao maior número de pessoas e o mais longe possível.











14/03/2026

Quando um adolescente entra em uma explosão emocional, discutir ou tentar convencer quase nunca ajuda. Nesse momento, o cérebro está muito mais reativo do que racional, e insistir em argumentos costuma escalar ainda mais o conflito.

Por isso, quando o surto já começou, o foco precisa mudar: diminuir estímulos, evitar confrontos diretos e priorizar segurança até que a intensidade emocional diminua. Só depois disso a conversa pode acontecer de forma mais produtiva.

Explosões desse nível raramente surgem do nada. Muitas vezes são sinais de que algo já vinha se acumulando há algum tempo. E quando esses episódios começam a se repetir, buscar ajuda profissional pode ser um passo importante para compreender o que está por trás dessa desregulação.

Eu gostaria muito de ouvir a sua opinião e suas experiências, até para trazer conteúdo de relevância pra você nos próximos vídeos. Então escreve aqui nos comentários.





14/03/2026

Quando o assunto é celular e adolescência, muita gente imagina que o problema começa na tela. Mas, na maioria das vezes, o conflito começa na forma como os limites aparecem dentro de casa.

Quando uma regra surge no meio da irritação, ela tende a ser percebida como punição. E aí a conversa vira disputa de poder, resistência, gritos e desgaste para todo mundo. Não porque o adolescente seja “impossível”, mas porque o cérebro nessa fase ainda está aprendendo a lidar com frustração, recompensa e autocontrole.

Por isso, mais do que simplesmente tirar o celular, é importante construir estrutura. Limites claros, previsíveis e combinados fora do momento de tensão ajudam o adolescente a entender o que esperar e reduzem a sensação de injustiça ou surpresa.

Abrir algum espaço de participação também aumenta o comprometimento com os acordos. E, talvez o mais desafiador de tudo: o exemplo dos adultos continua sendo uma das formas mais poderosas de ensinar autorregulação.

Educar na era digital não é simples, mas também não precisa virar um campo de batalha. Pequenas mudanças na forma de estabelecer limites podem transformar completamente o clima da casa.

Nos próximos vídeos da série, vou falar sobre o que fazer quando o surto já começou e como conduzir esses momentos sem escalar ainda mais o conflito. Se esse conteúdo faz sentido para você, salva o vídeo e acompanha a sequência.





14/03/2026

📲
O que eu trago aqui não é só sobre um celular sendo tirado, mas sobre o que acontece quando uma fonte constante de recompensa, pertencimento e anestesia emocional é interrompida de forma abrupta.

Nos últimos dias, alguns vídeos de adolescentes surtando ao terem o celular retirado voltaram a circular nas redes. São cenas tão chocantes, que eu mesma fiquei bem impactada, mas escolhi não reproduzir aqui, de forma permanente. Talvez coloque nos stories.

Primeiro, porque elas já foram amplamente veiculadas e, segundo, porque estamos falando aqui de seres humanos, que ainda são crianças. E, transformar dor em espetáculo não vai contribuir para o debate. Meu objetivo não é reforçar o sensacionalismo, mas aprofundar a compreensão.

Quando um adolescente reage de forma explosiva, a pergunta não deveria ser apenas “onde falharam os limites?”, mas também “o que está sendo regulado ali?”. O cérebro nessa fase é altamente sensível à recompensa social, à dopamina, à validação. E a tela pode se tornar uma tentativa de aliviar ansiedade, solidão, insegurança ou vazio.

Retirar o aparelho sem entender o que ele representa pode intensif**ar o conflito, em vez de resolvê-lo.

Nos próximos vídeos, vou aprofundar essa conversa: como diferenciar uso intenso de dependência, quais sinais merecem atenção e como estabelecer limites sem romper o vínculo.

Se esse tema faz sentido para você, acompanhe a sequência. Informação é o primeiro passo para agirmos com mais consciência.





14/03/2026

💛
Existe um medo que muitos pais carregam, que é o medo de serem firmes demais e, com isso, perderem a proximidade com os filhos.

A adolescência é uma fase de tensão natural, em que o jovem quer autonomia, experimenta limites, questiona regras, e ao mesmo tempo precisa muito de referência. E é justamente nessa ambivalência que muitos pais se perdem, tentando equilibrar liberdade e responsabilidade, acolhimento e direção.

Mas não é dar limite que afasta, e sim a forma como ele é imposto muitas vezes. Quando esse “limite” vem com humilhação, ironia, desqualif**ação ou instabilidade, aí sim, o vínculo enfraquece. Mas quando os pais são presentes e firmes, oferecendo previsibilidade e respeito, o adolescente pode até reagir, mas por dentro ele vai se organizando.

Com autoridade madura, em vez de sufocar, os pais conseguem dar estrutura e oferecer condições para que o jovem cresça com autonomia e segurança.

Eu não tenho dúvidas que educar seja um baita exercício de sustentação emocional. Não é sobre vencer disputas, mas manter sempre a referência.

Se você convive com adolescentes, talvez a pergunta não seja “como faço ele me obedecer?”, mas “como posso me tornar uma base mais estável para que ele amadureça de um jeito saudável?”.

Esse é um trabalho de construção, que começa em nós adultos.





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